Ler Vamos nos Encontrar Vivos (Novel) – Capítulo 56 Online

↫─Capítulo 56
Shinu engoliu em seco. Então, é assim que é viver com algo desse tipo e ainda fazer sexo. Se fosse eu, teria ficado horrorizado e fugido assim que visse o do Han Taebaek. Mas agora, tudo o que restava era curiosidade e fascínio. Shinu puxou a cueca de Han Taebaek para baixo, e o pau de Han Taebaek saltou para fora, pulsando.
Lembrava aqueles brinquedos de cobra com mola. Sabe, aqueles que, quando você abre a caixa, a cobra salta para frente. Parecia exatamente com aquilo.
Shinu acariciou a espessura do pênis de Han Taebaek, que era quase do tamanho de seu pulso. O corpo de Han Taebaek ficou tenso. Então Han Taebaek começou a acariciar vigorosamente o membro de Shinu, mais rápido e mais forte do que antes.
— Ahhh…
Shinu gemeu baixinho e enterrou o nariz no cabelo de Han Taebaek. Ele imitava desajeitadamente os movimentos de Han Taebaek, apertando o corpo do pênis, roçando a glande com o polegar e, ocasionalmente, apertando com força a base. Ele podia sentir a respiração de Han Taebaek tornando-se irregular.
Os dois, com as sobrancelhas franzidas, seguravam e acariciavam os paus um do outro. Era um ato obsceno, possivelmente a coisa mais depravada que Shinu já fizera em sua vida.
Suas mãos moviam-se mais rápido. O atrito entre suas palmas e os membros criava um calor morno, como um aquecedor de mãos. Enquanto isso, a espinha de Shinu formigava. À medida que o clímax se aproximava, uma sensação semelhante à vontade de urinar fazia seu baixo ventre latejar. Seus joelhos continuavam se retraindo.
Então Han Taebaek subitamente afastou a mão de Shinu. Ele pressionou seu corpo para perto e agarrou ambos os desejos juntos. Os dois membros rígidos e quentes foram pressionados um contra o outro.
Shinu quase desmaiou. O prazer era avassalador, mas a estimulação visual era imensa. Ele nunca tinha visto nada parecido, nem mesmo nos pornôs que assistira por curiosidade.
Han Taebaek. Tão devasso. Estava além de qualquer coisa que Shinu já tivesse imaginado. Ele queria gritar, mas apenas gemidos quentes escapavam de seus lábios.
As glandes arredondadas batiam uma na outra. Os corpos dos pênis se esfregavam, e a palma grande de Han Taebaek segurava os membros com firmeza, fazendo-os parecer quentes e sensíveis.
— Ahhh! Han, Han Taebaek…
— Huuh, hyung…
Shinu, tremendo e sem saber o que fazer, buscou os lábios de Han Taebaek. Han Taebaek abriu a boca ansiosamente e engoliu os lábios de Shinu, movendo sua mão ainda mais rápido.
— Ugh…
Han Taebaek atingiu o clímax primeiro. Suas veias saltaram e o sêmen quente disparou. Ele rapidamente pegou um cobertor para cobrir os membros deles e continuou a acariciá-los. Seus músculos se contraíam involuntariamente devido aos espasmos posteriores, e seus molares se rangiam.
— Ugh…
Logo depois, Shinu também atingiu o clímax. Os dedos de seus pés se curvaram como os de um bailarino, e sua glande ficou úmida. O sêmen jorrando por sua ponta fez sua espinha formigar com calafrios. Suas coxas tremiam e lágrimas brotaram nos cantos de seus olhos.
Han Taebaek beijou gentilmente os olhos lacrimejantes de Shinu e acariciou o pau dele mais lentamente do que antes. Logo, o gotejamento de sêmen parou, e o corpo tenso de Shinu relaxou completamente.
Shinu e Han Taebaek ficaram ali deitados, fracos e ofegantes. Não, era apenas Shinu quem estava fraco. Han Taebaek, que dera a Shinu o travesseiro de seu braço, acariciava o ombro liso de Shinu e depositava beijos tenros em suas têmporas. Ele parecia satisfeito, rindo baixinho para si mesmo.
Shinu olhou fixamente para o teto nu, tentando organizar seus pensamentos. Ele percebeu tardiamente o quão insanas haviam sido suas ações. Foi mais quente e estimulante do que brincar com fogo. Nem mesmo um cachorro no cio seria tão depravado.
Shinu soltou um suspiro pesado e murmurou.
— Não estamos em nosso juízo perfeito. Fazer algo assim nesta situação…
— Isso importa? Você não sabe que bebês nascem mesmo em tempos de guerra?
Han Taebaek esfregou gentilmente a bochecha de Shinu com o polegar e falou. Shinu suspirou novamente e virou as costas para Han Taebaek. Ele sabia que Han Taebaek não entenderia seu autodesprezo.
Han Taebaek pressionou beijos na nuca de Shinu.
— Vamos descansar por uma hora ou mais e depois partir. Ou podemos esperar até a noite.
— …Tudo bem.
— Durma um pouco. Eu ficarei de guarda.
Han Taebaek cobriu Shinu com sua jaqueta azul e o abraçou. O calor de Han Taebaek penetrava através da jaqueta. Sentindo isso, as pálpebras de Shinu ficaram pesadas.
Com o acidente de trânsito, a arma de tranquilizante, a correria desde a aurora para encontrar Han Taebaek e o intenso autoprazer — não, não era exatamente autoprazer, mas um ato semelhante — ele devia estar exausto.
Ainda assim, ele pensou que não deveria dormir. Este lugar não é seguro. Somos reféns, ele pensou, mas suas pálpebras continuavam caindo pesadamente.
— Boa noite, hyung.
A voz baixa de Han Taebaek parecia um cobertor quente. Incapaz de resistir ao calor, Shinu fechou os olhos lentamente.
❖ ❖ ❖
O sol havia se posto completamente, e a escuridão envolveu a noite. Han Taebaek sacudiu gentilmente o adormecido Shinu para acordá-lo.
— Hyung. Acorde, hyung.
Shinu, que estivera dormindo profundamente, abriu levemente os olhos. A escuridão densa penetrou em sua visão. As velas teriam se apagado? Shinu franziu a testa para a visão turva. Han Taebaek, mal visível, colocou o dedo indicador sobre os lábios, sinalizando silêncio.
Shinu assentiu e sentou-se. Um gemido escapou de seus lábios devido à dor em seu corpo, mas ele mordeu o lábio para segurá-lo. Han Taebaek o ajudou a levantar.
Vestindo sua camisa de qualquer jeito, Shinu olhou para Han Taebaek, questionando o que estava acontecendo. Han Taebaek apontou para a porta de papel. A porta, parcialmente entreaberta, tinha um pequeno furo. Parecia que Han Taebaek o fizera.
Shinu rastejou até o furo e espiou para fora. Estava escuro lá fora. A luz pálida da lua mal iluminava os arredores. Os contornos dos edifícios eram vagamente visíveis.
O grande portão além do local do casamento estava escancarado. Havia árvores viçosas e uma estrada vazia. Era uma cena comum. Shinu não entendia por que Han Taebaek o acordara.
Naquele momento, uma luz branca varreu o ar. Os olhos de Shinu se estreitaram. Luz artificial. Um feixe de luz reto.
…Uma lanterna?
Shinu pressionou-se mais contra a porta. Além do som de insetos zumbindo, ele podia ouvir vozes humanas. Risadas, murmúrios e outros sons indistinguíveis. A distância era grande demais para entender o que estava sendo dito. Ele não conseguia dizer quantas pessoas havia, nem ver seus rostos. A única coisa visível era a luz oscilante da lanterna.
— Parecem pessoas?
Han Taebaek, agachado ao lado de Shinu, perguntou. Shinu assentiu. Um Devorador não estaria carregando uma lanterna.
De onde eles teriam sido capturados? Poderiam ser reféns como nós? Não, eles pareciam relaxados demais para isso. Eles tinham uma lanterna, e os ruídos que faziam eram desprovidos de medo ou terror. Parecia mais com os gritos de um parque de diversões.
Talvez fossem do grupo de Yeong-ik. Se sim, eles precisavam ser cautelosos. Han Taebaek pegara sua arma.
Shinu deveria continuar se escondendo ou persegui-los? Ele estava em conflito. Han Taebaek apoiou o queixo no ombro de Shinu e perguntou.
— Devemos segui-los?
— …Por quê?
— Se aqueles bastardos nos deixaram aqui sem nos amarrar, eles devem pensar que não podemos escapar mesmo se estivermos ilesos. Eles provavelmente encheram a área ao redor da vila folclórica com Devoradores ou armaram minas terrestres ou vidros. Eles devem ter feito algo.
— …
— Mas eles entraram por um “onde” específico e sairão pelo mesmo “onde”. Se os seguirmos, poderemos encontrar a saída.
As sobrancelhas de Shinu tremeram. Era exatamente o que ele estivera pensando. Ele estava surpreso. Ele costumava tremer ao ver sangue, mas agora conseguia avaliar o inimigo. Shinu deu tapinhas na cabeça de Han Taebaek com orgulho. Han Taebaek nem era seu filho, mas ele se sentiu bem.
Han Taebaek olhou para Shinu com um olhar questionador. Shinu deu um pequeno sorriso como se dissesse que não era nada.
— Isso faz sentido. Vamos.
Ele encontrou seu paletó e rapidamente deu o nó na gravata, pegando o castiçal do canto também. Han Taebaek também vestiu sua jaqueta azul e pegou o castiçal.
Os dois, trocando olhares breves, abriram cautelosamente a porta de papel.
Shinu e Han Taebaek seguiram a uma certa distância o grupo com a lanterna. O grupo da lanterna consistia de quatro homens. Suas idades eram desconhecidas. Dois tinham estruturas esguias, um era tão corpulento quanto um lutador de sumô e o último era pesado, com gordura visível mesmo no escuro.
Era estranho que apenas quatro deles estivessem vagando de forma tão imprudente. Havia seis na van que Yeong-ik dirigia. Talvez houvesse outro grupo, mas não havia mais ninguém por perto.
O grupo da lanterna vagava pela vila folclórica aleatoriamente, como se estivessem procurando por algo. Logo descobriram um homem mais velho escondido em um quarto.
Arrastaram o homem que se escondia no quarto para fora e o submeteram a um espancamento gratuito. O homem ajoelhou-se e implorou para que parassem, suplicando por sua vida. O grupo da lanterna ignorou seus apelos, rindo enquanto continuavam a bater e pisoteá-lo.
Após cerca de 5 a 10 minutos de violência indiscriminada, eles seguiram para outro local. O homem, deitado no chão, gemeu fracamente e depois rastejou de volta para o quarto.
Depois disso, o grupo da lanterna continuou a vagar, encontrando pessoas como fantasmas. Mais três apareceram no canto de um armazém, em uma pilha de arbustos e entre campos. O grupo da lanterna os perseguiu, espancou e tratou com dureza, como guardas prisionais cruéis em uma excursão.
Han Taebaek sentiu-se inquieto por ficar parado enquanto a violência continuava e ficava olhando para Shinu, mas Shinu não interveio.
Poderia haver armas ou armas de tranquilizante entre eles. Era perigoso agir de forma imprudente. Han Taebaek, não Shinu. No passado, Han Taebaek teria chutado aqueles canalhas e esmagado seus rostos na terra, mas enfrentar armas desconhecidas era algo a se evitar.
Encontrar a saída era a prioridade. Ele precisava determinar qual era o destino do grupo.
Continua…
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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna
Ler Vamos nos Encontrar Vivos (Novel) Yaoi Mangá Online
Sinopse:
Um vírus zumbi se espalhou na pacífica Seul.
A Coreia deu aos zumbis o nome de ‘Meogbo/Comedores’, e, após uma luta, eles falham em erradicar os meogbo.
– Caros coreanos, no dia 30 de setembro, nosso governo e Seul decidiram abandonar a Península Coreana.
– Venham para Jeonnam.
– Os militares estão esperando no Porto de Mokpo, em Mokpo, Jeollanam-do.
– Queridos cidadãos. Vamos todos nos encontrar vivos.
Shin-hoo: um bodyguard bruto, das forças especiais.
Han Tae-baek: um chefe brincalhão, de rosto frio e estômago fraco.
Han Tae-baek precisa sobreviver, Shin-hoo precisa salvar Tae-baek.
Juntos, os dois navegam por um mundo em caos.
– Se você achar que sua vida vai correr perigo para me salvar, então me abandone. Eu não quero ir para lá.
Tae-baek tentou falar com calma.
– Não vou te deixar sozinho. Não importa o que aconteça, não vou embora.
Shin-hoo respondeu com seu tom calmo característico.
Os dois se aproximam à medida que passam tempo juntos.
Tae-baek descobre a ternura escondida na indiferença de Shin-hoo; Shin-hoo se encharca do afeto imprudente de Tae-baek.
– Você gosta de mim? Acho que vou me apaixonar em alguns dias. É o que estou sentindo.
– …
– E talvez você também me ame.
Tae-baek confessa seu amor com orgulho, sorrindo como um garoto que acabou de viver seu primeiro amor.
Shin-hoo ri baixinho, sem responder.
Os ‘Comedores’ se aglomeraram ao redor dos dois.
Não morra, não desista. Vamos todos nos encontrar vivos.
Nome alternativo: Vamos Nos Encontrar Vivos Stay Alive Lets Meet Alive