Ler 7 Minutes of Heaven (Novel) – Capítulo 26 Online


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❀ 7 Minutes Of Heaven 5

A razão pela qual ele não tinha pensado em Jeong-in dessa maneira era porque ele era um homem inquestionavelmente heterossexual, nascido e criado em uma família extremamente conservadora que apoiava o Partido Republicano há gerações.
É claro que ele já havia recebido investidas de homens antes, mas aquelas eram rudes e vulgares, limitadas a aspectos sexuais. Portanto, ele não ousaria associar Jeong-in a isso.
Mas se ele namorasse Jeong-in. Se Jeong-in se tornasse seu amante.
No momento em que teve esse pensamento, seu coração disparou como se estivesse prestes a pular de um lugar alto. Ele até se perguntou se era isso que desejava o tempo todo.
Quanto mais pensava sobre o assunto, mais parecia a conclusão certa. O casamento entre pessoas do mesmo sexo era legal há muito tempo, e havia vários alunos assumidamente gays na Wincrest High.
Ele nunca estivera em um relacionamento definido por “namorar” alguém, mas se Jeong-in fosse o seu primeiro, isso não seria nada mal. Não, seria muito bom, na verdade.
Além disso, namorar significa um relacionamento exclusivo. Isso lhe daria algum direito de manter Jeong-in ao seu lado. Chase sentiu uma estranha satisfação nesse fato e sustentou uma confiança desconhecida na conclusão a que chegara. Mas essa confiança se estilhaçou de uma forma inesperada.
— Prescott, você…
A voz de Jeong-in tremeu e, então, ele pegou uma almofada da cadeira de sua mesa e a jogou sem hesitar em Chase. A almofada atingiu em cheio o rosto do desprevenido Chase antes de cair em seu colo.
— Saia agora.
— …Hã?
Chase apenas piscou com uma expressão perplexa.
— Você não tem jeito, Chase Prescott.
O fato de Jeong-in estar falando entre dentes era totalmente incompreensível para Chase. Ele só havia sugerido o namoro porque Jeong-in dissera que gostava dele. Onde nisso haveria qualquer motivo para ser chamado de “sem jeito”? Ele não deveria estar feliz, em vez disso?
Para alguém que sempre teve a vantagem nos relacionamentos sem precisar se esforçar, essa situação era muito estranha. Chase estava confuso.
— Nunca mais fale comigo!
A voz de Jeong-in era gélida e resoluta. Chase perguntou mais uma vez com um rosto incrédulo:
— …Você está falando sério?
— Sim! Saia agora!
Chase levantou-se com uma expressão ainda atordoada. Olhando para o bicho de pelúcia em sua mão, ele hesitou e falou sem jeito:
— E o Snowball…
— Faça o que quiser com ele — fique com ele ou jogue fora!
Chase foi expulso do quarto de Jeong-in em um estado miserável, segurando o bicho de pelúcia branco em seus braços.
Dizendo que tinha negócios urgentes a tratar, ele se despediu de Suzy e deixou o conforto acolhedor da pequena casa de dois andares.
Sentado no banco do motorista, sentindo-se como se tivesse sido atingido por um raio, Chase olhou para o bicho de pelúcia que ainda segurava.
— Droga.
Ele jogou o bicho de pelúcia nervosamente no banco do passageiro. Então, deixou o bairro rapidamente, como se não houvesse mais nada para ele ali.
A cada curva que o carro fazia, Snowball rolava de um lado para o outro no banco do passageiro. Chase parou o carro em um sinal de pare em um cruzamento e olhou para a pelúcia. Seu olhar carregava um ressentimento impossível de esconder, como se fosse o próprio Jeong-in que o tivesse rejeitado friamente.
Mas esse ressentimento não durou muito. Com um suspiro profundo de resignação, ele sentou cuidadosamente o pequeno bicho de pelúcia ereto no banco do passageiro. Então, puxou o cinto de segurança e o prendeu cuidadosamente ao redor do brinquedo.
Ele recordou o momento em que realmente notou pela primeira vez o jovem de olhos pretos que se parecia bastante com o bicho de pelúcia. Foi na noite da festa anual de caridade.

❀ ❀ ❀

Na semana anterior ao evento anual de caridade, a Crestview Drive, número 1, estava fervilhando de atividade.
Chase vestia um smoking preto e amarrava uma gravata borboleta. Após estilizar o cabelo casualmente em frente ao espelho, bem quando estava prestes a deixar seus aposentos, ele encontrou um rosto inesperado.
Este lugar, separado da casa principal, não era um local por onde se passaria por acaso. A presença dela aqui significava uma abordagem deliberadamente planejada.
— Faz tempo, Chase.
Evangeline Clark. Ela se aproximou dele com um sorriso gentil.
— Continua bonito como sempre.
Evangeline fora uma atriz promissora, mas agora, no final dos seus trinta anos, concentrava-se em administrar a marca de bolsas e carteiras que levava seu nome. Embora estivesse afastada das telas, sua beleza bem preservada não mostrava sinais de decadência.
​— Sua gravata está torta. —
​Evangeline mexeu na gravata borboleta de Chase e, sutilmente, deslizou a mão para o peito dele. Foi um movimento suave e natural, mas a intenção por trás dele era óbvia.
​O olhar de Chase, ao baixar para a mão que acariciava seu peito, permaneceu calmo.
​Ele era o herdeiro aparente de um império financeiro massivo que ostentava 900 bilhões de dólares em ativos totais, abrangendo bancos de investimento, gestão de ativos, imobiliária e investimentos ESG. Tendo recebido inúmeras tentações ao longo da vida, esse nível de atenção não era capaz sequer de fazê-lo erguer uma sobrancelha.
​— Não existe gravata aí. —
​Embora não tivesse vivido com um discernimento excepcional, Chase possuía linhas que não cruzava. Ele não era depravado o suficiente para se envolver com a amante de seu pai.
​Evangeline deu um passo atrás e ergueu levemente o canto da boca. Seu sorriso com tons sugestivos e sua atitude desavergonhada já não surpreendiam Chase.
​Ele sabia que ela frequentava o apartamento de seu pai em Nova York, mas era uma mulher audaciosa por mostrar o rosto na casa onde a esposa legítima residia. É claro que, nominalmente, ela era parceira de negócios de seu pai, mas era óbvio que sua mãe, Lillian, sabia sobre o relacionamento deles.
​Seus pais, Dominic e Lillian Prescott, eram alvo de rumores de terem se apaixonado fatidicamente e se casado no baile de debutante de Lillian. No entanto, na realidade, fora um casamento estratégico, um relacionamento formado puramente por conveniência.
​Sem nenhuma reviravolta especial, Chase acabaria da mesma forma. Casando-se com alguém de uma família prestigiosa que tivesse feito uma estreia esplêndida na sociedade, tendo filhos como puros-sangues, organizando eventos de caridade superficiais e vivendo uma vida onde a riqueza e a honra da família seriam passadas através de gerações. Ele seguiria esse caminho predeterminado que fora estabelecido antes mesmo de seu nascimento.
​É por isso que ele gostava de relacionamentos passageiros, como “lanches”. Relacionamentos breves, leves e livres de culpa.
​Ele não tinha o hábito de trair os outros mentindo e, embora seu casamento provavelmente fosse sem amor, ele prometera a si mesmo ser fiel à sua parceira após o matrimônio. Esse era o último resquício de autorrespeito que Chase Prescott mantinha.
​Ao entrar na casa principal, Chase parou momentaneamente em frente a um grande retrato de família pendurado na sala de recepção enquanto caminhava para o local da festa.
​Uma família estendida aparentemente perfeita, o epítome do old money. Todos na fotografia estavam vestidos elegantemente, e cada um era impecavelmente bonito e estiloso.
​Mas essa perfeição, paradoxalmente, criava uma sensação de dissonância. Chase conhecia bem as rachaduras escondidas atrás da moldura brilhante.
​A foto mostrava apenas Dominic Prescott e Kyle Prescott, mas o avô de Chase, Albert Prescott, tinha outro filho desconhecido pelo público.
​Um filho ilegítimo que ele trouxera de fora em seus últimos anos, exatamente um ano mais velho que Chase. Sua avó, Eleanor Prescott, passara a ficar na França desde que a existência dele fora revelada pela primeira vez.
​A situação não parecia ter melhorado na geração seguinte também. Eles eram uma família completamente bagunçada.
​Seu pai trazia abertamente a amante para lugares onde sua mãe estava presente, sua mãe estava bêbada desde o início da manhã e sua irmã, que expressava abertamente seu desgosto em ser uma Prescott, não era vista desde o ano passado, quando aquela foto fora tirada.
​— Jovem mestre. O mestre está procurando pelo senhor. —
​Diante da insistência do criado, Chase moveu-se relutantemente.
​Ao entrar no local da festa pelo corredor, os olhares recaíram sobre ele. Alguns olhos avaliavam, alguns calculavam. Todos eram como hienas escolhendo pedaços de carne dispostos sobre uma mesa. Isso também era rotina para ele.
​Chase ocultou seu tédio e ostentou um sorriso falso. Aquela expressão educada, porém vazia, fora sua máscara por muito tempo, então agora, às vezes, até ele se confundia sobre qual era seu rosto real.
Ao entrar no salão onde uma suave música clássica tocava, Chase trocou cumprimentos formais com pessoas que ele não conhecia e pelas quais não se importava.
​— Sr. Prescott. Prazer em conhecê-lo. Sou Steven Fletcher. —
​— Chase Prescott. —
​Após apertar a mão de um homem de meia-idade, o pai de Chase, Dominic, apresentou alguém a ele.
​— Ouvi dizer que ele frequenta a mesma escola que você. —
​Embora frequentar a mesma escola parecesse uma conexão significativa, Chase não tinha interesse em outros jovens da instituição. Mesmo sem demonstrar interesse, as pessoas se aproximavam dele primeiro. Muitas, desnecessariamente.
​Mas demonstrar tal indiferença não era algo que Chase Prescott faria, então ele sorriu educadamente e até fingiu uma expressão interessada.
​Os olhos azuis de Chase moveram-se lentamente. Ao final de seu olhar, estava um garoto de cabelos pretos e pele alva, como se recebesse um holofote só para si.
​Vestido impecavelmente em um terno, ele parecia tão refinado quanto um pianista no palco de uma competição musical.
​Traços delicados, difíceis de encontrar em ocidentais, e contornos suaves como se tivessem sido desenhados com um pincel fino. Ele conseguia entender perfeitamente quem dizia que a aparência dos leste-asiáticos era misteriosa.
​Ele também se assemelhava às bonecas de porcelana que sua avó costumava colecionar e estimar, dizendo que eram frágeis. Ele realmente pareceria uma se não piscasse. Seu cabelo preto, levemente penteado para trás para revelar metade da testa, brilhava com viço, e seus lábios vermelhos contrastavam vividamente com seu rosto pálido.
​Muitas vezes é difícil avaliar a idade dos leste-asiáticos. Ele aparentava estar na adolescência, mas, na realidade, poderia ser muito mais velho.
​— Se um garoto tão fofo estivesse na nossa escola, seria impossível eu não saber. Você é um aluno novo? Prazer em conhecê-lo. —
​O aperto de mão foi rejeitado e, embora ele tivesse falado com gentileza, o silêncio foi o que recebeu em troca.
​A esta altura, as pessoas costumam sorrir timidamente ou mostrar uma expressão de honra, mas não importa quanto tempo ele esperasse, não houve resposta da outra parte. Como uma sereia que trocara sua voz por pernas em um acordo com uma bruxa, apenas seus olhos grandes e aparentemente cheios de histórias continuavam piscando.
​Que tipo de voz sairia de tal rosto? Curioso, Chase fez perguntas sobre coisas pelas quais não estava particularmente interessado. Era unicamente para ouvir a voz do outro.
​— Você frequenta a Wincrest? Mas por que eu nunca te vi na escola? —
​Novamente, não houve resposta, e foi Dominic, de pé ao seu lado, quem o informou que estavam na mesma série.
​O queixo de aparência macia, sem sequer um traço de barba ou poros visíveis, pareceu tremer ligeiramente e, finalmente, o outro abriu a boca.
​Vamos ouvir uma voz valiosa, não é? Chase inconscientemente segurou o fôlego e esperou. Como se aguardasse a primeira nota de um instrumento de cordas caro.
​— …Com licença. Por favor, continuem sua conversa confortavelmente. —
​Ao contrário de seu rosto andrógino, sua voz era distintamente masculina. De alguma forma, isso evocava uma impressão ainda mais estranha. Chase quis dizer algo mais, mas o outro girou levemente o corpo e desapareceu rapidamente de vista.
​Uma fina ruga formou-se na testa de Chase. Até o sorriso que ele habitualmente usava ficou perturbado.
​Talvez por ter visto apenas pessoas que sempre se aproximavam dele? Alguém que mostrasse as costas primeiro e desaparecesse era, de certa forma, desconhecido. Esse desconhecimento arranhava seus nervos de maneira estranha.
​Chase desculpou-se brevemente e moveu-se. Ele caminhou pelo corredor com passos permeados por uma urgência sutil. No entanto, as costas da pessoa que ele procurava não estavam em lugar algum. Como se ela nunca tivesse existido.
​Depois de agir como uma sereia sem voz antes, agora agindo como a Cinderela depois que o relógio bateu meia-noite?
​Chase cerrou o punho, agarrando o ar vazio, e depois o soltou.
​Retornando ao local da festa, Chase passou um tempo considerável ao lado de Dominic, apertando as mãos de indivíduos notáveis. Algo grande e pesado, invisível como um letreiro, pesava sobre seus ombros. “Herdeiro da família Prescott”. Parecia que apenas aquela frase explicava sua existência.
​— Onde está a mamãe? —
​Chase perguntou casualmente após cumprimentar a maioria das pessoas importantes.
— Sua mãe, como sempre, estaria onde o álcool está, não estaria?
Dominic respondeu de forma seca, e Chase não perguntou mais nada.
Aquela família não tinha afeto uns pelos outros. Se era para evitar um desgaste emocional desnecessário ou porque não havia interesse desde o início, Chase não sabia dizer. Não havia amor entre marido e mulher, e era igualmente difícil esperar por amor paterno ou materno.
Chase soube por um criado que sua mãe estava na casa principal hoje. Ela sequer se deu ao trabalho de visitar o filho nos aposentos separados.
Enquanto Chase cerrava os dentes, Dominic perguntou:
— E quanto a Elena? Ela não vem?
— Você sabe que estou saindo com Vivian Sinclair.
Toda vez que Chase mencionava Vivian, um desprezo sutil transparecia no rosto de Dominic. A família Sinclair, com sua rede de restaurantes, era mera “nouveau riche” comparada aos Prescotts — tendo ascendido apenas por sorte momentânea e um tino comercial imprudente.
A classe alta era profundamente conservadora. Eles nunca se misturavam com pessoas de outras classes. O único motivo pelo qual a família Prescott enviou Chase para uma escola pública foi por um único propósito: a imagem do grupo.
Os Prescotts eram estrategistas minuciosos.
O fato de Chase frequentar uma escola pública em vez de uma particular era uma ferramenta útil para implantar a mensagem positiva de que a família Prescott não era composta por “elitistas arrogantes presos em privilégios”, mas sim por “líderes que entendem a realidade ao se comunicarem com pessoas comuns”.
Chase nunca teve escolha em sua educação. Todas as suas decisões visavam a reputação da família e o benefício do grupo. Seus desejos nunca foram considerados, nem uma única vez.
Dominic via a associação de Chase com os jogadores do time universitário como um ato de caridade, uma nobre contribuição social. Como se uma pessoa privilegiada estivesse demonstrando humildade.
— Misturar-se com tais crianças, isso é algo bom.
Sempre que ouvia palavras repletas de superioridade e orgulho, Chase sentia-se como uma casca vazia com apenas um exterior brilhante, mas sempre respondia com um sorriso silencioso.
Aos olhos de Dominic, Vivian nunca seria aceitável. O par que ele tinha em mente para Chase não era Vivian, mas Elena Montgomery.
A família Montgomery, que construiu sua fortuna na indústria do aço no século XIX, era uma linhagem antiga e distinta no leste dos Estados Unidos, exercendo poderosa influência nos círculos sociais de elite de Nova York e Boston. Esta família ainda mantinha seu prestígio liderando a cultura da alta sociedade por meio do patrocínio às artes e investimentos de grande escala.
Chase servira como acompanhante de Elena em seu baile de debutante nos Hamptons. Elena era impecavelmente perfeita. Maneiras elegantes, beleza e um discurso refinado. Tão perfeita que parecia quase robótica.
Dominic, mantendo o queixo erguido e bebericando champanhe, olhou ao redor do local da festa com olhos satisfeitos e disse:
— Encerre a diversão neste momento, agora é hora de falar sério. Sua abordagem morna pode ser a razão pela qual eles hesitam em se aproximar de você.
Chase não conseguia mais ouvir. Até o ar ali parecia pesado e sufocante.
— Já que mostrei meu rosto, estou indo agora.
Incapaz de esperar pela resposta de seu pai, Chase deixou rapidamente o local da festa.
Assim que entrou no corredor, enviou uma mensagem para Brian Cole. Ele se ofereceu para cobrir as acomodações e as passagens aéreas se Brian se juntasse a ele em Cabo.
Brian, cujo pai era vereador em Bellacove e cuja mãe trabalhava em uma agência de publicidade, vinha enfrentando dificuldades devido ao divórcio barulhento de seus pais. Ele não recusaria uma oferta para escapar, mesmo que por um curto fim de semana. Os outros rapazes o seguiriam sem reclamar por uma viagem gratuita.
Após instruir a secretária que cuidava dos assuntos da família a agendar a viagem para Cabo, Chase caminhou pelo corredor, afrouxando sua gravata borboleta sufocante. O som de seus sapatos batendo no chão de mármore ressoava baixo pelo espaço.

(Obs: nouveau riche= novos ricos. Pessoas que ascenderam a riqueza por esforço e não herdando de família prestigiosa.)

Continua…

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✦ Tradução, revisão e Raws: Othello&Belladonna

Ler 7 Minutes of Heaven (Novel) Yaoi Mangá Online

Aviso: ※ Conversas em coreano são expressas usando 〈 〉, enquanto conversas em inglês e outros idiomas utilizam travessão —
Sinopse:
Lim Jeong-in é um nerd acostumado a ser tratado como se fosse invisível na selva do ensino médio. Ele participa de duas atividades de clube com seu melhor amigo, Justin Wong. Uma é o clube de matemática ‘Mathleet Society’, e a outra é o ‘Clube de Ódio ao Chase’.
— Longa vida ao Clube de Ódio ao Chase.
Escrever um ‘livro da vergonha’ que repete boatos sobre o maior galã da escola, Chase Prescott, era um dos pequenos prazeres dos dois nerds. No entanto, através de uma reviravolta inesperada, o caderno de Lim Jeong-in é descoberto por Chase.
Mas, em vez de ficar zangado, Chase demonstra interesse por Jeong-in.
— Você é realmente engraçado.
— O livro? Quando você vai devolvê-lo?
— Hmm. Quando você parar de me odiar?
Ironicamente, o relacionamento que começou com o livro da vergonha torna-se gradualmente especial e, à medida que Jeong-in descobre os lados ocultos de Chase, ele se vê cada vez mais atraído para o mundo dele.
[Então, você gosta um pouco mais de mim agora?]
A verdade é que você me cativou não apenas agora, mas muito antes. Desde o momento em que bati os olhos em você pela primeira vez.
Jeong-in entra em confusão ao encarar seus verdadeiros sentimentos, que ele deliberadamente ignorou e escondeu até agora. Amizade, estudos e uma paixão de longa data.
Nesse relacionamento instável com alguém que abala todo o seu mundo, será Jeong-in capaz de manter o seu lugar?
Nome alternativo: 7 7 Minutes In Heaven

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