Ler Aqueles que Merecem Morrer (Novel) – Capítulo 132 Online


Modo Claro

↫─Things That Deserve To Die ⚝ 132

Wang Han se aproximou com o rosto sonolento e olhou para a camisa que Ja-kyung estava segurando.

— Essa não é a que você usou ontem? Você disse que a comprou no mercado.

— Aquela está ali. Esta eu tirei de um cara asiático que estava tentando comprá-la.

— Você comprou a mesma camisa de novo?

— Sim. Você pode chamá-las de camisas de casal.

Ao mencionar camisas de casal, Wang Lun, que estava longe, fingiu vomitar de nojo. Independentemente disso, Ja-kyung estava feliz imaginando Kang Il-hyeon usando aquilo. Embora provavelmente não fosse fácil convencê-lo a vestir. O guarda-roupa dele era preenchido com cores monocromáticas e, mesmo quando usava roupas casuais em vez de ternos, elas eram monocromáticas, e até suas roupas esportivas eram pretas.

— O CEO Kang é bonito, então ele ficará bem em qualquer coisa.

Diante das palavras de Wang Han, Ja-kyung assentiu sem discordar. Ele fica bem com roupas e ainda melhor sem elas, mas ele não mencionou essa parte. Lun poderia realmente vomitar desta vez.

Depois disso, os três se reuniram para discutir se pediriam serviço de quarto ou sairiam para comer. Quando finalmente decidiram sair, Ja-kyung pegou o protetor solar de sua mala e aplicou no rosto.

Vendo isso, Wang Lun zombou.

— Meu Deus, Wei. Você até passa protetor solar? Você passou ontem também, certo? Você deve ser a única pessoa que passa protetor solar antes de ir matar alguém. Irmão, diga a ele. Um homem de verdade deve deixar a pele bronzear sob o sol forte para parecer bem. Certo?

Quando ele buscou concordância, Wang Han também estava passando protetor solar em abundância.

— Pare de falar bobagem e passe um pouco. Você vai parecer mais velho se tiver manchas.

— ……

Wang Lun, que estava resistindo, pareceu hesitar com a menção de parecer mais velho e rapidamente apertou um pouco do protetor solar de Han para esfregar no rosto. Ele acabou passando demais e ficou parecendo um fantasma, e Ja-kyung não perdeu a chance de tirar uma foto.

Antes de sair do quarto, os três não esqueceram de colocar armas perto da entrada, preparando-se para possíveis situações de emboscada. Depois de enfiar até mesmo um pequeno pedaço de papel na fresta da porta, os três correram para seu restaurante habitual.

Todo mundo tem a fase da puberdade. O momento variava para cada pessoa, e Lee Ja-kyung, que fora bem comportado durante toda a infância, começou a andar com más companhias por volta dos quinze anos. Ele fumava, bebia e até perdeu a virgindade com a irmã chinesa que morava ao lado.

Wei! Wei!

Aquele dia foi igual. Quando ele avistou Wang Han avançando como um búfalo enfurecido de longe, os amigos ao redor leram a situação e se dispersaram silenciosamente. Atrás dele, Wang Lun apareceu andando desleixado e, como havia raspado recentemente a cabeça completamente, sua aparência feroz estava ainda mais marcante, e os amigos de Ja-kyung tinham medo dele.

— Wei, estou indo!

— Vejo você amanhã! Não diga nada ao seu irmão!

Ja-kyung, tentando escapar na direção oposta, teve a nuca agarrada por Lun, que veio correndo. Lutar para se libertar foi inútil. Ele arrastou Ja-kyung até Han e o ofereceu como um sacrifício.

— Solte! Eu disse para soltar!

— Eu me perguntei para onde você foi depois de cabular a aula, e aqui está você brincando com delinquentes? O que você está tentando se tornar?

Ao ser jogado no chão, Ja-kyung levantou-se sacudindo as calças e encarou Lun com uma expressão irritada. Han suspirou profundamente de angústia. Isso porque, depois de enviá-lo à escola para estudar, ele andava se desviando ultimamente.

— Wei. De agora em diante, você está proibido de sair.

Ja-kyung estava prestes a discutir com uma expressão incrédula, mas parou. Ele sabia por que Han estava bravo e por que ele queria enviá-los para a escola.

— Eu não quero ir para a escola. Não posso trabalhar seguindo vocês, irmãos?

Wei. Quando Han olhou para ele com uma expressão severa, Ja-kyung estremeceu e calou a boca. Sempre que ele trazia o assunto do trabalho, Han ficava bravo, diferente de seu eu habitual. Então Lun sutilmente ficou do lado dele por trás.

— Vamos lá, apenas deixe-o tentar. Quem sabe? Ele pode ter talento.

— Cale a boca, Lun. Estou te avisando, não coloque ideias na cabeça do garoto.

— Para ser honesto, este garoto é tão inteligente que é uma pena deixá-lo apodrecer na escola. Você sabe disso também, irmão.

Ja-kyung ergueu o queixo arrogantemente e assentiu, mas Han fingiu não ouvir. Então, em um acesso de raiva, ele caminhou à frente. O sol estava se pondo, pintando o lado oposto de vermelho, e Ja-kyung o seguiu com uma expressão descontente.

Wang Han pensou que Ja-kyung estava agindo por rebeldia, mas não era inteiramente verdade. Alguns anos atrás, o pai de Han, aquele que trouxera Ja-kyung para a China, adoeceu e morreu sem receber tratamento.

Depois disso, Han tornou-se o chefe da casa e, a partir de então, Ja-kyung desenvolveu um desejo por dinheiro. Ele aprendeu que com dinheiro você poderia fazer o que quisesse, receber tratamento em hospitais quando doente e proteger as pessoas que ama.

Wang Han não queria carregar o fardo sozinho, mas se recusava terminantemente a aceitar os desejos de Ja-kyung. Sentindo-se um tanto ressentido, Ja-kyung correu rapidamente e pulou nas costas de Han, fazendo-o cambalear para o lado antes de recuperar o equilíbrio.

Embora ele dissesse que Ja-kyung agora estava grande demais para ser carregado, Wang Han não o colocou no chão durante todo o caminho para casa. Sua casa apareceu ao longe e, na frente dela, estava sentada encolhida a Avó Wang em uma cadeira velha. Ela acenou com suas mãos enrugadas para dar as boas-vindas aos três, a cena tão calorosa quanto algo de um conto de fadas.

— Por favor, verifiquem uma última vez por quaisquer pertences que possam ter esquecido antes de desembarcar.

Ja-kyung, que estava cochilando, acordou com a voz vinda do alto-falante. Após um longo bocejo e colocar seus óculos escuros, o avião que corria pela pista parou gradualmente.

Enquanto recolhia seus pertences e saía, ele avistou Kang Il-hyeon parado entre a multidão, segurando uma placa com o nome de Ja-kyung e um buquê de rosas vermelhas. Lembrar de seu primeiro encontro o fez sorrir. Enquanto fingia não ver e passava direto, ouviu passos se aproximando por trás.

— Você tem um amante? Gostaria de tomar um café comigo se tiver tempo?

Parando e levantando os óculos escuros, ele viu Kang Il-hyeon estendendo o buquê.

— Acho seu rosto o meu tipo.

Então seu olhar viajou para baixo.

— Embora certamente não a camisa.

Olhando para a camisa colorida, Ja-kyung riu.

— Que pena. Estou procurando por alguém que vá gostar do meu gosto para camisas também.

Depois de entregar as flores, Kang Il-hyeon parou ao seu lado.

— Por que você veio sozinho?

— Meus irmãos disseram que vão ficar e brincar por mais alguns dias.

— Devem ter encontrado algumas mulheres que gostam.

Como ele sabia? Se Kang Il-hyeon tivesse adivinhado ou mandado segui-los, Ja-kyung não sentiu culpa ao colocar uma mão no peito dele.

— E quanto a você?

Diante da sutil sondagem, Ja-kyung bufou. Se tivesse havido sequer um indício de tal comportamento, ele poderia realmente acabar taxidermizado desta vez. Não importa o quanto ele afirmasse não ter medo da morte, Ja-kyung não queria ser um troféu. Ele queria morrer com elegância, se tivesse que ser assim.

— Por que eu olharia para outro lugar quando tenho você, CEO?

Satisfeito com a resposta, Il-hyeon sorriu contente. Sério, ele era tão transparente. Os dois compartilharam histórias sobre o que havia acontecido enquanto se moviam para o carro e, surpreendentemente, Park Tae-soo não estava em lugar nenhum. Ja-kyung não conseguiu esconder sua alegria ao ouvir que ele viera sozinho.

— Oh, então eu posso dirigir?

Recebendo as chaves, Ja-kyung dirigiu-se animadamente para o assento do motorista. Ele admirou o carro elegante, passando a mão pela frente antes de se sentar e dar a partida no motor. Quando ele fez alvoroço sobre como até o som do motor era diferente, Kang Il-hyeon virou o corpo para encará-lo.

— Você parece mais feliz do que quando me encontrou?

Seu tom estava levemente magoado, então Ja-kyung baixou os cantos da boca.

— É claro que encontrar você me deixa mais feliz. Faz uma semana que não nos vemos.

— Oito dias, para ser exato.

— Certo, oito dias.

— Você sentiu minha falta?

— Claro.

— Então eu poderia pedir um beijo?

Ah, Ja-kyung entendeu por que ele estava agindo como uma criança emburrada. Olhando para fora, felizmente não havia transeuntes à vista. Quando ele o chamou, Kang Il-hyeon se inclinou.

Seus lábios se encontraram brevemente com um selinho, mas a mão de Kang Il-hyeon segurou a nuca de Ja-kyung. Então a boca dele se abriu e sua língua deslizou para dentro como uma cobra. Quando Ja-kyung empurrou o ombro dele, sentindo falta de ar, os olhos dele escureceram.

— Devemos ir para casa logo.

— Se o assunto é ir rápido, eu tenho confiança, então deixe comigo.

— Eu sei. Você goza rápido quando faz sexo comigo também.

Bem quando as coisas estavam indo bem. Ja-kyung rolou os olhos como um peixe-chato, e Kang Il-hyeon achou fofo, beliscando sua bochecha e gesticulando para que ele começasse a dirigir. Ja-kyung aumentou a velocidade em direção a casa. Ele compartilhou histórias inacabadas ao longo do caminho e, quando chegou, o sol havia se posto e a noite estava escura.

Passando pelo amplo quintal e entrando pela porta da frente, passos foram ouvidos e a Sra. Governanta veio recebê-los primeiro.

— Você voltou?

Ela abraçou Ja-kyung com força com um sorriso brilhante e perguntou se ele estivera doente em algum lugar, se havia comido direito. Ela se preocupava que ele parecesse mais magro, embora fizesse apenas alguns dias, e sempre que ela fazia isso, Ja-kyung se lembrava da falecida Avó Wang e sentia-se emocionado.

Continua…

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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna

Ler Aqueles que Merecem Morrer (Novel) Yaoi Mangá Online

Sinopse:
Um dia, Lee Ja-kyung, um assassino de aluguel que vivia na Tailândia, recebeu uma proposta de 5 milhões de dólares. O alvo era Kang Il-hyeon, um gângster que vivia na Coreia. Havia apenas uma condição.
No entanto, Kang Il-hyeon não era um adversário nada fácil. Pelo contrário, sua armadilha vai se fechando cada vez mais em torno de seu pescoço, e ele se vê encurralado…
Será que Ja-kyung conseguirá matá-lo e voltar em segurança? Ou ele morrerá assim mesmo, nas mãos de Kang Il-hyeon?
Nome alternativo: Things That Deserve To Die Aqueles Que Merecem Morrer

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