Ler Salt Society (Novel) – Capítulo 120 Online


Modo Claro

Capítulo 120

Soltando um suspiro baixo, Gi-hyeon sorriu.

— Acho que eu poderia simplesmente adormecer assim.

Ele sentia-se incrivelmente satisfeito. Claro, sua excitação estava no auge, mas estar envolto firmemente, com suas peles quentes e nuas pressionadas uma contra a outra, fazia com que ele sentisse que poderia facilmente cair no sono.

— Que tipo de piada ridícula é essa? Se o meu pau explodir, é você quem vai sair perdendo.

— Ei, você pode pelo menos tentar falar sem…

— Eu não me importo. A culpa é toda sua. O fato de que minha boca é um esgoto, o fato de eu estar tão obcecado pelo seu buraco que joguei toda aquela baboseira de “namoro” pela janela e perdi completamente o juízo por fodê-lo.

Apesar de cuspir palavras tão escandalosamente vulgares, a maneira como ele choramingou e se aninhou no abraço de Gi-hyeon era absolutamente ridícula. Como uma besta enorme, totalmente inconsciente do próprio tamanho, tentando se espremer nos braços de Gi-hyeon, não restou a ele outra alternativa senão abrir os braços e retribuir o abraço, mesmo que, supostamente, não quisesse.

Meio erguido do abraço de Gi-hyeon, Yeon-oh começou a acariciar levemente o peito dele com a palma da mão. Sua voz ainda carregava aquele tom choroso e petulante.

— Mesmo que você não queira, não deixe isso óbvio.

— Entendido. Vou agir como se estivesse morrendo de prazer.

— Não me venha com merda, So Gi-hyeon. Que atuação? Você literalmente perde o juízo e completamente…

— Viu? Acho que realmente tenho talento para atuar.

Diante disso, Yeon-oh enterrou o rosto de volta no peito de Gi-hyeon, abraçando-o com ferocidade enquanto murmurava: — Ah, eu te odeio tanto, So Gi-hyeon… — Gi-hyeon estava rindo abertamente agora. Percebendo que não podia exatamente ordenar que Gi-hyeon parasse de rir, Yeon-oh encarou-o intensamente antes de beliscar um mamilo entre o polegar e o indicador e dar uma torção brusca.

— Ah…

— Só dói?

Yeon-oh perguntou maliciosamente. Gi-hyeon encarou-o em silêncio antes de balançar a cabeça. Era hilário o quão rápido sua suposição de que poderiam apenas dormir pacificamente havia ido por água abaixo. Sem quebrar o contato visual, Yeon-oh abaixou a cabeça e prendeu os lábios sobre o mamilo. A raspagem áspera de sua língua contra o pico gordo e inchado fez Gi-hyeon franzir a testa instintivamente.

— Ngh, faz cócegas.

Ele tentou empurrar levemente a testa de Yeon-oh para longe, mas os lábios presos ao seu mamilo se recusaram a ceder. Como Yeon-oh estava mordendo suavemente com os dentes da frente, empurrar sua cabeça apenas esticou ainda mais o mamilo. A estimulação intensa fez Gi-hyeon se contorcer.

Eventualmente, incapaz de suportar a cócega enlouquecedora, Gi-hyeon soltou a testa que segurava. Liberando o mamilo que ele sugava como um bebê faminto, Yeon-oh começou a lamber um caminho lento pelo centro do peito de Gi-hyeon, movendo-se cada vez mais para baixo. Quando a ponta afiada da língua de Yeon-oh roçou brevemente seu umbigo antes de deslizar ainda mais, Gi-hyeon mordeu o lábio com força. Como se o proibisse de fazer isso, o braço de Yeon-oh disparou, seus dedos batendo levemente nos lábios de Gi-hyeon. O lábio curvado para dentro se abriu, pressionado firmemente por dedos que carregavam o perfume distinto de Yeon-oh.

— Ah, espere…!

Ele não pôde deixar de gritar. A língua de Yeon-oh chicoteou para cima, praticamente devastando o espaço entre suas pernas, antes de parar bruscamente no seu períneo para sugar agressivamente a carne inchada.

— Não, pare com isso.

— Não.

Respondendo categoricamente, Yeon-oh plantou as mãos atrás dos joelhos de Gi-hyeon e forçou suas pernas a se abrirem, pressionando-as para baixo. Com a bunda totalmente exposta, Gi-hyeon foi deixado em uma posição completamente humilhante. Ele começou a se debater tardiamente, mas não havia como se livrar das mãos massivas que o imobilizavam.

— O-O que você está fazendo—!

Um grito agudo rasgou sua garganta. Atordoado, Gi-hyeon levantou a cabeça instintivamente para olhar para baixo. Pressionando a língua firmemente contra o períneo, Yeon-oh revirou os olhos para encontrar o olhar de Gi-hyeon — e então deliberadamente deslizou a língua para baixo. Era incrivelmente óbvio qual órgão ficava logo abaixo do períneo. Gi-hyeon ficou horrorizado.

— Eu disse para parar com isso!

— Nhão.

Com o orifício real de Gi-hyeon em sua boca, Yeon-oh olhou para cima com olhos grandes e inocentes. O som abafado e incompreensível era definitivamente ele dizendo “Não”. Dada a sensação inconfundível de lábios pressionados diretamente contra seu orifício, não havia como negar o que estava acontecendo. Gi-hyeon tentou se contorcer para escapar, mas seu esforço apenas resultou em esfregar violentamente seu orifício encharcado contra os lábios e a língua de Yeon-oh.

Como se estivesse perfeitamente ciente da situação em que forçara Gi-hyeon, Yeon-oh soltou uma risada curta e maligna antes de usar sua língua larga para lamber lentamente a entrada fortemente franzida. Gi-hyeon jogou a cabeça para trás reflexivamente. Ele podia sentir o fechamento desesperado e involuntário do seu próprio orifício contra a língua firmemente presa de Yeon-oh, como se uma torrente de lubrificante estivesse prestes a explodir.

— Ah, ngh, não, não… haaa…

Quanto mais ele lutava, mais ele simplesmente servia a Yeon-oh. Sentindo uma tentativa iminente e altamente intrusiva de sondar o interior, a ponta afiada da língua de Yeon-oh começou a fazer movimentos circulares sinistros ao redor da entrada.

Schluck, slurrrp. Cada vez que aqueles sons úmidos e desleixados ecoavam entre suas pernas, Gi-hyeon sentia como se sua espinha estivesse pegando fogo. Ele podia ver literalmente seus próprios dedos dos pés se encolhendo em agonia absoluta, mas não havia mais nada que ele pudesse fazer.

— Pare, haaa, nnngh, ah…

— Ha…

Somente quando gotas pesadas de líquido pré-ejaculatório começaram a cair da própria ponta de seu pau é que Yeon-oh finalmente levantou a cabeça de entre as coxas de Gi-hyeon. Ver os lábios de Yeon-oh inchados em um vermelho vivo e bruto — e saber exatamente por que eles estavam assim — enviou uma onda violenta de calor direto para o rosto de Gi-hyeon.

— …Você é louco?

— Sim, é tão óbvio? Na verdade, eu estava me segurando porque agora sou pai.

Com um sorriso maligno, Yeon-oh agarrou o próprio pau, deu-lhe algumas puxadas firmes e alinhou perfeitamente a ponta contra o orifício de Gi-hyeon.

— Ah, porra…

Yeon-oh gemeu involuntariamente. No momento em que a ponta fez contato, o orifício sugou instantaneamente a glande, parecendo exatamente uma língua úmida lambendo sua uretra aberta. O prazer puro foi o suficiente para fazer os músculos de sua bunda se contraírem involuntariamente. Ele sabia que não conseguiria se segurar e acabaria fazendo exatamente isso. Não havia absolutamente nenhuma maneira de um bastardo selvagem, completamente obcecado por se enterrar profundamente dentro de Gi-hyeon, ser capaz de manter uma fase de “namoro” pura e casta.

O que Jo Yeon-oh realmente queria de So Gi-hyeon era devorá-lo por inteiro, sem deixar absolutamente nenhum vestígio para trás — ele apenas estava tentando desempenhar o papel errado o tempo todo.

— Espere, calma, faz muito tempo… ngh, não vai entrar…

— …Ha, se eu empurrar, vai entrar tudo. Não se preocupe. O Hyung vai te alimentar até a última polegada.

O que você quer dizer com “Hyung”, seu bastardo louco. Gi-hyeon queria gritar, mas os sons que saíam de sua boca eram completamente incoerentes. Com o pau de Yeon-oh já avançando impiedosamente, toda vez que Gi-hyeon abria a boca, nada além de gemidos despedaçados escapava.

— Ah, ah… hnngh, ah—!

— Porra, sério…

Colocando a língua para fora para lamber o lábio inferior, as veias na testa de Yeon-oh saltavam violentamente. Gi-hyeon arranhava desesperadamente os lençóis. O que acabara de penetrá-lo era tão incrivelmente massivo que parecia estar movendo seus órgãos internos. Olhando para Gi-hyeon, que ofegava pesadamente e lutava para respirar sob o volume puro que o mantinha aberto, Yeon-oh começou lentamente a mover os quadris novamente.

— Deixe-me conhecer o bebê.

— …O quê?

Com as palavras de Yeon-oh, Gi-hyeon arfou bruscamente. Ele estava tão atordoado que genuinamente questionou se tinha ouvido certo. Plenamente ciente do choque de Gi-hyeon, Yeon-oh continuou a disparar suas loucuras insanas como se fossem perfeitamente normais. Só então Gi-hyeon percebeu que o olhar nos olhos de Yeon-oh era completamente perturbado.

— Ha, é tão bom… vou colocar mais fundo, deixe-me conhecer o bebê, hum?

— O quê, não, ei—!

Antes que pudesse sequer formular uma rejeição adequada, sua pelve foi imobilizada e ele foi brutalmente espetado. Com as pernas suspensas no ar, Gi-hyeon só podia gemer em agonia. Ele podia sentir explicitamente seu próprio interior se contraindo desesperadamente ao redor da intrusão; ele nem conseguia imaginar o quão excruciantemente vívido devia ser para Yeon-oh, que estava se enterrando fisicamente ali. O puro constrangimento daquilo era avassalador.

Gi-hyeon se debateu selvagemente, mas imobilizado pelo pilar massivo e implacável de carne, a fuga era impossível. Ele sabia que implorar para ser solto era inútil; um olhar para os olhos completamente insanos de Yeon-oh confirmava que ele não estava ouvindo uma única palavra de qualquer maneira. Por fim, Gi-hyeon foi forçado a suportar a sondagem brutal e implacável da glande massiva destruindo completamente suas paredes internas. A cada estocada viciosa, um som úmido ecoava enquanto o lubrificante espesso era projetado para cima, respingando contra o abdômen de Yeon-oh e gotejando em seus densos pelos pubianos. Gi-hyeon sentia cada gota humilhante.

— Ha, ei, é muito fundo… hnngh, não, espere…

— Porra, haaa… O bebê gosta disso também? Hum?

Gi-hyeon queria desesperadamente gritar: “Como diabos o bebê poderia gostar disso?!”, mas não conseguia parar de gemer. Envergonhado de como seu orifício estava se contraindo e sugando a invasão desesperadamente, e humilhado pelos sons repugnantemente obscenos que estava fazendo, Gi-hyeon arrancou uma mão dos lençóis para tapar a própria boca. Ao ver isso, Yeon-oh franziu a testa imediatamente.

— Mostre-me seu rosto.

— Ah, ha… ngh! Não, nnngh…

Como se o punisse por dizer “não”, Yeon-oh cronometrou perfeitamente uma estocada brutal e devastadoramente profunda que instantaneamente estufou o períneo de Gi-hyeon. A cada batida violenta dos quadris de Yeon-oh, o som úmido e ensurdecedor do períneo encharcado de Gi-hyeon colidindo contra o abdômen e as coxas duras como rocha de Yeon-oh ecoava pelo quarto.

Yeon-oh não estava apenas estocando; ele se enterrou até o limite absoluto e começou a sacudir os quadris violentamente, estalando a pelve como se tentasse chacoalhar as últimas gotas de urina. Gi-hyeon queria empurrá-lo e implorar para que parasse, mas não lhe restava força alguma. As pernas que Yeon-oh o obrigara a envolver em sua cintura haviam escorregado, deixando seus tornozelos mal enganchados sobre as nádegas duras de Yeon-oh.

— Ah, ha…! Ah, espere, eu estou… eu vou gozar, hnngh! Ah!

Uma súbita e avassaladora necessidade de urinar o atingiu. Embora sua bexiga estivesse muito mais ativa desde a gravidez, ele não esperava que isso acontecesse tão violentamente. Enquanto Gi-hyeon se debatia em pânico absoluto, Yeon-oh franziu a testa em confusão genuína.

— Se você vai gozar, então goze. O que há de errado? Quer que eu toque nele?

Antes que Gi-hyeon pudesse responder, Yeon-oh agarrou seu pau e começou a ordenhá-lo agressivamente, sacudindo a mão para cima e para baixo como se estivesse ordenhando uma vaca. A sensação da glande inchada e dura como rocha tremendo violentamente dentro do aperto de Yeon-oh apenas empurrou Gi-hyeon, que já estava no limite absoluto, para além da borda.

— Pare—! Eu disse, ngh, pare com isso… ah, haaa, hng…

— Tudo bem. Faça xixi, shhh. Faça xixi.

Gi-hyeon honestamente não conseguia dizer se Yeon-oh realmente sabia o que estava acontecendo ou se ele estava apenas sendo um bastardo sádico, mas Yeon-oh acariciou implacavelmente o pau de Gi-hyeon, inclinando-se para sussurrar o som exato de consolo que os pais fazem para convencer as crianças a fazer xixi diretamente em seu ouvido.

Era um gatilho de treinamento de banheiro desde a primeira infância. Em circunstâncias normais, não havia absolutamente nenhuma chance de Gi-hyeon relaxar seu esfíncter uretral apenas ouvindo aquele som. O problema era que o controle voluntário da bexiga de Gi-hyeon estava atualmente fortemente comprometido. Ele tinha lido em livros que a gravidez fazia isso, mas ter o som de “shhh” afiado soprado diretamente em seu ouvido junto com respirações quentes e ofegantes era mais do que suficiente para causar um curto-circuito em sua contenção desesperada.

— Ah, ahhh… não…

Por fim, acompanhado por um gemido desamparado e patético, um pequeno jato de líquido foi disparado. Ao contrair cada músculo do corpo, ele mal conseguiu interrompê-lo após aquele vazamento inicial, mas segurar o resto parecia uma morte literal. Quanto mais ele contraía o períneo para parar o xixi, mais violentamente suas paredes internas se fechavam, inchando tão intensamente que a pressão esmagadora se transferia diretamente para o pau de Yeon-oh, que atualmente reivindicava seu interior como residência permanente.

— Haaa… Espere, por que você está contraindo tão forte… Se você quer fazer xixi, você tem que relaxar, Gi-hyeon, hum?

A contração extrema devia estar sendo agonizante para Yeon-oh também. Arfando bruscamente, ele imediatamente começou a acariciar suavemente a base do pau de Gi-hyeon, tentando ativamente coaxar a urina para fora novamente. Gi-hyeon nem sequer tinha forças para gritar que não era gozo. Ele empurrou fracamente o maxilar de Yeon-oh com a palma da mão, mas Yeon-oh apenas olhou para baixo com aqueles olhos completamente psicóticos e dilatados, ofegando pesadamente.

— Porra, porra, sério… sinto que vou morrer, é tão bom… tudo aqui dentro está derretido e tão macio, ahh… Gi-hyeon, onde você quer que eu cave? Aqui? Você ama tanto comer meu pau? Você está até babando.

Cuspindo mais lixo escandalosamente imundo, Yeon-oh usou o polegar para esfregar lentamente bem na junção onde seus corpos estavam fundidos. Mesmo assim, ele nunca parou de mover os quadris. O movimento lento e agonizantemente superficial era uma tortura pura; Yeon-oh claramente sabia exatamente em que tipo de inferno Gi-hyeon estava preso.

— Solte, deixe-me ir… ah, hng, não… eu realmente vou fazer xixi—ah!

↫─☫ Continua…

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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna

Ler Salt Society (Novel) Yaoi Mangá Online

Sinopse:
So Gi-Hyeon decide confessar seu amor não correspondido de longa data ao seu amigo de infância, Jo Yeon-o, que despreza relacionamentos com betas.
O que recebe em troca não é nada além de uma repreensão cruel.
— Você ficou maluco, seu desgraçado…? Esqueceu que é um beta?
Yeon-o chega a sentir ânsia de vômito ao ouvir a confissão de Gi-Hyeon.
Gi-Hyeon quer encerrar seus sentimentos em silêncio, mas Jo Yeon-o não consegue simplesmente abandonar o amigo.
— Tudo bem. Vamos namorar, seu egoísta de merda.
Jo Yeon-o parece mais ferido do que qualquer outra pessoa.
A confissão tem gosto de sal.
É o início de um amor que já nasceu coberto por uma crosta de sal.

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