Ler Aqueles que Merecem Morrer (Novel) – Capítulo 133 Online

↫─Things That Deserve To Die ⚝ 133
— Nossa. As rosas são tão lindas. Entregue-as aqui. Devemos colocá-las em um vaso antes que murchem.
A Sra. Governanta pegou o buquê. Depois de lavar as mãos, Ja-kyung desfez suas malas na sala de estar e tirou um presente para ela. O presente que ele comprou na loja de departamentos de Bangkok era um chapéu, escolhido cuidadosamente para ela, que costumava ir ao quintal no meio do verão. A Sra. Governanta ficou muito satisfeita, e Ja-kyung, hesitante, tirou também a camisa vermelha.
Quando ele a entregou a Kang Il-hyeon ao lado deles, ele apenas olhou para ela.
— É um presente para você, CEO. Camisas de casal comigo.
Assim que Ja-kyung sorriu, as sobrancelhas grossas de Il-hyeon se ergueram de forma torta. Ele estendeu a camisa com uma das mãos. Tinha flores vermelhas brilhantes desenhadas nela, e qualquer um podia ver que estava longe do gosto de Kang Il-hyeon. Como esperado, seus lábios se torceram em desagrado.
— Espero que você não tenha comprado isso apenas para me provocar.
Ja-kyung fingiu inocência. Na verdade, a camisa de casal era apenas uma desculpa; mais da metade de sua intenção era ver a reação de desgosto de Kang Il-hyeon. Enquanto observava curiosamente por sua resposta, Kang Il-hyeon assentiu prontamente.
— Obrigado. Eu gostei.
— Que bom.
— Vamos a um encontro usando isso em um feriado.
Ja-kyung estremeceu e balançou a cabeça.
— Você não precisa fazer isso.
— Não, agora eu quero. Só de pensar em andar com você no centro de Seul vestindo isso já me dá arrepios. Deveríamos encontrar Jang Tae-hoo enquanto estamos nisso?
— Use apenas em casa…
— Não.
— ……
Era tarde demais para se arrepender de ter feito algo desnecessário, Ja-kyung pensou tardiamente, mas era inútil. Até a Sra. Governanta ao lado deles interveio animadamente, dizendo que combinava muito com ele e que ele deveria tirar muitas fotos. Ja-kyung resolveu descartar a camisa secretamente quando tivesse a chance.
Depois disso, ele se dirigiu ao segundo andar com o restante da bagagem. Ja-kyung morava principalmente no segundo andar, acreditando que mesmo os amantes mais próximos precisavam de espaços separados. Kang Il-hyeon, felizmente, respeitava esse aspecto, e os dois viviam na mesma casa mantendo a sensação de namoro enquanto visitavam os quartos um do outro.
O quarto estava arrumado como sempre, e a Sra. Governanta já devia ter passado por lá, pois rosas vermelhas exuberantes estavam dispostas em um vaso. Depois de se aproximar para sentir a fragrância, Ja-kyung entrou no banheiro para tirar a roupa.
Ja-kyung ligou a água, molhou a cabeça e começou a se ensaboar quando ouviu um barulho do lado de fora. Sabendo que apenas uma pessoa tinha livre acesso àquele lugar, ele chamou:
— Espere! Já vou sair!
Nesse momento, ele ouviu a porta se abrindo e uma figura embaçada apareceu através do vidro translúcido.
— CEO Kang?
Não houve resposta, apenas silêncio. Sentindo um calafrio, Ja-kyung rapidamente pegou uma toalha de banho comprida, envolveu-a na mão e olhou fixamente através do vidro. De repente, a figura desapareceu, e Ja-kyung saiu apressadamente vestindo um roupão e verificou o corredor, mas não havia ninguém passando.
Ao voltar e se preparar para apertar a campainha de emergência, ouviu a porta se abrindo e alguém veio por trás para abraçar sua cintura. Ainda tenso, ele revidou com o cotovelo, mas a outra pessoa desviou rapidamente. Virando-se, ele viu Kang Il-hyeon parado ali.
— Era você agora há pouco, CEO?
— O que você quer dizer?
— Você não estava parado do lado de fora do banheiro?
Il-hyeon olhou ao redor do quarto.
— Você tem outro homem escondido sem o meu conhecimento?
Ja-kyung disse incredulamente para não brincar. Mas, olhando para a expressão de Kang Il-hyeon, ele não estava brincando.
— Realmente não era você? Você não viu ninguém no caminho para cá?
— De jeito nenhum.
— Que Porra… Alguém estava definitivamente parado ali.
— Deve ter sido um fantasma.
Um calafrio percorreu a espinha de Ja-kyung. Alguém poderia pensar que alguém que mata pessoas não teria medo de fantasmas, mas ele não podia evitar o medo. Sabendo que Ja-kyung tinha pavor de insetos e fantasmas, Il-hyeon já o havia assustado antes dizendo que algum funcionário tinha visto algo estranho.
— Não brinque. Eu sei que você está mentindo.
Kang Il-hyeon se aproximou e abriu o roupão dele. Seus olhos brilhavam de desejo enquanto olhava para o corpo nu e molhado de Ja-kyung. Ele lambeu o lábio inferior, pressionou seu corpo contra o dele e segurou o queixo de Ja-kyung, forçando-o a olhar para seu rosto.
— Você está cansado. A melhor coisa a fazer quando se está cansado é dormir profundamente.
— Me solte, então eu vou dormir…
Quando Ja-kyung resmungou, Kang Il-hyeon sorriu como uma pintura.
— Eu vou te soltar. Mas só depois que fizermos sexo.
Assim que seus lábios se tocaram, sua língua deslizou para dentro, explorando sua boca de forma selvagem. Enquanto o beijo era tão intenso que lhe tirava o fôlego, as mãos de Il-hyeon tateavam o corpo de Ja-kyung com o roupão aberto. Ele foi empurrado para a cama, e Il-hyeon desabotoou sua própria camisa uma a uma e subiu nele.
Ja-kyung sentiu uma onda de tensão com o olhar predatório nos olhos dele. Ele estendeu a mão para a gaveta para pegar o lubrificante, mas suas pernas foram agarradas e puxadas para baixo.
Kang Il-hyeon levantou os quadris de Ja-kyung, abrindo bem suas pernas. Com a parte inferior do corpo suspensa no ar, Ja-kyung franziu a testa e balançou as mãos.
— Espere, lubrificante, pegue, ugh!
O rosto de Ja-kyung ficou vermelho enquanto Il-hyeon lambia seu pau desde a base com a língua, como se estivesse tentando se exibir, e ele esqueceu completamente o que ia dizer a seguir. Ele chupou seu pau com tanta força que o abdômen de Ja-kyung se contraiu.
Sobrecarregado de prazer, Ja-kyung mordeu o lábio e arfou em busca de ar, mas Kang Il-hyeon soltou seu pau. Ele tocou o membro reluzente com a ponta do dedo e tirou algo do bolso de trás. Ao ver um anel com algo acoplado, um mau pressentimento tomou conta de Ja-kyung.
— O que é isso?
Ele já havia usado brinquedos sexuais com Il-hyeon algumas vezes antes, como pequenos vibradores. Embora dobrassem o prazer, os efeitos colaterais eram intensos, então Ja-kyung tentou afastar as pernas sutilmente. Il-hyeon agarrou seus tornozelos e prendeu o objeto em seu pau.
— Isso é… um anel de retardamento de ejaculação?
— Você já usou um?
Deve-se sempre ter cuidado quando Il-hyeon sorria daquela maneira. Se Ja-kyung dissesse que sim, seu pau provavelmente seria cortado. É claro que ele não tinha usado, mas mesmo que tivesse, ele tinha que dizer que não. Por experiência, Kang Il-hyeon era do tipo que faria qualquer coisa quando seus olhos ficavam selvagens.
— Não.
Sua resposta firme trouxe um sorriso satisfeito ao rosto de Il-hyeon. Ele encaixou o anel na base do pau de Ja-kyung, mas era diferente de tudo o que ele já vira antes. Não era apenas um anel; havia um dispositivo de aparência estranha sustentando seus testículos.
— Você não está fazendo algo estranho, está?
— Estranho? Tipo isso?
Num piscar de olhos, ele virou Ja-kyung de bruços e pressionou os lábios em seu buraco. Ugh. Por que ele faria isso em vez de usar o lubrificante perfeitamente bom? Ele precisava dizer para ele parar, mas a língua dele já estava lá dentro, e apenas um gemido escapou dos lábios de Ja-kyung.
Quanto mais Il-hyeon chupava, mais o pau de Ja-kyung ficava duro, mas o anel fazia com que parecesse dolorosamente rígido. Quando ele estendeu a mão para o dispositivo, Il-hyeon o tocou primeiro. Clique. Ele pareceu pressionar um botão, e uma vibração começou sob seus testículos.
Maldito seja. Ja-kyung praguejou e desabou para frente.
— Espere, espere um minuto!
Il-hyeon o ignorou, pressionando seu pau contra o buraco de Ja-kyung e esfregando-o. Apesar de estar encharcado, ele não aguentava mais, então Il-hyeon estalou a língua e usou o polegar para alargar o buraco à força. Ja-kyung gemeu e virou a cabeça. Seus olhos avermelhados e lábios ofegantes eram suficientes para alimentar as tendências sádicas de Il-hyeon.
— Ha, CEO Kang…
— Por quanto tempo você vai me chamar de CEO Kang, hein?
— Então como eu devo te chamar?
— Não se faça de tímido quando você sabe.
— Espere um minuto. Deixe-me tirar isso, ah!
Enquanto Ja-kyung tentava alcançar o dispositivo para removê-lo, Il-hyeon empurrou seu pau para dentro. Seu buraco se dilatou violentamente, prendendo-se ao pau dele como se fosse devorá-lo. Il-hyeon jogou a cabeça para trás, com o cenho franzido.
— Porra…
Olhando para baixo, a cobra tatuada no ombro de Lee Ja-kyung estava enrolada e o encarava com a boca aberta. Ver aquele rosto toda vez que faziam sexo não era agradável. Il-hyeon jurou novamente substituí-lo por um gato algum dia, enquanto movia lentamente os quadris.
Ja-kyung tinha duas reentrâncias semelhantes a covinhas acima das nádegas, que se aprofundavam conforme seus músculos se contraíam de excitação. Il-hyeon escaneou seu corpo da cabeça aos pés, então estendeu a mão por baixo e esfregou o pau dele. A vibração do dispositivo alcançou sua palma e, enquanto ele o montava, Ja-kyung desabou impotente.
— Ah…! Não entre tão fundo.
Il-hyeon o empurrou até o fim, até que as nádegas de Ja-kyung ficassem achatadas, e então o esfregou para cima e para baixo. Ja-kyung sentiu como se sua mente estivesse voando para longe.
— Você gosta disso mais do que apenas estocadas brutas, certo?
Ja-kyung assentiu, e Il-hyeon pressionou o botão novamente. A vibração se intensificou e Ja-kyung retorceu o corpo. — Espere, eu quero tirar isso. — Ele tentou alcançar o dispositivo, mas seu pau já estava cativo na mão de Il-hyeon. Il-hyeon cutucou sua glande com o polegar, puxou os quadris para trás e então estocou para cima, enviando um choque pelo corpo de Ja-kyung.
— Ah!
A batida implacável fez seu estômago começar a doer, e parecia que o fusível em sua cabeça estava queimando e voltando repetidamente.
Continua…
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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna
Ler Aqueles que Merecem Morrer (Novel) Yaoi Mangá Online
Sinopse:
Um dia, Lee Ja-kyung, um assassino de aluguel que vivia na Tailândia, recebeu uma proposta de 5 milhões de dólares. O alvo era Kang Il-hyeon, um gângster que vivia na Coreia. Havia apenas uma condição.
No entanto, Kang Il-hyeon não era um adversário nada fácil. Pelo contrário, sua armadilha vai se fechando cada vez mais em torno de seu pescoço, e ele se vê encurralado…
Será que Ja-kyung conseguirá matá-lo e voltar em segurança? Ou ele morrerá assim mesmo, nas mãos de Kang Il-hyeon?
Nome alternativo: Things That Deserve To Die Aqueles Que Merecem Morrer