Ler 7 Minutes of Heaven (Novel) – Capítulo 23 Online


Modo Claro

❀ 7 Minutes Of Heaven 2

​Para Justin: [Sinto muito, de verdade, vou te contar tudo honestamente, por favor, me dê mais uma chance]
​Jeong-in colocou o celular sobre a mesa com um suspiro após apertar o botão de enviar.
​Quanto mais pensava sobre isso, mais claro ficava que Justin era quem ele realmente não podia se dar ao luxo de perder em sua vida. Não Chase Prescott, a quem ele nunca possuiu e nunca poderia ter.
​Chase Prescott era como uma estrela brilhando no céu, algo que resplandecia à distância, uma ilusão fora de alcance. Ele não deveria ter cometido o erro de acreditar que tal ser poderia se tornar seu apenas porque experimentou brevemente a sensação de estar perto dele.
​Na realidade, era Justin quem sempre estivera ao seu lado. Justin era como uma lâmpada iluminando seu caminho logo ali ao lado — não ofuscante, mas emitindo luz silenciosamente de perto.
​Para se concentrar em algo, Jeong-in mergulhou nos estudos para o SAT o dia todo. Mas, com o passar do tempo, sua concentração falhou e seu olhar continuava se voltando para o celular. Ele checou a tela inúmeras vezes, esperando por uma mensagem de Justin.
​Mas não importa quanto tempo esperasse, não havia resposta. O tempo passava devagar, deixando apenas o silêncio para trás.
​À noite, Suzy voltou do trabalho, trazendo um pouco de calor de volta para a casa.
​Jeong-in, cuja condição física havia melhorado, comeu um pouco no jantar. Ele havia deixado o celular no quarto deliberadamente quando desceu. Odiava o modo como ficava verificando a tela a todo instante.
​Mas assim que voltou para o quarto após o jantar, a primeira coisa que Jeong-in fez foi pegar o celular. Quando ligou a tela com a ponta do dedo, havia uma nova notificação de mensagem.
​Chase Prescott: [Você não foi à escola hoje?
Aconteceu alguma coisa?
Você está doente?]
​Não era o contato pelo qual Jeong-in estava esperando.
​A gentileza de Chase Prescott era como um bem público — algo compartilhado com todos. Portanto, ele não deveria atribuir significado a ela.
​A pessoa que realmente detinha o coração dele era Vivian Sinclair. Desde o início, ele nunca deveria ter esperado se tornar alguém especial.
​Perceber esse fato óbvio apenas agora. De fato, os humanos parecem ser criaturas lentas que precisam vivenciar as coisas em primeira mão para entender.
​Jeong-in fechou a janela de mensagem sem qualquer intenção de responder.
​No sábado, o dia seguinte, ainda não havia contato de Justin. Ele parecia estar extremamente decepcionado com ele.
​Jeong-in suspirou inúmeras vezes. Se ele se colocasse no lugar de Justin, também teria virado as costas. A ansiedade de que Justin pudesse ter fechado seu coração para sempre pesava fortemente em sua mente.
​Jeong-in resolvia problemas de matemática mecanicamente. Depois de resolver um problema, passava para o próximo e, embora suas mãos continuassem se movendo, os pensamentos sobre Justin não saíam de sua cabeça.
​Sentindo-se frustrado, ele tirou os óculos, colocou-os sobre a mesa e descansou a cabeça na escrivaninha. Se voltasse a ser amigo de Justin, ele nunca negligenciaria essa amizade. Jeong-in fazia resolução após resolução.
​Nesse exato momento, a voz de Suzy veio do andar de baixo.
​— Jeong-in! Você tem uma visita…
​Jeong-in deu um pulo sem ouvir o resto. Em sua pressa, ele pisou em seus óculos que haviam caído no chão. Houve um som estalado de algo quebrando sob seu pé, mas ele nem teve tempo de se preocupar com isso.
​Ele desceu as escadas correndo, chamando o nome pelo qual estivera esperando.
​— Justin!
​Mas a pessoa parada na entrada não era aquela por quem Jeong-in estivera esperando o tempo todo.
​Mesmo com a visão embaçada, ele conseguia dizer quem era apenas pela silhueta.
​— Ah…
​O pequeno suspiro que escapou dos lábios de Jeong-in carregava um tom mais próximo da decepção do que da alegria ou prazer. As sobrancelhas de Chase se contorceram levemente por um momento.
​Jeong-in disse com uma voz desanimada:
​— …Espere um momento. Eu vim sem meus óculos.
​Os ombros de Jeong-in murcharam enquanto ele subia as escadas de volta.
​Os olhos de Chase se estreitaram. Ele olhou para onde Jeong-in estivera parado e murmurou baixinho:
​— …Justin?
​Estava claro que Jeong-in estivera esperando por outra pessoa que não era ele. Justin. Era um nome que ele nunca tinha ouvido antes.
Quando Jeong-in voltou para o seu quarto, encontrou seus óculos no chão com a ponte quebrada de forma limpa.
​Mais uma coisa arruinada.
​Jeong-in zombou amargamente de si mesmo enquanto tirava de uma gaveta os óculos que costumava usar no ensino fundamental e os colocava. Seus olhos deviam ter piorado desde então, pois ele se sentiu momentaneamente tonto.
​Descendo as escadas com fraqueza, Jeong-in encarou Chase, que estava parado na entrada.
​O rosto do homem atraente era, como sempre, belo demais para desviar o olhar. Mas o coração de Jeong-in estava em caos ao olhar para aquele rosto.
​A excitação e a felicidade, o arrependimento e o ressentimento — todas essas coisas começaram por causa desse homem. Ele não podia negar que ele era uma pessoa que detinha um significado especial para ele de alguma forma.
​Chase deu um passo para mais perto de Jeong-in. Sua testa se franziu gradualmente ao ver as sombras sob os olhos de Jeong-in e seus lábios pálidos.
​— Você estava doente?
​A voz de Chase era baixa e cuidadosa. As pontas de seus dedos alcançaram inconscientemente o rosto de Jeong-in. Aquele gesto, como se ele estivesse prestes a envolver ternamente sua bochecha, parecia tão natural.
​Jeong-in recuou surpreso. Chase, parecendo perceber que sua ação fora excessiva, abaixou a mão apressadamente.
​Jeong-in franziu o cenho, sem esconder seu desconforto.
​Não era assim que se agia com alguém de quem você não gosta. Ele se comportaria dessa maneira com Max Schneider? Darius Thompson? Alex Martinez?
​— Sinto muito por vir à sua casa assim. Você não foi à escola e não houve contato… Eu estava preocupado.
​— …Eu estava um pouco doente.
​Um longo e estranho silêncio seguiu-se à breve conversa. Jeong-in perguntou enquanto evitava o contato visual:
​— Foi só para isso que você veio?
​— Hã? Ah…
​Chase finalmente pareceu se lembrar do seu propósito e mostrou o que segurava em uma das mãos. Era um caderno com a capa vermelha.
​— …Ah.
​Jeong-in sentiu um nó na garganta. Aquele caderno vermelho foi onde tudo começou. E agora havia se tornado um símbolo do fim. Uma parte de seu peito parecia dormente e, a cada exalação, uma dor formigante o lavava.
​Quando perguntado sobre quando Jeong-in o devolveria, ele havia respondido com um sorriso. Ele disse que o devolveria quando não mais desgostasse dele. Parecia que, para cumprir sua palavra, ele agora julgava correto devolver este caderno.
​Porque ele já havia descoberto. Que, longe de desgostar dele, ele na verdade gostava dele.
​— …Obrigado por devolver.
​Jeong-in estendeu lentamente o braço e recebeu o livro. Ironicamente, no momento em que o livro voltou para sua posse, ele sentiu como se tivesse perdido algo.
​— E… Jay.
​Jeong-in ergueu lentamente a cabeça para olhar para o rosto de Chase. Mesmo através de óculos com um grau ligeiramente errado, ele conseguia ver claramente sua expressão.
​Ele exibia uma expressão que era metade apologética, metade sem jeito.
​Diante dessa expressão tão familiar, Jeong-in sentiu seu coração ser esmagado. Tendo-o observado por muito tempo, ele sabia bem que aquela era a expressão que ele fazia ao rejeitar a confissão de alguém.
​Recentemente, sob os assentos do estádio onde comiam sanduíches secretamente, ele havia usado exatamente a mesma expressão. Ele conseguia adivinhar rudemente o que ele estava prestes a dizer.
​Finalmente, Chase abriu a boca.
​— Jay, você é uma pessoa muito divertida e fofa.
​— Espere.
​Jeong-in o interrompeu, já conhecendo a frase iniciada com “mas” que seguiria aquelas palavras apaziguadoras. Ele parou um momento para recuperar o fôlego e então conduziu Chase para fora, dizendo que deveriam conversar ao ar livre.
​Somente após se afastarem o suficiente para que a conversa não fosse ouvida dentro de casa, Jeong-in começou a falar.
​— Eu sei o que você vai dizer. Eu sei de tudo, e está tudo bem.
​— …Hã?
​— Você não precisa dizer mais nada.
​— …
​Chase ergueu as sobrancelhas como se perguntasse o que ele queria dizer. Jeong-in continuou com calma e compostura.
​— Eu nunca tive a intenção de me confessar. E não terei no futuro também. Então, o que você está tentando dizer agora, você não precisa dizer.
A expressão de Chase tornou-se um pouco confusa, como se a atitude de Jeong-in fosse inesperada. Jeong-in achou a reação dele um tanto divertida. O quê, ele achou que eu iria chorar e me agarrar a ele? Ou pensou que eu beijaria sua bochecha como Michaela, dizendo “Você é realmente o melhor, Chase”?
Chase permaneceu em silêncio, como se estivesse sem palavras.
— Obrigado por devolver o livro. Pode ir agora.
Jeong-in sorriu como se tudo estivesse bem, como se nada importasse. Ele fingia nonchalance com todas as suas forças.
Por dentro, ele o ressentia. Ele não precisava ir tão longe a ponto de confirmar uma rejeição para uma confissão que sequer havia feito adequadamente. Chase Prescott era verdadeiramente um destruidor de corações.
— …Certo. Então está resolvido. Você não parece bem, o que houve?
Chase perguntou, aparentemente tentando mudar de assunto. Mas Jeong-in apenas balançou a cabeça com indiferença. Não havia mais razão para trocar cortesias e jogar conversa fora com ele.
— Estou bem. Talvez eu estivesse pegando um resfriado, mas vou melhorar logo. Obrigado por vir até aqui.
Aquelas palavras significavam uma despedida. Diante da expressão resoluta de Jeong-in, Chase recuou lentamente com um rosto relutante. Sua atitude sugeria que ele tinha mais a dizer, mas não teve escolha senão retirar-se em silêncio.
— Entre. Você parece doente.
— Não. Vá você primeiro.
Com o rosto ainda inquieto, Chase sentou-se no banco do motorista. Jeong-in sorriu uma última vez com toda a força que lhe restava. E acenou.
— Se cuida.
“Se cuida, Chase Prescott.”
E assim Jeong-in se despediu definitivamente em seu coração também. Da pessoa que o havia rejeitado antes mesmo que ele pudesse se confessar.
Chase assentiu com um rosto um tanto preocupado e deu partida no motor. Seu carro se afastou com um som alto de motor, e Jeong-in permaneceu imóvel até que o som desaparecesse completamente.
Assim que o carro sumiu de vista, lágrimas transparentes começaram a cair do queixo de Jeong-in.
— Soluço…
Segurando em uma mão o caderno vermelho que Chase havia devolvido, ainda de pijama e chinelos, Jeong-in ficou ali parado e começou a soluçar alto.
Seu primeiro coração partido doía muito mais do que ele esperava. Como seu tempo com Chase tinha sido tão doce, o sofrimento que se seguiu tinha um gosto ainda mais amargo.
Incapaz sequer de pensar em enxugar as lágrimas que fluíam, Jeong-in caminhou sem rumo. Seus pés, que andavam sem saber para onde ir, pararam na casa de Justin. Como sempre, a porta da frente estava aberta.
— Olá… Vovó.
A vovó Meiling, que estava sentada no sofá da sala, tirou os olhos da TV por uma vez e olhou para Jeong-in. Vendo Jeong-in naquele estado deplorável, com as lágrimas caindo, a avó estalou a língua e balançou a cabeça. Como se o que estava destinado a acontecer tivesse finalmente ocorrido, ela apontou o dedo para Jeong-in.
— Tsk, tsk, fuego.
“Fuego” significava fogo em espanhol. Jeong-in entendeu imediatamente o que a avó estava tentando dizer. Ele se lembrou de uma frase de um drama que costumavam assistir juntos.
“El que juega con fuego, se quema.”
Quem brinca com fogo, acaba se queimando.
Jeong-in respondeu com a voz trêmula, como se tentasse se defender.
— Eu… não tive a intenção de fazer isso.
Mas, apesar disso, ele havia brincado com fogo e acabado se queimando. Essa percepção o deixou triste, e as lágrimas fluíram mais uma vez.
Soluçando baixinho com os ombros trêmulos, Jeong-in apertou o caderno vermelho com força. A avó suspirou profundamente e voltou seu olhar para a TV.
— Vovó, com quem você está falan…
Foi então que aconteceu. Justin, que saía da cozinha com uma tigela de lanches, descobriu Jeong-in parado no meio da sala. Seus olhos se arregalaram ao vê-lo ali em lágrimas, com uma aparência exausta. Ao mesmo tempo, a tigela que ele segurava caiu no chão. Pedaços crocantes de lanches se espalharam pelo piso como um tapete.
Justin aproximou-se com passos largos e abraçou Jeong-in com força.
— Esse garoto…
— Justin… eu… na verdade eu…
A voz de Jeong-in tremia de forma piedosa enquanto ele falava entre soluços. Justin deu tapinhas silenciosos em seu braço.

(OBS: nonchalance é uma expressão francesa. Significa quando uma pessoa quer fingir ou estar desinteressada de forma charmosa. Como sair por cima de uma situação desfavorável a ela. Abrasileirado, o famoso “nem queria mesmo”.)

— Seu idiota… você veio chorando nesse estado, envergonhando a vizinhança toda? Estava tão desesperado assim para me ver?
Jeong-in enxugou as lágrimas e olhou para cima. Então, encarou Justin com um rosto sério.
— Eu tenho algo para te contar… É importante.
Justin percebeu imediatamente que Jeong-in estava tentando dizer algo difícil de abordar. Antecipando que uma grande bomba estava prestes a cair, ele engoliu em seco e respirou fundo silenciosamente.

❀ ❀ ❀

O estalar da madeira queimando preenchia o silêncio. Os dois estavam sentados em frente à fogueira no quintal de Justin, olhando fixamente para as chamas.
As labaredas dançavam, e um saco de marshmallows vazio jazia ao lado de Justin.
— Aquele desgraçado.
Justin cuspiu as palavras com um rosto que parecia ferver de raiva. É claro que, devido às marcas de fuligem por assar os marshmallows, ele não parecia particularmente ameaçador.
— Aquele desgraçado.
Essa foi a primeira resposta de Justin após ouvir toda a história de Jeong-in.
Jeong-in havia confessado tudo, sem omitir um único detalhe. Desde o caderno vermelho que estivera nas mãos de Chase e fora devolvido, até o beijo no armário e a dor cruel da rejeição que acabara de receber.
Justin estava indignado.
— Se ele nem gosta de você, por que te beijou? Ele é louco. E ainda por cima é tão rápido para perceber as coisas.
Jeong-in fungou novamente. Apenas ter alguém que entendesse seus sentimentos o deixava, de alguma forma, emocional. Vendo a reação dele, Justin continuou, parecendo ainda mais agitado.
— O que o FBI está fazendo? Não prendendo alguém como Chase Prescott. Aquele cara deveria estar trancado. Ou, pelo menos, sob vigilância protetiva!
Jeong-in enxugou as lágrimas no braço e murmurou:
— Sinto muito por não ter te contado antes…
— Bem… eu estou um pouco decepcionado com isso…
Justin olhou de soslaio para Jeong-in. Sua aparência abatida era digna de pena.
Mesmo para amigos próximos, confessar que gostava de alguém do mesmo sexo não teria sido fácil. Pensando em Jeong-in sofrendo sozinho, Justin suspirou profundamente.
— Suspiro… Dizem que cogumelos bonitos são venenosos, e o velho ditado está absolutamente certo. De fato, homens bonitos são prejudiciais. Eles deveriam ser designados como animais perigosos!
Após espumar de raiva por um tempo, Justin saiu brevemente, dizendo para esperar um momento, e então retornou. Ele estendeu a mão em direção a Jeong-in, como se tivesse tomado uma decisão firme sobre algo.
— Jay, me dá esse caderno.
Jeong-in olhou para a mão dele com uma expressão confusa e perguntou:
— Você vai queimá-lo?
— Você está louco? Por que eu queimaria uma evidência tão valiosa? Vou preservá-lo para que nossos descendentes possam descobri-lo mais tarde. É assim que a história vai lembrar que tipo de cara Chase Prescott é.
O que Justin tirou do bolso foi um marcador permanente preto. Ele riscou vigorosamente as palavras “Caderno da Vergonha” e então, após pesquisar algo em seu celular, escreveu um novo título em caracteres chineses.
Jeong-in inclinou a cabeça.
— O que você escreveu?
— A Lista de Alvos.
Diante da voz resoluta de Justin, como se o caderno tivesse se tornado um “Death Note”, Jeong-in explodiu em uma risada com as lágrimas ainda presas nos cantos dos olhos.
Finalmente, enfim, ele conseguia rir.
— Vou escrever o nome de Chase Prescott como o número um aqui.
— …Ainda assim, vamos parar de carregar isso por aí.
Justin sorriu abertamente, concordando com as palavras de Jeong-in.
O segredo que estivera pesando em seu coração como uma pedra havia sumido. De alguma forma, ele se sentia mais próximo de Justin do que antes.

Continua…

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✦ Tradução, revisão e Raws: Othello&Belladonna

Ler 7 Minutes of Heaven (Novel) Yaoi Mangá Online

Aviso: ※ Conversas em coreano são expressas usando 〈 〉, enquanto conversas em inglês e outros idiomas utilizam travessão —
Sinopse:
Lim Jeong-in é um nerd acostumado a ser tratado como se fosse invisível na selva do ensino médio. Ele participa de duas atividades de clube com seu melhor amigo, Justin Wong. Uma é o clube de matemática ‘Mathleet Society’, e a outra é o ‘Clube de Ódio ao Chase’.
— Longa vida ao Clube de Ódio ao Chase.
Escrever um ‘livro da vergonha’ que repete boatos sobre o maior galã da escola, Chase Prescott, era um dos pequenos prazeres dos dois nerds. No entanto, através de uma reviravolta inesperada, o caderno de Lim Jeong-in é descoberto por Chase.
Mas, em vez de ficar zangado, Chase demonstra interesse por Jeong-in.
— Você é realmente engraçado.
— O livro? Quando você vai devolvê-lo?
— Hmm. Quando você parar de me odiar?
Ironicamente, o relacionamento que começou com o livro da vergonha torna-se gradualmente especial e, à medida que Jeong-in descobre os lados ocultos de Chase, ele se vê cada vez mais atraído para o mundo dele.
[Então, você gosta um pouco mais de mim agora?]
A verdade é que você me cativou não apenas agora, mas muito antes. Desde o momento em que bati os olhos em você pela primeira vez.
Jeong-in entra em confusão ao encarar seus verdadeiros sentimentos, que ele deliberadamente ignorou e escondeu até agora. Amizade, estudos e uma paixão de longa data.
Nesse relacionamento instável com alguém que abala todo o seu mundo, será Jeong-in capaz de manter o seu lugar?
Nome alternativo: 7 7 Minutes In Heaven

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