Ler 7 Minutes of Heaven (Novel) – Capítulo 05 Online


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❀ 7 Minutes Of Heaven 5

Suzy sugeriu comprar um terno para a ocasião. Jeong-in hesitou, pensando se não seria melhor apenas alugar um smoking em uma loja, ainda nutrindo esperança de crescer mais. Mas, no fim, seguiu obedientemente Suzy até uma loja de roupas no shopping e comprou algo adequado. Claro, as roupas foram pagas com o cartão de Steven.
Dispensando a gravata, ele abotoou completamente uma camisa Oxford branca e bem passada. Suzy fez Jeong-in, que naquele dia usava lentes de contato em vez dos óculos habituais, sentar-se em uma cadeira de jantar e começou a arrumar seu cabelo.
— Mãe, não coloca muito produto no meu cabelo. Fica abafado.
— Tá bom. Só confia em mim.
Suzy penteou levemente o cabelo de Jeong-in para trás, deixando metade da testa à mostra, e aplicou spray para manter no lugar.
— Meu Deus, de quem é esse filho? Você está tão bonito.
Os olhos de Suzy brilhavam de admiração enquanto observava Jeong-in se levantar. Não satisfeita apenas em olhar, pegou o celular e começou a tirar fotos.
— Você pode não conhecer ninguém lá e acabar entediado, então por que não leva seu Nintendo?
— Vou levar minha mochila. Preciso estudar.
Os americanos levavam festas a sério, e esse tipo de evento geralmente começava no início da noite e ia até tarde. Jeong-in colocou no ombro a mochila escolar cheia de cadernos. Era óbvio que a festa estaria cheia o suficiente para ninguém se importar se ele se sentasse em um canto lendo ou resolvendo problemas de matemática.
Suzy assentiu, satisfeita, ao observá-lo.
— Com essa mochila, você parece um profissional. Tipo alguém talentoso da área de tecnologia.
Para Suzy, seu precioso filho apenas parecia bonito e elegante.
Nesse momento, o som de uma buzina ecoou do lado de fora.
— Oh? Parece que ele chegou.
Suzy esticou o pescoço para olhar pela janela. O velho BMW de Steven estava estacionado em frente à casa.
Ao levá-lo até a porta para se despedir, Suzy disse, com uma voz carregada de afeto e preocupação:
— Divirta-se, Jeong-in.
— Vou sim, mãe.
Jeong-in deu um leve beijo na bochecha de Suzy antes de entrar no banco do passageiro do carro de Steven.
Steven, sentado no banco do motorista com uma expressão um pouco ansiosa, fez um leve aceno para Suzy pela janela e depois olhou para Jeong-in.
— Bem, vamos?
— Sim.
Jeong-in soltou uma leve risada ao ver o endereço inserido no sistema de navegação.
[1 Crestview Drive, Bellacove]
O número “1” no início indicava que era a primeira casa da rua, simbolizando a residência com a melhor localização e maior prestígio. Em áreas ricas, o número 1 costuma ser atribuído às casas com maior status ou importância simbólica. Só o endereço já revelava o poder e a presença da família Prescott.
O carro seguiu pela Bellevue Boulevard, passou pela Cliff Drive e entrou na Crestview Drive, o bairro mais rico de Bellacove.
— Inacreditável…
Jeong-in deixou escapar um suspiro ao ver a mansão diante de si.
A propriedade estava posicionada no alto de uma colina, dominando a vista da estrada e dos arredores. Em frente à mansão havia uma ampla rotatória, com uma elegante fonte no centro, jorrando água em padrões clássicos e sofisticados. Ao longo do caminho, árvores perfeitamente podadas e flores vibrantes estavam plantadas, fazendo até a entrada parecer um pequeno jardim.
Majestosas colunas de mármore se erguiam na entrada, e cada parede de pedra imponente e cada janela arqueada pareciam obras de arte. O pôr do sol banhava a mansão em uma luz dourada e quente, criando uma atmosfera misteriosa e grandiosa, como a de um castelo antigo.
Carros se alinhavam um após o outro, deixando convidados antes de seguirem para a área de estacionamento. Alguns chegavam dirigindo e entregavam as chaves aos manobristas que aguardavam na entrada.
Jeong-in se sentiu automaticamente intimidado ao ver pessoas de smoking e vestidos de gala subindo, uma após a outra, as escadas cobertas por tapete.
Ele engoliu em seco. Não era o único nervoso — Steven também respirava fundo, o peito subindo visivelmente. Os dois trocaram um breve olhar e assentiram um para o outro, como se fizessem uma promessa.
— Bem, estou contando com você, Jeong-in.
— Não fique nervoso e faça isso direito. Minha mensalidade depende disso.
— Sim! Vou dar o meu melhor!
Com expressões determinadas, Steven e Jeong-in saíram do carro. Então, em silêncio, subiram as escadas cobertas por um tapete vermelho que levavam à mansão.
No momento em que entraram, ambos ficaram sobrecarregados. O enorme hall de entrada era decorado com colunas grandiosas e mármore, com um gigantesco lustre espalhando luz a partir do teto.
No fim de um corredor alinhado com molduras antigas, seguranças com detectores de metal realizavam revistas leves nos convidados, como em um aeroporto.
Jeong-in foi parado. Um segurança de terno preto o informou de que bolsas não podiam ser levadas para dentro e ofereceu guardá-la no guarda-volumes.
O fato de existir um espaço dedicado apenas para guardar casacos dentro da casa lhe pareceu fascinante.
— Pode ir na frente. Eu te alcanço depois de usar o banheiro.
Sem conseguir reunir coragem para entrar imediatamente, Jeong-in inventou a desculpa do banheiro. Steven assentiu e desapareceu no local da festa.
Sozinho, Jeong-in caminhou lentamente pelo corredor. Aquele lugar ornamentado parecia um mundo completamente diferente.
Assim que virou a esquina, uma mulher apareceu de repente e cambaleou, perdendo o equilíbrio. Seu pé pareceu escorregar, e ela estava prestes a cair de cara no chão.
O piso era de mármore frio e duro, e bem ao lado havia um aparador com uma quina afiada. Sem tempo para pensar, Jeong-in avançou por instinto.
Com um baque surdo, Jeong-in caiu no chão, quase sendo esmagado sob ela. Uma dor aguda percorreu seu cóccix, mas ele não parecia estar ferido.
Com cuidado, Jeong-in apoiou a mulher e a ajudou a se levantar. Graças a ele ter absorvido a maior parte do impacto, ela parecia ilesa.
— Você está bem?
A mulher de cabelos castanhos, usando um vestido de seda bordô esvoaçante, era uma beleza cuja idade era difícil de determinar. Parecia ter entre o início e a metade dos trinta, mas também possuía a beleza madura de alguém na casa dos quarenta.
Um forte cheiro de vinho emanava dela. Em que momento a festa tinha começado para que alguém já estivesse tão bêbado?
A mulher, tendo recuperado o equilíbrio, voltou o olhar para o rosto de Jeong-in.
— Obrigada. Você não pode ser um convidado. Trabalha aqui como temporário?
A suposição de que ele não poderia ser um convidado tinha certa lógica. Desde a porta da frente da mansão até ali, ele não tinha visto uma única pessoa não branca, incluindo os seguranças.
As pessoas ali praticavam discriminação racial de forma tão natural quanto respirar, embora não de maneira explícita. O problema era que nem sequer reconheciam isso como discriminação.
— Me leve até aquela sala ali.
A mulher se apoiou languidamente no braço de Jeong-in e apontou para algum lugar. O local ao qual chegaram, enquanto ele a ajudava, era uma biblioteca imponente saída diretamente de um filme. Estantes de mogno preenchiam as paredes, e um sofá de couro de búfalo ficava junto à janela, coberta por cortinas jacquard.
A mulher se jogou no sofá e pressionou as têmporas, como se estivesse com dor de cabeça.
— Gostaria que eu trouxesse um pouco de água?
Preocupado em deixá-la sozinha, Jeong-in se ofereceu, e a mulher sorriu, esticando os lábios pintados com um batom cor de coral.
— A cavalheirismo ainda existe. Estou bem, você pode ir agora.
Jeong-in assentiu e saiu silenciosamente do cômodo, esfregando o cóccix dolorido. Na pressa, ele não percebeu o retrato da família Prescott pendurado na parede da biblioteca.
Ao entrar no local da festa, Jeong-in logo avistou Steven, que olhava ao redor com ansiedade. Assim que o viu, Steven correu até ele com uma expressão aliviada e o repreendeu:
— Onde você estava!
— Eu disse que ia ao banheiro.
Steven segurou o braço de Jeong-in e o puxou para mais fundo na festa. Sob enormes lustres, pessoas em vestidos glamorosos e smokings riam, conversavam e seguravam taças de champanhe cintilantes. Era como uma cena recriada de “The Great Gatsby”.
— Ali, ele está ali.
Steven conduziu Jeong-in até um homem alto e imponente, de cabelos dourados, vestindo um smoking preto. Mesmo de costas, Jeong-in conseguiu intuir quem ele era.
— Ahem…
Sem coragem de chamar o homem que conversava com outras pessoas, Steven pigarreou algumas vezes, com o punho diante da boca. O homem terminou a conversa, virou-se, e naquele instante, Jeong-in prendeu a respiração.
A primeira coisa que notou foram os olhos azul-acinzentados. Frios e afiados como geleiras, aqueles olhos penetrantes, que pareciam enxergar através de tudo, estavam carregados de solenidade e autoridade. Eram semelhantes aos de Chase Prescott, mas ligeiramente mais frios.
Covinhas se formaram em seu sorriso casual, e até as rugas ao redor dos olhos pareciam atraentes. Aparentando estar no fim dos quarenta, era um homem bonito cuja masculinidade e sofisticação haviam amadurecido com o tempo.
Jeong-in podia ter certeza. Vinte anos atrás, aquele homem estaria exatamente onde Chase Prescott está agora. O trono de Chase havia sido herdado dele.
Dominic Prescott lançou um olhar indiferente, como se observasse um transeunte. O peso de chamar sua atenção sempre recaía sobre o outro.
— Olá, senhor. Nós nos encontramos no clube de campo. Sou Steven Fletcher, dono de uma concessionária de carros usados.
Dominic Prescott estreitou os olhos, como se tentasse se lembrar. Steven então empurrou Jeong-in para frente, acrescentando como se desse uma dica:
— Este é meu filho, Jay. Ele estuda na Wincrest High.
— Ah.
Dominic Prescott assentiu levemente, como se só então se recordasse. Seus olhos azuis, voltados para Jeong-in, não conseguiam esconder um certo lampejo de surpresa inesperada. Steven continuou apressadamente:
— Eu me casei com a mãe dele.
— …Entendo.
— Jeong-in, cumprimente. Este é o Sr. Dominic Prescott.
— Olá.
— Jovem Sr. Fletcher.
Um breve traço de desconforto passou pelo rosto de Dominic enquanto ele reconhecia o cumprimento com um leve aceno de cabeça. Ele parecia o arquétipo de um republicano de gerações — do tipo que defende o porte de armas, tem visões negativas sobre imigrantes e apoia fortemente valores tradicionais e políticas econômicas conservadoras — o ápice da classe privilegiada.
— Apesar das aparências, ele é um excelente aluno. Está mirando Harvard.
A voz de Steven carregava orgulho ao falar de Jeong-in. Pela primeira vez, um interesse brilhou nos olhos de Dominic. Talvez fosse por isso que estudantes asiáticos suportavam o estereótipo de superdesempenho enquanto ainda davam o máximo de si — porque só assim podiam ficar lado a lado com pessoas como aquelas.
— É mesmo? Então você pode acabar na mesma universidade que Chase.
— O jovem Sr. Prescott também está se candidatando a Harvard?
Steven perguntou, com uma expressão levemente surpresa.
— O orientador diz que as notas dele são suficientes e sugeriu que tente a candidatura antecipada no próximo semestre.
— Talvez esteja considerando a via esportiva?
— De forma alguma. Meu pai e eu nos formamos em economia, então naturalmente Chase seguirá esse caminho.
Uma fissura momentânea surgiu na expressão até então calma de Jeong-in. Sua cabeça girou, e seu coração bateu em um turbilhão confuso.
Notas suficientes? Aquele Chase Prescott? Como?
Ele pensava que Chase estava em Honors English Composition apenas porque, por acaso, era bom em uma matéria. Todo mundo tem uma ou duas disciplinas em que se destaca. Mas ele está se candidatando a Harvard? E suas notas são boas o suficiente para recomendação de candidatura antecipada?
A mente de Jeong-in se encheu instantaneamente de confusão. Chase era um atleta. Um jogador estrela do time de futebol americano. Ia praticamente a todas as festas e havia rumores de que ficava com inúmeras garotas.
Como alguém como Chase Prescott poderia ter notas suficientes para Harvard em um curso regular? Enquanto eu estou me matando de estudar, até levando livros para festas, e ainda assim sem saber se vou conseguir?
Jeong-in sentiu como se tudo em que acreditava estivesse sendo abalado. Era como se o chão sob seus pés estivesse se rachando.
— Ah, lá vem ele agora.
Seguindo o olhar de Dominic Prescott, Jeong-in viu Chase Prescott caminhando em direção a eles.
O smoking preto, perfeitamente ajustado ao seu corpo alto, caía nele como se tivesse nascido vestindo aquilo. Seus cabelos dourados, levemente desalinhados, com algumas mechas caindo sobre a testa, brilhavam sob a iluminação suave. Ele parecia um ator de Hollywood que acabara de sair de um set de filmagem.
Olhares de pessoas de todas as idades e gêneros convergiam para Chase. Ainda assim, ele parecia indiferente, como se aquilo fosse algo completamente comum.
Aproximando-se finalmente com passos tranquilos, ele parou ao lado de Dominic. Com dois homens altos e de presença marcante lado a lado, até o ar ao redor parecia pesar.
— Jovem Sr. Prescott. Prazer em conhecê-lo. Sou Steven Fletcher.
— Chase Prescott.
Quando Steven estendeu a mão, Chase a segurou naturalmente e a apertou. Seu olhar então se voltou para Jeong-in.
— Ouvi dizer que você estuda na mesma escola.
Diante das palavras de Dominic, Chase exibiu um sorriso suave e estendeu a mão para Jeong-in.
— Se alguém tão fofo estivesse na nossa escola, eu não teria como não saber. Você é transferido? Prazer em conhecer.
Jeong-in não conseguiu aceitar a mão estendida.
As palavras de Chase fizeram seu coração afundar. O comentário sobre ser “fofo” sequer foi registrado. O que importava era o que veio depois.
O quê? Prazer em conhecer?
— Você estuda na Wincrest? Mas por que eu nunca te vi na escola nem uma vez?
Jeong-in não conseguia acreditar que Chase realmente não o conhecia. Ele apenas encarava Chase, sem conseguir nem abrir a boca.
Chase, constrangido, recolheu a mão e continuou perguntando:
— Você é calouro? Ou do segundo ano?
— Disseram que vocês estão na mesma série. Você não o conhece?
Diante das palavras de Dominic, Chase inclinou levemente a cabeça, como se realmente não soubesse. O rosto de Steven demonstrava decepção — ele achava que pelo menos os dois se reconheceriam.
Enquanto isso, algo quente começava a subir dentro de Jeong-in. Eles tinham sido da mesma turma no primeiro ano, e naquele ano estavam cursando Honors English Composition juntos. Especialmente nessa aula, ele se sentava bem perto de Chase. Eles até já tinham conversado algumas vezes.
Até então, Jeong-in sempre se sentiu confortável com o fato de as pessoas o tratarem como se fosse invisível. Ele realmente acreditava que era melhor seguir seu próprio caminho em silêncio, sem chamar atenção.
Mas encarar o fato de que Chase Prescott sequer se lembrava dele trouxe uma dor estranha. Uma raiva e uma tristeza indescritíveis se cruzaram dentro dele.
Jeong-in não conseguiu mais ficar ali. Dominado por um sentimento sufocante, ele só queria escapar.
— …Com licença. Por favor, continuem a conversa à vontade.
Deixando esse breve cumprimento trêmulo, Jeong-in se virou rapidamente. O barulho da festa ecoava de forma abafada em seus ouvidos.
Jeong-in foi imediatamente até o guarda-volumes para pegar sua bolsa. Pensou que seria melhor esperar por Steven no carro, do lado de fora.
No entanto, no momento em que pegou a bolsa, percebeu que não tinha as chaves do carro. Mas também não queria voltar para a festa.
— Haah…
Soltando um suspiro profundo e pesado, Jeong-in começou a caminhar pelo corredor em busca de um lugar onde pudesse ficar. A mansão era excessivamente grande e complexa — seria fácil se perder.

Continua…

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✦ Tradução, revisão e Raws: Othello&Belladonna

Ler 7 Minutes of Heaven (Novel) Yaoi Mangá Online

Aviso: ※ Conversas em coreano são expressas usando 〈 〉, enquanto conversas em inglês e outros idiomas utilizam travessão —
Sinopse:
Lim Jeong-in é um nerd acostumado a ser tratado como se fosse invisível na selva do ensino médio. Ele participa de duas atividades de clube com seu melhor amigo, Justin Wong. Uma é o clube de matemática ‘Mathleet Society’, e a outra é o ‘Clube de Ódio ao Chase’.
— Longa vida ao Clube de Ódio ao Chase.
Escrever um ‘livro da vergonha’ que repete boatos sobre o maior galã da escola, Chase Prescott, era um dos pequenos prazeres dos dois nerds. No entanto, através de uma reviravolta inesperada, o caderno de Lim Jeong-in é descoberto por Chase.
Mas, em vez de ficar zangado, Chase demonstra interesse por Jeong-in.
— Você é realmente engraçado.
— O livro? Quando você vai devolvê-lo?
— Hmm. Quando você parar de me odiar?
Ironicamente, o relacionamento que começou com o livro da vergonha torna-se gradualmente especial e, à medida que Jeong-in descobre os lados ocultos de Chase, ele se vê cada vez mais atraído para o mundo dele.
[Então, você gosta um pouco mais de mim agora?]
A verdade é que você me cativou não apenas agora, mas muito antes. Desde o momento em que bati os olhos em você pela primeira vez.
Jeong-in entra em confusão ao encarar seus verdadeiros sentimentos, que ele deliberadamente ignorou e escondeu até agora. Amizade, estudos e uma paixão de longa data.
Nesse relacionamento instável com alguém que abala todo o seu mundo, será Jeong-in capaz de manter o seu lugar?
Nome alternativo: 7 7 Minutes In Heaven

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