Ler Aqueles que Merecem Morrer (Novel) – Capítulo 141 Online


Modo Claro

↫─Things That Deserve To Die ⚝ 141

— Nós vamos a uma festa, e não te contamos porque achamos que você não ia gostar.

— Uma festa? Com quem?

Wang Lun deu uma cotovelada em Wang Han. — Você conta, hyung. — Então Wang Han explicou a situação relutantemente.

— Na verdade, encontrei a Veronica no Japão recentemente. Ela estava viajando com as amigas, então dei meu número a ela e disse para entrar em contato se viesse para a Coreia. Nós todos conhecemos as amigas dela também.

Ja-kyung ficou com uma expressão vazia enquanto pensava. Quem era Veronica? De repente, ele se lembrou de Kang Il-hyeon balançando um machado.

— O corpo da Veronica era tão voluptuoso assim? O meu pau também é bem voluptuoso, quer ver?

O rosto de Ja-kyung se contorceu como papel, e Wang Lun riu da cena.

— Lembra? Vocês dois namoraram. Ela tinha um corpo bem voluptuoso.

No momento em que Wang Lun desenhou curvas no ar com as mãos, Ja-kyung tapou a boca dele.

— Nunca mencione esse nome perto do Kang Il-hyeon. Não se você não me quiser morto.

Wang Lun afastou a mão de Ja-kyung e assentiu.

— Eu sei. Por isso não te contamos. Mas a Veronica, ela não era assim. Ela quer te ver. Assim que nos encontramos, ela perguntou de você primeiro. Ela queria seu contato, mas me fiz de bobo e disse que não sabia.

— Fez bem.

Enquanto os três conversavam sobre velhas histórias sem importância, o carro parou em frente a um prédio. Ficava longe do distrito movimentado, com poucas pessoas ao redor e a maioria das lojas fechadas. Vários bandidos estavam na frente do prédio segurando porretes.

— Esses bastardos devem ter sabido que estávamos vindo.

— A boate provavelmente os avisou. Mas não há tantos quanto eu esperava. Eles nos subestimaram?

— Só porque estamos em três, né? Wei, pare de comer salgadinho.

Ja-kyung enrolou seu saco de salgadinhos pela metade, enfiou no encosto do banco e espanou as migalhas. Ele então engoliu um pouco de água para molhar a garganta e selecionou ferramentas da bolsa ao seu lado. Havia armas, adagas, facões e machados e, enquanto ele ponderava o que usar, Wang Han, observando à frente, disse:

— Apenas um de nós deve entrar?

— Hyung, você está com medo?

— Só não acho que todos nós precisamos ir.

Ja-kyung inclinou-se para frente entre os bancos e esticou o braço. Ele sugeriu pedra-papel-tesoura, quem perder entra, e Wang Han assentiu em concordância enquanto Wang Lun sorriu confiante e aceitou.

Enquanto isso, Wang Han sinalizou para Ja-kyung com os olhos. Entendendo o significado, ambos jogaram papel no início do pedra-papel-tesoura. Mas Wang Lun jogou pedra. Ele sempre dizia que um homem deve usar os punhos, na verdade usava mais os punhos ao lutar, e sempre começava com pedra no pedra-papel-tesoura.

Quando Wang Lun perdeu, ele encarou os dois alternadamente. Ele os acusou de trapaça, mas Ja-kyung fingiu não ouvir e lhe entregou um machado. — Ah, merda. — Wang Lun saiu do carro sem hesitar, prendeu o machado atrás da cintura e caminhou em direção ao prédio. Ja-kyung desembrulhou um chiclete, colocou na boca e assistiu à cena com o braço apoiado entre os bancos.

— Lá vêm eles.

Quando dois bandidos que guardavam a entrada caminharam em direção a Wang Lun, ele os derrubou com um só golpe, sem hesitação. Vendo isso, Ja-kyung riu.

— Isso mesmo, um homem usa os punhos.

Quanto tempo fazia desde que Wang Lun entrou? Dez minutos, vinte minutos se passaram sem sinal dele. Olhando fixamente para frente, Ja-kyung murmurou enquanto pegava uma faca. — Vou checar. — Wang Han sugeriu irem juntos, mas alguém precisava ficar com o carro em caso de emergência. Mas, assim que estavam prestes a sair, Wang Lun ligou.

— Hyung, você está bem?

— É claro. Eu sou o Wang Lun.

Depois de rir calorosamente, ele soltou um som de esforço.

— Wei, tem um alicate de corte no porta-malas do carro. Traga aqui.

— Um alicate de corte? Aquele para cortar barras de aço?

— É.

Ja-kyung desligou e foi até o porta-malas. Wang Han saiu também, e ambos pegaram o alicate e entraram no prédio. Ao descerem para o subsolo, um cheiro de mofo os atingiu com força.

Desde a entrada, figuras corpulentas jaziam caídas uma após a outra ao longo do corredor. Deve ter havido uma luta feroz, pois havia sangue espalhado por toda parte e marcas de machado eram claramente visíveis nas paredes. Conforme continuavam, vozes podiam ser ouvidas bem ao fundo.

Abrindo a porta, Ja-kyung e Wang Han não puderam esconder o choque com a cena diante deles. Havia barras de ferro como em uma prisão, e várias pessoas estavam trancadas lá dentro. Havia homens e mulheres, todos tremendo de medo no espaço sem iluminação.

— O que é isso?

Uma mulher agarrou as barras de ferro e lamentou.

— Vocês são detetives, certo? Nós… nós fomos sequestrados! Havia mais pessoas antes, mas foram levadas para algum lugar, e agora só restamos nós! Por favor, nos salvem!

Todos clamavam para serem salvos. Ja-kyung gesticulou para que ficassem quietos e examinou o interior da cela. — Vocês viram esta pessoa? — Ele tirou uma foto e a segurou, e um homem de óculos apontou para os fundos.

— Acho que é aquele homem…

As pessoas se espalharam para os lados, e alguém estava caído no canto como um rato morto. — É ele. Eu vi o rosto dele quando ele entrou aqui. Aquele homem não consegue se mexer nada desde ontem. Eles disseram que quebraram as pernas dele. Detetive, por favor, nos ajude a sair daqui!

— Primeiro, fiquem quietos. Afastem-se.

No momento em que Wang Lun estava prestes a cortar o grande cadeado pendurado nas barras de ferro com o alicate, Ja-kyung o segurou. Enquanto todos olhavam confusos, Ja-kyung aproximou-se das barras.

— Todo mundo aqui conhece o Lee Man-soo, certo?

Todos morderam a língua com expressões aterrorizadas.

— Estamos aqui para pegar aquele bastardo, então vocês podem falar honestamente. Foi ele quem prendeu vocês, certo?

No silêncio, a mulher que gritara por ajuda antes falou novamente.

— Isso mesmo! Aquele bastardo nos trancou! Aquele filho da puta desgraçado!

— Tem alguém aqui que trabalhou para o Lee Man-soo?

Enquanto as pessoas se olhavam, o homem caído no canto levantou a mão hesitante.

— Eu… eu era o consultor jurídico dele. Eu também cuidei brevemente da contabilidade. Havia outro amigo além de mim, mas aquele amigo…

O homem parou de falar, parecendo engasgar enquanto baixava a cabeça. Ja-kyung aproximou-se dele e o encarou fixamente.

— Se eu tirar você daqui, você pode testemunhar no tribunal sobre tudo o que ouviu e viu?

Os olhos do homem se arregalaram.

— O quê? Não. Eu não posso! Eu vou morrer de verdade se fizer isso.

Ja-kyung sorriu calmamente.

— Então não há nada que eu possa fazer. Teremos que deixar você aqui.

— Detetives podem fazer isso?

— Quem disse que somos detetives? Não somos detetives.

Todos começaram a instar o homem com expressões desesperadas. — Ajude-nos. Precisamos sair daqui vivos primeiro. Essas pessoas não vão nos proteger? — Mas o homem não conseguia tomar uma decisão facilmente, e Ja-kyung checou o relógio.

— Vou te dar um minuto para decidir. Mas se você disser que vai testemunhar, eu farei questão de proteger a sua vida.

Depois de contemplar, o homem assentiu, e Ja-kyung sinalizou para Wang Lun cortar. O cadeado caiu no chão com um baque pesado e, conforme a porta se abria, as pessoas começaram a sair uma a uma. Pareciam instáveis, como se estivessem ali há muito tempo. Enquanto isso, enquanto o suposto advogado tentava escapulir, Wang Han o bloqueou e sorriu maldosamente.

— Você precisa ficar.

— C-com certeza. Eu ficarei bem aqui.

Depois que todos saíram, Ja-kyung entrou e deitou o homem do canto em linha reta, verificando sua respiração. Quando chamou seu nome, o homem tentou abrir os olhos, mas os fechou novamente. Embora magro e abatido, ele correspondia ao homem da foto.

Suas pernas estavam severamente inchadas por terem sido quebradas, e ele tinha outros ferimentos externos graves também. Como movê-lo de forma imprudente obviamente faria mais mal do que bem, eles ligaram para o 119. Enquanto sirenes começavam a soar ao longe, os três pegaram o advogado e saíram do prédio.

Depois que entraram no carro, carros de polícia e pessoal de emergência do 119 chegaram logo em seguida. O homem foi colocado em uma maca e logo deixou o local em uma ambulância. Quando estavam prestes a sair com apenas os carros de polícia restando, avistaram um sedã preto à distância que entrou e logo deu marcha à ré para sair.

Ja-kyung chamou o advogado para olhar para fora.

— Aquele é o carro do seu patrão?

— Não do patrão, mas do braço direito dele…

Ouvindo isso, Wang Lun virou-se.

— Devemos seguir?

Ja-kyung balançou a cabeça enquanto olhava para os carros de polícia e disse que deveriam ir ao hospital primeiro. Parecia prioridade verificar a segurança deles no hospital, já que aqueles caras poderiam tentar algo lá. Então, no caminho, ele ligou para o segurança na casa principal, mas ao ouvir sobre a condição do irmão, o segurança começou a chorar e não conseguiu dizer nada.

Continua…

⌀ ⌀ ⌀

✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna

Ler Aqueles que Merecem Morrer (Novel) Yaoi Mangá Online

Sinopse:
Um dia, Lee Ja-kyung, um assassino de aluguel que vivia na Tailândia, recebeu uma proposta de 5 milhões de dólares. O alvo era Kang Il-hyeon, um gângster que vivia na Coreia. Havia apenas uma condição.
No entanto, Kang Il-hyeon não era um adversário nada fácil. Pelo contrário, sua armadilha vai se fechando cada vez mais em torno de seu pescoço, e ele se vê encurralado…
Será que Ja-kyung conseguirá matá-lo e voltar em segurança? Ou ele morrerá assim mesmo, nas mãos de Kang Il-hyeon?
Nome alternativo: Things That Deserve To Die Aqueles Que Merecem Morrer

Gostou de ler Aqueles que Merecem Morrer (Novel) – Capítulo 141?
Então compartilhe o anime hentai com seus amigos para que todos conheçam o nosso trabalho!