Ler Ex Sponsor (Novel) – Capítulo 51 Online


Modo Claro

Capítulo 51

A julgar pela expressão dele, eu estou certo. Ele está chamando isso de a oportunidade da vida dele? Esse bastardo maluco está tentando me vender para algum velho caquético?

— Pare o carro. Eu vou descer.

Cheongyeon disse friamente, abrindo o cinto de segurança.

— Ei, ei, Cheongyeon-ah.

Kim Kyungseop, parecendo assustado, endireitou o corpo e tentou parar Cheongyeon.

— Apenas vá a essa reunião, se pelo menos for por minha causa. A pessoa que eu não posso recusar é…!

Uau, ser roubado em plena luz do dia, é exatamente isso. Cheongyeon estava sem palavras de tanta incredulidade. Kim Kyungseop, segurando Cheongyeon, desesperadamente repetiu palavras semelhantes.

— Eu sei que você odeia esse tipo de reunião. Mas realmente, eu juro, eu não posso recusar essa pessoa, então eu não tive escolha. Se você vai recusar, você tem que fazer isso por si mesmo, desta vez.

— …….

— Se você realmente não quiser, apenas encontre a pessoa e deixe suas intenções claras. Apenas faça isso por mim, tudo bem?

Cheongyeon encarou fixamente os olhos de Kim Kyungseop. Ele queria abrir la porta do carro bem naquele momento e pular para fora para ir para casa, mas a expressão no rosto dele era desesperada demais.

Por causa disso, Cheongyeon não conseguiu se forçar a dizer não categoricamente. O que diabo ele ouviu para estar meio louco desse jeito?

Cheongyeon, vendo Kim Kyungseop completamente diferente de seu eu habitual e se contorcendo ansiosamente, esfregou o rosto com força como se estivesse lutando consigo mesmo.

Após um momento de silêncio, Cheongyeon abriu a boca.

— Quando eu tenho que encontrá-lo?

— Em duas horas…

Kim Kyungseop murmurou, olhando ao redor nervosamente.

— Essa é realmente uma reunião que eu posso recusar?

— Definitivamente. Você pode recusar.

Kim Kyungseop disse em um tom firme. O rosto de Cheongyeon endureceu ainda mais com isso.

Quem é essa maldita pessoa que me arrastou para essa reunião para Kim Kyungseop estar reagindo assim? Se é alguém que ele não pode recusar, é um diretor famoso? Outro profissional de emissora? O chefe de uma grande agência?

Kim Kyungseop não pode recusar, mas eu posso? Nada disso fazia qualquer sentido. A essa altura, Cheongyeon estava profundamente confuso.

Por outro lado, uma curiosidade mórbida surgiu em um canto de sua mente. Mesmo quando lidava com um diretor estrela como Yang Jeonghak, Kim Kyungseop não ficava tão perturbado. Ele se perguntava quem diabos queria vê-lo.

Cheongyeon, ignorando a sugestão de Kim Kyungseop para passar no salão, foi direto para o local da reunião.

Chegando mais cedo do que o esperado, Cheongyeon sentou-se primeiro e pediu comida. Como Kim Kyungseop havia assegurado com confiança, não era um lugar obscuro; o assento reservado ficava perto de uma janela iluminada em um famoso restaurante de hotel. Em um lugar como esse, ele não ficaria assustado mesmo se jantasse sozinho com aquela pessoa misteriosa.

— O senhor gostaria de um pouco de vinho enquanto espera?

Um funcionário do hotel se aproximou de Cheongyeon, que estava sentado rigidamente, e lhe mostrou a lista de vinhos recomendados. Coincidentemente, eram todos vinhos de que Cheongyeon gostava.

— Não, obrigado.

Mas quem sabia o que poderiam ter colocado ali dentro? Cheongyeon recusou categoricamente e matou o tempo olhando para o celular.

— Por aqui.

Ele estava pesquisando artigos na internet quando ouviu a voz gentil de orientação do funcionário vinda de trás.

Cheongyeon naturalmente virou a cabeça e olhou em direção à entrada. Ao mesmo tempo, um feromônio familiar de Alfa flutuou sobre ele.

E os olhos de Cheongyeon se arregalaram ao ver o homem se aproximando da mesa.

— Você chegou cedo.

Moon Doheon sentou-se à frente dele e o cumprimentou casualmente.

Cheongyeon endireitou as costas e encarou Doheon sem reação.

— Diretor, por que o senhor está aqui? O presidente disse claramente que era uma reunião relacionada à indústria do entretenimento…

— Eu disse a ele para não te contar. Eu sabia que você não viria se soubesse com antecedência.

“Eu sei que você odeia esse tipo de reunião. Mas realmente, eu juro, eu não posso recusar essa pessoa, então eu não tive escolha. Se você vai recusar, você tem que fazer isso por si mesmo, desta vez.”

Só então Cheongyeon conseguiu entender completamente as palavras ambíguas que Kim Kyungseop havia dito enquanto batia os pés. Se a pessoa que queria vê-lo era Moon Doheon, não era de admirar que Kim Kyungseop estivesse agindo daquele jeito.

— Então, a pessoa que o presidente mencionou… a pessoa que deveria vir à reunião de hoje é o senhor, diretor?

Cheongyeon perguntou com uma voz abobalhada. Doheon, bebendo o vinho que o funcionário despejou para ele, respondeu descaradamente.

— Isso mesmo.

Cheongyeon ficou tão boquiaberto que perdeu as palavras e apenas moveu os lábios.

Ele se perguntou por que ele se deu ao trabalho de chamá-lo através da agência. Embora Cheongyeon tivesse bloqueado o número de Doheon, havia muitas maneiras de ele encontrá-lo pessoalmente se quisesse.

— Por que tudo isso de repente? O senhor vai entrar no negócio do entretenimento ou algo assim?

— Eu pareço tão livre assim para você?

— Então por que…

Bem quando Cheongyeon estava prestes a abrir a boca, os funcionários do restaurante trouxeram a comida. Era o cardápio que ele havia pedido com antecedência quando se sentou mais cedo.

Doheon silenciosamente observou enquanto os pratos eram colocados na mesa um por um. Quando ele permaneceu em silêncio mesmo depois que os funcionários saíram, Cheongyeon o instigou.

— Diretor?

— Eu sei agora que você está falando sério sobre atuar.

Doheon abriu a boca um tempo depois.

— E que você não tem intenção de voltar para mim agora.

Cheongyeon inclinou a cabeça diante das palavras inesperadas. E daí? O que tem isso?

— Não “agora”, mas eu não tenho intenção de voltar para o diretor nunca mais. Eu lhe disse isso da última vez.

— Por isso eu vou lhe oferecer um patrocínio.

A mão de Cheongyeon, que estava prestes a pegar o garfo, parou.

— Um patrocínio…?

Uma oferta de patrocínio de seu ex-marido divorciado.

Cheongyeon perguntou novamente para ter certeza de que havia ouvido corretamente. Era algo tão diferente do que ele diria que ele ficou confuso.

— Você cumpre o que eu quero. Em troca, eu cumpro o que você quer.

— O que é que o diretor quer?

— Tempo com você.

Doheon encarou Cheongyeon arrogantemente.

No momento em que seus olhos escuros tocaram o rosto dele, a respiração de Cheongyeon ficou presa na garganta.

— Uma vez por semana. Você me encontra toda sexta-feira à noite.

Doheon continuou a falar calmamente. A mente de Cheongyeon, em alerta máximo, correu.

— Por que eu deveria aceitar um patrocínio do diretor?

— Porque eu posso fazer você ser escalado naquele drama. Eu também posso deixar você atuar naquele roteiro da Netflix que chegou até você como um papel secundário. Como o papel principal, é claro.

Ele falou como se já soubesse a quais audições Cheongyeon vinha indo recentemente.

— Por quê? Por que o senhor está indo tão longe?

— Eu já lhe disse. Eu quero estar com você, e quero que você volte. Você quer ser um ator. Vamos trocar o que queremos. Como um tipo de acordo.

Moon Doheon, com o título de diretor na JT Electronics, não podia de forma alguma deixar de saber qual era o papel de um patrocinador. Definitivamente não era uma oferta puramente inocente.

Mas a questão do porquê constantemente preenchia a mente de Cheongyeon. Ao longo do casamento deles, a vida sexual deles não tinha sido nada além de seca.

Se Doheon não tivesse gostado da aparência rígida de Cheongyeon, sempre sentindo dor e perdido, então Doheon provavelmente também não tinha aproveitado muito na cama. A frequência significativamente baixa dos encontros deles provava isso.

Se o sexo não era o propósito, ele realmente queria apenas passar um tempo com ele? Agora, logo agora?

Considerando que Doheon continuou a procurar Cheongyeon mesmo após o divórcio deles, fazia algum sentido.

— Não vejo por que você está hesitando. Não é benéfico para você em todos os sentidos?

Quando o silêncio de Cheongyeon se arrastou, Doheon girou a taça de vinho em sua mão como se não pudesse entender.

— Como o diretor se sentiria se seu ex-marido de repente aparecesse e se oferecesse para patrociná-lo?

— Eu aceitaria. Porque eu posso levar você não apenas para onde você quer estar, mas também para o topo mais alto se você quiser.

Ele respondeu com confiança. Sua voz era certa, sem um traço de dúvida.

Era irritante, mas também era verdade. Com a riqueza e o poder dele, era definitivamente possível.

Honestamente, não era uma oferta ruim. Não, era mais do que benéfico. Para um idol que se tornou ator como ele, que nunca foi conhecido, assumir o papel principal em um drama. Além disso, o patrocinador era ninguém menos que o sucessor do Grupo JT.

O papel principal em um drama e o topo que ele queria. O coração de Cheongyeon começou a acelerar diante das condições diretas que Doheon mencionou. Em sua mente, ele já estava imaginando vividamente a cena de passar na audição e interpretar o papel principal.

— Tudo bem. Com a condição de que não haja contato físico.

Depois de muita deliberação, Cheongyeon respondeu solenemente. Diante disso, a expressão relaxada no rosto de Doheon rachou um pouco.

— Não é como se o senhor estivesse fazendo essa oferta porque quer dormir comigo de qualquer maneira.

— Por que você acha que eu não pediria sexo a você?

Os olhos de Cheongyeon se arregalaram diante das palavras inesperadas.

— O quê?

— Nós éramos um casal casado, mesmo que estejamos divorciados agora.

— Então. Isso significa que…

— É claro, sexo está incluído. Essa não é a condição básica de um patrocínio?

Ele quase deixou cair o copo que estava segurando. Cheongyeon encarou Doheon, que estava sentado à sua frente, com olhos cheios de choque.

O ex-marido dele devia estar louco.

Continua…

⌀ ⌀ ⌀

✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna

Ler Ex Sponsor (Novel) Yaoi Mangá Online

Sinopse: 

Cheong-yeon exige o divórcio de Do-heon, encerrando seu casamento de três anos.
— Acho que já vi o suficiente, tanto o bom quanto o ruim. Vamos acabar com isso. Por favor, divorcie-se de mim, Do-heon.
E assim, Yoo Cheong-yeon adiciona “divorciado” à sua lista de títulos, ao lado de ex-ídolo fracassado e formado no ensino médio. Enquanto ele luta para retomar sua carreira de ator, que havia abandonado devido à oposição de Do-heon, seu ex-marido começa a agir de forma estranha.
— É apenas imaginação minha, ou Do-heon, que nunca demonstrou o menor interesse por mim antes, continua por perto?
Eventualmente, Do-heon chega a propor um acordo de patrocínio a Cheong-yeon.
— Patro…cínio?
— Uma vez por semana. Encontrar-me toda sexta-feira à noite.
— Por que eu deveria aceitar patrocínio de você, Diretor?
— Porque eu posso conseguir um papel para você naquela novela. Como protagonista, é claro.
Cheong-yeon quer recusar categoricamente, dizendo-lhe para não falar bobagens, mas a oferta do ex-marido rico é tentadora demais.
— Mas esse cara nem gostava de fazer sexo comigo quando estávamos juntos.
A atitude imprevisível de Do-heon deixa Cheong-yeon confuso.
— Tudo bem. Eu aceito se não houver contato físico. Não é como se você estivesse fazendo essa oferta porque quer dormir comigo, de qualquer forma.
— Por que você pensaria que eu não exigiria sexo de você?
Os olhos de Cheong-yeon se arregalaram com essas palavras inesperadas.
— O quê?
— Mesmo que estejamos divorciados agora, fomos casados legitimamente.
— Então… isso significa…
— É claro que sexo está incluído. Essa não é a condição básica de um patrocínio?
Nome alternativo: Ex Patrocinador Ex Sponsor

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