Ler 7 Minutes of Heaven (Novel) – Capítulo 06 Online


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❀ 7 Minutes Of Heaven 6

​Corredores infinitos que pareciam iguais, mas ao mesmo tempo diferentes, estendiam-se diante dele; enquanto caminhava sem saber para onde ir, ele finalmente avistou uma porta de terraço que levava ao lado de fora.
​Ao girar a maçaneta e dar um passo para fora, o ar fresco da noite preencheu os pulmões de Jeong-in. Sua mente pareceu clarear.
​O terraço amplo e longo, conectado por diversas portas, estava vazio. Olhando além do parapeito, ele conseguia ver a lateral e os fundos da mansão.
​No quintal, havia uma piscina enorme com um edifício separado de cada lado. Além disso, estendia-se um jardim do tamanho de um campo de futebol e, ao longe, o mar brilhava fracamente com ondas suaves. Era realmente uma propriedade imensa.
​Caminhando até o fim do longo terraço, Jeong-in sentou-se no parapeito. Olhando para o mar distante, ele sussurrou como se falasse consigo mesmo:
​— Idiota.
​Ele se sentia amargurado e vazio, como se tivesse sido rejeitado duramente. Pensando bem, ele não conseguia entender por que um assunto tão trivial o estava deixando tão abatido.
​Jeong-in balançou a cabeça, tentando afastar as emoções emaranhadas em seu coração. “Certo, ele era alguém com quem nunca se envolveria de qualquer maneira. Qual era o sentido de desperdiçar tempo e emoções com uma pessoa assim?”
​Em vez disso, ele deveria apenas resolver alguns problemas de matemática.
​Essa era a melhor solução quando seus sentimentos estavam complicados. Ao resolver problemas matemáticos, todas as distrações desapareciam, e ele conseguia se concentrar inteiramente nos números.
​Ao abrir a bolsa para pegar a folha de exercícios do clube, Jeong-in descobriu um caderno vermelho no fundo.
​Após um momento de hesitação, ele pegou o caderno e segurou a caneta com firmeza. Então, respirando pesadamente, rabiscou rudemente em uma página em branco.
​”Eu não preciso de um motivo especial para odiar Chase Prescott. Eu simplesmente o odeio de morte. Eu desprezo Chase Prescott. Eu o detesto.”
​Os resquícios de emoção que jorraram da ponta da caneta permaneceram como uma caligrafia rústica, refletindo diretamente o coração perturbado de Jeong-in. Mas, em vez de alívio, apenas um vazio amargo o invadiu.
​De repente, ele se sentiu incrivelmente mesquinho e patético, escondendo-se sozinho e escrevendo coisas desagradáveis sobre ele. Jeong-in jogou o caderno na mochila e olhou fixamente para o céu noturno.
​Então, a porta da varanda se abriu de repente.
​— Não tem ninguém aqui. Rápido, venha.
​Uma voz animada foi ouvida e, em seguida, duas figuras apareceram na soleira. Vindo do interior iluminado, eles não notaram Jeong-in na escuridão. Mas os olhos de Jeong-in, já ajustados ao escuro, podiam ver: Vivian, com seu cabelo ruivo, conduzindo um homem loiro e alto para fora.
​”Será que planejavam fazer algo ali?” Instintivamente, Jeong-in inclinou-se para trás para esconder sua presença, mas perdeu o equilíbrio e caiu nos arbustos abaixo do terraço.
​— Espere. Você não ouviu algo?
​— Que som? Depressa, me beije.
​Logo, sons explícitos começaram a ser ouvidos.
​Felizmente, por estar no primeiro andar, ele não se feriu. Recompondo-se, Jeong-in rastejou para longe da cena de forma humilhante.
​Quando já estava longe o suficiente da cena de afeto para se levantar, ele estava uma bagunça. Folhas grudavam em seu cabelo e manchas de grama cobriam seu terno.
​Jeong-in foi direto para o estacionamento e esperou por Steven perto de seu carro. Pouco depois, Steven apareceu. Seus olhos se arregalaram imediatamente ao ver Jeong-in.
​— Jeong-in! O que aconteceu com você…?
​— Vamos embora, rápido. Não quero ficar aqui nem mais um minuto.
​Steven olhou para Jeong-in como se tivesse muitas perguntas, mas, ao ver seu rosto endurecido, não perguntou mais nada.
​Assim que chegaram em casa, Suzy perguntou com os olhos brilhando como tinha sido. Jeong-in passou por ela sem dizer uma palavra, com o rosto de quem queria chorar, e subiu as escadas.
​Parado sob o chuveiro, os detritos que estavam em seu cabelo se dissolveram, e a água escorregadia desceu por seu rosto e ombros. Jeong-in fechou os olhos e entregou-se ao fluxo de água, tentando lavar as memórias de hoje. Mas teve pouco efeito.
​Após o banho, ele se deitou na cama e suspirou involuntariamente de exaustão. Jeong-in, que quase havia fechado os olhos, sentou-se de repente. O colchão ondulou com seu movimento abrupto.
​— Não!
Ao seu grito, que mais pareceu um berro, Suzy escancarou a porta e entrou correndo. Ela ainda estava com a escova de dentes na boca.
​— Jeong-in, o que houve? O que aconteceu?
​— Minha mochila…
​Jeong-in se encolheu em agonia, cobrindo o rosto com ambas as mãos.
​Ele havia deixado sua mochila na varanda daquela casa. E, lá dentro, estava o seu caderno da vergonha. Repleto de ódio por Chase Prescott.

​Suzy, sentada no banco do motorista, lançou um olhar para Jeong-in. Ele roía as unhas nervosamente, repetidas vezes, com o olhar fixo do lado de fora da janela.
​Tendo tido que vestir roupas às pressas e sair de casa de cara lavada, Suzy perguntou com uma voz um tanto descontente:
​— Não poderíamos buscar isso amanhã?
​O Camry vermelho de Suzy, levando os dois, descia pela Bellevue Boulevard. Jeong-in, que estivera sentado na cama com uma expressão perdida, de repente começou a se vestir e insistiu que precisavam voltar para onde a festa fora realizada, pressionando Suzy. Vendo sua expressão desesperada, diferente do seu eu habitual, Suzy não teve escolha senão pegar as chaves do carro.
​— Não. É que…
​Jeong-in não conseguia nem responder direito. Suzy, supondo que pudesse conter algum trabalho importante, dirigiu silenciosamente seguindo as orientações do GPS. Logo, o carro virou na Crestview Drive.
​— Meu Deus, olhe para essas casas. Isso não parece um cenário de filme?
​A rua estava repleta de mansões, uma variedade de casas magníficas em sucessão. Suzy maravilhava-se enquanto olhava ao redor. Eles ainda nem tinham visto o limite do muro da mansão Prescott, que era a maior e mais esplêndida da região.
​Finalmente, o carro parou em frente a um portão com o número “1” claramente visível. O portão ainda estava aberto, talvez porque a festa não tivesse terminado.
​— Uau… Isso é uma casa ou um castelo?
​Suzy estacionou o carro ao lado da majestosa fonte no meio da entrada da garagem, com os olhos arregalados. Assim que o carro parou, Jeong-in saltou do banco do passageiro como se tivesse sido ejetado, e Suzy seguiu o filho.
​Jeong-in subiu as escadas de um fôlego só e bateu na porta principal. Logo a porta se abriu, e um segurança em um terno preto apareceu. Atrás dele, pessoas estavam ocupadas movendo carrinhos. Pareciam estar no meio da limpeza pós-festa.
​O homem de terno preto olhou para os dois com olhos frios e disse firmemente:
​— Sinto muito, mas a festa acabou.
​Para Jeong-in, aquelas palavras carregavam um tom devastadoramente apocalíptico, como uma declaração de um destino cruel. Soava como se não fosse a festa que tivesse acabado, mas a sua vida.
​— Eu estava na festa mais cedo. Deixei algo importante para trás. Eu poderia entrar rapidinho para procurar?
​Até o próprio Jeong-in sabia que não o deixariam entrar facilmente. Como esperado, o homem de terno preto manteve o rosto inexpressivo, sem a menor alteração.
​— Se o senhor puder nos dizer o que é e deixar suas informações de contato, entraremos em contato assim que for encontrado.
​Seu tom não deixava absolutamente nenhum espaço para negociação. Suzy, de pé ao lado dele, balançou a cabeça como se dissesse que não havia esperança.
​— Não há nada que possamos fazer, Jeong-in.
​Nenhuma solução razoável vinha à mente. No fim, ele não teve escolha senão aceitar a situação.
​— O que eu deixei para trás foi uma mochila de estudos. Deixei no terraço do primeiro andar.
​— Há algum objeto de valor dentro?
​— Bem… não.
​Ele respondeu “não” para o homem, mas como o caderno lá dentro era uma questão de vida ou morte para ele, não estaria inteiramente errado chamá-lo de valioso.
​Nesse momento, uma mulher apareceu silenciosamente atrás do homem robusto. Surgindo com uma taça de vinho em uma das mãos, ela usava uma camisola de cetim com estampas elaboradas.
​— O que está acontecendo?
​Os olhos de Jeong-in se arregalaram. Era a mesma mulher que ele encontrara no corredor da festa e acompanhara até a biblioteca. O homem de terno preto curvou a cabeça levemente e dirigiu-se a ela:
​— Madame.
​Os olhos de Jeong-in arregalaram-se ainda mais. Enquanto ela olhava desinteressadamente para fora da entrada, avistou Jeong-in.
​— Oh? É o jovem cavalheiro. Olá.
​Jeong-in ainda estava tentando processar mentalmente quem era aquela mulher e por que ela ainda estava na mansão àquela hora. Poupando-o do esforço, ela disse:
— Devo me apresentar. Sou Lillian Prescott.
​— Então… a senhora é a… do Chase Prescott?
​— Mãe.
​Jeong-in não conseguiu esconder sua surpresa por um momento. Por mais generoso que fosse ao estimar a idade dela, ela não parecia alguém com um filho adulto.
​Mas, gradualmente, ele começou a notar traços familiares nela. Desde as características externas, como os contornos faciais aristocráticos e os lábios levemente curvados para cima, até a elegância que emanava de seu comportamento relaxado e composto. Eram traços que ele também vira em Chase Prescott.
​— Mas o que traz vocês aqui a esta hora?
​— Eles dizem que esqueceram uma mochila, senhora.
​O segurança respondeu por eles. Lillian estalou os dedos em direção aos fundos, e todos prontamente pararam o que estavam fazendo e voltaram a atenção para ela.
​— Alguém encontrou uma mochila em algum lugar?
​Diante de sua pergunta, um pequeno murmúrio se espalhou entre os funcionários enquanto pareciam compartilhar informações. Após um momento, uma servente que usava um avental deu um passo à frente.
​— Se for uma mochila, talvez uma mochila preta com reforço marrom no fundo?
​— Sim! É essa mesma!
​— Se for essa, eu vi o jovem mestre Chase levando-a com ele.
​O coração de Jeong-in parou. Sua esperança de recuperar a mochila, que havia inflado momentos atrás, murchou tão miseravelmente quanto um balão estourado. O mundo de Jeong-in desabou.
​— Ch… Ch… Chase Prescott? Tem certeza?
​— Sim. Mas o jovem mestre saiu e não está em casa. Ele disse que ia para Cabo com os amigos passar o fim de semana…
​Suzy chegou à conclusão lógica de que, pelo menos, agora sabiam com quem estava, então Jeong-in poderia pegá-la de volta mais tarde na escola.
​Descendo as escadas com uma expressão atordoada, Jeong-in foi tomado por uma profunda frustração. “Mesmo que fosse apenas para verificar de quem eram os pertences, Chase Prescott teria aberto a mochila. E ele pode ter folheado o conspícuo caderno vermelho.”
​— Haah…
​Um suspiro profundo, que parecia fazer o chão desmoronar, escapou de Jeong-in. Entrando no banco do passageiro e fechando os olhos com força, ele pensou:
​”Estou acabado. Como uma função polinomial diferenciada e diferenciada novamente.”
​Sombras profundas e escuras estavam pesadamente marcadas sob os olhos de Jeong-in. Era porque ele não tinha conseguido dormir direito durante todo o fim de semana.
​Foram apenas dois dias, mas a espera pareceu longa e dolorosa como um inferno sem fim. Eventualmente, ele começou até a se ressentir de Chase. “Que tipo de estudante de ensino médio vai para Cabo durante o semestre, afinal?”
​Cabo — Los Cabos era uma área de resorts na ponta sul da Península de Baja California, no México, famosa por suas belas praias e resorts. Estando a pouco mais de duas horas de distância de avião, era um destino de fim de semana popular para os residentes da Califórnia.
​Ele ocasionalmente ouvia conversas ao passar pelos corredores. Chase e seu grupo visitavam Cabo frequentemente durante o ano e, no inverno, iam esquiar em sua casa de férias em Aspen. A extensão das preocupações desses indivíduos privilegiados parecia ser nada mais do que a velocidade lenta da internet em suas casas de veraneio.
​Honestamente, ele queria invadir o quarto de Chase como a polícia com um mandado de busca, mas não havia nada que Jeong-in pudesse fazer. Ele só podia esperar desesperadamente que Chase não tivesse olhado dentro da mochila e que o segredo lá dentro ainda estivesse seguro.
​— Jeong-in, você precisa levantar.
​Suzy bateu suavemente na porta, e Jeong-in, que já havia terminado de se preparar para a escola, saiu do quarto preguiçosamente. Em vez da mochila que costumava carregar, ele trazia uma bolsa transversal pendurada no ombro.
​— Oh, você já estava de pé? Achei que estivesse dormindo até mais tarde porque estava tudo tão quieto.
​Após cumprimentar sua mãe e sair de casa, Jeong-in seguiu para a escola como um prisioneiro sendo levado para a execução. O tempo estava limpo e o cenário matinal sob o céu azul era lindo, mas os pés de Jeong-in mal tinham força para empurrar os pedais da bicicleta.
​Na noite passada, Jeong-in havia cochilado e tido um sonho sinistro perto do amanhecer.
No sonho, ele caminhava pelo corredor da escola e todos os alunos estavam parados no saguão, encarando-o com raiva. Alguém tinha tirado fotos do que ele escrevera em seu caderno da vergonha e as postado na conta do Tumblr “Wincrest Wire”, onde todas as fofocas da escola eram enviadas.
​Justin estava parado em um lado do corredor, com o rosto desfeito como se alguém o tivesse espancado, chorando enquanto olhava para Jeong-in com olhos carregados de decepção e ressentimento.
​O problema era que tudo aquilo tinha uma possibilidade muito alta de se tornar realidade, não permanecendo apenas um sonho.
​”Por que eu criei um caderno desses?” O arrependimento pesava em seu peito. O caderno era o rastro de uma rebeldia tímida, expressada de forma errada por um excluído que não conseguia suportar a solidão.
​Na época, parecia uma rota de fuga, mas só agora ele percebia o quão imprudente e tolo aquilo fora. Mas o arrependimento sempre chegava tarde demais.
​À medida que se aproximava da escola, seu coração batia forte. Suor frio escorria por sua testa e sua garganta ficava seca. Jeong-in estacionou a bicicleta na área designada e caminhou lentamente em direção à entrada. Cada passo parecia um caminho interminável de espinhos.
​Chase Prescott provavelmente viria à escola. Nem mesmo ele faltaria à aula apenas para se divertir. Afinal, ele era um aspirante a Harvard.
​O fato de Chase estar se candidatando a Harvard e ter notas boas o suficiente para ser aceito havia se tornado mais um motivo para Jeong-in não gostar dele.
​A cena escolar não estava diferente do habitual. Pais deixavam seus filhos na zona de desembarque e jovens se reuniam em grupos, rindo e conversando por toda parte.
​Jeong-in entrou no campus com os ombros ainda mais encolhidos que o normal, tentando minimizar sua presença o máximo possível. Felizmente, ninguém se aproximou ou olhou para ele.
​Ao levantar a cabeça com cautela, soltando um pequeno suspiro de alívio, ele viu os jogadores do time de futebol americano. Eles conversavam em frente às escadas que levavam à entrada do prédio da escola. Chase estava sentado no corrimão da escada, rindo de algo que Max Schneider dissera.
​Ao ver o rosto de Chase, que não parecia diferente do de costume, uma pequena esperança brotou no coração de Jeong-in. “Se ele tivesse visto o conteúdo da mochila, provavelmente não estaria rindo com um rosto tão radiante.”
​Após hesitar, Jeong-in aproximou-se cautelosamente e o chamou.
​— Com licença… Sr. Prescott.
​Chase virou a cabeça ao ouvir a voz cuidadosa de Jeong-in. Simultaneamente, os olhares de seus amigos ao lado se concentraram em Jeong-in. Com a sensação de inúmeros olhos o perfurando, Jeong-in sentiu que poderia desmaiar a qualquer momento.
​— P-posso… falar com você um instante? A sós?
​O grupo de Chase encarou Jeong-in com olhos curiosos, como se achassem estranho que algum nerd estivesse se aproximando e falando com ele.
​— Comigo?

Continua…

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✦ Tradução, revisão e Raws: Othello&Belladonna

Ler 7 Minutes of Heaven (Novel) Yaoi Mangá Online

Aviso: ※ Conversas em coreano são expressas usando 〈 〉, enquanto conversas em inglês e outros idiomas utilizam travessão —
Sinopse:
Lim Jeong-in é um nerd acostumado a ser tratado como se fosse invisível na selva do ensino médio. Ele participa de duas atividades de clube com seu melhor amigo, Justin Wong. Uma é o clube de matemática ‘Mathleet Society’, e a outra é o ‘Clube de Ódio ao Chase’.
— Longa vida ao Clube de Ódio ao Chase.
Escrever um ‘livro da vergonha’ que repete boatos sobre o maior galã da escola, Chase Prescott, era um dos pequenos prazeres dos dois nerds. No entanto, através de uma reviravolta inesperada, o caderno de Lim Jeong-in é descoberto por Chase.
Mas, em vez de ficar zangado, Chase demonstra interesse por Jeong-in.
— Você é realmente engraçado.
— O livro? Quando você vai devolvê-lo?
— Hmm. Quando você parar de me odiar?
Ironicamente, o relacionamento que começou com o livro da vergonha torna-se gradualmente especial e, à medida que Jeong-in descobre os lados ocultos de Chase, ele se vê cada vez mais atraído para o mundo dele.
[Então, você gosta um pouco mais de mim agora?]
A verdade é que você me cativou não apenas agora, mas muito antes. Desde o momento em que bati os olhos em você pela primeira vez.
Jeong-in entra em confusão ao encarar seus verdadeiros sentimentos, que ele deliberadamente ignorou e escondeu até agora. Amizade, estudos e uma paixão de longa data.
Nesse relacionamento instável com alguém que abala todo o seu mundo, será Jeong-in capaz de manter o seu lugar?
Nome alternativo: 7 7 Minutes In Heaven

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