Ler 7 Minutes of Heaven (Novel) – Capítulo 25 Online

❀ 7 Minutes Of Heaven 4
Nunca em sua vida ele havia encontrado uma pessoa tão difícil. Jeong-in era alguém que ele simplesmente não conseguia prever usando sua lógica ou métodos habituais. O que era ainda mais incompreensível era seu próprio desejo de manter Jeong-in por perto.
Nesse momento, faróis brilhantes brilharam atrás de Chase, e um Camry vermelho parou logo atrás de seu carro.
Era Suzy quem saía do veículo. Ela reconheceu imediatamente quem era o dono do carro esportivo de luxo, incomum naquele bairro.
— Chase?
Chase ergueu a cabeça e viu Suzy carregando uma sacola grande com o logotipo de um supermercado.
— Olá.
— Por que está sentado aí fora? Por que não entra?
— Bem…
Chase interrompeu a fala vagamente. Ele não conseguia encontrar as palavras certas para explicar. Suzy ajeitou a sacola grande enquanto esperava pela resposta de Chase. Parecia pesada mesmo à primeira vista.
— Deixe-me levar isso.
Chase saiu rapidamente do carro e pegou a bagagem dela. Suzy massageou os braços e os ombros, aparentemente aliviada do peso.
— Jeong-in parece um pouco sem energia esses dias. Estou voltando com muita carne e acompanhamentos.
Suzy disse com um sorriso. Ela observou Chase brevemente e acrescentou:
— Se você não jantou, gostaria de se juntar a nós? Embora vá ser comida coreana de novo.
Chase sentiu o alívio subir dentro de si. Parecia ter encontrado uma aliada forte e inesperada.
— Tudo bem por você?
— Você é amigo do Jeong-in, é claro que sim.
Suzy respondeu casualmente e começou a caminhar em direção à casa.
Que tipo de reação Jeong-in teria ao vê-lo? Chase entrou na casa atrás de Suzy, tomado por uma tensão que deixava sua garganta seca.
Assim que entraram no corredor, Suzy chamou alto em direção ao topo da escada.
— Jeong-in! A mamãe chegou!
Sua voz ecoou pela casa silenciosa. Depois de um tempo, houve um pequeno movimento no segundo andar. Chase sentiu seu coração começar a bater rapidamente. Como antes de um grande jogo. Não, ainda mais tenso do que isso.
Jeong-in, descendo as escadas, parou no meio do caminho. Ele ainda não estava usando óculos. Sua expressão calma congelou no momento em que avistou Chase.
— …Prescott?
A voz de Jeong-in misturava perplexidade com um toque de irritação. Chase conseguia ler o rosto dele claramente. A mensagem “O que você está fazendo aqui?” foi transmitida distintamente.
Ele precisava agir antes que Jeong-in pudesse recusá-lo. Chase virou-se rapidamente para Suzy.
— Onde devo colocar isto?
— Ah, na cozinha, por favor. Apenas coloque em cima da mesa.
Já tendo estado na casa de Jeong-in antes, Chase dirigiu-se naturalmente à cozinha. Ele pousou a sacola pesada sobre a mesa e respirou levemente.
Suzy o seguiu até a cozinha, colocando casualmente um avental e lavando as mãos enquanto dizia a Chase:
— Vai levar algum tempo. Suba e fique lá com o Jeong-in.
Chase concordou e virou-se, apenas para encontrar os olhos de Jeong-in assim que saiu da cozinha.
Jeong-in exibia uma expressão séria com a testa levemente franzida. Morder o lábio quando estava incomodado parecia ser um hábito. Embora Chase achasse aquilo fofo, este não era o momento para admirar tais coisas calmamente.
— …Vamos.
Falando como quem está resignado, Jeong-in começou a subir as escadas. Chase o seguiu em silêncio.
Assim que entraram no quarto, Jeong-in fechou a porta e cruzou os braços firmemente sobre o peito. Um sinal claro de desagrado.
Fingindo não notar a atitude de Jeong-in, Chase olhou ao redor do quarto e avistou um bicho de pelúcia em um dos lados da cama de Jeong-in.
— Snowball! O papai chegou!
Sentado na cama, Chase fez um alvoroço, puxando o brinquedo de pelúcia para seus braços como um pai se reunindo com um filho perdido. Ele queria suavizar a atitude fria de Jeong-in, mesmo com uma piada boba. Mas Jeong-in não se deixou convencer tão facilmente.
— O que você está fazendo aqui?
Chase rapidamente segurou o bicho de pelúcia para cobrir o rosto. Deixando o Snowball receber o olhar gélido em seu lugar, com apenas os olhos espiando para fora, ele deu sua desculpa.
— Sua mãe me viu por acaso e me convidou primeiro. Ela disse para ficar para o jantar.
— Sinto muito. Diga à mamãe que você tem algo urgente e vá embora.
O sorriso que Chase estivera se esforçando para manter desapareceu gradualmente de seu rosto. Ele soltou o bicho de pelúcia e olhou para Jeong-in, que permanecia parado no meio do quarto.
— Por que eu deveria fazer isso?
— É desconfortável.
Chase simplesmente não conseguia entender a atitude de Jeong-in, que havia mudado tão de repente, como quem vira a palma da mão.
— Na semana passada, você e eu não estávamos desconfortáveis. Por que as coisas deveriam mudar de repente?
A expressão de Jeong-in sugeria que ele também não conseguia entender Chase.
— É claro que as coisas devem mudar.
— Por quê? Por que deveriam mudar? Eu não gosto disso. Quero comer com você como antes, conversar com você, andar com você.
— Andar junto? Você é uma criança?
Jeong-in olhou para Chase como se ele fosse um garoto dando birra. Mas Chase não conseguia parar de falar.
— Isso é injusto.
Sua voz estava cheia de ressentimento. Parecia que ele estava perdendo Jeong-in por algo que não havia feito de errado. Observando-o, Jeong-in suspirou profundamente, como se desistisse de qualquer tentativa de convencê-lo.
— É assim que a vida é. Aceite.
O tom de Jeong-in era frio e seu rosto, inexpressivo. Ele estivera sorrindo bastante na escola, mas não para ele. Chase sentiu a irritação subir diante daquela atitude.
— Por que você não está usando óculos?
Chase perguntou subitamente. A testa de Jeong-in se franziu diante da pergunta de intenção obscura.
— A armação quebrou. E as lentes ficaram riscadas.
— Você não os consertou?
— Deixei para consertar. Disseram que levaria alguns dias.
Chase assentiu, mas ainda não conseguia afastar a dúvida que permanecia em um canto de sua mente. O que realmente o incomodava era outra coisa.
— Tem algo que eu quero perguntar.
— O que é?
— Quem é Justin?
— Justin?
— Naquele dia, a pessoa por quem você estava esperando. Você desceu chamando por esse nome.
Jeong-in manteve-se em silêncio por um tempo, olhando calmamente para Chase. Seus olhos pretos e inabaláveis pareciam questionar o direito de Chase de perguntar tais coisas.
— O que isso tem a ver com você?
— Estou curioso.
Demonstrar tanto interesse em alguém de quem ele nem gostava era errado. Jeong-in não fez esforço para esconder seu cansaço, como se estivesse exausto de tal interesse e de tais perguntas, soltando um suspiro próximo a um lamento.
— Haa… Prescott.
— Chase.
— …O quê?
Ser chamado pelo sobrenome agora era insuportável. Ele queria que Jeong-in o chamasse pelo primeiro nome. Não, na verdade, ele preferiria uma forma de tratamento ainda mais íntima.
— Me chame de Chase.
Os olhos de Jeong-in se arregalaram de surpresa, e ele hesitou por um momento. Mas logo ele virou o rosto, evitando Chase.
— Não. Eu não quero.
A voz de Jeong-in tremeu ligeiramente enquanto ele continuava. Como se tivesse ouvido algo doloroso.
— …A Vivian Sinclair te chama assim.
— E daí?
Vendo Jeong-in, que estava claramente chateado, Chase sentiu-se confuso. Era como se estivessem falando línguas diferentes.
Ainda assim, ele queria suavizar os sentimentos de Jeong-in da melhor forma possível. Queria confortá-lo de alguma maneira.
— Eu a conheço desde os dois anos. Ela me chama assim porque viu minha mãe me chamando assim.
— …Eu não me importo.
— Então por que você mencionou a Vivian?
Jeong-in mordeu o lábio novamente. Observando isso, Chase tentou medir os sentimentos de Jeong-in.
Ele estava com ciúmes? Ou ele não queria ser tratado da mesma forma que Vivian?
— Você é realmente… difícil demais.
Chase passou a mão bruscamente pelo cabelo com um suspiro profundo. Finalmente, ele decidiu compartilhar uma história que nunca havia contado a ninguém.
— Eu e a Vivian não estamos namorando. Nunca estivemos.
A expressão de Jeong-in endureceu com as palavras de Chase.
— Mas…
Chase Prescott e Vivian Sinclair estavam sempre juntos. Conhecidos como o casal oficial de Bellacove, a história dos dois — que haviam namorado e terminado repetidamente ao longo de um grande período — começou no ensino fundamental.
— Era apenas conveniente para ambos.
Chase continuou calmamente sua explicação, como se tivesse lido a dúvida nos olhos de Jeong-in.
— Ela precisava de um troféu para mostrar aos outros, e eu precisava de uma desculpa para evitar atenção desnecessária. A Vivian tem um temperamento terrível. A maioria das pessoas não se aproximava de mim porque tinha medo dela.
A influência de Vivian tinha sido significativa para permitir que Chase permanecesse tranquilo, sem ser pego em emaranhados românticos desnecessários ou boatos, apesar de estar no centro de inúmeras festas.
Jeong-in exibia um olhar contemplativo no rosto. Ele parecia estar sondando a lacuna entre o que achava que sabia e a realidade.
Chase nutriu uma esperança vã, mas Jeong-in logo balançou a cabeça, bloqueando essa possibilidade.
— Seja qual for a história… não é mais da minha conta.
Jeong-in, sem sequer olhar para Chase, não transmitia nada além de desconexão.
— Jay, você vai mesmo agir assim?
— …
— Jay.
Chase chamou Jeong-in com uma voz que parecia um suspiro, passando sua mão grande pelo rosto.
Ultimamente, era sempre Jeong-in quem o fazia sorrir, quem iluminava seu dia.
Festas com álcool e música alta, mulheres trocando olhares sugestivos como se fosse um jogo. Pela primeira vez, ele percebeu que podia se divertir sem essas coisas. Uma fatia de pizza com areia em um prato de plástico, as batatas fritas gordurosas de uma lanchonete modesta — tinham um gosto muito melhor do que a comida de restaurantes chiques onde reservas eram quase impossíveis de conseguir.
Apenas ler um livro no mesmo espaço fazia seu coração se sentir pleno e, quando via aqueles olhos pretos com seu brilho úmido, via-se confessando coisas que nunca contara a ninguém, como se estivesse em um confessionário. Isso lhe trazia uma sensação de libertação maior do que derrubar alguém agressivamente no campo para roubar a bola.
E agora Jeong-in quer acabar com tudo isso.
Chase sentia-se como se estivesse preso em um labirinto sem saída visível. Enquanto procurava um caminho, sentia-se afundando cada vez mais em um abismo. Ele não conseguia respirar, como um inseto pego na armadilha de uma planta carnívora.
— Jay.
Jeong-in ainda mantinha o olhar fixo na janela, sem sequer olhar para Chase.
— Estou falando com você. Olhe para mim, Jay.
Jeong-in relutantemente olhou para Chase. Seus olhos, como buracos negros com uma luz misteriosa, brilhavam silenciosamente. Sua pele era branca como papel, como se todo o pigmento existente tivesse ido para seus olhos, que eram tão pretos que Chase sempre sentia que estava sendo puxado para dentro deles.
— Vamos deixar claro. Você está dizendo que não pode mais andar comigo porque gosta de mim e eu te rejeitei?
— …Sim.
— Por quê?
Diante da pergunta de Chase, Jeong-in parecia ser aquele que não conseguia entender.
Apesar de morar na América por mais de sete anos, Jeong-in ainda mantinha os valores de um coreano nativo que não conseguia compreender Gwyneth Paltrow e Chris Martin permanecendo amigos após o divórcio.
Levou anos para que ele visse Steven, o ex-marido de sua mãe Suzy, com naturalidade. É claro que, mesmo agora, não era algo completamente confortável.
— Então por que você está fazendo isso?
A voz de Jeong-in tornou-se afiada ao perguntar.
— Você quer continuar andando junto como amigos, mesmo sabendo que eu gosto de você? Porque é o que você quer? Isso é realmente egoísta.
Havia uma emoção reprimida na voz de Jeong-in. Se você sabe que alguém gosta de você, mas não tem intenção de retribuir, não deveria ajudá-lo a seguir em frente? Não é uma cortesia manter distância?
Os dois no mesmo quarto estavam fisicamente próximos, mas seus corações estavam infinitamente distantes.
Chase protestou.
— Se andarmos juntos de novo e nos aproximarmos, seus sentimentos podem mudar.
— Como você pode, tão facilmente… Por que tudo é tão fácil para vocês?
— Vocês? Não sei a quem você está se referindo, mas não faça acusações generalizadas.
A diferença de valores entre as duas pessoas que cresceram em ambientes diferentes era significativa.
Para os coreanos, o amor é algo fatídico. A emoção do amor é absoluta, e um relacionamento que deu errado é irreversível, um destino que já foi rompido.
No entanto, muitos americanos percebem o amor como uma emoção que muda e se move. Eles acreditam que os corações podem mudar através do esforço e da escolha, e até mesmo relacionamentos que falharam podem continuar em outra forma. Eles acreditam que uma rejeição não é o fim da vida, e a forma do amor pode se transformar em amizade ou assumir outros formatos.
Além disso, Chase sequer pertencia à categoria desses americanos comuns.
Amor? Isso não era apenas uma tática de marketing vendida em filmes para ganhar dinheiro?
Para Chase, o amor não era nem sério, nem sublime. Ele não acreditava no amor romântico de que o mundo falava. Como poderia? Todo o amor que ele testemunhara resumia-se a transações, desejos e meros caprichos.
Apenas olhando ao seu redor, a resposta era clara. Embora conhecidos pelo público como uma história de amor romântica, sua mãe e seu pai, que se casaram por razões políticas, mantinham casos extraconjugais, e sequer eram fiéis aos seus amantes.
E quanto aos seus amigos? Uma repetição sem sentido de confissões, términos e novos encontros.
Michaela, que se confessara para ele, estava agora perdidamente apaixonada por Alex Martinez, e Ava Winslow estivera em um relacionamento sério com Max Schneider antes de sair com Brian Cole. Existe algo mais que mude tão facilmente e seja tão passageiro?
— Seus sentimentos poderiam se tornar amizade, e nós poderíamos ser amigos.
— Como o coração de uma pessoa pode mudar tão facilmente?
— Então você quer dizer que ele é eterno? Nem crianças de cinco anos acreditam nisso.
À medida que os dois trocavam palavras uma a uma, um silêncio pesado fluiu entre eles, levando a um impasse temporário. Estava claro que ambos estavam feridos.
Chase sabia que Jeong-in não mudaria de ideia facilmente. Jeong-in sempre falava suavemente, com uma voz um tanto intimidada, mas pensando bem, ele sempre fora firme. Talvez fosse do tipo bem obstinado.
Jeong-in estava meio voltado, olhando pela janela. O luar nebuloso que entrava pela vidraça pousava suavemente em seus ombros como se os abraçasse.
Chase olhou para seu formidável oponente com uma expressão complexa.
Jeong-in era diferente das pessoas que Chase conhecera até agora.
Cálculo e ambição escondidos em sorrisos gentis, bajulação e fingimento anexados a elogios e risadas trocadas. Chase estava acostumado a tais coisas.
Mas Jeong-in tinha uma nobreza que nunca se misturava com aquele mundo secular, uma coragem que não tinha medo de ficar fora do molde.
Seus olhos límpidos e sem nuvens às vezes deixavam Chase desconfortável. Era como se seu eu interior estivesse exposto nu, como através de um raio-X. Ao enfrentar Jeong-in, onde nem o fingimento nem a fachada funcionavam, ele sentia como se estivesse desarmado. Mas esse sentimento não era necessariamente desagradável.
Jeong-in tinha seu próprio centro. Talvez fosse por isso que estar com Jeong-in parecia flutuar em águas calmas. Aquele senso de estabilidade silencioso que apenas alguém com autoconfiança possui. Chase nunca conhecera tal pessoa em sua vida.
— Se você quer algo, você luta por isso. Apenas perdedores desistem.
De repente, as palavras que seu avô costumava dizer vieram à mente. Que você deve sempre conseguir o que quer e, o que quer que faça para isso, sempre poderá encontrar maneiras de justificar depois. Que, no momento em que você depõe suas armas, você é derrotado.
Mas Chase nunca levara essas palavras a sério em sua vida. Porque tudo chegava até ele antes mesmo que ele quisesse. Em seu mundo, a posse era mais natural do que o esforço, e ele aprendeu a aceitar em vez de ansiar.
Apenas Jeong-in era diferente.
Chase queria manter Jeong-in ao seu lado de alguma forma. Ele tinha uma forte intuição de que, se o perdesse agora, se arrependeria pelo resto da vida.
— Eu não sei como dois homens namoram. Nunca pensei nisso nem uma vez.
A testa de Jeong-in se franziu diante da declaração repentina de Chase. Se a questão era se Jeong-in era gay, isso era algo que o próprio Jeong-in se perguntava. Ele não podia negar que gostava de Chase Prescott, mas isso não significava que tivesse qualquer desejo de desenvolver um relacionamento com ele. Afinal, nem todo fã que gosta de uma celebridade sonha em namorá-la.
Chase, alheio ao dilema interno de Jeong-in, continuou falando.
— Se namorar é a única maneira de eu poder conversar e rir com você como antes, então tudo bem. Vamos namorar.
Jeong-in virou-se bruscamente para encarar Chase. Seu rosto mostrava descrença.
— …O quê? O que você acabou de dizer?
— Eu disse: vamos namorar.
Chase olhou para Jeong-in seriamente. E, naquele momento, ele chegou a uma percepção surpreendente sobre si mesmo.
Continua…
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✦ Tradução, revisão e Raws: Othello&Belladonna
Ler 7 Minutes of Heaven (Novel) Yaoi Mangá Online
Aviso: ※ Conversas em coreano são expressas usando 〈 〉, enquanto conversas em inglês e outros idiomas utilizam travessão —
Sinopse:
Lim Jeong-in é um nerd acostumado a ser tratado como se fosse invisível na selva do ensino médio. Ele participa de duas atividades de clube com seu melhor amigo, Justin Wong. Uma é o clube de matemática ‘Mathleet Society’, e a outra é o ‘Clube de Ódio ao Chase’.
— Longa vida ao Clube de Ódio ao Chase.
Escrever um ‘livro da vergonha’ que repete boatos sobre o maior galã da escola, Chase Prescott, era um dos pequenos prazeres dos dois nerds. No entanto, através de uma reviravolta inesperada, o caderno de Lim Jeong-in é descoberto por Chase.
Mas, em vez de ficar zangado, Chase demonstra interesse por Jeong-in.
— Você é realmente engraçado.
— O livro? Quando você vai devolvê-lo?
— Hmm. Quando você parar de me odiar?
Ironicamente, o relacionamento que começou com o livro da vergonha torna-se gradualmente especial e, à medida que Jeong-in descobre os lados ocultos de Chase, ele se vê cada vez mais atraído para o mundo dele.
[Então, você gosta um pouco mais de mim agora?]
A verdade é que você me cativou não apenas agora, mas muito antes. Desde o momento em que bati os olhos em você pela primeira vez.
Jeong-in entra em confusão ao encarar seus verdadeiros sentimentos, que ele deliberadamente ignorou e escondeu até agora. Amizade, estudos e uma paixão de longa data.
Nesse relacionamento instável com alguém que abala todo o seu mundo, será Jeong-in capaz de manter o seu lugar?
Nome alternativo: 7 7 Minutes In Heaven