Ler 7 Minutes of Heaven (Novel) – Capítulo 07 Online


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❀ 7 Minutes Of Heaven 7

​Chase apontou para si mesmo, e Jeong-in assentiu vigorosamente. Após observar Jeong-in por um momento, o jovem alto levantou-se lentamente. Jeong-in o conduziu a um local isolado na esquina do prédio, onde as pessoas não passavam.
​— O que foi?
​— …Eu soube que você está com a m-minha mochila.
​— O quê?
​Chase franziu a testa como se tivesse ouvido algo incompreensível.
​— N-naquele dia, na festa de caridade…
​— O quê? Espere. Você estava na festa?
​Jeong-in sentiu uma estranha sensação de dissonância com a reação de Chase. Ele estava tratando Jeong-in como alguém que estava conhecendo pela primeira vez, exatamente como fizera na festa três dias atrás.
​”Será que esta é uma nova estratégia para esmagar a minha autoestima?” Jeong-in sentiu uma súbita onda de cansaço.
​— Não finja que não sabe. Seu pai até nos apresentou, dizendo que frequentamos a mesma escola.
​— O quê? Você é aquele cara?
​Chase perguntou com uma expressão surpresa, e Jeong-in ficou momentaneamente confuso. Sem entender a situação, ele apenas piscou os olhos quando a mão de Chase se estendeu.
​”Ai meu Deus, ele vai me bater?”
​Instintivamente, Jeong-in fechou os olhos com força e ergueu os braços para proteger o rosto.
​— Ah, desculpe se te assustei. Não era isso que eu…
​Só então Jeong-in abriu os olhos cautelosamente. Chase estava retirando a mão, parecendo perplexo.
​— Você pode tirar os óculos por um momento?
​Após hesitar brevemente, Jeong-in removeu os óculos. A expressão de Chase mudou sutilmente ao ver o rosto revelado.
​Chase encarou silenciosamente o rosto de Jeong-in sem óculos por um longo tempo. Seus olhos azuis traçaram lentamente cada um dos traços de Jeong-in, um por um. Sentindo-se como se estivesse sendo tocado por aquele olhar, Jeong-in balbuciou nervosamente.
​— D-deliberadamente fingir que não me conhece não me afeta de verdade. Não é como se eu tivesse algum orgulho para ser ferido…
​— Ha.
​Em resposta à afirmação corajosa de Jeong-in, Chase contorceu um canto da boca e soltou uma risada nasal, como se achasse aquilo ridículo.
​Jeong-in sentiu-se um tanto ridicularizado e colocou os óculos de volta.
​— Espere, venha aqui um segundo.
​Chase instigou Jeong-in abruptamente, levando-o para onde seus amigos estavam. Colocando Jeong-in à sua frente, ele dirigiu-se ao grupo com um sorriso brincalhão.
​— Pessoal, vou mostrar um truque de mágica para vocês.
​Chase colocou uma mão no ombro de Jeong-in, inclinou-se para frente e disse — Com licença — enquanto removia os óculos de Jeong-in. Os olhos da plateia se arregalaram.
​— Caramba.
​— Uau, os olhos dele ficaram duas vezes maiores agora.
​Brian Cole comentou com espanto.
​— Quem é esse? Ele é fofo.
​Quando Darius Thompson, que de perto parecia ter mais de um metro e noventa e oito, o admirou, Brian Cole o repreendeu.
​— Pare de encarar, Thompson. Quer adotar ele?
​Ouvindo a conversa deles, Chase colocou os óculos de volta em Jeong-in. Vendo os olhos ficarem pequenos novamente, desta vez Max Schneider reagiu intensamente.
​— Droga! Por que você usa isso? Quer parecer feio de propósito?
​Tendo confirmado as reações de seus amigos, Chase afastou Jeong-in daquele local.
​— Viu? Como eu poderia ter te reconhecido?
​— …
​— Essa é a minha desculpa?
​— …Tanto faz.
​Com isso, parecia ao menos plausivelmente provado que ele não havia fingido deliberadamente não conhecer Jeong-in. Jeong-in piscou, incrédulo. Seus óculos eram um pouco grossos e grandes, mas seriam assim tão transformadores?
​— O mal-entendido foi esclarecido agora?
​— …Sim.
​Jeong-in assentiu, então percebeu tardiamente que nem sequer tinha tocado no assunto sobre o qual realmente precisava falar.
​— Bem… o que eu queria dizer é sobre aquela festa.
​— Sim.
​Chase assentiu casualmente, esperando pelas próximas palavras de Jeong-in.
​— Eu deixei minha mochila… na sua casa.
​Assim que Jeong-in falou, arrependeu-se imediatamente. Ele conseguia ver a expressão de Chase mudando tão claramente que desejou ter permanecido sem os óculos.
​O rosto de Chase mudou do espanto e confusão para uma percepção gradual.
​— Eu, eu fui à sua casa procurar por ela… Ouvi dizer que você estava com ela. Uma mochila preta…
​— Eu sei qual é. Então era sua?
​Chase sorriu casualmente. Vendo seu comportamento composto, a pequena esperança no coração de Jeong-in começou a crescer. “Ele realmente parece não ter olhado dentro da mochila.”
​— Eu a trago para você amanhã.
— N-não precisa! Eu posso buscar hoje, agora mesmo!
​— Hmm… você quer fazer isso?
​O rosto de Jeong-in iluminou-se instantaneamente. As coisas pareciam estar se resolvendo de forma mais tranquila do que o esperado.
​Seu sorriso de alívio durou pouco antes de ele cair em uma breve contemplação. Ele se perguntou se deveria pedir a Chase para não olhar dentro da mochila. Mas isso poderia apenas instigar a curiosidade dele.
​Embora quisesse puxar Chase e ir recuperar a mochila imediatamente, ele precisava assistir às aulas agora.
​— Então eu vou à sua casa buscar depois da escola.
​— Com certeza.
​Quando Jeong-in se virou com um suspiro de alívio, pensando que a crise estava sendo resolvida, a mão de Chase estendeu-se por trás e agarrou seu ombro.
​— Número de telefone.
​— …Hã?
​— Pode me dar seu número? Caso a gente se desencontre.
​O rosto de Chase, exibindo um sorriso suave, de alguma forma parecia particularmente alegre hoje.
​— Meu número é 984-555…
​— Só me entrega.
​— O quê?
​— O seu celular.
​Conforme a mão dele se aproximava, Jeong-in relutantemente tirou o aparelho e o entregou. Chase ligou para si mesmo do celular de Jeong-in, confirmou o próprio toque no bolso e o devolveu. Ele parecia preferir a certeza.
​Chase pegou o próprio telefone e tocou na tela como se fosse salvar o nome de Jeong-in.
​— Desculpe, qual você disse que era o seu nome mesmo?
​Ainda era doloroso que ele nem soubesse seu nome após quase o semestre inteiro. A expressão de Jeong-in escureceu momentaneamente, e Chase observou essa mudança de perto.
​— …Jay Lim.
​— Não ouvi direito. O quê? Jayleen?
​Chase olhou para Jeong-in, erguendo seus olhos azuis de forma brincalhona. “Jayleen” era, em sua maioria, um nome usado para garotas.
​— Jay Lim.
​Chase riu como se estivesse divertido com o rosto sério e endurecido de Jeong-in. Ele sempre fora alguém que ria tanto assim?
​— Ok. Vou salvar como Jayleen.
​— Jay, Lim!
​— Tudo bem, tudo bem. Não fique bravo.
​Chase respondeu com suavidade, massageou levemente o ombro de Jeong-in e voltou para o seu grupo. Alguns deles olharam de relance, talvez discutindo sobre Jeong-in.
​Tendo recebido em um único dia toda a atenção que deveria ter recebido ao longo de anos dos garotos populares, Jeong-in sentia-se completamente exausto.
​Justo quando estava prestes a se mover com um curto suspiro, ele avistou Justin.
​Tendo acabado de sair do carro da mãe, Justin estava parado na zona de desembarque, de boca aberta, encarando aquela direção com surpresa.
​— Justin.
​Assim que Jeong-in chamou seu nome, Justin aproximou-se com passos rápidos e alarmantes, bombardeando-o com perguntas sussurradas.
​— O que eu acabei de ver? Chase Prescott? O que vocês estavam conversando? O que estava fazendo com o celular? Vocês trocaram números? Por quê?
​Jeong-in organizou seus pensamentos enquanto ouvia as perguntas implacáveis de Justin.
​Se Justin soubesse que ele havia perdido o caderno da vergonha e, além disso, que Chase Prescott estava com a mochila que o continha, o frágil Justin provavelmente desmaiaria. Ele poderia até ficar doente e se recusar a comer ou beber.
​A sorte era que Chase ainda não havia lido o caderno. Se tivesse, não teria agido de forma tão casual antes. Além disso, Chase não teria a chance de ler o caderno de qualquer maneira. Jeong-in iria à casa dele assim que a escola terminasse e o recuperaria.
​Nada aconteceria.
​Às vezes, a ignorância é uma benção. Portanto, não havia necessidade de arrastar Justin para o inferno que ele estava vivenciando.
​— Jay! Diga alguma coisa!
​— Bem… Justin, você conhece o Steven, certo?
​— Steven? Seu ex-padrasto?
​— Sim. O Steven me levou a uma festa, dizendo que estava tentando conseguir um investimento.
​— Festa?
​Para nerds como eles, “festa” era uma palavra tão distante quanto o “espaço sideral”.
​— Foi tipo um evento de caridade, enfim. Aquela festa foi realizada na casa dos Prescott.
​— Prescott? Então, Jay! Você até já foi à casa do Chase Prescott?
​— Sim.
​— Me conte tudo, não esconda nada!
​Jeong-in relatou tudo, desde como acabou indo à festa até como Chase Prescott não se lembrava de nada dele quando se encontraram lá, omitindo cuidadosamente a história sobre a perda da mochila.
— O Chase Prescott, sabe. O cabelo loiro e a cor dos olhos lembram os do pai, mas, se eu tivesse que dizer, a aparência dele puxa mais a da mãe. Achei que ela fosse uma atriz na casa dos trinta anos. Ela tem aquela aura que lembra a Gene Tierney no auge.
​— Uau, inacreditável!
​Justin olhou para Jeong-in com os olhos brilhando.
​— Não tinha ninguém que você conhecesse na festa? Tipo celebridades ou algo assim?
​— Bem… tinha uma pessoa que eu conhecia.
​— Quem?!
​Ao ser questionado sobre rostos familiares, Jeong-in de repente se lembrou de Vivian Sinclair na varanda. Recordando-se dela conduzindo um homem loiro para o terraço, seu humor afundou novamente.
​— Vivian Sinclair estava lá.
​— Bem, não é como se a Sinclair fosse perder um evento desses.
​— Eu estava na varanda tomando um ar quando ela saiu com o Chase Prescott. Mas eles começaram a ficar íntimos sem nem checar se havia mais alguém lá.
​— Eles são uns animais! Vamos escrever tudo isso no caderno da vergonha.
​A boca de Jeong-in amargou ao responder um — É… — à sugestão indignada de Justin.
​— Eu estava tentando me esconder deles quando caí para trás e fui parar nos arbustos.
​Justin deu uma risadinha, imaginando a cena, e então acenou com a cabeça em direção à bolsa que Jeong-in estava carregando.
​— Você trocou de bolsa?
​Naquele momento, o coração de Jeong-in parou. Ele riu sem jeito e inventou uma desculpa.
​— Ah, só… eu precisava de uma mudança.
​— Acontece às vezes.
​A culpa surgiu enquanto Justin dava tapinhas em suas costas com um sorriso caloroso e amigável.
​Parecia um peso enorme pressionando seu peito. Pela primeira vez, um segredo havia se formado entre ele e Justin.

​Após assistirem às suas aulas separadas, eles se encontraram novamente em frente à cafeteria. Justin conseguia identificar o menu do dia apenas pelo cheiro flutuando no ar.
​— Dia de Taco!
​Na maioria dos dias, a cafeteria da escola servia sanduíches murchos, hambúrgueres secos ou massas com macarrão que vivia quebrando. Mas, ocasionalmente, serviam tacos e burritos, que eram os favoritos dos alunos.
​Nesses dias, até os garotos populares apareciam de alguma forma na cafeteria. Eles geralmente pediam comida para entregar e comer nas mesas externas ou saíam do campus para almoçar.
​Almoçar ao ar livre ou fora do campus era um privilégio reservado aos alunos do penúltimo ano em diante. A maioria das escolas não permitia que os alunos do segundo ano ou mais novos saíssem para almoçar.
​No entanto, Justin e Jeong-in nunca haviam usado esse privilégio. Como de costume, eles ocuparam seus lugares no canto mais isolado, perto das latas de lixo. No momento em que iam se sentar com suas bandejas, o grupo popular apareceu.
​Chase, entrando com seu grupo, deu uma olhada ao redor, avistou os dois e fez um leve aceno de cabeça com o queixo em cumprimento. Excitado, Justin cutucou Jeong-in repetidamente com o cotovelo, fazendo um alvoroço.
​— Oh, ele te cumprimentou!
​— Para com isso, Justin.
​Jeong-in fingiu indiferença, mas sentiu seu coração bater um pouco mais rápido.
​Chase e seu grupo contornaram a área de serviço com suas bandejas e seguiram para as mesas centrais. Um lugar onde todos se sentiam intimidados demais para sentar. Eles ocuparam aqueles assentos geralmente vazios como se fosse natural.
​Brian Cole colocou sua bandeja em um assento visível da posição de Jeong-in. Chase apareceu atrás dele, disse algo para Brian Cole, que assentiu e mudou-se para o lado oposto. Isso deixou Chase Prescott sentado diretamente de frente para Jeong-in.
​— A propósito, Jay, por que você não subiu nada no WhatsApp? Combinamos de postar os problemas resolvidos — Justin perguntou enquanto cobria generosamente seu taco com guacamole. Mas Jeong-in estava perdido em pensamentos, nem sequer ouvindo Justin. Ele se perguntava se Chase havia escolhido deliberadamente sentar-se onde pudesse encará-lo. O pensamento pareceu tão absurdo que ele teve que rir de si mesmo.
​— Jay. Jay?
​— Hã, o quê?
​— No que você está pensando tão intensamente?
​— Nada.
​Jeong-in balançou a cabeça, tentando escapar de sua fantasia sem sentido. Naquele momento, seus olhos encontraram os de Chase do outro lado do salão. No começo, ele achou que estava imaginando, mas não estava. Chase olhava diretamente para Jeong-in enquanto segurava o celular e o balançava levemente.
​Com uma sensação de descrença, Jeong-in pegou seu telefone. A tela mostrava uma notificação de uma nova mensagem.
​Chase Prescott: [Oi]
Jeong-in respondeu com a mesma palavra para o contato que havia salvado com nome e sobrenome.
​Jeong-in: [Oi]
​Três pontinhos apareceram na janela de mensagem de Chase, indicando que ele estava digitando. Olhando em direção à mesa dele, Jeong-in viu Chase com a cabeça baixa, tocando a tela do celular. Logo, o aparelho de Jeong-in emitiu um toque curto.
​Chase Prescott: [Tem uma coisa que eu quero te dizer com antecedência]
​A mensagem que parecia incompleta fez Jeong-in levantar o olhar, e seus olhos encontraram os de Chase, que o observava. Quando Jeong-in ergueu as sobrancelhas como se perguntasse “O quê?”, Chase pegou o telefone novamente e digitou algo. Logo, o celular de Jeong-in acendeu com uma notificação.
​Chase Prescott: [Eu não tenho nenhuma IST ou algo do tipo ]
​A mão de Jeong-in ficou mole e seu celular caiu com estrondo no chão. Ele se abaixou apressadamente para recuperar o aparelho, que havia deslizado pelo piso liso até o meio da mesa. Ele rastejou sobre as mãos e os joelhos para pegá-lo. Felizmente, não parecia estar quebrado.
​Engolindo um suspiro de alívio, Jeong-in permaneceu debaixo da mesa, perdido em pensamentos. Ele se perguntou se poderia simplesmente ficar ali. Se ao menos isso fosse possível.
​Depois de um tempo, Jeong-in espiou cautelosamente por cima da mesa, apenas para encontrar os olhos de Chase novamente. Chase cobria a boca com a mão, tentando conter o riso.
​Sentindo o rosto arder, Jeong-in voltou rapidamente para o seu assento e, apesar das mãos trêmulas, digitou apressadamente em seu telefone.
​Jeong-in: [Sinto muito bor favor devolva]
​Somente após apertar enviar ele percebeu que havia cometido um erro de digitação.
​Jeong-in olhou imediatamente para Chase. Chase verificou a tela, sorriu com o canto da boca levemente curvado e, em seguida, enfiou o celular no bolso da jaqueta.
​A mente de Jeong-in ficou em branco.
​Chase havia lido o caderno da vergonha. Chase Prescott realmente tinha lido.
​— Delicioso. Jay, por que você não está comendo? — A voz de Justin o alcançou, mas Jeong-in já havia perdido tanto a fome quanto o apetite. — Não estou com fome — disse ele enquanto pousava o garfo, enquanto Justin olhava para o seu prato cheio.
​— Hum… Jay, posso pegar um pouco do seu guacamole…?
​— …Claro.
​— Precisa de um pouco mais de sal, então se eu pudesse pegar algumas tortilhas também…
​Jeong-in empurrou silenciosamente sua bandeja em direção a Justin.

Continua…

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✦ Tradução, revisão e Raws: Othello&Belladonna

Ler 7 Minutes of Heaven (Novel) Yaoi Mangá Online

Aviso: ※ Conversas em coreano são expressas usando 〈 〉, enquanto conversas em inglês e outros idiomas utilizam travessão —
Sinopse:
Lim Jeong-in é um nerd acostumado a ser tratado como se fosse invisível na selva do ensino médio. Ele participa de duas atividades de clube com seu melhor amigo, Justin Wong. Uma é o clube de matemática ‘Mathleet Society’, e a outra é o ‘Clube de Ódio ao Chase’.
— Longa vida ao Clube de Ódio ao Chase.
Escrever um ‘livro da vergonha’ que repete boatos sobre o maior galã da escola, Chase Prescott, era um dos pequenos prazeres dos dois nerds. No entanto, através de uma reviravolta inesperada, o caderno de Lim Jeong-in é descoberto por Chase.
Mas, em vez de ficar zangado, Chase demonstra interesse por Jeong-in.
— Você é realmente engraçado.
— O livro? Quando você vai devolvê-lo?
— Hmm. Quando você parar de me odiar?
Ironicamente, o relacionamento que começou com o livro da vergonha torna-se gradualmente especial e, à medida que Jeong-in descobre os lados ocultos de Chase, ele se vê cada vez mais atraído para o mundo dele.
[Então, você gosta um pouco mais de mim agora?]
A verdade é que você me cativou não apenas agora, mas muito antes. Desde o momento em que bati os olhos em você pela primeira vez.
Jeong-in entra em confusão ao encarar seus verdadeiros sentimentos, que ele deliberadamente ignorou e escondeu até agora. Amizade, estudos e uma paixão de longa data.
Nesse relacionamento instável com alguém que abala todo o seu mundo, será Jeong-in capaz de manter o seu lugar?
Nome alternativo: 7 7 Minutes In Heaven

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