Ler Things That Can’t Be Done (Novel) – Capítulo 04ª Parte Online

04ª Parte
— Você tem que abrir para eu poder colocar.
— ….
Seojae não escondeu seu desagrado diante das palavras de Beomjin. Mesmo em meio a isso, o pau ereto dele erguia a cabeça para cima. Conforme o membro cutucava seus lábios e nariz, Seojae acabou abrindo a boca lentamente. À medida que seus lábios macios começavam a envolvê-lo gradualmente a partir da ponta da glande, Beomjin lambeu os lábios e colocou uma mão no topo da cabeça de Seojae.
— … O quê?
Com a ponta do pau de Beomjin em sua boca, Seojae olhou para cima.
— Você está chupando uma bala, por acaso?
O rosto de Beomjin, contorcido de um lado, entrou na visão de Seojae. Mesmo assim, Beomjin parecia gostar de Seojae olhando para cima, pois continuava a colocar pressão na mão que estava em sua cabeça. Com a cabeça inclinada pela metade para trás, Seojae, que estava colocando o pau de Beomjin para dentro da boca, posicionou a própria mão no joelho dele. Como Beomjin havia empurrado a parte inferior do corpo para frente, o pau atingiu sua garganta. Lágrimas brotaram em seus olhos, e ele sentiu uma sensação de queimação em suas membranas mucosas.
Beomjin enfiava o membro na garganta de Seojae como se estivesse transando. Quando ele dava as estocadas, agarrava Seojae — que tentava se puxar para trás como se estivesse assustado — e então enfiava de novo, divertindo-se. Ele já havia feito isso com ômegas de sua idade, mas era a primeira vez que fazia um ômega masculino na casa dos 30 anos chupar seu pau. Talvez porque a boca dele era pequena e o interior era estreito, apenas cerca de metade do pau entrava e saía. Beomjin limpou o lábio inferior com a língua e ergueu um pouco o rosto de Seojae. Devido à estimulação em sua garganta, uma única lágrima rolou do olho de Seojae.
— O hyung-nim não está fazendo direito, então eu tenho que me mover, não tenho?
— Ughp.
Seojae disse algo.
— O quê?
Beomjin nem sequer pensou em tirar o membro e perguntou de novo o que ele havia dito. Quando Seojae fez um som de “ughp”, ele empurrou a cabeça do pau ainda mais para dentro. Toda vez que fazia isso, os cantos dos olhos firmemente fechados de Seojae ficavam pálidos. Beomjin forçou aqueles olhos a se abrirem com a mão. Ele o fez olhar para cima.
— Por que porra você está fechando os olhos?
Os olhos injetados de sangue de Seojae se voltaram para Beomjin.
— Chupa direito, direito.
Diante daquelas palavras, Seojae engoliu a saliva que nem sequer descia. Não parecia que ele conseguiria fazer Beomjin gozar apenas movendo-se para trás e para frente um pouco.
Ele pensara que o membro estava em sua ereção máxima quando o colocara na boca no início, mas o pau de Beomjin estava inchando ainda mais dentro de sua boca. Sua mandíbula doía como se fosse cair.
Seojae começou a balançar a cabeça lentamente, exatamente como Beomjin havia estocado em sua garganta. Ele sentiu que tinha que fazê-lo gozar de alguma forma. Ignorando os músculos de seu rosto que gritavam, ele primeiro apertou a boca e moveu a cabeça para trás e para frente. Ele repetiu o movimento de inseri-lo até o ponto em que Beomjin havia estocado e depois puxá-lo para fora.
— Você sabia como fazer, seu filho da puta.
Beomjin, erguendo uma sobrancelha, encarou fixamente para baixo. Ele não sabia como fazer perfeitamente, mas seu rosto, chupando com tanta força que suas bochechas ficavam encovadas, era ao menos suportável de se assistir. Lambendo os lábios, Beomjin olhou para o rosto de Seojae atentamente, como se o estivesse observando.
Seojae continuou o movimento desajeitado com a cabeça, com o pau de Beomjin, inchado como se fosse estourar, em sua boca.
Olhando para baixo, Beomjin cuspia xingamentos como “porra, porra”, como se estivesse irritado.
A saliva escorria da boca de Seojae, que estava segurando o pênis. Era um pau tão grande quanto uma arma contundente. Ao segurá-lo, a saliva fluía pelas frestas de seus dentes toda vez que ele estalava os lábios. O interior de sua boca doía de forma pungente, como se ele a tivesse mordido, e sua mandíbula estava além das palavras. Toda vez que Beomjin dava um elogio provocativo como: — Você está indo bem —, seus punhos se fechavam.
Havia medo, mas logo, uma sensação de humilhação que erguia a cabeça estava engolindo todas as outras emoções.
Seojae contorceu o rosto por causa de Beomjin, que estava tocando sua bochecha, tocando seu cabelo e até fingindo puxá-lo.
Embora soubesse que Beomjin estava satisfeito porque a sensação no pau mudava toda vez que sua expressão mudava, ele não conseguia manter o rosto imóvel.
Após cerca de cinco minutos disso, Beomjin, como se estivesse sentindo sede, segurou a cabeça de Seojae com as duas mãos.
— Hyung-nim, olha para isso aqui.
Seojae olhou para cima em direção a Beomjin com os olhos cheios de lágrimas.
Havia pressão no polegar que tocava sua bochecha. Quando ele pressionava ali, todo o seu rosto doía.
— Tenta se mover. Isso.
Beomjin disse: — Isso —, embora Seojae não estivesse fazendo nada. Seojae apenas continuou a balançar a cabeça para trás e para frente conforme Beomjin direcionava. Parecia que um buraco seria cavado em sua bochecha pelo polegar opressor de Beomjin.
O pau de Beomjin, embaçado em sua visão, ainda estava vermelho-escuro e poderosamente inchado.
O membro, que nem sequer cabia direito em sua boca, parecia coberto de couro áspero. Uma dor ardia em seus lábios toda vez que ele se esfregava contra eles.
— Ei, hyung-nim, você tem um gosto bom.
Com o pau ainda em sua boca, Beomjin ergueu o rosto de Seojae com as duas mãos. O membro estava tão ferozmente ereto que não havia como escorregar de sua boca apenas por erguê-lo daquele tanto. Seojae levantou os olhos e olhou para Beomjin. Seu olhar passou de relance pelo rosto e pescoço dele, onde as veias pareciam ter começado a se destacar.
— Filho da puta, você, porra.
Xingamentos vulgares saíam da boca de Beomjin.
Seojae estava em agonia até mesmo pelo líquido seminal que preenchia o fundo de sua garganta. Lágrimas vinham fluindo continuamente há um tempo, e parecia que seu nariz estava escorrendo também, já que o filtro labial ficou úmido.
— Fica parado.
Beomjin disse aquilo e puxou o pau que estava na boca de Seojae para fora.
O membro que saltou para fora estava apontando a cabeça incessantemente para cima.
Beomjin o agarrou e começou a se masturbar enquanto olhava para o rosto de Seojae, de cujos orifícios fluidos jorravam.
Enquanto o som de estalo, estalo, era feito de forma constante, Seojae não conseguia desviar o olhar.
Foi porque Beomjin lhe dissera para ficar parado. Ele tinha que assistir Beomjin se masturbar como se para terminar, incapaz de limpar não apenas suas lágrimas, mas também o seu catarro.
Beomjin masturbou-se rudemente e então mirou a ponta da glande no rosto de Seojae. O sêmen branco e viscoso espirrou impiedosamente no rosto de Seojae.
O sêmen espesso de Beomjin misturou-se com o rosto já bagunçado com lágrimas, catarro e suor. Beomjin assistiu até o final, segurando o queixo de Seojae como se o estivesse apreciando. Um pouco do sêmen disparado perto de seu olho misturou-se com as lágrimas e caiu na ponta de seu queixo.
Beomjin pavoneava-se pela cozinha com o pau ainda ereto, sem sequer vestir as cuecas. O espaço era tão estreito que era difícil até mesmo desviar os olhos para outro lugar. Seojae, que havia limpado o rosto enquanto estava de joelhos, esquentou a sopa de algas que havia fervido para seu filho. Depois de fazer uma coisa daquelas, Beomjin dissera que eles deveriam comer primeiro. Os eletrodomésticos que estavam ali desde que se mudara geralmente não estavam em boas condições. Seojae, que tirou o kimchi que rapidamente começa a ficar com gosto azedo, apenas manteve seu rosto avermelhado abaixado.
— Hyung-nim, você andou gastando dinheiro?
Beomjin, que tardiamente começara a se vestir, ainda estava meio ereto. Seojae, erguendo o rosto molhado, moveu uma pequena caixa que estava ao lado da mesa de jantar para o canto. Ele sempre guardava o dinheiro que Beomjin lhe dava ali e o usava apenas em emergências. Beomjin franziu o cenho ao ver as notas de 50.000 won espalhadas como um leque por baixo.
— Ei, estou te falando para gastar isso aqui.
— ……
Sem uma resposta, Seojae olhou para Beomjin. Sua visão ainda não estava clara, como se estivesse nublada. Beomjin, que estava encarando aquele rosto, começou uma briga sem motivo, dizendo: — Porra, o quê? — Abaixando os olhos, Seojae transferiu a sopa de algas para uma tigela e também esquentou um arroz instantâneo. Era algo que ele havia preparado para a porção de Beomjin, apenas por precaução.
Ele ainda tinha dinheiro suficiente em sua própria conta bancária para viver por um tempo. O futuro era preocupante, mas, por enquanto, era possível se virar. Ele estava pensando em conseguir um emprego logo que a situação se estabilizasse. Beomjin, mal começara a comer, tirou a carteira da calça novamente. Desta vez ele estendeu dinheiro, dizendo para ele usar, e parecia ser uma quantia semelhante à daquela vez.
Parecia menos do que naquele dia, mas ainda parecia ser várias centenas de milhares de won. Seojae colocou o dinheiro na borda da mesa e observou a reação de Beomjin.
— Hyung-nim.
Beomjin continuava dizendo: — hyung-nim, hyung-nim.
Seojae, que havia colocado arroz na boca apesar da náusea, ergueu a cabeça exatamente daquela forma.
Porque Beomjin havia tocado e pressionado seu rosto, várias partes da face de Seojae estavam inchadas e vermelhas.
— Ei, você fica bonito até quando está inchado.
Beomjin falou como se estivesse genuinamente impressionado. Ele adicionou exclamações como “Nossa” várias vezes. Seojae ergueu a mão e tocou a bochecha como se a estivesse acariciando. O calor que sentia era ainda pior do que antes. Seus olhos também estavam inchando cada vez mais, então ele devia estar parecendo uma figura e tanto.
Ele havia mostrado todos os tipos de lados de si mesmo para Beomjin, a quem não conhecia há muito tempo. No início, ele pensara: “que vergonha vinda de um garoto oito anos mais novo”, mas aquilo não era nada comparado ao que acabara de acontecer. Mesmo assim, Seojae observava as reações de Beomjin. Ele não sabia com o que Beomjin trabalhava, e ainda não sabia com certeza, mas parecia certo que ele fazia algo um pouco estranho de qualquer forma. Ele frequentemente ouvia “hyung-nim, hyung-nim” dos homens suspeitos que visitavam sua casa, e ele agia como se estivesse acostumado a isso. Embora eles parecessem muito mais jovens. Quando ele estava no telefone, também, estava sempre em posição de comandar ou soltar xingamentos, em vez de se curvar para alguém. Seojae estava gradualmente pintando um quadro completo de Beomjin usando apenas os lados dele que ele havia mostrado.
Beomjin era assustador demais para dizer para ele parar, ou para questionar sua condição.
— Hyung-nim.
Beomjin, que parecia estar pegando uma colherada de arroz, chamou-o novamente.
— Sim.
— Me dá a sua mão.
Uma mão grande foi estendida até logo abaixo de seu rosto. Seojae não teve escolha a não ser colocar a colher que estava segurando na mesa e posicionar sua mão direita em cima da mão grande.
— Que porra, você até fica com hematomas assim?
Beomjin disse, segurando as pontas dos dedos de Seojae. Seojae também olhou para o ferimento nas costas de sua mão. Era um hematoma que ele havia conseguido mais cedo quando sua parte traseira escorregara enquanto ele estava chupando o pau de Beomjin. Era a marca de bater o osso contra o pé da mesa de jantar enquanto se debatia.
— A sua mão também, porra, por que ela é assim?
Beomjin, que Seojae pensou estar falando sobre o hematoma no início, olhou por toda a mão de Seojae e maravilhou-se.
Ele era tão forte que, apenas por puxar seus dedos, um de seus braços era arrastado inteiramente junto.
— Me solta.
Será que ainda restava algum orgulho? Seojae sentiu o absurdo em si mesmo por falar de forma tão severa.
— Deve ter tido um monte de caras loucos pelo hyung-nim, dependendo de cada palavra sua. Certo?
Beomjin, que não tinha intenção de soltar sua mão, apenas dizia coisas sem sentido.
— Estou com medo de ficar assim também.
Seojae observou Beomjin cair na risada por um tempo antes de abaixar a cabeça. Ainda assim, a atmosfera estava melhor do que quando ele estava sem expressão. Se ele não gostava e achava desagradável era um problema para depois. Em vez de ser ameaçado, era melhor apenas ouvir esse tipo de palavra. Seojae começou a mastigar o arroz em sua boca, mastigando-o.
Uma hora que pareceu dez anos se passou. Desde o momento em que os três homens vieram para a frente da casa, apenas uma hora havia se passado. Como o tempo podia passar tão devagar? Seojae olhou de relance para o pequeno relógio na sala de estar e suspirou secretamente, longe dos olhos de Beomjin. Ele se sentia tão drenado de energia que parecia que seus olhos se fechariam a qualquer momento.
— Porra, o que você acha que eu vou fazer?
Ele ouviu aquilo após piscar os olhos um pouco devagar.
Seojae fingiu não ouvir, mas abriu os olhos direito. Beomjin realmente poderia fazer algo.
Como se estivesse lendo a mente de Seojae, Beomjin riu alto.
Seu humor estava em uma gangorra, para cima e para baixo. Ele falava de forma assassina em um momento e depois ria, dizendo coisas como “você está morto” no próximo. Seojae não sabia como lidar com ele. Uma tosse pequena e seca escapou dos lábios de Seojae.
— Isso mesmo.
Parecia que ele estava prestes a dizer algo inútil novamente. Ainda assim, Seojae ergueu os olhos e olhou para Beomjin.
— O que aqueles bastardos realmente disseram mais cedo?
Ele se lembrava vagamente do que havia dito tolamente no corredor do primeiro andar.
Naquela hora, Beomjin estava espancando pessoas, e ele estava com tanto medo de que as faíscas voassem para ele que não conseguiu dizer uma única palavra direito.
— … Que eles me receberam como um presente, aquelas pessoas.
— Sim.
— Eu sou…
Será que estou falando direito agora? Tentando explicar toda a história enquanto Beomjin estava assistindo, parecia que não estava saindo certo de novo. Sentindo como se suas palavras estivessem se distorcendo, Seojae pausou por alguns segundos.
— Você tem que falar direito para eu entender. Você estava soltando alguma coisa…
— … Eu não soltei nada.
— O que você disse?
Seojae congelou como uma estátua de pedra diante da pergunta de Beomjin. Parecia que seus sentimentos reprimidos haviam se inflamado, pensando que Beomjin estava ouvindo sua história. Seojae desejava poder voltar no tempo por alguns segundos, mas ainda não sabia o que dizer. No entanto, parecia que tinha que abrir a boca, então,
— O que quero dizer é…
Parecia que ele tinha que dar algum tipo de desculpa.
— O que tem o que você quer dizer?
Beomjin respondeu, coçando a sobrancelha com o dedo mínimo.
— …
— Esse daqui já está respondendo.
Beomjin disse isso e adicionou um efeito sonoro intimidador como “hwak, ssi”. Tempo suficiente passou para o arroz que estava ligeiramente sobrando em sua boca se aglomerar, mas Seojae não conseguiu dizer uma palavra. Era absurdo ouvir tais palavras de um homem tão mais jovem, mas Beomjin era assustador demais para expressar esse absurdo.
— Hã? Porra. Você já está respondendo?
Beomjin colocou os pauzinhos que estava segurando na mesa com um baque.
A maneira como Beomjin havia agido no primeiro andar fora excessivamente violenta, a ponto de isso parecer brando em comparação.
Seojae não conseguiu dizer nada e então, caso algo acontecesse, balançou a cabeça. Ele abriu la boca e disse que sentia muito.
— … Sua coisa de merda, vou deixar passar só desta vez porque você é bonitinho.
Ele o chamaria de hyung-nim em um momento, depois de “você” no outro. Ele anexava títulos conforme seu humor ditava.
Por enquanto, Seojae respirou um suspiro de alívio com o pensamento de que não seria agredido. Seu pensamento havia mudado bastante em relação a antes, quando pensara que seria melhor levar um soco de Beomjin de uma vez e acabar com aquilo. A imagem de Beomjin espancando os homens fortes no primeiro andar continuava vindo à mente sempre que ele estava prestes a esquecer.
Beomjin mal estava comendo sua refeição.
Ele gastava seu tempo apenas olhando para o Seojae de rosto inchado na sua frente.
Mesmo quando o assunto não havia mudado, ele dizia: — hyung-nim —, e começava uma história diferente e, mesmo quando ficava com raiva, ria logo em seguida.
E assim mesmo, ele dava gargalhadas e depois ficava com raiva em um instante.
Seojae sentia que estava realmente comendo com um louco, e seu sangue corria cada vez mais frio. O alívio de que não seria agredido fora apenas momentâneo.
Ao som de “hyung-nim” novamente, Seojae, que estivera apenas enfiando arroz puro na boca, ergueu a cabeça.
— Você já chupou muitos paus?
— O quê?
— Estou perguntando quantos paus de alfas você já chupou. Você foi muito bem.
— ….
— Não, espera, no começo, porra, você não sabia fazer porra nenhuma.
— ….
— Você só fez um pouco quando eu te mandei fazer desse jeito. Certo?
Na mesa de jantar, Beomjin fez um gesto como se estivesse agarrando a cabeça de Seojae. A cabeça transparente no ar vazio pareceu a de Seojae para ele mesmo. Beomjin até encenou pressionar sua bochecha com o polegar.
— Quando você faz isso, o interior da boca fica mais apertado, entende?
— ….
— Realmente parece que está transando, o hyung-nim deveria tentar fazer alguém fazer isso também.
Ele sabia que ele diria algo inútil assim.
Seojae não olhou para os olhos de Beomjin conforme ele começou com: — Ah, porra, é isso mesmo.
— Os ômegas gozam quando você os cutuca por trás.
— ….
— Eu esqueci completamente. Sinto muito.
Com uma atitude que não era nem um pouco apologética, Beomjin disse que sentia muito. Seojae só olhava para o rosto de Beomjin quando ele o chamava de “hyung-nim” e, caso contrário, apenas mantinha a cabeça baixa. Beomjin era o único falando, tocando tanto o tambor quanto o janggu sozinho. O que era um primeiro verso para ele apenas? Ele parecia uma pessoa que continuaria por mais dez versos. A garganta de Seojae parecia apertada, e ele bebeu um pouco de água. Sua boca parecia seca por constantemente colocar apenas arroz puro para dentro.
Pensando: “Será que ele vem hoje de novo?”, Seojae olhou para o relógio.
Beomjin costuma visitar esta casa por volta de 12 ou 1 hora.
Como não havia nada na casa, ele comia o que quer que Seojae conseguisse servir.
Ontem, ele serviu uma sopa estranha fervida com nabo e carne bovina. Ele havia imaginado uma sopa de carne com nabo quando a ferveu, mas não ficou com um gosto bom. A carne, que ele pensara ter colocado apenas um pouco, apenas exalava um cheiro forte de caça. Seojae nem sequer tocou nela, e Beomjin, com uma risada vazia, engoliu a sopa como se estivesse virando uma tigela de água pura.
Então ele disse: — hyung-nim, você precisa aprender a cozinhar.
Seojae nunca havia dado nenhuma atenção especial à culinária, já que só precisava fazer comida insossa para seu filho comer.
Quanto a si mesmo, ele tinha tão pouco apetite que, se algo não estivesse com um gosto bom, ele simplesmente não comia.
Cozinhar, que cozinhar… Seojae apenas ignorou as palavras de Beomjin intimamente. Na realidade, ele apenas murmurou algo sobre tentar fazer ficar gostoso.
Suspirando e sentindo o ar pacífico no quarto, Seojae encarou fixamente a figura de seu filho, que ainda estava profundamente adormecido.
Será que viver assim é a forma correta?
Se eu estivesse sozinho, nem sequer teria esses pensamentos.
Mas porque havia uma criança que ele precisava proteger, vários pensamentos vinham a ele.
Mesmo conforme seu foco embaçava, Seojae não conseguia tirar os olhos de seu filho.
Quantos minutos haviam se passado? Seojae, franzindo a região dos olhos, levantou-se silenciosamente e direcionou-se para o banheiro.
Era um sintoma que vinha se repetindo há vários dias. Seojae abriu a tampa do vaso, mas não conseguiu vomitar nada. Ele cuspiu na pia e olhou no espelho. Apenas seu rosto, que de repente ficara enjoado, estava corado.
No início, pensou que poderia ser indigestão, mas não havia comido quase nada, e sentia náuseas mesmo de estômago vazio.
Seojae limpou a boca, saiu do banheiro e procurou por seu telefone primeiro. Ele havia esquecido que decidira marcar uma consulta no hospital que procurara na noite passada. Ele planejara marcar a consulta assim que acordasse, mas só se lembrou quando o sintoma apareceu. Seojae, que discou o número no teclado, abriu a boca diante da voz que veio do outro lado.
— Sim, eu gostaria de marcar uma consulta para uma consulta médica.
Em Seul, ele costumava ir a um hospital grande onde, mesmo para uma consulta simples, um agendamento seria marcado para uma ou duas semanas depois, mas a funcionária lhe disse que não havia problema em ir hoje mesmo. Havia uma página separada para reserva de consultas, então ele havia ligado por hábito, mas acabou se sentindo um tanto envergonhado. Seojae disse obrigado à funcionária e então desligou.
Ainda era de manhã, mas parecia impossível ir ao hospital e retornar para casa na hora do almoço. Beomjin viria na hora do almoço. Seojae preocupou-se com isso primeiro.
Seojae, ligando a tela do telefone que estava segurando novamente, olhou para o registro de chamadas. A lista estava preenchida apenas com o número de Beomjin. Ele havia salvo o número que Beomjin o forçara a aceitar como “Beomjin” na hora. Seojae encarou a lista cheia apenas de “Beomjin” e então pressionou o botão de ligar.
Beomjin atendeu o telefone quase antes de o tom de discagem terminar.
Ele disse o óbvio: — Ligou por quê?
— Uh… ei, eu não vou estar em casa mesmo se você vier hoje. Uh, estou indo ao hospital.
Ele não havia ligado para ouvir algo gentil, mas também não havia ligado para ouvir palavras ruins e duras.
Seojae calou a boca diante dos xingamentos que de repente começaram com: — Sua cadela de merda.
Ele foi repreendido, sendo questionado de onde estava tirando mentiras tão idiotas.
— Não, eu estou indo de verdade porque estou doente. Hospital **, **.
As palavras jorram como se ele estivesse esperando, mas é puramente um mecanismo de defesa. Havia se tornado um hábito falar defensivamente, como se estivesse apagando um incêndio urgente, sempre que Beomjin parecia irritado. Ele não queria desagradá-lo, nem queria provocá-lo desnecessariamente. Logo, Seojae sentiu um tom mais calmo com um: — Ssi… —, e sentiu-se aliviado por dentro.
[Há, porra… Você está sendo tão chato, hyung-nim.]
Olhando para a reação, será que ele entendeu mal como um pedido de carona? Seojae, perdido em pensamentos por um momento, apressou-se em dizer que já havia reservado um táxi. Do outro lado, Beomjin fez um som de tsc e depois ficou em silêncio por um tempo. Parecia barulhento ao seu redor e, ocasionalmente, a voz de um completo estranho podia ser ouvida.
— Eu estava preocupado que você pudesse vir em casa para o almoço.
[O quê, você não consegue voltar até lá?]
— … É. É longe, também.
[Esse filho da puta, ele está de sacanagem comigo, porra…]
Não havia como ele estar de sacanagem.
Sua testa parecia fria e quente ao mesmo tempo, e um suor frio logo se formou.
Para Beomjin, que perguntou por que ele não dissera nada ontem, ele deu a desculpa de que só começara a se sentir doente recentemente. Não estava errado, mas Seojae disse isso com o rosto ficando vermelho. Sempre que dizia algo, dizia com pressa, e talvez por isso Beomjin continuasse lendo seus pensamentos íntimos. Quando tinha tais pensamentos, queria falar o mais naturalmente possível, mas não era fácil. Ele soltava as coisas assim que vinham à mente e, desnecessariamente, despertava a suspeita de Beomjin.
— Você é um homem comum?
O olhar do funcionário, observando Seojae que havia se aproximado do balcão de recepção, foi de cima a baixo.
Para um ômega, Seojae era do lado mais alto. Ele tinha pouco mais de 1,70 m, mas como eles frequentemente nasciam com estruturas menores, era comum que nem sequer atingissem a altura média masculina. Vendo-o segurando uma criança e olhando para o seu rosto, não parecia que ele era um homem comum, mas o funcionário ainda fez uma pergunta como se para confirmar. Seojae, que havia colocado a criança no chão, olhou para o funcionário e começou a falar, dizendo: — Eu liguei esta manhã.
Seojae acenou com a cabeça, indicando que entendia, e aceitou o formulário que a recepcionista lhe entregou. Ele foi até uma mesa de vidro próxima e começou a preencher o questionário e as informações pessoais. Junhee, que estava de pé no chão, achou o pé da mesa de vidro fascinante e parou bem ao lado dele com o nariz pressionado contra a estrutura. A superfície de vidro era muito mais alta do que a cabeça de Junhee. Seojae, olhando para baixo para a cabeça de Junhee sob o vidro transparente, sorriu e terminou de preencher os documentos.
O atendimento médico para subgêneros especiais, especialmente ômegas, tendia a ser complicado logo na recepção. Além de tudo, como era sua primeira visita, o processo era ainda mais complexo. Somado ao primeiro formulário que recebeu, havia mais para preencher, então bastante tempo se passou no primeiro andar. Ele ouviu o funcionário dizer que ele podia subir agora muito mais tarde do que esperava.
Era um hospital maior do que ele pensara. Como disseram que não era necessário agendamento prévio, ele esperara um processo de recepção simplificado também, mas esse não foi o caso. Os procedimentos eram semelhantes aos do hospital grande para o qual ele costumava ir. Seojae subiu para o segundo andar e primeiro fez a criança se sentar na área de espera. Depois de algum tempo, ouviu seu nome ser chamado.
A consulta com um jovem médico estava montada na sala de exames.
— Esta é a sua primeira vez no nosso hospital.
— Sim.
— O que te traz aqui?
— Meu estômago não está bem. Sinto ânsias de vômito mesmo de estômago vazio.
— Há quanto tempo está assim?
— Cerca de quatro dias… eu acho. Já aconteceu uma vez antes também.
O médico olhou de um lado para o outro entre o prontuário e Seojae, então acenou com a cabeça.
— Perdoe-me por perguntar, mas você fica em casa? Ou tem um emprego separado?
— Estou em casa no momento.
— Parece uma simples reação exagerada, mas, se não se importa que eu pergunte, como é a sua relação com o seu cônjuge?
— … Estou apenas morando com meu filho no momento.
O médico acenou com a cabeça. O questionário e as informações pessoais preenchidos anteriormente eram exibidos em um monitor que apenas o médico podia ver.
— Teremos que fazer um exame detalhado para saber com certeza, mas suspeito que você possa estar mostrando uma resposta de rejeição aos feromônios de um alfa que não seja o seu cônjuge.
— Ah.
Beomjin foi a primeira coisa que veio à mente, mas também havia um ponto de confusão. Em Seul, ele deve ter conhecido muito mais pessoas do que isso, e no entanto estivera perfeitamente bem. Não havia também muitos estudantes alfas que vinham ao restaurante onde ele trabalhara por um curto período sempre que tinham uma chance?
— Eu não conheço muitas pessoas nem nada…
— Ah, não está relacionado a isso. A resposta de rejeição frequentemente surge do contato sexual. Parece que você, o paciente, precisará gerenciar bem a sua condição.
— …
— Você passará por outros testes também… levará dois dias para os resultados saírem, então por favor retorne para outra visita dentro de uma semana.
— Ah, sim.
Seojae, que rapidamente se levantara, curvou a cabeça repetidamente. — Adeus. Obrigado. — Ele disse isso cedo e estava prestes a sair da sala de consulta, mas a sala era tão grande assim? Junhee estava sentado sozinho, chupando um pirulito que uma enfermeira lhe dera. Ele reagiu calmamente, mas seu rosto ou pescoço podem ter corado. Não que o contato sexual em si fosse embaraçoso, mas a sensação de vergonha era imensa, como se tivesse sido pego fazendo coisas sujas com uma pessoa como Beomjin. O caminho até o sofá onde seu filho estava sentado pareceu ter um milhão de milhas de extensão.
Ele entrou na sala de consulta rapidamente, mas não pôde fazer os exames em seguida. Havia bastantes pessoas acumuladas. Seojae esperou por mais de trinta minutos enquanto vestia um avental hospitalar. Junhee, que estava sentado ao seu lado, também estava cochilando conforme a hora de sua soneca se aproximava. Ainda assim, ele não resmungou particularmente, então isso foi um alívio. Seojae, cujo nome foi finalmente chamado, terminou vários exames e direcionou-se para o vestiário.
O celular que ele havia colocado no avental caiu no chão com um baque. Ele ligou a tela por hábito, mas não houve resposta da tela. Houve momentos em que ele teve que entregar seu telefone ou deixá-lo na frente antes de entrar para um exame, então parecia que alguém havia pressionado o botão de desligar. Seojae apressadamente ligou o telefone e checou a tela. Havia mais de dez chamadas perdidas.
Assim que ele pressionou o botão de ligar, Beomjin atendeu o telefone.
— … Não, eu estava fazendo um exame… não fui eu quem desligou.
Beomjin falava como se só houvesse xingamentos no mundo. Começando com “cadela de merda”, não havia xingamento que ele não proferisse.
— O quê?
Ele não pôde evitar duvidar de seus ouvidos diante das palavras que ouviu entre as profanidades.
Ele disse que havia chegado ao hospital e exigiu que ele dissesse onde estava agora mesmo.
— Se você estiver mentindo, eu pego o seu filho e…
Alguém falou do lado de fora do vestiário. Não era um som que ele ouvia pelo telefone. Apenas por precaução, Seojae colocou a cabeça para fora enquanto ainda estava de avental. No final do corredor, ele pôde ver Beomjin arfando e xingando alto.
— Estou na frente.
Seojae, que continuou falando enquanto segurava o telefone, encarou fixamente Beomjin, que agora estava olhando para frente.
Assim que Beomjin avistou Seojae, correu em sua direção como se para matá-lo. Ele não estava correndo, mas a maneira como caminhava com passos largos era como a de um urso faminto.
— Eu o deixei guardado porque estava fazendo um exame, e alguém desligou o telefone…
— Você está fora de si?
Beomjin, que parou bem na sua frente em um instante, perguntou novamente: — Você está fora de si, certo? — Seojae estava preocupado com a criança no vestiário. Como era um hospital, nada de perigoso aconteceria, mas ele não podia deixá-lo sozinho para sempre.
Beomjin, independentemente de tais pensamentos íntimos, estava apenas examinando o corpo de Seojae de cima a baixo. Seus olhos, que vinham fervendo de calor, agora também brilhavam de luxúria. Tornando-se consciente disso, Seojae roçou o pescoço com a mão. Naquele momento, os olhos de Beomjin contraíram-se enquanto ele olhava para baixo em direção a Seojae com desagrado.
Bem ao lado deles havia um banheiro, sem ninguém dentro, dividido em cabines masculinas e femininas. Beomjin, que olhou ao redor, arrastou Seojae para dentro daquele banheiro. Beomjin abriu uma das cabines à força, empurrou Seojae para dentro e começou a soltar o cinto.
Seojae, cujo ombro bateu na parede de azulejos, apenas esfregou a área ao redor do braço com a mão. Mesmo enquanto assistia à mão tirando suas roupas e tateando suas cuecas, era difícil encontrar uma reação apropriada. O que ele estava planejando fazer ali dentro?
— Ajoelha.
Era uma voz que soava como se ele estivesse furioso. Seojae, mal recuperando o fôlego, lentamente dobrou os joelhos na frente de Beomjin, que dissera tais palavras. Ele encontrou um espaço de alguma forma dentro da cabine estreita do banheiro e ajoelhou-se. Beomjin apenas abriu o zíper da calça e tirou o pênis, que estava apenas começando a ficar duro. Ele puxou a cabeça de Seojae, que estava sentado imóvel e olhando para cima, para frente e o fez colocar o membro na boca. Seojae, que ficou atordoado com a situação repentina por um momento, colocou o pau de Beomjin na boca com o pensamento de que não deveria deixar seu filho no vestiário por muito tempo. Ele o ajudou a gozar balançando a cabeça.
— Espera.
Seojae, que estava sendo atingido pelo vento frio em frente ao hospital, acenou com a cabeça. Beomjin fumou um cigarro ao seu lado e depois foi para o estacionamento. Ele não tinha ideia de quão freneticamente havia chupado o pau dele por causa de seu filho. Seojae, com os olhos completamente molhados, apenas encarou fixamente Beomjin conforme ele se afastava.
Logo, um Range Rover preto emergiu do estacionamento atrás da área densamente plantada com árvores. Os vidros laterais eram fumê escuro, tornando difícil ver o interior, mas pela frente, uma pessoa que parecia com Beomjin podia ser vista sentada no banco do motorista.
Seojae, que desceu as escadas, parou bem em frente ao carro. De perto, era definitivamente Beomjin.
Ele primeiro colocou Junhee no banco de trás, e depois ele também se sentou ao lado dele. O carro era alto em relação ao chão, então foi um pouco difícil para a criança entrar. Assim que Seojae entrou no carro, puxou a criança para os seus braços e a segurou.
— O que disseram no hospital?
Os olhos de Beomjin, perguntando tal coisa só agora, podiam ser vistos através do retrovisor.
— Não foi nada sério.
— Eu perguntei se era sério por acaso?
Mesmo que estivessem apenas saindo do estacionamento, a velocidade continuava aumentando sempre que havia uma chance.
— … Gastrite. Disseram que eu só preciso tomar remédio por alguns dias.
Ele não podia contar a Beomjin sobre coisas como uma reação exagerada a feromônios. Ele não sabia por que estava mantendo um orgulho sem sentido, embora estivesse chupando o pau dele há apenas um momento. Seojae olhou para o prédio do hospital que estava ficando cada vez mais distante enquanto segurava Junhee com firmeza.
— Ei.
Beomjin ergueu as sobrancelhas através do espelho retrovisor.
— Você poderia parar em uma farmácia?
— O que você está tentando aprontar agora? Onde existe um lugar sem farmácia, hyung-nim?
Como Beomjin não lhe deu uma chance, ele nem sequer pensou em passar pela farmácia no primeiro andar. Seojae tentou falar sobre o remédio para Beomjin, que já havia começado a dirigir, mas pareceu que não conseguiria se fazer entender, então não perguntou mais. Não havia nenhuma farmácia decente perto de sua casa. Frequentemente, o remédio receitado era de um tipo que nem sequer era manipulado em farmácias gerais. Seojae apenas segurou Junhee mais profundamente em um dos braços, pensando que teria que pegar o remédio quando voltasse para a próxima consulta.
Os prédios que via conforme passavam pelas ruas estavam todos envoltos em poeira. Era difícil ver adiante.
Hyung-nim.
Estava definitivamente na estrada.
Ei.
Beomjin deu um tapinha de leve na bochecha de Seojae, que estava meio adormecido.
— Sim…
Seu corpo parecia algodão encharcado de água. Mesmo que o vento estivesse entrando pela porta aberta do banco de trás, Seojae não conseguia recobrar os sentidos adequadamente. Ele deduziu que era por causa da injeção que recebera durante o exame.
Continua…
⌀ ⌀ ⌀
✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Othello
Ler Things That Can’t Be Done (Novel) Yaoi Mangá Online
SINOPSE:
Conheci aquele homem em um bairro sombrio e deprimente.
Um homem que vivia despejando palavrões a qualquer hora do dia e que até invadia a minha casa.
Após a morte do meu companheiro, tudo o que me restou foi o filho que tivemos juntos. Foi por causa dessa criança que acabei indo para um lugar desconhecido, mas a minha vida, que já era instável, virou completamente de cabeça para baixo depois que conheci aquele homem.
— Quero que você chupe isso para mim.
Aquele homem não tinha vergonha, nem consciência, nem sequer o mínimo de decência.
O que se pode fazer com um homem assim?
Há coisas que simplesmente não podem ser feitas.
E, com esse homem, existem coisas demais que não podem ser feitas.
Nome alternativo: Something I Couldnt Do Things I Cant Do Cosas Que No Puedo Hacer