Ler Salt Society (Novel) – Capítulo 121 Online

Capítulo 121
O corpo inteiro de Gi-hyeon tremeu violentamente.
Arrastando a mão do maxilar de Yeon-oh para baixo, ele a pressionou desesperadamente sobre a ponta do próprio pau. Era inegavelmente a ereção massiva de Yeon-oh martelando implacavelmente seu interior comprimido pela bexiga. Empunhando a glande firmemente inchada como uma arma, Yeon-oh enfiava como um pilão esmagando um almofariz, mirando impiedosa e precisamente no ponto exato que enlouquecia Gi-hyeon. Era ao mesmo tempo exasperante e insuportavelmente cruel.
— Não, por favor… hum?
No fim, Gi-hyeon não teve escolha a não ser implorar. Mesmo enquanto implorava como um homem quebrado, com o rosto retorcido como se estivesse prestes a cair no choro, o desgraçado apenas deu uma risadinha boba e se recusou a parar com a investida brutal.
— Seu desgraçado… louco… Ah, ha… Ah—! Ahh, hnng!
No final das contas, esquecendo completamente o bebê em sua barriga e o fato de ser legalmente casado com o desgraçado, Gi-hyeon não conseguiu segurar os xingamentos. Sua uretra escancarada finalmente cedeu, derramando um fluxo quente e constante de líquido.
— Haaa, para, eu disse para parar… eu te falei especificamente… hng, hee…
— Hã? O que você disse? Não consegui ouvir por causa do som do Gi-hyeon fazendo xixi.
Segurando a haste grossa encharcada pelo líquido claro e inodoro, Yeon-oh deu uma sacudida e abriu um sorriso malicioso. Não tem como isso ser xixi, não pode ser xixi… Gi-hyeon murmurou fracamente. Abaixando o tronco enquanto continuava a dar estocadas rasas e provocantes por dentro, Yeon-oh mordeu de leve o lóbulo da orelha de Gi-hyeon com os dentes da frente e sussurrou.
— É mesmo? Bem, se o nosso maridinho quer saber se isso é xixi ou não, eu descubro no segundo em que chupar o pau dele. Quer que eu chupe agora?
— Seu desgraçado louco, louco…
Aterrorizado com a possibilidade de ele realmente fazer isso, Gi-hyeon envolveu as pernas firmemente em volta da cintura de Yeon-oh e cravou os calcanhares com força nas nádegas firmes que paravam logo acima dele, impedindo fisicamente Yeon-oh de se retirar. Ele sabia que fazer aquilo empurraria o pau ainda mais fundo dentro de si, mas não tinha outra escolha.
Se deixasse Yeon-oh sair agora, o desgraçado mergulharia instantaneamente entre suas pernas, esfregando o rosto agressivamente na bagunça e lambendo o líquido, completamente indiferente se era xixi ou porra. Ele absolutamente não podia deixar aquilo acontecer.
— Ah, haha, seu rosto está foda de tão fofo agora.
Lendo os pensamentos aterrorizados de Gi-hyeon em um instante, Yeon-oh jogou a cabeça para trás e riu, com os ombros largos sacudindo violentamente. Cada vez que ele ria, seu pau cutucava impiedosamente a próstata inchada lá dentro, mas Gi-hyeon não conseguia se render a exigir que Yeon-oh parasse de rir e saísse de cima dele.
Claro, parte do motivo era que o som da risada brilhante de Yeon-oh se quebrando contra seu ouvido era incrivelmente agradável.
No fim, Gi-hyeon passou o resto da noite imobilizado, completamente à mercê de Yeon-oh — chupado, devastado e fodido implacavelmente. Mesmo quando tentava empurrá-lo, implorando para que parasse, Yeon-oh simplesmente segurava suas palmas que empurravam desesperadamente e as beijava, mordendo seus dedos até que Gi-hyeon ficasse reduzido a um monte de lamúrias, ganindo de pura agonia enquanto esperava o desgraçado finalmente gozar.
Apesar de arfar pesadamente, soltar gemidos ásperos e rosnar sua própria necessidade desesperada de chegar ao ápice, Yeon-oh se recusava a terminar rápido. Sempre que o prazer de Gi-hyeon atingia um nível doloroso, Yeon-oh saía abruptamente de dentro dele, arfando pesado. Olhando feio para ele por causa da provocação cruel, Gi-hyeon acabou desmaiando de puro cansaço.
Depois de dormir profundamente pelo que pareceram eras, Gi-hyeon finalmente acordou e viu que já era início da tarde. Piscando grogue, com o cabelo literalmente um ninho de passarinho, ele observou Yeon-oh sem camisa — vestindo apenas as calças e mordendo casualmente uma fatia de maçã — empurrar um carrinho de serviço de quarto direto para o quarto da suíte deles.
— …Serviço de quarto?
— É, a sua garganta está completamente fodida.
Rindo abafado, Yeon-oh estacionou o carrinho ao lado da cama e puxou uma cadeira, sentando-se bem na frente dele. Enquanto Gi-hyeon, que era notoriamente lento pelas manhãs, piscava os olhos turvos tentando acordar, Yeon-oh levantou a tampa prateada do prato principal.
A refeição consistia inteiramente em itens leves e fáceis de digerir. Fatias de maçã, queijo brie e geleia de maçã prensados em um croissant exalavam um aroma incrivelmente perfumado e apetitoso. Havia também uma omelete, bacon e salsichas assadas no forno. Uma salada Caesar era servida como acompanhamento. Quando Gi-hyeon murmurou algo sobre “mato…”, Yeon-oh imediatamente o importunou para parar de frescura com a comida e comer tudo.
Depois disso, eles comeram em silêncio. Gi-hyeon estava absolutamente faminto, tendo passado a noite inteira agarrado a Yeon-oh tão desesperadamente que provavelmente tinha retalhado as costas do desgraçado com as unhas. Parecia que Yeon-oh estava igualmente faminto. Além de ocasionalmente bancar o marido atencioso servindo chá de camomila morno em uma xícara de porcelana pré-aquecida, o maxilar de Yeon-oh trabalhava continuamente enquanto ele mastigava a comida.
— Quer dormir mais um pouco depois de comer?
— Talvez eu devesse.
Eles já tinham passado muito do horário de checkout, mas Gi-hyeon calculou que, como seu cônjuge era herdeiro de um chaebol, as taxas extras do hotel não fariam exatamente um estrago em sua carteira. Desde que decidira construir uma vida com Yeon-oh, Gi-hyeon tinha parado de deixar seu orgulho ficar no caminho de assuntos financeiros. Claro, o próprio Gi-hyeon tinha uma vida confortável, mas comparada à de Yeon-oh, sua riqueza era um único copo de água no oceano. Além disso, como a criança que ele carregava era o herdeiro biológico de Yeon-oh e o legítimo sucessor daquela fortuna, não havia absolutamente nenhuma razão para impor limites e dividir contas.
Mesmo assim, Gi-hyeon queria trabalhar. Ele pretendia totalmente contratar uma babá após o parto e retornar ao seu trabalho imediatamente. Ele acreditava firmemente que, desde que uma criança crescesse saudável e amada, não importava se era criada pelos próprios pais ou por uma babá. Como tanto Gi-hyeon quanto Yeon-oh tinham crescido com conceitos um tanto fraturados de família, seus valores sobre esse assunto se alinhavam perfeitamente.
A rotina após o parto parecia previsível o suficiente. Gi-hyeon não estava excessivamente preocupado; ele estava confiante em sua habilidade de criar um filho desde o momento em que descobriu que estava grávido.
O problema era Jo Yeon-oh. Embora a insistência teimosa de Yeon-oh em tirar licença-paternidade fosse uma leve dor de cabeça, esse não era o problema principal. Observando Yeon-oh cortar cuidadosamente um pedaço de omelete para alimentá-lo, Gi-hyeon pigarreou com um baixo “Hum”.
— …Só estou perguntando por garantia… você ainda está ansioso?
— O quê?
Yeon-oh franziu a testa, claramente não captando a pergunta de imediato. Não era que ele não tivesse ouvido Gi-hyeon; em vez disso, ele estava tão intensamente focado em entregar com sucesso o pedaço de omelete na boca de Gi-hyeon que não tinha capacidade mental para processar o significado das palavras. Percebendo que Yeon-oh provavelmente não responderia até que a comida fosse engolida com segurança, Gi-hyeon aceitou obedientemente a mordida. O sabor rico de manteiga e leite derreteu suavemente em sua boca.
Apesar de guiar o garfo perfeitamente além dos lábios de Gi-hyeon, Yeon-oh notou uma pequena mancha no canto da boca dele. Estendendo a mão, ele a limpou com o polegar antes de chupar sem vergonha o próprio dedo.
— É claro que estou ansioso.
A resposta, quando veio, foi incrivelmente calma. Yeon-oh não parecia nada além de abençoadamente feliz ultimamente. Diferente daquele dia na clínica, quando teve um ataque de pânico após ouvir as palavras do médico, ele parecia inteiramente estável. Por causa disso, sua admissão franca atingiu Gi-hyeon com uma força chocante.
— Uh, por quê… com o quê?
Ele sabia que precisava pedir detalhes, para identificar exatamente o que estava causando a ansiedade, mas a súbita onda de pânico tornou difícil formular a pergunta. Uma onda de culpa desabou sobre ele ao perceber que ele poderia ter sido o único aproveitando a felicidade recente deles.
Ele deveria ter parado para pensar — ao menos uma vez — no porquê de um homem que tinha feito todas as coisas sujas imagináveis e até gerado um bebê com ele de repente estar tão desesperado para voltar a uma fase de ‘namoro’ casta e inocente. Na época, Gi-hyeon simplesmente presumiu que era inteiramente por preocupação com a gravidez.
E a verdade era que Gi-hyeon era exatamente simples assim. A única razão pela qual ele tinha conseguido suportar silenciosamente o aperto sufocante de seu amor não correspondido ao lado de Yeon-oh por tantos anos era porque ele carecia de uma imaginação fértil e raramente remoía as coisas profundamente. Yeon-oh, por outro lado, era o extremo oposto. Ele sempre pensava demais em tudo, constantemente desenterrando complexidades que Gi-hyeon não conseguia nem começar a compreender.
Tinha sido a mesma coisa quando eram crianças. Um jovem Yeon-oh tinha declarado friamente o fim da amizade deles no momento em que lhe disseram que não podiam mais se ver. Mesmo naquela época, Yeon-oh via o mundo através de uma lente vastamente mais ampla. Se ambos olhassem para uma maçã, Gi-hyeon apenas se perguntaria se ela estava na época, enquanto Yeon-oh era do tipo que começaria imediatamente a pensar em Isaac Newton.
— Por que você não disse nada? O que está te incomodando?
Visivelmente inquieto, Gi-hyeon escrutinou o rosto de Yeon-oh. Ele mudou o peso do corpo distraidamente na beirada da cama, meio em pé antes de se sentar novamente, incapaz de ficar parado. Eventualmente, ele não aguentou mais. Levantando-se completamente, ele se moveu para ficar ao lado de Yeon-oh, passando a mão sem rumo pela bochecha de Yeon-oh. O gesto foi desajeitado, hesitante.
Yeon-oh olhou para cima, encontrando os olhos gentis e profundamente preocupados de Gi-hyeon. Gi-hyeon parecia genuinamente desorientado — como um recém-casado, embriagado pela fase de lua de mel, que acabou de perceber que seu parceiro não estava sentindo a mesma alegria, completamente sem saber o que fazer. Ele também parecia um calouro universitário sem noção tentando desesperadamente ser doce com sua nova namorada, mas carecendo de qualquer ideia prática de como realmente executar aquilo. Yeon-oh absolutamente amava quando Gi-hyeon se preocupava com ele desse jeito.
Querendo desfrutar da atenção um pouco mais, Yeon-oh ficou parado, deixando Gi-hyeon se inquietar. Quando a palma da mão de Gi-hyeon finalmente descansou contra sua bochecha, Yeon-oh se inclinou levemente no toque.
— Não é por sua causa.
Era a mais pura verdade. Então Gi-hyeon não era o problema. A ansiedade era inteiramente o próprio carma de Yeon-oh — uma dívida pesada que ele tinha que carregar por falhar em reconhecer a pessoa preciosa que estava bem ao seu lado, forçando Gi-hyeon a suportar anos de uma dolorosa fome emocional.
O que aterrorizava Yeon-oh era o pensamento de que, em uma manhã qualquer, Gi-hyeon pudesse acordar e de repente pensar: O que eu estou fazendo aqui? Estou deitado ao lado do desgraçado que se recusou tanto a apagar a faísca quanto a deixá-la queimar totalmente, me deixando completamente queimado e carbonizado como carvão morto.
Se esse dia chegasse, So Gi-hyeon iria embora. Exatamente como ele sempre fazia, sem uma única palavra de aviso, não sentindo absolutamente nenhuma necessidade de se explicar para Jo Yeon-oh. E desta vez, ele desapareceria tão completamente que Yeon-oh nunca mais o encontraria. Gi-hyeon era perfeitamente capaz de cometer erros, mas sua maior força era que ele nunca cometia o mesmo erro duas vezes.
…A ansiedade vinha inteiramente do fato de Yeon-oh não ter absolutamente nenhuma ideia de como sobreviveria se esse dia realmente chegasse.
A ironia mais cruel era que esse medo sufocante não tinha um culpado. Gi-hyeon não tinha plantado essa ansiedade intencionalmente; na verdade, ele permanecia alegremente ao lado de Yeon-oh, agindo como se cada coisa terrível entre eles tivesse sido completamente esquecida.
Yeon-oh ainda era assombrado pela lembrança do rosto vazio e emocionalmente estéril de Gi-hyeon no passado. No entanto, Gi-hyeon, cuja recuperação emocional era notavelmente rápida, parecia já ter seguido em frente, mastigando placidamente a omelete que Yeon-oh o alimentava com uma expressão inocente.
Yeon-oh não odiava aquela resiliência, mas ela o agonizava. Ele sentia um desejo avassalador de implorar por algo mais, de buscar desesperadamente por perdão e expiação. Mas So Gi-hyeon já tinha perdoado tudo. O pensamento de que Gi-hyeon, tendo se desfeito de todos os seus apegos e ressentimentos persistentes, pudesse mais uma vez se afastar sem esforço aterrorizava Yeon-oh até o âmago.
— Ei, olha para mim.
Enquanto ele se afogava em seus próprios pensamentos sombrios, uma mão agarrou rudemente seu maxilar e forçou sua cabeça para cima. Yeon-oh tensionou instintivamente para se defender, mas no momento em que percebeu que a mão pertencia a Gi-hyeon, ele forçou conscientemente seus músculos a relaxar.
Olhando para cima com o olhar suavizado, ele encontrou o olhar intenso de Gi-hyeon.
— Eu não teria feito nada disso se não fosse você.
— …Eu sei.
Ele sabia. A única razão pela qual Gi-hyeon tinha cometido o ato totalmente insano de deslizar por uma calha de drenagem estando grávido apenas para escapar era inteiramente por causa de Yeon-oh. Sob qualquer outra circunstância, Gi-hyeon era um homem totalmente racional e sensato. Yeon-oh não podia negar que ele era o único motivo pelo qual Gi-hyeon tinha sido empurrado a tais extremos.
Portanto, ele não podia descartar a declaração repentina de Gi-hyeon. Ele simplesmente tinha que aceitá-la. Enquanto Yeon-oh oferecia um aceno silencioso de concordância, Gi-hyeon continuou, com o olhar ainda fixo firmemente em Yeon-oh.
— Quer que eu reformule? Se não fosse por você, eu não estaria tão feliz agora.
Yeon-oh inspirou bruscamente. Ele não esperava ouvir algo assim.
— Quero dizer, sim, eu definitivamente sofri muito por sua causa… mas se você não estivesse por perto, minha vida teria sido incrivelmente entediante.
— …Então eu era basicamente apenas o seu entretenimento?
Sua voz estava destruída, e ele não tinha total certeza de que funcionaria, mas Yeon-oh conseguiu forçar as palavras para fora. Ele estava tão incrivelmente grato pelas palavras de Gi-hyeon que queria desesperadamente quebrar o clima pesado. Percebendo sua intenção, Gi-hyeon olhou para ele por um momento antes de abrir um sorriso e balançar a cabeça.
— É. Eu sorrio por sua causa. Não por causa de mais ninguém, mas graças a você.
— …
Aquelas palavras atingiram Yeon-oh com um impacto profundo e retumbante. Ele estava totalmente ciente de que as bordas dos seus olhos estavam queimando em um vermelho furioso e as pontas dos seus dedos tremiam pateticamente, mas ele não conseguia se impedir de precisar desesperadamente confirmar que o que tinha acabado de ouvir era real.
Gi-hyeon esperou pacientemente enquanto Yeon-oh lambia repetidamente os lábios secos como osso, lutando para abri-los. Ele sentiu uma profunda pontada de tristeza, percebendo que, enquanto ele vinha vivendo tão confortavelmente, Yeon-oh estivera se afogando silenciosamente em seu próprio tormento emocional.
O que quer que Yeon-oh perguntasse, Gi-hyeon estava preparado para dizer sim. Eu sou o seu tudo? Sim. Eu sou completamente seu dono? Sim. Dada a personalidade de Yeon-oh, a pergunta que estava por vir era inteiramente previsível. Ele exigiria uma confirmação alimentada por uma possessividade obsessiva e sufocante. Mas Gi-hyeon não odiava mais aquele aspecto dele. Na verdade, ele até que gostava.
No entanto, as palavras que realmente escaparam dos lábios de Yeon-oh despedaçaram totalmente as expectativas de Gi-hyeon.
— …Eu… consigo fazer você sorrir?
— Quem mais você acha que me faz sorrir? Você é quem geralmente me faz rachar o bico. Você é um tremendo maluco do caralho, sabia?
Respondendo com total indiferença, Gi-hyeon puxou a cabeça de Yeon-oh contra o peito e pressionou um beijo rápido em seu cabelo.
Com um olhar que gritava que não conseguia se segurar por mais nenhum segundo, Yeon-oh disparou da cadeira e enlaçou agressivamente um braço em volta da cintura de Gi-hyeon.
— Ah, o que você está fazendo.
— Sendo um maluco.
O impulso súbito enviou os dois caindo levemente na cama. Yeon-oh tinha amparado firmemente a nuca de Gi-hyeon, garantindo que a queda fosse suave, mas Gi-hyeon ainda ficou totalmente sobressaltado. No momento em que abriu a boca para dar uma bronca nele, a língua grossa de Yeon-oh invadiu impiedosamente.
— Ei, mph—!
O grito de Gi-hyeon foi instantaneamente abafado contra os lençóis da cama. O quarto ficou em silêncio por um breve momento, antes que o barulho alto e caótico do carrinho de serviço de quarto sendo chutado violentamente ecoasse pela suíte, mandando os garfos e facas tilintando para o chão.
Gi-hyeon relutou por um breve segundo antes de seu corpo ceder, derretendo-se inteiramente no abraço de Yeon-oh. Ainda havia uma pitada distinta de desespero no beijo de Yeon-oh. Mas Gi-hyeon calculou que aquilo era algo que eles poderiam satisfazer lentamente apenas vivendo juntos.
Por outro lado, Gi-hyeon também tinha seus próprios vazios que ainda precisavam ser preenchidos. A lembrança do dia em que foi rejeitado, ou dos dias em que desejou uma rejeição definitiva apenas para acabar com a agonia. Mas Gi-hyeon não achava mais aquelas lembranças exaustivas. Yeon-oh reescreveria cada uma delas. Assim como So Gi-hyeon pretendia totalmente preencher cada espaço vazio dentro de Jo Yeon-oh.
— Eu te amo, seu idiota.
— …
Os olhos avassaladoramente comovidos de Yeon-oh brilharam com lágrimas não derramadas. Gi-hyeon não zombou dele por chorar. Porque aquelas lágrimas eram um presente precioso para ele também.
O vento que soprava do lado de fora da janela era inteiramente impotente contra eles; era um profundamente pacífico
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↫─☫ Continua…
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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna
Ler Salt Society (Novel) Yaoi Mangá Online
Sinopse:
So Gi-Hyeon decide confessar seu amor não correspondido de longa data ao seu amigo de infância, Jo Yeon-o, que despreza relacionamentos com betas.
O que recebe em troca não é nada além de uma repreensão cruel.
— Você ficou maluco, seu desgraçado…? Esqueceu que é um beta?
Yeon-o chega a sentir ânsia de vômito ao ouvir a confissão de Gi-Hyeon.
Gi-Hyeon quer encerrar seus sentimentos em silêncio, mas Jo Yeon-o não consegue simplesmente abandonar o amigo.
— Tudo bem. Vamos namorar, seu egoísta de merda.
Jo Yeon-o parece mais ferido do que qualquer outra pessoa.
A confissão tem gosto de sal.
É o início de um amor que já nasceu coberto por uma crosta de sal.