Ler 7 Minutes of Heaven (Novel) – Capítulo 24 Online

❀ 7 Minutes Of Heaven 3
— Prescott!
A voz do treinador disparou agudamente. Antes que pudesse organizar seus pensamentos, um impacto pesado atingiu Chase. A bola deixou sua mão enquanto ele colidia com força contra um defensor que surgira de um ponto que ele não havia notado.
— Você precisa verificar seus pontos cegos! Um quarterback precisa de olhos na nuca!
Diante da repreensão do treinador, Chase cerrou os dentes dentro do capacete.
Um quarterback precisava não apenas lançar a bola, mas também ler todas as situações ao redor. Mas hoje, sua mente continuava presa a outros pensamentos.
Ele deveria ter reconhecido que a defesa adversária estava contornando rapidamente pela direita. Mas seu olhar estava fixo no wide receiver. No fim, ele segurou a bola por tempo demais sem perceber que a linha de proteção direita havia sido rompida e sofreu o tackle.
Ele tentou se concentrar na jogada novamente. Mas, logo depois, ocorreu outro erro atípico. O tempo do passe atrasou, fazendo com que a bola fosse interceptada por um defensor, e então ele chegou a deixar cair a bola recebida do center.
— Droga!
Hoje, ao contrário do habitual, seu julgamento havia perdido a precisão e se tornado embotado. Sua mente estava emaranhada com vários pensamentos completamente não relacionados ao jogo, e isso estava interrompendo seu ritmo.
Finalmente, Chase tirou o capacete com irritação e atravessou o campo com passos largos.
— Prescott? Aonde você pensa que vai! Prescott!
O treinador gritou por trás, mas não conseguiu detê-lo. Chase entrou no vestiário, respirando pesadamente, e desabou em um banco.
Após quase arremessar seu capacete encharcado de suor no chão, ele limpou o suor da testa e empurrou o cabelo para trás. Seu rosto mostrava claramente irritação, confusão e decepção consigo mesmo.
O cornerback Alex Martinez, que o havia seguido por preocupação, perguntou cautelosamente:
— O que há com você hoje? Você está bem?
Algo ruim deve ter acontecido. Em vez de responder, Chase olhou fixamente para o vazio antes de abrir a boca.
— Existe algum garoto chamado Justin na nossa escola?
— Justin? Bem, é um nome comum, então deve haver pelo menos um ou dois, certo?
— Nenhum que você conheça?
— Hum… tem um veterano na equipe principal de natação. Justin Fraser. Por quê?
Perdido em pensamentos, Chase balançou a cabeça e murmurou:
— Não. Esquece.
Aparentemente sem vontade de continuar a conversa, Chase foi direto para o chuveiro. Parado sob a água corrente, ele tentou se recompor controlando lentamente sua respiração. Mas não conseguia parar seus pensamentos.
Alguns dias atrás, quando visitou a casa de Jeong-in, o caderno vermelho que ele segurava era apenas um pretexto. Ele estivera pensando que aparecer na casa de alguém só porque faltaram um dia de aula poderia parecer um pouco estranho, quando notou o caderno vermelho ao lado de sua cama. Pareceu que seria uma boa desculpa para sua visita.
O rosto de Jeong-in, vislumbrado brevemente, parecia tão sofrido que o incomodou o fim de semana inteiro. Por preocupação, ele enviou mais uma mensagem, mas não obteve resposta. Ele se conteve para não visitar novamente, temendo parecer obsessivo demais.
E hoje, segunda-feira, Jeong-in entrou no corredor rindo e conversando com seu amigo asiático gordinho.
Além disso, por algum motivo, ele não estava usando óculos hoje. Suas pupilas pretas brilhavam como contas, e o branco de seus olhos era tão límpido que parecia ter um tom azulado. Quando ele sorria, seus olhos formavam arcos longos e finos.
Rindo e batendo papo, ele parecia perfeitamente bem, sem sinal de doença. Ele não teve forças para mover um dedo sequer para responder? Estava se vingando de quando ele não havia respondido à mensagem dele? Se fosse o caso, ele não tinha nada a dizer.
Ainda assim, ele certamente parecia melhor do que no outro dia, o que era, pelo menos, um alívio.
Chase aproximou-se com um sorriso acolhedor, apagando suas queixas.
— Jay.
Jeong-in, que estivera conversando com seu amigo enquanto se apoiava em um armário, olhou em sua direção. No breve momento que levou para virar a cabeça, o sorriso que ele ostentava já havia desaparecido. Como se aquele sorriso não fosse destinado a ele.
— Prescott.
Jeong-in o cumprimentou com um leve aceno de cabeça, seu rosto composto e calmo. Então, ele fechou a porta do armário, girou o disco cuidadosamente para trancá-lo e passou por Chase.
Chase congelou no lugar. Seu rosto, que ainda exibia um sorriso, tornou-se ligeiramente sem jeito enquanto ele se virava para olhar para Jeong-in. Ele estava rindo e brincando com seu amigo asiático. Alguém que ele via por ali com frequência. O nome dele era Jonathan?
Chase seguiu Jeong-in inconscientemente, esquecendo que sua primeira aula era no prédio de engenharia, no lado oposto. Seus pés se moviam por conta própria.
Ele notou as pessoas no corredor vislumbrando o rosto de Jeong-in. Chase conseguia entender o porquê.
Sem os óculos, o rosto de Jeong-in era particularmente marcante. Em vez de chamativo, era delicado e, de alguma forma, estranhamente cativante. O tipo de rosto que se poderia olhar o dia todo sem se cansar.
Algumas garotas fixaram seus olhares em Jeong-in e sussurraram umas para as outras. Chase, sem saber, franziu a testa.
— Jay.
Ele chamou por Jeong-in novamente. Convenientemente, ele tinha uma boa desculpa.
Mas Jeong-in continuou caminhando como se não tivesse ouvido. Chase andou rapidamente e segurou o braço de Jeong-in.
Jeong-in virou-se com um rosto assustado, como um cervo pego pelos faróis. Ao mesmo tempo, aquele cara, Jonathan, ao lado dele, lançou a Chase um olhar desnecessariamente cauteloso.
Chase sorriu gentilmente, tentando esconder seu desconcerto.
— Desculpe. Eu chamei, mas você pareceu não ouvir.
— …O que foi?
— Temos que fazer nosso dever de casa de redação em inglês. Quando deveríamos fazer? Onde seria um bom lugar?
— Ah, acho que não precisamos nos encontrar para isso.
O sorriso relaxado que permanecia nos lábios de Chase desapareceu gradualmente. A voz de Jeong-in, ao continuar, era clara e firme.
— Escreva a sua parte e passe para mim. Vou combiná-la com o que eu escrevi para fazer um rascunho. Então você pode revisá-lo uma vez, e eu farei a revisão final. Isso deve funcionar.
Jeong-in pegou o celular e tocou na tela. Logo, o telefone de Chase vibrou no bolso da jaqueta.
— Acabei de te enviar meu endereço de e-mail. Envie para lá.
— …
A atitude limpa e clara de Jeong-in transmitia tanto firmeza quanto distância. Chase não conseguiu encontrar mais nada para dizer. Ele nunca se sentira tão estúpido antes.
— Mais alguma coisa?
— …Não.
Jeong-in afastou-se com um rosto indiferente. Sua voz, com apenas um leve toque de sotaque que parecia fazer cócegas no ouvido, dispersou-se na distância.
O que é esse sentimento?
Chase foi deixado sozinho no corredor com uma sensação estranha que nunca havia experimentado antes em sua vida.
❀ ❀ ❀
Screech—
O carro que havia freado bruscamente parou no meio da entrada da garagem. Chase bateu a porta do motorista ao fechar e subiu as escadas que levavam à entrada sem responder aos funcionários que o cumprimentaram perguntando se ele tivera um bom dia.
Assim que entrou nos aposentos separados onde ficava, após passar pelo corredor, Chase jogou-se no longo sofá da sala de estar. A almofada macia recebeu seu corpo pesadamente.
Ele inclinou a cabeça para trás e olhou para o teto. Um anjinho esculpido no gesso branco do teto parecia zombar dele enquanto olhava para baixo.
Chase conhecia a si mesmo muito bem. Ele sempre se entediava com as coisas rápida e facilmente, sentindo tédio em qualquer situação. Novas pessoas, novas situações eram apenas interesses momentâneos que naturalmente desapareciam logo.
Ele não podia negar que a presença de Jeong-in, surgida recentemente em sua vida, estivera lhe proporcionando um prazer renovado.
Ele nunca conhecera ninguém assim antes.
Estar com Jeong-in, conversar com ele, de alguma forma fazia seu coração se sentir à vontade. Ele até acabou compartilhando histórias secretas que não conseguia contar a mais ninguém.
Ao mesmo tempo, seus sentidos ficavam estranhamente aguçados. Ele sentia um desejo sádico de provocar e brincar, e queria fazê-lo rir com piadas que nem eram engraçadas.
Não importa que atitude ele tomasse, Jeong-in parecia estar sempre lá. Corando, ficando atrapalhado ou, às vezes, explodindo em risadas.
Mas hoje foi diferente. O tom que claramente estabelecia um limite e a expressão profissional. A atitude de Jeong-in havia mudado completamente em relação a antes.
E por que ele não estava usando óculos? E quem era esse tal de Justin que ele chamava desesperadamente naquele dia? Havia coisas demais o incomodando.
Bem nesse momento, seu telefone tocou. Chase o pegou rapidamente, como se estivesse esperando por uma ligação, mas o nome que apareceu na tela era diferente do que ele previa.
Alex: [Posso levar o pessoal para brincar na piscina?]
Chase soltou um suspiro curto.
Sua casa estava quase sempre vazia. Seu pai passava a maior parte do tempo com a amante no apartamento de Nova York, e sua mãe, fazendo jus ao título de “patrona das artes”, ficava principalmente em Los Angeles, onde havia muitas galerias de arte. Mas todos conheciam os boatos de que ela mantinha diversos relacionamentos profundos com artistas emergentes.
Festas na piscina eram realizadas com frequência em sua casa, onde não havia adultos para supervisionar.
Para Alex: [Faça o que quiser]
Ele apertou o botão de enviar e jogou o celular longe. A almofada do sofá onde o aparelho caiu balançou levemente.
Em pouco tempo, uma multidão chegou. Alex Martinez, com as duas mãos cheias de bebidas, liderava o caminho, e rostos familiares entravam logo atrás dele.
— Oi, Chase.
— Michaela.
Michaela, que se confessara para ele não faz muito tempo, cumprimentou-o alegremente. Vendo-a grudada em Alex como gêmeos siameses, parecia que ela agora estava saindo com Alex.
Sim, era tipicamente assim que as coisas funcionavam. Os corações das pessoas não são eternos; eles seguem para a próxima pessoa desse jeito. Eles precisavam agir de forma tão fria, como um casal que viveu junto por anos apenas para se divorciar após uma batalha judicial feroz?
Ele não pode mais andar com Jeong-in?
Enquanto se perdia nesses pensamentos confusos, Brian Cole olhou ao redor e perguntou:
— Onde está o Jay?
Diante da menção repentina daquele nome, uma veia que não estava lá antes saltou na têmpora de Chase.
— Por que você está procurando por ele?
— Temos andado juntos ultimamente. Ele é fofo, sabe.
— …
Max, que apareceu atrasado, juntou-se à conversa.
— Fofo? De quem você está falando?
— Do Jay.
— Ah, o Jay é fofo. Você viu ele hoje? Ele veio sem óculos. Como eu posso dizer… ele não parece um daqueles modelos andróginos que se vê hoje em dia?
Chase não disse uma palavra enquanto a conversa sobre Jeong-in continuava. Max, sem notar seu humor desconfortável, prosseguiu.
— Diga a ele que sinto muito quando o vir, Press. Se eu soubesse que ele tinha claustrofobia ou algo assim, não teria dito para ele entrar no armário.
Ele parecia pensar que era por isso que Jeong-in havia saído correndo do vestiário.
Chase recordou subitamente o rosto pálido que vira no armário apertado.
Por que ele o beijou? Bem, naquele momento, ele simplesmente sentiu vontade. Para ser sincero, ele provavelmente nem estava consciente de que Jeong-in era do mesmo sexo. Quando aquele rosto bonito olhava para cima em sua direção, não havia tempo para pensar em gênero.
Foi apenas após o beijo que ele percebeu que havia sido uma brincadeira excessiva.
Os olhos arregalados, as pupilas pretas tremulando, os cílios trêmulos, os lábios se contraindo. Tudo estava dizendo muito. Eram sinais que Chase já havia vivenciado inúmeras vezes antes. Geralmente vindos de garotas.
Diante de Jeong-in, que não conseguia esconder totalmente seus sentimentos, Chase não conseguiu dizer nada. Como um pássaro pequeno e frágil que poderia fugir de medo se fosse tocado do jeito errado.
Mesmo em meio à confusão, o pensamento de que ele não queria perder Jeong-in era cristalino.
A casa, geralmente misteriosamente vazia, estava agora preenchida por música alta e sons de pessoas rindo e conversando.
A maioria eram colegas de equipe e líderes de torcida, junto com amigos que trouxeram, além de alguns rostos desconhecidos também. Algumas garotas de biquíni pareciam ser de outras escolas. Uma delas jogou o cabelo molhado para trás e lançou um olhar estranho para Chase.
Tudo isso era familiar para Chase. Ele sempre estava no centro de festas assim e, normalmente, teria sorrido apropriadamente e se divertido. Mas hoje era diferente. Ele não sentia vontade de forçar um sorriso.
Uma briga de galo estava começando na piscina. Um jogo comum em piscinas ou no mar, onde uma pessoa senta nos ombros de outra e compete com o “cavaleiro” do time adversário para roubar seu chapéu ou derrubá-lo na água.
— Chase! Vem aqui! Vamos jogar juntos!
Michaela, que estava nos ombros de Alex, acenou para Chase. Ela o instigava com uma voz animada, mas ele não tinha a menor intenção de se mexer.
Observando-a com Alex, Chase sentiu uma frustração desconhecida subindo das profundezas de seu peito.
Por que ele não podia ser assim com Jeong-in? Falando estritamente, Jeong-in sequer havia se confessado para ele. Havia algum motivo para as coisas serem estranhas entre eles?
Finalmente, incapaz de permanecer sentado, ele se levantou. Max, que estava selecionando músicas via Bluetooth por perto, notou seu movimento repentino e perguntou:
— Press? Aonde você vai?
— Apenas divirtam-se sem mim.
Chase respondeu brevemente antes de sair de casa. A música pulsante e as risadas tornaram-se mais distantes.
Ele não conseguia mais suportar aquela sensação sufocante. Ele queria restaurar seu relacionamento com Jeong-in.
Chase entrou em seu carro e deu partida no motor. Ao pisar no acelerador, o carro saiu da mansão.
Seu carro, acelerando pela Bellevue Avenue, logo entrou na Willow Street, em Baywood. A estrada, agora familiar após várias visitas, deixava seu coração ainda mais impaciente.
Ao chegar em frente à casa de Jeong-in, Chase parou o carro e desligou o motor. O carro ficou silencioso, mas sua mente ainda estava em turbulência.
Ele contemplou silenciosamente a casa de Jeong-in. Havia uma janela iluminada no segundo andar. Sabendo que aquele era o quarto de Jeong-in, Chase naturalmente fixou o olhar naquela janela.
O que ele está fazendo agora?
Pegando o telefone com uma das mãos, Chase ligou para Jeong-in. Após um toque um pouco longo, a chamada foi atendida.
— Alô.
A voz de Jeong-in não era nem alta nem baixa, com um tom médio que poderia ser descrito como polido. Ele parecia pensar antes de falar, respondendo a perguntas com um tempo ligeiramente atrasado que estranhamente atraía as pessoas. Isso o fazia esperar, focar e olhar para o rosto dele mais uma vez.
— Sou eu.
— Sim. Eu sei. O que foi?
Uma clara cautela podia ser sentida naquelas palavras. Soava como uma mensagem implícita para não ligar, a menos que houvesse algo importante.
— Eu queria conversar um pouco.
— Sobre o quê?
— É estranho pelo telefone. Você pode me dar um pouco de tempo?
Jeong-in ficou em silêncio por um momento, então respondeu com uma voz hesitante.
— …Agora não.
— Por quê?
— Eu preciso estudar.
Chase ficou boquiaberto. Estudar? Embora ser rejeitado já fosse raro o suficiente para ele, ser rejeitado com o estudo como desculpa era a primeira vez em sua vida. Sua mente tornou-se avassaladoramente complicada, e a frustração parecia sufocá-lo. Incapaz de se conter por mais tempo, ele disse:
— Eu estou na frente da sua casa agora mesmo.
Somente após dizer aquelas palavras, Chase percebeu o quão imprudente e impulsiva sua ação havia sido. Como esperado, o silêncio fluiu do outro lado da linha.
A resposta veio após mais alguns segundos terem se passado.
— Só porque você veio aqui por conta própria não significa que eu tenha que sair.
Embora sua voz parecesse intimidada, ele falou de forma decisiva. Chase estava, mais uma vez, sem palavras.
— …Certo. Isso é verdade.
— Se você tiver algo a dizer, eu agradeceria se me enviasse uma mensagem ou um e-mail.
Click, a chamada foi encerrada. Chase olhou fixamente para o telefone por um tempo, então desabou para frente, encostando a testa no volante. De alguma forma, ele se sentia mais desolado do que antes de vir para cá.
Continua…
⌀ ⌀ ⌀
✦ Tradução, revisão e Raws: Othello&Belladonna
Ler 7 Minutes of Heaven (Novel) Yaoi Mangá Online
Aviso: ※ Conversas em coreano são expressas usando 〈 〉, enquanto conversas em inglês e outros idiomas utilizam travessão —
Sinopse:
Lim Jeong-in é um nerd acostumado a ser tratado como se fosse invisível na selva do ensino médio. Ele participa de duas atividades de clube com seu melhor amigo, Justin Wong. Uma é o clube de matemática ‘Mathleet Society’, e a outra é o ‘Clube de Ódio ao Chase’.
— Longa vida ao Clube de Ódio ao Chase.
Escrever um ‘livro da vergonha’ que repete boatos sobre o maior galã da escola, Chase Prescott, era um dos pequenos prazeres dos dois nerds. No entanto, através de uma reviravolta inesperada, o caderno de Lim Jeong-in é descoberto por Chase.
Mas, em vez de ficar zangado, Chase demonstra interesse por Jeong-in.
— Você é realmente engraçado.
— O livro? Quando você vai devolvê-lo?
— Hmm. Quando você parar de me odiar?
Ironicamente, o relacionamento que começou com o livro da vergonha torna-se gradualmente especial e, à medida que Jeong-in descobre os lados ocultos de Chase, ele se vê cada vez mais atraído para o mundo dele.
[Então, você gosta um pouco mais de mim agora?]
A verdade é que você me cativou não apenas agora, mas muito antes. Desde o momento em que bati os olhos em você pela primeira vez.
Jeong-in entra em confusão ao encarar seus verdadeiros sentimentos, que ele deliberadamente ignorou e escondeu até agora. Amizade, estudos e uma paixão de longa data.
Nesse relacionamento instável com alguém que abala todo o seu mundo, será Jeong-in capaz de manter o seu lugar?
Nome alternativo: 7 7 Minutes In Heaven