Ler Diamond Dust (Novel) – Capítulo 72 Online

↫─Capítulo 02 – Um por Um, Parte 02
Acordei com a sensação de líquido quente fluindo dos cantos dos meus olhos para as minhas têmporas. Eu estava deitado de costas, olhando para o teto do meu quarto no estúdio The Hands. Meu corpo doía como se eu tivesse passado à força pela parede do tempo e retornado à realidade de algum ponto no passado. Tive que ficar parado por um tempo, coletando minhas emoções para recuperar o senso de realidade.
Acho que sonhei com Erich e seu fantasma, mas não consegui lembrar os detalhes. O fato de ter acordado chorando confirmava que eu estava sonhando até pouco antes, mas a memória foi completamente apagada.
No entanto, as emoções que haviam aflorado, tanto que parecia doloroso, permaneciam vívidas, ressoando em meu peito. Eu queria desesperadamente recordar pelo menos a cena em que eles se encontravam no sonho, mas era como se alguém tivesse apagado intencionalmente a memória, não deixando nenhuma pista para trás.
— …….
Yihyun virou a cabeça ao som suave de páginas sendo viradas. As costas de uma figura encostada na cama entraram em vista. Lembrei-me de Yuni vindo me trazer sopa e remédio uma vez. Mas claramente não era Yuni.
Seus ombros largos, a linha longa e firme de seu pescoço, seu cabelo bonito, o contorno distinto de seu perfil visível em ângulo.
Parecia tão irreal, como uma cena de um sonho ou uma fotografia do passado colada no presente.
Suprimindo minha presença, limpei a umidade dos meus olhos. Estendi cuidadosamente a mão por baixo das cobertas e toquei levemente as pontas de seu cabelo. O rosto que despertava minhas emoções de uma forma diferente virou-se imediatamente, oferecendo um sorriso preocupado.
— Você acordou?
— Eu… dormi tanto tempo assim?
Minha garganta, que fora fechada pela febre, estava apertada.
Ele estava programado para chegar na noite de quinta-feira. A última chamada que tive antes de adormecer foi por volta da meia-noite de quarta-feira, horário de Paris. Assumindo que ele chegou aqui conforme o planejado, eu estive dormindo por pelo menos 40 horas. Ele dissera que eu poderia dormir por muito tempo, e parecia que eu tivera um sono longo e profundo, como se tivesse vivido outra vida e acordado, mas não havia como eu ter dormido por 40 horas seguidas.
Lau, que pousara o livro que estava lendo e se virara completamente para mim, afastou gentilmente meu cabelo. Ele usava uma camiseta preta simples de manga curta. Eu não tinha ideia de quanto tempo ele estava ali.
— Eu vim um dia antes.
— Você não deveria visitar o fornecedor de grãos de café com o hyung?
— Não era um assunto urgente que absolutamente não pudesse ser adiado.
Lau sobrepôs gentilmente sua mão direita à minha mão esquerda, que saíra debaixo das cobertas, e então, com a mão que estivera tocando meu cabelo, acariciou minha bochecha como se para medir minha temperatura.
— É apenas um dia… estou bem, sério…
— Esta vez é uma exceção especial. Não farei de novo.
Lau dobrou os dedos entrelaçados e aplicou pressão, dizendo que minha febre ainda precisava baixar e que eu deveria guardar minha raiva para quando estivesse totalmente recuperado. Mas Yihyun não estava tentando ficar com raiva. Como ele havia tomado a decisão de ter um relacionamento à distância, não queria perturbar o equilíbrio da vida de Lau por tal motivo. Ele estava com raiva de si mesmo, não de Lau. Ele fora muito cuidadoso com sua saúde, acima de tudo, para evitar causar preocupação… Sentia-se chateado.
— Vamos comer algo primeiro. Eu fiz mingau. Só precisa ser aquecido.
— Mingau de ovo?
Lembrando do mingau com cenouras e abobrinha que ele fizera no dia em que tive hiperventilação na casa dele, perguntei, e ele assentiu com um sorriso tímido. Era melhor para o meu corpo estar olhando para aquele sorriso agora.
— Vou comer um pouco mais tarde. Depois que eu vir seu rosto mais um pouco e ouvir mais sua voz…
Ele hesitou por um momento, mas sabendo do desejo de Yihyun de realizar plenamente o reencontro deles mais do que qualquer outra coisa, não insistiu mais na refeição.
— Por que você está sentado no chão?
Embora não houvesse um sofá confortável para sentar.
— Suba.
— Depois de um mês e dez dias, eu te vejo e você aguenta ficar deitado ao meu lado na mesma cama… Eu fui tão cavalheiro assim com você?
Hum? Fui tão reservado com você? Lau acrescentou brincando, mordendo os dedos entrelaçados de Yihyun sem machucá-lo.
Yihyun soltou um riso fraco. Então, apertando o aperto em seus dedos entrelaçados, puxou Lau suavemente em sua direção. Fazia mais de um mês que não se viam, e agora estavam juntos. Não havia necessidade de explicar com palavras ou apelar com olhares o quanto queriam se tocar.
— Então… não se contenha.
— …….
Minha aparência devia estar um desastre por causa da febre, mas talvez por causa dessa mesma febre, minha saudade dele era maior que meu constrangimento. Lau, olhando para baixo para Yihyun deitado na cama, virou a cabeça, passou a mão pelo cabelo e murmurou com uma voz perturbada.
— Isso é trapaça. Você sabe que não consigo resistir aos seus feromônios.
— Não consigo me controlar ainda. Não estou fazendo de propósito… então não é trapaça.
O fato de que suas defesas, que ninguém mais podia romper, podiam ser livremente atravessadas e causar-lhe tal angústia, unicamente por causa de seus feromônios, despertava um senso de possessividade e propriedade.
Embora ele não pudesse detectar seus próprios feromônios ainda, passara a discernir até certo ponto os efeitos que os feromônios tinham em Lau e em si mesmo. Especialmente ao observar as reações de Lau durante a intimidade, ele podia perceber claramente o processo de Lau se desfazendo e ficando desgrenhado devido aos seus feromônios, sendo finalmente derrubado pelo desejo por ele.
Não era apenas um simples desejo sexual. O fato de que apenas seus feromônios podiam deixar Lau daquele jeito.
Lau, olhando de relance para Yihyun, que o observava com um olhar quase audacioso, mordeu o lábio inferior e soltou um suspiro antes de subir na cama. O colchão barato rangeu sob o seu peso, fazendo até o som enviar um calafrio pela pele de Yihyun.
Era um tamanho semi-casal, mas era apertado para dois homens adultos deitarem lado a lado. Para ele, que tinha mais de 190 centímetros de altura, o comprimento também não era muito generoso. Apenas esticando os pés, seus dedos pareciam que tocariam a estrutura de metal na borda da cama.
Ele fechou cuidadosamente a distância, pressionando-se contra o lado de Yihyun, e deslizou o braço sob o pescoço de Yihyun, abraçando seu ombro. A sensação de seu corpo duro e quente pressionando o peito de Yihyun fez Yihyun tremer como se estivesse com frio. Tomando isso por calafrio, Lau puxou apressadamente o cobertor.
— Senti sua falta.
Ele virou o corpo para ficar de frente para Yihyun, que estava deitado de lado, e transmitiu diretamente seus sentimentos.
— Sinto sua falta — era sempre a fala de Lau. Algumas pessoas expressam suas emoções através de palavras, enquanto outras não. Yihyun tinha medo de dizê-lo pelo telefone, pois sentia que poderia transbordar como infantilidade ou petulância.
Lau permaneceu em silêncio por um longo tempo, esfregando o ombro que abraçava e escrutinando o rosto de Yihyun.
— ……Me desculpe.
Yihyun balançou a cabeça, entendendo por que Lau se desculpava diante do seu — Sinto sua falta.
Se ele quisesse que Lau vivesse ao seu lado em um estado de servidão penitente, ele nunca o teria aceitado de volta em primeiro lugar. Não foi um perdão condicional de uma posição de superioridade, como se dissesse: — Vamos ver o quão bem você se sai de agora em diante. — Mais do que discutir o verdadeiro significado do perdão, ele sentia que tal relacionamento desequilibrado não funcionaria. Ele não poderia arruinar o futuro.
Yihyun retirou a mão de debaixo das cobertas e segurou o rosto de Lau, que parecia sofrido. Olhando para Lau, que esfregava a bochecha contra sua palma como um animal frágil, Yihyun o beijou. Seus lábios, secos pela febre, faziam um som seco e cócegas enquanto se separavam com relutância.
Com um único beijo, os olhos de Lau perderam imediatamente a compostura e vacilaram. Yihyun sabia que ele fora estimulado pelo aroma profundo que subia de seu peito e pescoço.
Inclinando a cabeça, Lau seguiu os lábios de Yihyun e esfregou a superfície mais intensamente. Yihyun torceu a cabeça para evitar que a língua de Lau tentasse entrar em sua boca, e Lau segurou seu queixo, colocou a língua para fora e lambeu o lábio inferior de Yihyun, dizendo:
— Não me evite. Você simplesmente cheira a feromônios.
— …….
Assim que terminou de falar, Lau sugou seu lábio inferior profundamente.
— Ugh, sim. Mmm…
Yihyun contorceu os ombros diante da dor intensamente desejada e dolorida e abriu a boca. Depois de levar a língua de Lau para dentro de sua boca, percebeu que sua própria boca ainda estava quente. Ele puxou com força o braço que abraçava seu ombro, preenchendo sua boca inteiramente, e emaranhou sua língua com a língua agitada de Lau.
Não demorou muito para descartar o leve constrangimento e a hesitação de se encontrarem depois de tanto tempo e começarem a esfregar suas carnes molhadas um no outro como loucos.
Ele sabia que o beijo era uma troca direta de feromônios, agindo como comandos que podiam elevar um ao outro a uma intensidade maior de excitação.
O perfume de Lau, do qual ele sentira tanta falta quanto de seu calor e toque, despertou seus sentidos não apenas pelo nariz, mas por todo o seu corpo. Não era um efeito unilateral. Imaginar seu próprio perfume tendo o mesmo efeito em Lau deixou Yihyun ainda mais quente.
— Hic. Ugh… Hup.
A outra mão de Lau, que estivera acariciando seu peito e abdômen, entrou por baixo de sua camiseta. Empurrando a camisa para cima, ela se moveu contra sua pele nua, pressionando e massageando seu peito com a palma inteira, fazendo com que seus mamilos se contraíssem e endurecessem imediatamente.
Deitado de lado, cobrindo metade do corpo de Yihyun, Lau inseriu os joelhos entre as pernas de Yihyun, pressionando todo o seu corpo ainda mais para perto. A perna esquerda de Yihyun se abriu para fora, e a coxa de Lau roçou em sua virilha. seu pau, já rígido, pressionou um ponto ligeiramente abaixo de sua lateral. Um calor morno, como vapor subindo, permeou as calças de moletom de Lau e o pijama fino de Yihyun.
Sobrecarregado pela estimulação em múltiplas camadas, Yihyun arquejou em busca de ar, afastando a língua de Lau. A uma distância tão próxima que seus narizes quase se roçavam, Lau olhou para baixo com os olhos levemente desfocados. Cada uma de suas exalações parecia ser feita de partículas carregando perfume.
Sem separar seus corpos, Lau moveu-se para cima de Yihyun. Foi um movimento suave.
Então, baixando sua postura, ele rastejou para debaixo das cobertas e tocou o mamilo de Yihyun com a língua.
— Heeuugh… Heuk, heu.
Yihyun roeu a pele fina de seu próprio pulso e envolveu o pescoço de Lau com a outra mão.
Lau, não apenas sugando o mamilo de Yihyun, mas também engolindo e sugando a aréola e a carne ao redor amplamente, simultaneamente empurrava seu torso, que estava curvado entre as pernas de Yihyun, para cima e para baixo. Lentamente, criando uma curva flexível.
Seu pênis pressionava e esfregava contra o peito largo e o abdômen superior seco de Yihyun. A pressão, quase sufocante, era bem-vinda. A região lombar de Yihyun se arqueou, e seu peito naturalmente se ergueu em direção ao teto. Yihyun, com os joelhos dobrados e as pernas bem abertas, esfregou seu pênis acompanhando o ritmo do peito de Lau empurrando para cima.
Sua mente estava preenchida por uma fumaça vermelha. A névoa dos feromônios e da febre era o dobro do habitual.
— Eeeeng, heuk. Ung…
Lau, mordendo e pressionando a área ao redor da aréola, moveu a ponta da língua para fora. A vibração estranha da carne rechonchuda e inchada saltando rapidamente para cima e para baixo era insuportável.
Yihyun soltou o pulso que estava mordendo e tateou o cabelo de Lau. Impulsionado pelo desejo de ser sugado com força novamente, ele remexeu os quadris e empurrou os lençóis com os dedos dos pés.
— Está… dando cócegas… eu não gosto disso…
Não era que ele não gostasse, precisamente, mas ele não sabia como expressar de outra forma. Não era desagradável, mas ele sentia tão intensamente que aquele método de provocação, que fazia seus dedos dos pés se curvarem para dentro, era mais difícil de suportar do que uma pressão forte.
De debaixo das cobertas, Lau olhou para cima com os olhos arregalados. Yihyun não conseguia desviar o olhar do rosto excitado de Lau, enquanto ele cutucava e cutucava os mamilos eretos, dobrando-os.
— Os feromônios de Seo Yihyun, você não diz que não gosta deles?
— Haaak!
Ele franziu os lábios em um pequeno círculo e sugou a ponta endurecida com um estalo.
— Ah… Ah….
A força, que era difícil de acreditar que fosse aplicada apenas pelos lábios, apertou e comprimiu com tal intensidade que uma dor emocionante e vertiginosa surgiu. Yihyun, com os ombros se encolhendo, o corpo arqueando e se contorcendo com o prazer intenso que resolvia completamente a coceira, segurou a cabeça.
— Ah, pa….
Ele se perguntou se o prepúcio havia sido levemente puxado para trás. O mamilo, que ele cuspiu como se o soltasse ao puxar a cabeça para trás, estava ereto e vermelho, sentindo-se um pouco dolorido.
Enquanto Yihyun, levantando a cabeça, olhava para o próprio mamilo sem perceber, Lau, ainda deitado sobre o corpo de Yihyun, arrancou sua própria camiseta pelo decote na nuca. Apenas ver seu corpo nu fez as coxas de Yihyun parecerem mais cheias e sua parte traseira parecer úmida.
— Ugh. Hh….
Ele lutou brevemente, segurando o pulso de Lau enquanto ele tateava para baixo, tentando puxar suas calças de pijama. Ele sentia que precisava perder mais a razão antes de poder mostrar sua cueca úmida, não na frente, mas atrás.
Deslizando para cima sobre o estômago e o peito, Lau enterrou os lábios na nuca de Yihyun, cobrindo-o com pequenos beijos enquanto subia. Ele mordiscou ao longo da linha da mandíbula, sem machucar, beijou suas bochechas e, finalmente, seus lábios se encontraram.
— Mmm. Ugh….
Engolindo sua saliva e perfume conforme fluíam através de sua língua, Yihyun gemeu do fundo da garganta. A força que ele usara para parar as mãos de Lau, que estavam gentilmente persuadindo suas calças de pijama para baixo, estava enfraquecendo lentamente.
— ……
Esticando o braço o máximo que podia, Lau empurrou as calças de pijama até o meio das coxas, uma posição desajeitada, e esfregou a palma da mão amplamente sobre a cueca que descansava torta em seus quadris. Sua mão grande, com um aperto forte, acariciou seu pênis e então deslizou mais para dentro. Ele pressionou e tateou ao redor de seu ânus por cima da cueca, avaliando o quão molhado ele estava.
Yihyun tentou pará-lo novamente segurando seu braço, mas Lau selou seus lábios, derramando mais de seu perfume.
— Haa… Hh….
Ele não pôde evitar se render à carícia habilidosa que manipulava sua carne mais sensível de várias maneiras. Afinal, não importava o quanto seu corpo resistisse, seus feromônios não podiam ser escondidos, exatamente como Lau havia dito.
Os feromônios de Lau também estavam criando ondas, tornando-se mais fortes. Sua excitação e luxúria subindo intensamente tornaram-se um aroma que era transmitido diretamente a Yihyun. Era o mesmo para ambos; nenhum dos dois conseguia esconder.
Resignado, Yihyun respondeu ao beijo, acariciando o ombro nu e os braços superiores firmes de Lau, que ele segurara por tanto tempo. Suas línguas se enroscaram de brincadeira, e eles se olharam nos olhos.
— Você fica bem na câmera, mas… você é ainda melhor pessoalmente. Cem vezes mais bonito pessoalmente.
Lau, olhando para baixo para Yihyun com olhos mais pegajosos que sua língua, de repente pressionou o corpo de Yihyun para baixo com todo o seu corpo. Ele sabia que estava lutando contra uma excitação e feromônios que eram difíceis de controlar para ele.
Ele pressionou os lábios firmemente mais uma vez, como se carimbasse um selo, então se afastou e despiu completamente a metade inferior de Yihyun. Então, de debaixo das cobertas, ele tateou e colocou sua própria camiseta sob as nádegas de Yihyun. Isso porque a cama de Yihyun, ao contrário de sua cama no quarto 601, não tinha um protetor de colchão.
Despindo suas calças de moletom também, ficando completamente nu, ele deslizou a mão sob a região lombar de Yihyun e o levantou ligeiramente. Com a outra mão, ele tateou e colocou suas calças sobre a camiseta mais uma vez.
— Está… fluindo bastante.
Ele disse com um sorriso suado, o rosto brilhando. Com as mãos que estavam estendendo suas calças e camiseta para evitar vazamentos, ele roçou levemente na fenda das nádegas de Yihyun, onde o lubrificante natural já estava se acumulando e fluindo.
— Mmm….
Apenas o fato de ele estar levantando suas nádegas e se preparando para o sexo iminente para lidar com os fluidos corporais fez com que um gemido fraco escapasse dos lábios de Yihyun. Seu corpo tremeu tanto que Yihyun instintivamente cobriu a boca.
Para evitar que o corpo de Yihyun perdesse calor, todas as ações foram conduzidas sob as cobertas, ao contrário de antes. Até mesmo isso parecia estar tornando o momento mais secreto, secando sua boca.
Enquanto observava constantemente Yihyun com olhos instáveis, ele nunca tentou se apressar. Ele não tentou obter compensação imediata pelo tempo que passaram separados.
— Hh… Uh….
Ele deslizou a mão entre as nádegas de Yihyun e esfregou a palma da mão amplamente sobre a área anal molhada. Com a mão completamente coberta pelo fluido, ele envolveu o pênis de Yihyun e o acariciou longa e firmemente desde a base.
— O cobertor vai ficar sujo, então apenas….
Preocupado com a contaminação por suor e fluidos corporais, Yihyun tentou afastar o cobertor, mas Lau foi firme.
— Você está com febre, não pode. Eu troco para você quando terminarmos.
Inclinando a parte superior do corpo para frente, apoiando a mão no braço externo de Yihyun, ele balançou a cabeça. Então, dobrando os joelhos, ele pressionou a parte inferior de seu corpo contra a de Yihyun, envolvendo as nádegas de Yihyun com suas coxas bem abertas.
Ele não estivera preocupado em ter que dormir em um cobertor sujo… Mesmo assim, Yihyun não queria prolongar a situação por causa desse assunto. Ele já havia entrado em uma trajetória onde tais problemas pareciam triviais.
As pernas de Yihyun estavam jogadas sobre as coxas dele, e suas partes mais íntimas estavam pressionadas firmemente uma contra a outra, sem qualquer lacuna. Yihyun exalou como se estivesse cuspindo o fôlego e agarrou a borda do cobertor, que estava espetado em um triângulo, usando as costas como apoio.
— Esta cama… acho que ela não vai aguentar o esforço.
O rosto de Lau estava sério enquanto ele a testava, balançando os quadris algumas vezes. A cama, com sua estrutura de metal não muito resistente, rangeu em protesto mesmo com força mínima.
— Se fizermos como de costume, o quarto ao lado e o quarto de baixo vão nos ouvir.
Na penumbra de uma única e pequena luminária de leitura ao lado da mesa, ele olhou para a parede com uma expressão perplexa.
Engolindo em seco, Yihyun soltou o cobertor e envolveu os braços nos de Lau, balançando os quadris superficialmente. Ele não conseguia mais suportar o pênis de Lau, que estava pressionado firmemente entre suas pernas, que se abriram naturalmente. Ele começou a esfregar sua virilha, seu períneo escorregadio de fluido, contra a haste anormalmente grossa, dura e quente. Os músculos faciais de Lau tremeram enquanto ele olhava para baixo para Yihyun.
— Haa….
Ele então soltou um suspiro sofrido e enterrou o rosto no ombro de Yihyun.
— Não sei se vai funcionar… mas vou apenas esfregar na entrada e retirar.
Ele estendeu o braço para baixo, encontrou seu pênis e o segurou. Então, posicionando a glande, beijou Yihyun.
— Você sabe o que acontece com nós dois se fizermos mais do que isso. Não será apenas o quarto ao lado e o de baixo ouvindo.
Yihyun não pôde deixar de concordar. Uma vez que a penetração e a fricção adequadas começassem, ele não seria diferente de um Alfa no cio. Ele poderia até ser dominado por feromônios mais potentes do que um cio típico. A menos que ocorresse uma intervenção física e forçada, ele absolutamente não conseguiria parar sem chegar ao nó e à ejaculação. Um Alfa no cio pararia ali, mas ele era um Ghost estimulado pelos feromônios de Didi, em pleno cio. Seu nó inevitavelmente incluiria a Mudança.
Como um Ômega no cio, Yihyun também se viu estranhamente querendo o nó e tornando-se ousado em suas ações. Uma vez que estivessem em um estado em que se apegavam avidamente um ao outro, era óbvio que não pensariam nos ruídos bagunçados que poderiam fazer. Além disso, o apartamento da The Hands era mais suscetível a ruídos do que o quarto 601.
Seu sangue, seus instintos e todo o seu corpo gritavam pela união mais profunda com Lau, mas ele não teve escolha senão aceitar a sugestão dele.
Yihyun acariciou lentamente o braço de Lau e assentiu. Sua glande, que estivera circulando a entrada, começou a entrar suavemente.
— Ugh… Hmmm….
O gemido de Yihyun, que parecia protestar contra uma dor surda, foi como um grito baixo e suave. Assim que a glande tocou seu ânus completamente molhado e macio, o grito se aguçou e então parou abruptamente. Yihyun cobriu a boca e arregalou os olhos.
Lau lambeu os lábios e inclinou a parte superior do corpo ainda mais para baixo, beijando as costas da mão de Yihyun como se para acalmá-lo.
Seu coração batia forte. A espessura e o calor da glande empurrando sua membrana mucosa macia, sua presença afundando no fluido viscoso, pareciam esmagadoramente distintos.
— Hh… Hck.
Mas a penetração não foi mais profunda. Assim que a glande atingiu o ponto de estimular sua próstata, a mão de Lau segurou seu pênis na entrada. Para evitar entrar mais fundo acidentalmente, ele segurou seu pênis pelo meio.
Silenciosamente, cuidadosamente, o movimento começou.
As estocadas de Lau foram muito mais cautelosas do que suas habituais arrancadas animais. No entanto, o colchão e o chão rangeram com um atraso de tempo. Mesmo que ainda estivesse dentro de uma faixa normal de ruído, cada som fazia com que se olhassem nos olhos e prendessem a respiração. Era mais preocupante porque aquela não era uma residência típica como o quarto 601.
A restrição física e a necessidade de suprimir gemidos devido ao local tornaram seus sentidos ainda mais aguçados. Parecia que o pênis de Lau, conforme entrava e recuava repetidamente, estava deixando marcas claras em sua parede interna.
Cada vez que seus quadris empurravam para dentro após recuarem, a mão que segurava seu pênis parava com um baque na entrada. Enquanto ansiava por engoli-lo mais profundamente, ao ponto de completa rendição aos feromônios, a limitação e a parada eram estranhamente novas.
Ele sentia-se impaciente e insatisfeito. Queria puxá-lo mais, e sua entrada se apertava por conta própria. No entanto, Yihyun não conseguia explicar de onde vinha aquele prazer peculiar de seu corpo se contraindo de forma tão emocionante.
Embora a extensão da penetração fosse mais curta do que o habitual, ele ainda a estava dividindo em estocadas múltiplas e alternadas. A contenção, destinada a evitar um descontrole, estava deixando Yihyun louco.
— Hh, uh… Hhck.
— Você quer que eu esfregue lá dentro, não quer?
Lau, talvez interpretando as lutas abafadas de Yihyun como insatisfação e carência, franziu a testa em desculpas e perguntou novamente.
— Isso não está bom, está?
Não, Yihyun balançou a cabeça. Ele conseguiu remover a mão da boca e abraçou o pescoço de Lau.
— Kūn… é difícil, não é?
Enquanto tentava baixar a voz o máximo possível, ele involuntariamente aplicou pressão no pênis de Lau por dentro. Lau arquejou como se tivesse levado um soco forte no estômago.
— Ah, é difícil. Sinto que vou morrer.
A parte superior de seu corpo cobriu o peito de Yihyun enquanto ele se inclinava. Então, com sua língua quente, molhou o lóbulo da orelha de Yihyun e sussurrou.
Sobre como o ânus de Yihyun estava se abrindo suavemente, mesmo sem ele fazer nada. Sobre como a sucção era inebriante, puxando-o para dentro de forma molhada.
Sobre como ele queria empurrar seu pênis totalmente para dentro até que os pelos pubianos de Yihyun fossem esmagados contra sua entrada, jogando fora as mãos que os impediam e estocando descontroladamente, independentemente de todos no prédio ouvirem.
Ouvindo sua confissão, enquanto ele tentava satisfazer através de palavras o que não podia realizar em atos, Yihyun apertou os olhos e abraçou seu pescoço com força. Sua parede interna tremia toda vez que Lau sussurrava palavras obscenas e acariciava suas orelhas com a língua e os lábios.
— Deixando os feromônios de lado… seu cheiro está mais forte do que o normal, então agora, eu realmente… quero fazer algo com você.
— O que… você quer… fazer….
— ……
Levantando a cabeça do ombro de Yihyun, ele olhou para Yihyun de perto. A glande grossa, que estivera repetidamente estocando de forma superficial, pressionou para dentro dele longa e firmemente com um som surdo. Como se fosse empurrar a mão que segurava seu pênis totalmente para dentro, ele não recuou, mas continuou a pressionar seu corpo para frente.
Como se controlado por algo, ele piscou lentamente e respondeu à pergunta de Yihyun.
— Eu quero o nó.
— Faça.
Ao sussurro de Yihyun, ele engoliu em seco e lambeu o lábio inferior. De suas partes conectadas, o lubrificante de Yihyun e o fluido pré-ejaculatório de Lau jorraram simultaneamente. Toda vez que Lau balançava os quadris de um lado para o outro, não de frente para trás, o fluido corporal secretado excessivamente gotejava e vazava ao redor de sua área de união.
A sensação de líquido espesso escorrendo por seu períneo, como sempre, excitou Yihyun tanto quanto a fricção direta da penetração. Yihyun envolveu a cintura de Lau com as pernas e gemeu suavemente, como um soluço fraco.
— Vamos fazer? Dentro de Seo Yihyun… devo fazer pulsar com o nó?
— Sim… eu quero isso. Quero algo mais estimulante.
Yihyun imediatamente assentiu e respondeu honestamente, e Lau, cuspindo um xingamento sofrido, enterrou o rosto no pescoço de Yihyun novamente. Enquanto o cobria com beijos quentes e o segurava com força, ele pressionava e raspava sua glande contra a próstata de Yihyun, mas não soltava a mão que segurava seu pênis.
No entanto, ele não poderia fazer sexo assim para sempre. Era tão impossível quanto pular o nó entre um Ômega no cio e um Alfa no cio.
Yihyun estava gradualmente percebendo o domínio dos feromônios, algo que Betas podiam entender teoricamente, mas não sentir fisicamente ou ter empatia. Uma parte de si mesmo que estava agindo há muito tempo, mas da qual ele não estivera consciente.
Com sua mão, escorregadia de fluidos corporais, ele reajustou o aperto em seu pênis e sussurrou de forma calmante.
— Quando você estiver totalmente curado… iremos para o quarto 601 e definitivamente faremos o nó.
— Hh, hh… hck… Agora….
— Ou, da próxima vez, vamos para um hotel? Vamos para um hotel e pedimos o quarto com o melhor isolamento acústico?
Imaginando a situação que Lau descrevia, eles riram levemente e tocaram as testas. Mas o riso foi muito breve.
— Eu quero fazer agora. Agora é bom….
Fosse pela febre ou por um sonho triste que tivera pouco antes de acordar, Yihyun, sabendo que estava apenas sendo petulante, confiando na contenção de Lau, viu-se instigando-o mais do que o habitual. No entanto, seus olhos não eram nem um pouco ressentidos; em vez disso, estavam cheios de afeto.
Lau beijou seus lábios amuados e, com uma mão, agarrou firmemente uma das finas barras verticais da estrutura da cama acima da cabeça de Yihyun. Então, ele puxou os quadris para trás até que sua glande estivesse completamente fora.
— Ugh, ng… Hhng….
Yihyun tremeu de antecipação, imaginando quando a glande, parada bem na entrada em seu estado retraído, mergulharia de volta.
— Kkuh.
Ele cobriu a boca com a mão enquanto a penetração, que entrou até onde sua mão segurando o pênis permitia, mergulhava. Ele olhou com olhos arregalados para o rosto de Lau, brilhando de suor. Ele limpou o suor de seu braço, que estava estendido para agarrar a barra.
Sem aviso, a penetração, que se retirava completamente da entrada e então mergulhava até que sua mão a parasse, continuou rapidamente. Sobrecarregado pelo ataque frenético, Yihyun chutou as cobertas e agitou as pernas.
— Seo Yihyun, eu não consigo nem te dar o que você quer…
— Mm. Ugh. Mm.
— Eu sou realmente… desqualificado como namorado, eu sou.
— Haa, hck. Hhck!
Suas estocadas habilidosas, que pressionavam e retiravam breve e poderosamente contra sua próstata, enviaram correntes emocionantes por todo o seu corpo. Incapaz de suportar o prazer por mais tempo, Yihyun removeu as mãos e soltou um gemido.
— Seo Yihyun, sua voz.
Ele alertou com uma voz pesadamente suprimida. Para evitar ser empurrado para cima, Yihyun estendeu a mão e agarrou uma das barras e, com a outra mão, cobriu a boca novamente.
O olhar de Lau, observando Yihyun, brilhava. Sua língua molhada lambeu os lábios várias vezes, como se saboreasse. Mesmo enquanto todo o seu corpo era dominado pelo prazer, os esforços de Yihyun para suprimir seus gemidos e recuperar a compostura deviam estar lhe dando um tipo diferente de estimulação.
Ele afastou a mão de Yihyun com o queixo e enfiou sua língua rígida profundamente em sua boca. Com a língua preenchendo sua boca, Yihyun não conseguia soltar um gemido mesmo que quisesse.
— Mm. Ughh. Mm.
O balanço de seus quadris se intensificou. Para fazer a cama balançar o mínimo possível, ele estocava no corpo de Yihyun, mantendo um movimento horizontal em vez de vertical.
Yihyun mordeu o lábio, tentando se conter, e sugou a língua dele com força. Com um braço, ele abraçou o pescoço de Lau e, com o outro, apertou a barra de metal acima de sua cabeça. Seus olhos se encheram de umidade por se conter tanto. No entanto, parecia que resistir ao prazer, tanto quanto render-se a ele, também podia amplificá-lo.
— Hmm. Hmmm. Hhhuuung….
Algo enorme, algo grande, estava chegando. Era um prazer que começava de uma direção diferente do nó. O fluido corporal jorrou como uma represa estourada por baixo. A sensação estranha era claramente sentida.
Com os olhos úmidos e tremendo quase de medo, Yihyun buscou seu olhar. Sua língua, que estivera preenchendo a boca de Yihyun, foi retirada, em vez de beijar.
— Haa… Hh… Hhaak.
A membrana mucosa de Yihyun estremeceu e se contraiu bruscamente, e o sêmen jorrou de seu pênis, que nem sequer havia sido tocado. Quase simultaneamente, Lau retirou seu pênis do corpo de Yihyun. Como se uma rolha bloqueando a abertura tivesse sido removida, os fluidos corporais misturados de duas pessoas fluíram para fora do corpo de Yihyun como se estivessem esperando. A cada subida e descida de seu abdômen inferior por causa da respiração ofegante, o fluido corporal fluía e parava repetidamente, seguindo a abertura e o fechamento do buraco escancarado.
Yihyun instintivamente estendeu o braço para baixo. Ele esfregou a massa fluida de fluidos corporais, que estava encharcando as roupas que ele havia colocado, em sua palma e a esfregou entre as pernas. Ele fez isso sem nem perceber o que estava fazendo.
Ele só queria fazer algo mais obsceno. Queria se enroscar com ele, fazendo coisas ainda mais extremas, e ansiava por um senso de liberação mais animal.
— Hhuk, heuk….
Somente depois de torcer lentamente o corpo e se esfregar entre as pernas por um longo tempo é que Yihyun percebeu que estava soluçando suavemente.
Lau ajoelhou-se entre as pernas de Yihyun, beijando as lágrimas de Yihyun e acariciando seu próprio pau. Yihyun segurou suas bochechas. Ele beijou o rosto de Lau, que estava fortemente contorcido em uma luta contra as exigências de seu corpo e instintos.
A memória de quando tocaram a pele nua pela primeira vez em seu quarto voltou. Naquela época, Lau nem sequer conseguira atingir o clímax. Foi apenas através de um orgasmo induzido por feromônios, algo que orgasmos comuns não podiam alcançar, que ele deu a Yihyun um sono profundo. Mesmo agora, pensar no balanço pesado e latejante de seu pau, vista através de suas pálpebras sonolentas e trêmulas, fazia seu corpo doer.
Exatamente como naquela época, uma sonolência pesada e lânguida o lavou, como se alguém o estivesse puxando para baixo debaixo da cama. Mas Yihyun forçou desesperadamente as pálpebras a se abrirem. Então, ele virou seu corpo pesado. Ele virou a cabeça e olhou para Lau por cima do ombro.
Segurando seu pênis completamente encharcado, que estava expelindo uma quantidade enorme de fluido pré-ejaculatório, Lau estava preso em um meio-agachamento desajeitado, nem totalmente de bruços nem totalmente ereto. Embora todo o seu corpo brilhasse de suor, ele ainda mantinha o cobertor sobre as costas como uma tenda sobre o corpo de Yihyun.
Sua postura, meramente suprimindo seu desejo, fazia-o parecer um jovem inexperiente diante de um castelo, com seu pau totalmente ingurgitada, mas sem saber onde inseri-la ou como liberá-la. Por alguma razão, os olhos de Yihyun ficaram quentes. Ele estava queimando assim, coberto espessamente pela essência dos feromônios em todo o corpo….
Ele estendeu a mão e agarrou o pulso de Lau, puxando-o para mais perto. Então, enterrando o rosto no travesseiro, ele juntou as pernas.
— ……
Após um momento de hesitação, Lau deitou-se, com o peito pressionando as costas de Yihyun. Lau deslizou os braços sob as axilas de Yihyun, puxando-o para perto, e esfregou o pênis entre as coxas deles, lutando para controlar seu corpo grande. Sua contenção, tanto quanto seu descontrole em relação a Yihyun, era cativante.
Ele era mecânico, como se tentasse induzir o clímax apenas através da fricção física aplicada à seu pau. A natureza de seus movimentos era inteiramente diferente de quando ele acariciava Yihyun. Ele parecia estar focando toda a sua energia em ignorar o fato de que, com apenas um leve movimento dos quadris, ele poderia penetrar no corpo de Yihyun, onde uma experiência fantástica o aguardava, nas profundezas de seu próprio didi.
Yihyun estendeu o braço para trás. Ele enterrou os dedos nos músculos duros e esculpidos das nádegas de Lau e o puxou para mais perto. Quase simultaneamente, suas pernas foram umedecidas pelo calor. Lau lentamente, de forma flexível, torceu seu corpo grande, esfregando-se contra Yihyun. Seus feromônios, que pareciam queimar em carmesim, estavam agora se estabelecendo em um tom laranja suave.
Yihyun virou a cabeça e acariciou o cabelo de Lau. Isso não era uma alucinação ou perfume. Esta noite, ele poderia adormecer cercado pelos feromônios reais de Lau.
E se, quando ele acordasse, Lau não estivesse lá e ele estivesse deitado sozinho na cama como de costume? Ele repreendera Lau por não conseguir esperar apenas mais um dia e voar uma distância tão longa, mas isso nunca significou que ele não estivesse feliz pelo reencontro antecipado.
Yihyun enterrou o rosto no travesseiro novamente, como se estivesse prestes a adormecer, e fechou os olhos.
— Mmm… eu vou dormir assim.
Lau, que estivera mordiscando o ombro de Yihyun com os dentes, colocou a mão sobre a de Yihyun nas costas de sua mão.
— Eu vou fazer uma dieta.
Diante das palavras, ditas sem um pingo de humor, Yihyun soltou um riso fraco. Ele queria trocar mais dessas conversas bobas, mas parecia impossível agora. Um beijo lento, terno e longo começou a se espalhar por seu corpo deitado.
Se ele adormecesse agora, poderia sonhar com Erich e seu fantasma se reunindo na tumultuada Florença.
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↫─☫ Continua…
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✦ Tradução, revisão e Raws: Othello&Belladonna
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Sinopse:
Tendo vivido como um beta a vida inteira, Seo Yihyun nunca imaginou que seu caminho se cruzaria com o de um Alfa de elite como Lau Weikun — alguém tão acima do seu mundo que parecia que o destino jamais se daria ao trabalho. Mas, um dia, Weikun capta um aroma impossível pairando no ar: o feromônio doce e viciante de um Ômega… vindo de Yihyun. Mais estranho ainda, é um perfume que apenas ele consegue perceber. À medida que o desejo e o instinto se misturam em obsessão, Yihyun se vê preso entre a descrença e a tentação, vendo seu mundo se transformar em algo que ele nunca julgou possível.