Ler Aqueles que Merecem Morrer (Novel) – Capítulo 140 Online

↫─Things That Deserve To Die ⚝ 140
Depois de ver a foto, o homem soltou uma risada debochada, endireitou as costas e lambeu lentamente o lábio inferior.
— O que vocês são? Não parecem detetives, talvez algum tipo de investigador particular? Ou são de algum serviço de entregas? O irmão dele mandou vocês porque ele está aqui?
— Você não precisa saber de nada, apenas nos diga onde ele está. Nós o levaremos.
— Bastardos divertidos. Quem disse que vocês podem levá-lo?
O homem pegou a foto e a jogou em Ja-kyung. Quando a foto atingiu seu peito e caiu, Ja-kyung calmamente a recolheu e a guardou de volta consigo.
— Vocês são do interior, certo? Não sabem onde estão. Menos ainda quem eu sou, hein? É por isso que invadiram aqui causando problemas sem medo nenhum.
Wang Lun coçou a orelha e franziu a testa.
— Merda, por que sua língua é tão comprida? Eu disse que não nos importamos com quem você é.
Wang Han interrompeu Lun e falou em um tom educado.
— Estamos aqui em nome de alguém, então se você apenas entregar essa pessoa, sairemos discretamente. Também pediremos desculpas adequadamente pelo nosso caçula ter batido no seu homem mais cedo.
O homem recostou-se no sofá e apontou para Ja-kyung com o queixo.
— Este é o caçula? Rostinho bonito. Como você vai se desculpar? O quê, vai chupar meu pau? Ei, olhando para o seu rosto, eu posso até gozar. Vem aqui e tenta chupar.
Enquanto o homem empurrava o quadril para frente olhando para Ja-kyung, seus subordinados atrás dele riram e zombaram. Naquele momento, Ja-kyung subiu na mesa e encostou uma faca na garganta do homem. Os subordinados atrás congelaram com a reviravolta repentina, e o rosto do homem se contorceu.
— O-o que você está fazendo, seu bastardo! Acha que alguém vai ficar com medo disso? Vá em frente, me esfaqueie! Tenta…
Antes que ele pudesse terminar de falar, Ja-kyung o esfaqueou rapidamente três vezes seguidas, evitando pontos vitais. Enquanto o sangue jorrava, o homem sentiu a dor tardiamente e gritou. Assim que os subordinados atrás recuperaram os sentidos e estavam prestes a avançar, Wang Lun sacou uma arma e apontou para eles.
— Não se movam. A menos que queiram suas cabeças explodidas. Certo?
Ja-kyung pressionou a ponta da faca contra o pescoço do homem.
— Vou perguntar de novo, chefe. Onde está aquele amigo de mais cedo?
— Seus b-bastardos… vocês não vão sair daqui…
Desta vez, ele esfaqueou verticalmente o ombro e puxou a faca, fazendo o homem desabar de lado com um guincho como o de um porco. Vendo o sangue encharcando o chão, os rostos dos subordinados ficaram pálidos, e Lun os tranquilizou.
— Está tudo bem. Ele evitou todos os pontos vitais. Ele sobreviverá se for ao hospital. Não se preocupem. Wei, vai demorar muito? Acho que bebi cerveja demais. Preciso usar o banheiro.
Ja-kyung inclinou a cabeça para o lado para fazer contato visual com o homem caído. Os lábios do homem tremiam enquanto ele arquejava, e Ja-kyung sorriu vagarosamente enquanto mascava chiclete.
— Vou perguntar uma última vez. Se você me irritar de novo, eu arranco sua cabeça fora agora mesmo.
— E-ele não está aqui… no armazém… nós o colocamos no armazém… o patrão nos mandou fazer isso…
— Eu pensei que você fosse o patrão.
— Não, tem outro patrão. Eu sou apenas o gerente que cuida do estabelecimento… Você poderia chamar uma ambulância? O sangramento… é demais… estou tonto…
Ao gesto de Ja-kyung, Wang Lun pegou o telefone de um funcionário e chamou uma ambulância. Em seguida, confiscou os celulares e rádios deles, levou-os ao banheiro e deixou a água da pia correr sobre eles.
Ja-kyung estendeu a mão para o homem.
— O cartão de visitas dessa pessoa, o patrão.
O homem tirou a carteira com as mãos ensanguentadas e entregou o cartão de visitas de alguém. Ja-kyung encarou o cartão por um momento, depois franziu a testa e soltou um riso de escárnio. Wang Han aproximou-se e disse que deveriam ir embora, e Ja-kyung jogou o cartão de volta para o homem.
Enquanto atravessavam a boate após trancá-los lá dentro, um homem embriagado esbarrou em Ja-kyung. Quando ele franziu a testa e tentou evitá-lo, os olhos do homem se arregalaram e ele gritou:
— Ah!
— É você mesmo, certo? Tailândia, certo?
Como ele estava apontando de forma tão flagrante, Ja-kyung considerou brevemente quebrar aquele dedo. A outra pessoa olhou alternadamente entre as roupas e o rosto de Ja-kyung, depois sorriu.
— Uau, que coincidência.
— Você me conhece?
— Nos conhecemos na Tailândia. Você pegou as roupas que eu ia…
— Ei, Baek Su-hyeon. — Antes que ele pudesse terminar de falar, alguém apareceu atrás do homem e agarrou seu ombro. Era um homem alto e robusto, com traços marcantes.
— Eu te deixo sozinho por um momento e você já está deixando seus olhos vagarem.
— Beom-ah. Esta pessoa aqui, eu o vi na Tailândia. Não é interessante?
— Por que você está lembrando do rosto de alguém que viu na Tailândia?
— Bem, ele é boni… ei, suaviza essa expressão. Está com ciúmes?
O que há com esses caras? Enquanto Ja-kyung tentava passar, o homem grande segurou seu braço. Quando Ja-kyung o afastou com um golpe e o encarou ferozmente, o homem retribuiu com um olhar ameaçador.
— Não deixe que eu te veja por aqui. Eu te mato.
Ha, esse bastardo. No momento em que Ja-kyung estava prestes a começar algo, Wang Lun e Wang Han, que caminhavam à frente, voltaram e intervieram. — Vamos. Precisamos nos apressar. — Ja-kyung não teve escolha a não ser avisar ao homem para tomar cuidado antes de se virar. Atrás deles, ele podia ouvir uma discussão que era claramente uma briga de namorados.
—
Il-hyeon encarava fixamente o vídeo que Tae-soo lhe entregou. Nas imagens, Ja-kyung imobilizava um homem no chão, estrangulando-o com a perna. O homem, que era consideravelmente maior, usava apenas shorts e era puro músculo.
— É um clube exclusivo para membros, e eles realizam lutas ilegais lá. Os frequentadores são principalmente filhos de círculos políticos e empresariais, e confirmamos que o vídeo foi enviado para o chat em grupo deles.
Kang Il-hyeon manteve os olhos fixos na tela enquanto Tae-soo continuava.
— O gerente do clube foi levado em uma ambulância. Ele foi esfaqueado em quatro lugares, evitando pontos vitais, mas eles parecem estar mantendo silêncio sem denunciar, já que têm suas próprias preocupações. O problema é o dono do clube…
— O que tem o dono?
— É um gângster chamado Lee Man-soo, um tipo cruel. Sabe aquele caso de suicídio relacionado ao Promotor Jang Tae-ho recentemente? Aquela pessoa era subordinada de Lee Man-soo. Dizem que Lee Man-soo tem fornecido fundos consistentemente para membros da Assembleia Nacional. Há rumores circulando de que não foi suicídio, mas obra de Lee Man-soo.
— Quem o Ja-kyung está procurando?
— Kim Jin-ho, o irmão mais novo de um funcionário que trabalha na casa principal. Parece que ele estava ganhando dinheiro lutando lá, mas as coisas deram errado quando ele tentou sair. Atualmente está desaparecido.
— ……
— Se o senhor der a palavra, nós cuidaremos disso do nosso lado.
— Deixe estar. Às vezes, sair para caçar é a maneira de aliviar o estresse.
Il-hyeon voltou o vídeo e sorriu maliciosamente.
— Tae-soo.
— Sim.
— Imprima isso como uma foto.
A tela mostrava Ja-kyung subindo no ringue após derrotar seu oponente, erguendo o punho e sorrindo.
— Vai colocar no seu quarto?
— Sim.
— Vou usar uma moldura branca.
— Você sempre tem bom gosto.
Depois que Tae-soo saiu, Il-hyeon girou sua cadeira para olhar pela janela. A paisagem da cidade se espalhava diante dele. Tap, tap, ele batia os dedos no braço da cadeira antes de pegar o telefone para fazer uma ligação. Após um momento, a chamada conectou e a voz de Ja-kyung surgiu.
— CEO, o que foi?
— Queria ouvir sua voz. Onde você está?
— Estou fazendo um pequeno trabalho de meio período com os hyungs.
— Que tipo de trabalho de meio período?
— Sabe, aquele tipo. Ah, estou pensando em aprender luta.
— Aprender o quê?
— Luta. Artes marciais mistas.
Il-hyeon passou a língua pelos dentes superiores com uma expressão de desaprovação.
— Aquilo onde homens rolam por aí de cueca?
Uma risada de incredulidade veio pelo receptor.
— Eles usam calções. E o que você quer dizer com “rolar por aí”? É um esporte legítimo.
— Cale a boca, nem sonhe com isso. Matar pessoas está bem, mas lutar não.
— Você é irritante.
— É, eu também te amo.
As vozes de Wang Han e Wang Lun puderam ser ouvidas antes de a chamada terminar abruptamente com a promessa de ligar de volta mais tarde. Il-hyeon riu silenciosamente e enviou outra mensagem proibindo firmemente, preocupado que Ja-kyung pudesse realmente insistir em fazer artes marciais. Em vez de responder, Ja-kyung enviou de volta um emoji do dedo do meio. O fato de que até aquilo parecia fofo significava que ele devia ter realmente se apaixonado por esse gato.
—
— Wei, pare de comer esses salgadinhos. Você está deixando migalhas no meu carro.
— Estou com fome. Por isso eu disse que deveríamos comer primeiro.
— O hyung disse que tinha planos para o jantar, então tínhamos que nos apressar.
— Por que me culpar? Você queria terminar logo e ir embora também.
— Onde vocês dois vão?
À pergunta de Ja-kyung, Wang Han e Wang Lun trocaram olhares e fingiram inocência, dizendo que não era nada. Sentindo-se estranho, Ja-kyung inclinou-se para frente, apoiando os braços entre os assentos.
— O que está acontecendo? Onde vocês dois vão sem mim?
Continua…
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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna
Ler Aqueles que Merecem Morrer (Novel) Yaoi Mangá Online
Sinopse:
Um dia, Lee Ja-kyung, um assassino de aluguel que vivia na Tailândia, recebeu uma proposta de 5 milhões de dólares. O alvo era Kang Il-hyeon, um gângster que vivia na Coreia. Havia apenas uma condição.
No entanto, Kang Il-hyeon não era um adversário nada fácil. Pelo contrário, sua armadilha vai se fechando cada vez mais em torno de seu pescoço, e ele se vê encurralado…
Será que Ja-kyung conseguirá matá-lo e voltar em segurança? Ou ele morrerá assim mesmo, nas mãos de Kang Il-hyeon?
Nome alternativo: Things That Deserve To Die Aqueles Que Merecem Morrer