Ler Hit Me Hard!! (Novel) – Capítulo 25 Online

↫─Capítulo 25
— Parece que você nasceu com uma pele boa. Mesmo assim, isso não vai adiantar. O seu rosto é tão bonito, mas você está estragando-o com esse lixo.
Cha Gyuwon repetiu as palavras rosto bonito para si mesmo. Ele nunca tinha ouvido uma coisa dessas de ninguém além de sua mãe.
— Espere um momento. Deixa eu pegar uma coisa no carro. Me espere.
Ko Woonha levantou-se e avisou Cha Gyuwon mais uma vez.
— Se você usar isso enquanto eu estiver fora, eu vou raspar os seus pelos pubianos também, então espere.
“Isso deve ser uma piada… certo?”
Cha Gyuwon piscou sem entender, como se tivesse ouvido algo sem sentido.
No entanto, Ko Woonha, indo em direção à entrada, gritou, — Eu não estou brincando, estou falando sério! —, fazendo Gyuwon largar o barbeador como se tivesse se queimado.
Depois de um tempo, Ko Woonha voltou. Cha Gyuwon não ficou nem um pouco surpreso ao vê-lo entrar digitando a senha, como se fosse sua própria casa.
— Você esperou quietinho? Bom menino.
Pelo contrário, Ko Woonha foi quem ficou surpreso ao ver Cha Gyuwon sentado na borda da banheira.
Parecia que ele tinha voltado depois de dizer para um cachorro grande ficar. Como ele obedeceu bem, ele tinha que lhe dar um elogio. Ko Woonha bateu levemente na bochecha de Cha Gyuwon e alinhou o que segurava na mão sobre a pia.
Cha Gyuwon inclinou a cabeça em direção à pia, como se ansiasse pelo olhar de Ko Woonha, que não estava olhando para ele.
À primeira vista, era difícil dizer que tipo de produtos eram aqueles. Ko Woonha pegou um pouco de sabão de barbear em pó e fez uma espuma. O toque dele era muito habilidoso.
— Olhe aqui.
Ko Woonha falou em direção a Cha Gyuwon com um aceno de queixo. Quando Cha Gyuwon ergueu levemente a cabeça como lhe foi dito, Ko Woonha, com os olhos baixos, pegou o pincel coberto de espuma.
— Já que você é um adulto, é melhor fazer as coisas do jeito adulto.
A espuma foi aplicada uniformemente em seu queixo, sob a boca e nas bochechas. Cha Gyuwon fechou os olhos com o aroma ligeiramente forte da colônia. Era literalmente o perfume de um adulto.
— Cubra bem a pele assim.
Ko Woonha, tendo deixado de lado o pincel e a tigela usada para fazer espuma, agora pegou uma lâmina.
Quando Cha Gyuwon viu aquilo e lançou um olhar cauteloso, Ko Woonha abriu um sorriso largo e girou a lâmina com habilidade.
— Você já viu Sweeney Todd? O musical.
— Não.
— O barbeiro leva pessoas para a sua barbearia e as mata.
— …
— Assista mais tarde. É divertido.
— Por que diabos você está contando essa história agora…?
— Eu me pergunto. Talvez seja porque o rosto assustado de Cha Gyuwon é divertido.
Ele realmente é travesso. Durante o tempo em que o havia deixado, Cha Gyuwon esteve sentindo falta de Ko Woonha, ressentindo-o, culpando-se e detestando-se enquanto estava preso em um ciclo infinito de pensamentos. Por causa disso, ele tinha ficado um pouco abatido e retornado ao seu período sombrio de antes de conhecer Ko Woonha, tudo por nada.
No entanto, ele de repente apareceu do nada e estava provocando ele de novo.
O problema era que, por algum motivo, seu coração ficou mais leve com aquela atitude. Como se tudo não tivesse sido grande coisa.
— Erga a cabeça.
Ko Woonha murmurou baixo.
Seus olhos se fecharam naturalmente com a voz que havia se tornado baixa devido à concentração. Enquanto confiava seu pescoço a um anjo que acabara de contar uma história sobre um barbeiro que cortava a garganta dos clientes, ele se sentia nervoso, mas… era bom. Sinceramente, ele sentia que desistiria e aceitaria mesmo se Ko Woonha cortasse sua garganta bem ali e naquele momento. Como ele seria a última coisa que veria, sentia que poderia até ir para o céu.
“Ele riria se eu dissesse algo assim. Ou ele ficaria irritado de novo?”
— No que você está pensando.
Ko Woonha perguntou.
Ao som agradável de raspar, raspar, Cha Gyuwon respondeu um instante depois.
— Você se barbeia assim também, hyung?
— Às vezes.
Ko Woonha era do tipo com poucos pelos no corpo. Além disso, porque tinha feito depilação a laser, ele mal tinha barba.
Cha Gyuwon reflexivamente baixou o olhar. Ko Woonha percebeu para onde ele estava olhando e riu baixinho. Mesmo tendo erguido o olhar tarde para fingir que não estava olhando, já era tarde demais.
— Você está curioso para saber se eu raspei os pelos lá de baixo também?
Claramente, Ko Woonha não tinha pelos pubianos. Era muito limpo. Para alguém que brincava de forma suja, o tom de pele dele não era muito escuro também. Na verdade, Cha Gyuwon tinha muitas coisas sobre as quais estava curioso em relação à genitália de Ko Woonha. Você originalmente não tinha pelos? Por que diabos você tem esferas? É mentira que você é uma vadia, certo? Que tipo puta tem um pau limpo assim? E assim por diante.
— Eu mandei remover aquela parte.
Ko Woonha respondeu prontamente.
— Eu pensei que seria mais confortável para brincar.
— …
O olhar de Cha Gyuwon obscureceu. Diante da feição que se tornou sombria em um instante, Ko Woonha afastou a lâmina de barbear.
— Por quê. Você esperava que o que eu disse naquela época fosse uma mentira?
— …Não. Está tudo bem agora.
— Por que “agora”?
— …
— Tudo pronto. Limpe o rosto. Limpe com a toalha primeiro.
Cha Gyuwon, que fez tudo como lhe foi dito, lavou o rosto e olhou para Ko Woonha através do espelho.
Ele se sentia mais corajoso do que quando estava realmente fazendo contato visual.
— Foi você quem colocou as esferas, hyung?
— Porque você está preocupado que outra pessoa tenha forçado elas para dentro? O que foi, você deve ter imaginado alguma história de novo sobre eu conhecer um amante lixo, sofrer emocionalmente e depois pensar “ah, tanto faz” e sair entregando o meu corpo?
— Não…
— Você imaginou.
Claramente, até o momento em que entrou, ele pensou que tudo estaria acabado imediatamente se ele balbuciasse tal tolice, mas, surpreendentemente, ele não estava com muita raiva.
Ko Woonha organizou as ferramentas e as colocou no armário do banheiro.
— Afaste-se. Preciso lavar as minhas mãos.
É claro que afastar a estrutura grande não tornava as coisas nem um pouco mais confortáveis. Ko Woonha provocou Cha Gyuwon, que ostentava uma grande presença ao seu lado.
— O seu corpo é deste tamanho, mas por que a sua coragem é tão pequena?
— …Pelo menos a minha coragem deveria ser pequena. Já que o meu corpo é deste tamanho.
— É mesmo?
— …
— Para ser sincero, eu estava com tanta raiva que não queria ver você de novo… Eu tive muitas preocupações até mesmo sobre vir aqui. Foi incômodo.
— ….
— Mas vendo você de novo, não estou com raiva. É absurdo.
Ele estava sendo sincero. Ko Woonha soltou uma risada sem graça porque era ridículo.
Cha Gyuwon manteve os lábios bem fechados e a cabeça virada para o lado por um tempo antes de perguntar.
— Então, o que vai acontecer agora?
— Eu me pergunto. O que deveríamos fazer?
Na verdade, eles nem sequer estavam em um relacionamento para ter esse tipo de conversa. Se apenas uma pessoa quisesse terminar, estava acabado, e se quisessem continuar se deitando, poderiam continuar.
— Eu vou te dar uma chance. Diga tudo o que você quer dizer.
No entanto, talvez eles tivessem se apegado através do corpo nesse meio-tempo, Ko Woonha trouxe palavras inesperadas. Era uma reação em que ele próprio nem havia pensado.
— Antes disso, primeiro.
Ko Woonha, que havia se virado de costas para a pia, trouxe à tona as palavras que havia preparado, deixando de lado os assuntos futuros. Era verdade que Cha Gyuwon tinha agido como uma criança. No entanto, também era verdade que ele próprio tinha agido de forma fria demais com uma criança.
— É porque estou cansado e farto de pessoas me considerando um garoto digno de pena que ficou assim por causa de circunstâncias inevitáveis, como se houvesse algo de errado comigo. Eu agi por impulso emocional. Quem foi que se portou como uma criança fui eu. Me desculpe.
— …
Cha Gyuwon ergueu a cabeça num sobressalto. Seus olhos vacilaram. Ko Woonha ergueu a mão e o cortou instantaneamente.
— Não chore. Eu não gosto muito de choro.
Diante daquelas palavras, Cha Gyuwon arregalou os olhos e colocou muita força neles.
Graças ao corte de cabelo, seus olhos estavam mais visíveis. Era louvável como ele tentava fingir que não estava, embora eles estivessem pingando de tão úmidos.
“Hum, mas chorar pode ser bom também. Não significa apenas que eu não tenho que ser quem vai confortá-lo? Ele é bonito. Eu deveria colocar ele debaixo de mim e fazer ele chorar?”
Ko Woonha imaginou uma cena de provocar Cha Gyuwon enquanto amarrava levemente a base de sua genitália para que ele não pudesse ejacular.
— Eu posso realmente dizer o que quero dizer?
— Sim. Porque pode ser a última vez.
Ele falou intencionalmente de forma um pouco mais travessa. Mas não era uma declaração falsa também. Ele havia se desculpado com Cha Gyuwon e não tinha continuado com raiva. Os assuntos futuros eram algo a ser decidido gradualmente. Ele pensava que seria difícil encontrar um parceiro de foda cuja química sexual fosse tão boa, mas, por outro lado, a atitude de Cha Gyuwon era um problema grande demais para manter apenas como parceiro de cama.
— Então, um momento por favor.
Cha Gyuwon saiu para a sala de estar. Enquanto Ko Woonha permanecia imóvel, ele colocou apenas a cabeça para fora do lado da porta e acenou com a mão.
— Não, por favor espere na sala de estar.
Então ele voltou para trás e desapareceu.
A altura dele parecia passar de um metro e noventa, mas ele parecia absurdamente fofo. Ko Woonha soltou uma risada sem graça porque era ridículo e foi para a sala de estar.
— O que foi. Você disse que diria o que tinha a dizer…
Cha Gyuwon, tendo acomodado Ko Woonha no sofá, trouxe refrescos que apenas jovens damas nobres apreciariam, exatamente como antes.
— …Por favor coma isto.
— Parece que você está me dizendo para não ir a lugar nenhum enquanto como isto.
— Isso mesmo.
— Sério?
Em vez de responder, Cha Gyuwon despejou chá na xícara de Ko Woonha e desapareceu no quarto.
Um momento depois, uma grande tela desceu lentamente ao longo da parede da sala de estar, que não tinha uma única televisão.
— O que é isso?
Ko Woonha, que estava bebendo chá, de repente franziu a testa.
↫─☫ Continua…
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✦ Tradução, revisão e Raws: Lᥙ꧑ᥲ Hᥲrtzᥣᥱr
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Sinpse:
Ko Woonha, que busca estímulos mas raramente os sente devido ao seu senso de dor embotado, experimenta prazer pela primeira vez na vida durante uma noite com o irmão mais novo de seu parceiro, Cha Gyuwon.
No entanto, seu parceiro é mais novo, o que Ko Woonha considera o pior, e além disso era um virgem que tinha feito um voto de pureza.
– Quem faz sexo quando nem é casado?
– Você por acaso está pensando em se casar comigo?
– Pode? Somos ambos homens.
O que você vai fazer se puder…. Sua resposta é rápida demais….
– Tudo bem. Fazer por trás não conta….
Independentemente dos sentimentos de Ko Woonha, Cha Gyuwon inconscientemente fez uma certa promessa que apostaria sua vida nisso.
Ele pensou que tinha rosto de anjo. Desde o primeiro dia em que seu irmão o trouxe para casa, ele pensou, como pode existir uma pessoa com uma aparência tão perfeita?
No entanto, o belo anjo diante de seus olhos não era uma pessoa comum.
– Senhor Cha Gyuwon. Eu sou uma puta.
– …
– Desculpe…. Mas é verdade.
Eu durmo com qualquer um e também faço com três pessoas.
Ele era um anjo louco, promíscuo e insano.
– O que foi. Sou o anjo do Gyuwon. Eu.
– …
– Pode olhar para um anjo assim?
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