Ler O Marido Malvado (Novel) – Capítulo 189 Online

A língua do homem um instrumento infalível movia-se iniciando sua longa e minuciosa exploração. Encontrando seu clitóris, provocando-o a inchar e projetar como uma flor desabrochando, antes de mergulhar profundamente em sua vagina, onde os fluidos pegajosos e úmidos começavam a se acumular intensamente.
Um som úmido e lascivo dos lábios do homem ecoou ao redor, o único a preencher o quarto enquanto a língua sondava a carne macia molhada. Ele não diminuiu o ritmo até que o interior seco estivesse escorregadio e encharcado, só então substituindo por seus dedos longos. Com propósito implacável, mergulhou profundamente nela, seus dedos sondando os músculos apertados e contraídos. Ele a trabalhou por dentro enquanto seus lábios retornavam ao clitóris e seu polegar massageava a membrana macia e inchada abaixo.
— Hng, hnn, hah!
Seus quadris arquearam, saindo da cama, um choro misturado com gemidos escapando enquanto ela se contorcia, seus músculos vaginais se apertando ao redor do dedo dele. Com um movimento rápido, Cesare inseriu mais dois, o espaço apertado o acomodando com relutância. Seu toque despertou um caos frenético, Eileen atingiu o orgasmo, seus dedos cravando na própria carne.
— Hmm…!
Uma onda de líquido quente saiu de seu corpo, uma torrente que ela não conseguia conter. O corpo, já sensível devido aos inúmeros encontros dos últimos dias, sentia até o menor dos estímulos, um estado de consciência aguçado que ela normalmente nunca conheceria. O som suave e úmido dos dedos escorregando para fora de seu corpo a fez estremecer novamente. A mão, agora coberta pelos fluidos dela, brilhava sob a luz suave do quarto. Cesare a levou à boca, lambendo os dedos enquanto olhava para ela.
Eileen mordeu o lábio com força, mas as lágrimas vieram novamente, escorrendo por suas bochechas. Ele se inclinou e, com uma elegância casual, as lambeu. Ela recuou, virando o rosto para o lado quando ele deu um leve beijo em sua bochecha.
— Você está recusando meu beijo?— ele perguntou, a voz lânguida.
— Eu… eu não quero… — ela sussurrou, as lágrimas ainda caindo como gotas de chuva.
Mas sua resposta não tinha significado. Cesare pressionou seus lábios contra os dela apesar da recusa, e, de forma igualmente quebrada e desesperada, Eileen aceitou sem protestar. Seus dentes prenderam o lábio inferior dela, o beijo rude, quase violento, enquanto a língua invadia sua boca. Ela mal conseguia respirar, sem saber se devia inspirar ou expirar. Durante todo o beijo, os olhos carmesim de Cesare permaneciam fixos no rosto dela, capturando cada detalhe. Não eram os olhos do homem que ela conhecia, o herói perfeito e onipotente do Império Traon e Arquiduque Erzet. Não, na verdade eram olhos de outro homem, alguém que revelava suas feridas mais profundas sem qualquer vergonha.
Eileen ainda não conseguia acreditar. Não compreendia o amor dele, nem a realidade presente. Seus sentimentos por ele eram naturais e vivos, mas nunca ousou sonhar que o homem pudesse sentir o mesmo. E ainda assim, era ele que estava morrendo por ela. O peso dessa verdade era esmagador, um golpe do qual não conseguia se recuperar. Só desejava poder negar tudo, voltar no tempo, retornar a um momento antes dele ter escolhido se sacrificar por ela.
— Hng!
Seus pensamentos foram subitamente interrompidos quando o membro pesado pressionou sua vagina. Ele enterrou apenas a cabeça inchada em sua fenda macia e avermelhada, cobrindo-se com seus fluidos antes de recuar. Então, lentamente, começou a se masturbar, fazendo-o crescer e endurecer ainda mais. Seu pênis, brilhando com o fluido pré-ejaculatório e os fluidos dela, assumiu uma forma grossa e escura enquanto sua mão o trabalhava. O pau grosso com suas veias salientes era inacreditavelmente obsceno, mas de alguma forma perfeitamente moldado para seu dono.
Ele a encarou, enquanto se masturbava por um momento, com um único movimento rápido, a penetrou completamente. Um gemido escapou de Eileen, suas costas arqueando para fora da cama. Seu interior se expandiu ao limite. A sensação dele a preenchendo era intensa. Apesar da dificuldade, seu corpo, já acostumado aos encontros anteriores, o aceitou, por mais apertado que fosse.
Ele gemeu, ao se enterrar profundamente nela. Um brilho febril surgiu em seus olhos enquanto olhava para ela, um leve sorriso curvando seus lábios.
— Ainda assim você não consegue se entregar.
Ele apoiou as mãos em cada lado da cabeça dela e começou a mover os quadris lentamente. Um som pesado e rítmico ecoou a cada estocada enquanto os músculos de suas coxas até suas nádegas ondulavam sob sua pele. Ele penetrava até tocar seu colo do útero, e recuava novamente, a voz doce e rouca sussurrando em seu ouvido:
— Não há mais volta, Eileen.
Ela se contorceu, reagindo a cada estocada profunda. Seu corpo já febril despertava para o prazer rápido demais. Sua visão vacilava enquanto a cabeça grossa do membro roçava seu ponto mais sensível. Em seu torpor, ela se debateu, suas mãos procurando algo para agarrar, e encontraram apenas a carne dura e firme do antebraço dele. Se agarrou a ele, chorando e gemendo. O sorriso do homem se aprofundou ao ouvir seus gemidos de prazer.
— Ou… você também vai fazer um sacrifício pelos deuses? Vai oferecer dezenas, centenas de vidas para me salvar?
O corpo retorcido de Eileen ficou imóvel. Suas pernas, que estavam estranhamente dobradas, esticaram-se. As correntes de prata em seus tornozelos chacoalharam enquanto ela esticava os dedos dos pés, suas paredes internas contraindo-se bruscamente, mordendo o intruso enterrado fundo dentro dela.
— Hng, hah…!
Um gemido cru, gutural, não diferente do de um animal, escapou de seus lábios enquanto o prazer fazia seu corpo inteiro estremecer. Cesare não diminuiu o ritmo, continuando as estocadas enquanto ela se contorcia. Eileen ofegou bruscamente, seu corpo se contorcendo sob o dele.
— Ah, hng, ah!
Seu ritmo ficou mais violento, como se quisesse impedi-la de pensar. Ele segurou suas coxas e a levantou, penetrando-a de cima. Com as costas arqueadas, Eileen atingiu outro orgasmo.
— Hah!
Ela gemeu, o corpo se contraindo. Saliva escorria de seus lábios, mas ela nem percebia. Sua mente parecia distante.
O rosto de Cesare se contorceu enquanto gemia. Seus quadris empurraram para cima brevemente antes de seu corpo ficar rígido. Seu membro inchou, e ele ejaculou. Sêmen grosso e quente encharcou sua carne sensível. Durante toda a ejaculação, o olhar do homem permaneceu fixo em Eileen, capturando o momento que a razão desaparecia de seus olhos verde-dourados.
Quando sua longa ejaculação terminou, ele soltou um suspiro úmido e irregular. Tirou o membro do corpo trêmulo, as paredes internas, estimuladas por seu membro inchado e cheio de veias, convulsionou em outro orgasmo impotente. Uma torrente de fluido escorreu enquanto ela o encarava, o rosto corado e os lábios ofegantes.
— Hah… hah…
Ela nem conseguia soltar um gemido direito, apenas sons desajeitados. Suas pernas, que haviam ficado esticadas, caíram sem forças, mas seus pés não tocaram a cama. Cesare ainda segurava suas coxas. Respirando pesadamente, sentindo como se seu cérebro estivesse se quebrando com o prazer excessivo. Se tivesse mais um orgasmo, poderia realmente enlouquecer.
Quando Cesare empurrou o membro novamente, uma onda de medo a fez recuar instintivamente. Ela rastejou pela cama, arrastando as pernas. Cesare observou a vagina, agora branca e escorregadia com sua porra escorrendo por suas coxas. Ele examinou cada detalhe, até as nádegas avermelhadas. Quando ela se moveu uma curta distância, ele pegou a corrente que estava na cama a trouxe de volta para seus braços pressionando os lábios contra sua orelha e sussurrou:
— Para onde você vai? Disse que queria que eu te abraçasse.
Ele acariciou seus seios, estimulando os mamilos. Ela estremeceu com a sensação repentina, que borbulhava lá do fundo. Ele passou os polegares sobre os seios, e ela lutou para sustentar o corpo que caía, chorando o tempo todo.
— Hng, só mais tarde… por favor, agora não, hnn…
Mas Cesare apenas deslizou a mão. Esfregando o clitóris sensível, tão ereto quanto os mamilos, com os dedos molhados.
— Agora não? — ele perguntou.
— Estou… sensível demais. — Ela sussurrou a voz quase inaudível.
Ela lentamente virou a cabeça, como se o homem tivesse ordenado. Ele esperou, com os lábios pressionados contra os dela. Os sugou em silêncio, depois lambeu o céu da. Em forte contraste com o ato obsceno do membro agora duro roçando sua coxa, o beijo era gentil e lento. Quando os lábios se separaram, lentamente abriu os olhos. Ela mordeu a parte interna da boca com força, forçando-se a sentir a dor, para lembrar a si mesma de que aquilo não era real.
— Cesare… — Ele a encarou, esperando, mesmo sabendo que as palavras que viriam a seguir não eram o que desejava ouvir. — Eu vou te salvar. Eu juro… de algum jeito…
— Não, Eileen.
Seus lábios se torceram num sorriso cruel e distorcido enquanto ele fazia sua declaração.
— Você não deve fazer absolutamente nada.
Continua…
Tradução e Revisão: Elisa Erzet
Ler O Marido Malvado (Novel) Yaoi Mangá Online
Protagonista masculino: Cesare Traon Kal Erzet – Comandante supremo do Império e Arquiduque. Retornou após vencer a guerra, que durou três anos. Uma pessoa fria, racional, sem oscilações emocionais. Despreza ações não científicas. No entanto, de alguma forma, o homem mudou um pouco recentemente.
Protagonista feminina: Eileen Elrod – Jovem dama da família do Barão Elrod. Um gênio que estudou botânica e farmacologia. É apaixonada por Cesare desde que o conheceu aos 10 anos. Sua vida pacífica começa a se agitar ao receber uma proposta de casamento repentina do homem.
Leia esta história:
Quando quiser ver um romance onde um homem mais velho perde completamente a cabeça pela jovem protagonista.
Frase para se identificar:
— Tudo é, e sempre foi, somente por Eileen.
Sinopse
Cesare Traon Karl Erzet, o Comandante Supremo Imperial.
Após três anos de serviço na guerra, ele voltou para propor casamento a Eileen.
Eileen lutou para acreditar que a proposta de casamento de Cesare era sincera.
Afinal, desde o momento em que se conheceram, quando ela tinha dez anos, o homem afetuoso sempre a tratou como uma criança.
— Eu não quero me casar com Vossa Alteza.
Por muito tempo, seu amor por ele não foi correspondido.
Ela não queria que o casamento fosse uma transação.
Foi por causa da longa guerra?
O homem, que normalmente era frio e racional, havia mudado.
Suas ações impulsivas, seu desejo desenfreado por ela — tudo isso era muito estranho.
— Isso só deve ser feito com alguém que você ama!
— Você também pode fazer isso com a pessoa com quem planeja se casar.
Eileen ficou intrigada com essa mudança.
E, no entanto, quanto mais próxima ela ficava de Cesare…
Ela descobriu coisas que desafiavam a razão ou a lógica.
Eileen soube das muitas ações malignas de seu marido pouco tempo depois.
— Eu não pude nem ter o seu corpo, Eileen.
Tudo o que ele fez foi por ela.
Ele se tornou o vilão, apenas por sua Eileen.
Nota: Mesma autora de Predatory Marriage
Ps: Cesare é o maridinho dessa tradutora aqui