Ler Salt Society (Novel) – Capítulo 91 Online


Modo Claro

↫─Capítulo 91

Liberto de sua prisão de algodão, seu pau enorme saltou para fora com um baque pesado, golpeando instantaneamente a coxa de Gi-hyeon. Em vez de retomar o atrito de imediato, Jo Yeon-oh permaneceu apoiado e ergueu a camiseta de Gi-hyeon, expondo seu peito. Os mamilos perfeitamente redondos e inchados estavam eretos.

— Não está coçando aqui?

— Hah, ah… ngh…

Sussurrando a pergunta sugestiva, Jo Yeon-oh arranhou de leve a unha pela aréola. Gi-hyeon arqueou-se para fora da cama, completamente incapaz de ficar parado. Jo Yeon-oh sabia que essa extrema sensibilidade era apenas um sintoma do ciclo de cio desencadeado pelo sistema de feromônios confuso, mas ver Gi-hyeon reagir com um prazer tão óbvio sob o seu toque era inebriante. A fenda do pau de Yeon- ho pulsou ritmicamente por conta própria antes que uma única gota de líquido pré-ejaculatório brotasse. Jo Yeon-oh a espalhou descuidosamente pela coxa de Gi-hyeon. O fluido, carregado de feromônios de alfa, ajudaria a acalmar o estado febril de Gi-hyeon, mesmo que apenas um pouco.

Como se estivesse radiante por finalmente tocar a pele nua de Gi-hyeon, o pau de Jo Yeon-oh latejou violentamente. Ignorando as veias grossas e pulsantes que subiam pela haste, ele abaixou a cabeça e abocanhou o mamilo de Gi-hyeon, lambendo-o ferozmente.

— Ah, ah…

Achando a sensação demais, Gi-hyeon tentou cobrir o peito com a mão, apenas para Jo Yeon-oh lamber seus dedos também. A ação fez o pau de Gi-hyeon dar um solavanco violento. A sensação dele batendo pesadamente contra o seu próprio abdômen tenso era tanto adorável quanto esmagadoramente excitante; Jo Yeon-oh genuinamente não sabia onde tocá-lo primeiro para lhe dar o maior prazer.

— Quando você acordar mais tarde… não me importo se você me der um tapa ou o que quer que seja, então…

“Então, por favor, só não se culpe”. Ele queria desesperadamente dizer essas palavras, mas sua língua parecia paralisada. Em vez de dar voz ao apelo, Jo Yeon-oh engoliu um gemido baixo e chupou o mamilo de Gi-hyeon com força, como se tentasse devorá-lo.

O remexer dolorido e frenético de Gi-hyeon se intensificou; penetrá-lo parecia a única solução viável. Deslizando um dedo pela fenda de sua bunda, Jo Yeon-oh sentiu imediatamente um fluido espesso e viscoso escorrendo para fora. Ele queria desesperadamente afundar a boca entre as pernas de Gi-hyeon e lambê-lo até limpá-lo, mas acalmar a agonia dele tinha prioridade. Lambuzando a mão na lubrificação escorregadia de Gi-hyeon, Jo Yeon-oh acariciou o próprio pau algumas vezes.

No momento em que o fluido carregado de feromônios de ômega o cobriu, o pau de Jo Yeon-oh inchou freneticamente, com a glande se expandindo com urgência desesperada. Sentindo seu corpo se preparando para o nó, Jo Yeon-oh rangeu os dentes e esbofeteou o próprio pau com força com a palma da mão algumas vezes. Era um método rude e brutal, mas ele precisava ter cuidado; penetrar Gi-hyeon estando superexcitado poderia rasgá-lo fisicamente.

A parte absurda era que, apesar das pancadas, seu pau continuava a pulsar e a dar solavancos, implorando desesperadamente para entrar. “Meu pau e eu somos exatamente iguais quando se trata de So Gi-hyeon”, pensou Jo Yeon-oh, soltando um suspiro pesado. Segurando o pênis, ele pressionou a cabeça inchada contra a entrada escorregadia.

— Ugh—

No momento em que fez o contato, a entrada contraiu-se e apertou-se, tentando ansiosamente engoli-lo inteiro. A sensação direta contra a glande hipersensível enviou um flash cegante de luz branca pela visão de Jo Yeon-oh. Seu pau chorava líquido pré-ejaculatório, desesperado para empurrar para dentro e dar prazer ao seu ômega, e ter aquele buraco incrivelmente molhado e desesperado praticamente implorando por isso obliterou seu último resquício de controle.

Soltando uma respiração pesada, Jo Yeon-oh balançou a cabeça violentamente. Ao jogar a cabeça para trás, a pulsação em sua artéria carótida era tão violenta que quase doía. Se ele a tocasse agora, sem dúvida pareceria uma batida de tambor frenética sob sua pele.

Lutando pelo controle, com o peito corado em um vermelho vivo e manchado, Jo Yeon-oh empurrou firmemente o pau para dentro. O buraco havia conseguido engolir apenas a ponta antes de começar a tremer, como se reclamasse que a refeição que tanto desejava era grande demais. Sem conseguir se fechar totalmente, mas incapaz de levá-lo mais fundo, a entrada se comportava exatamente como seu dono notoriamente exigente. O erotismo puro daquilo era tão devastadoramente fofo que Jo Yeon-oh sentiu que poderia gozar bem ali.

— Estou colocando, só um pouco, está bem? Apenas relaxe um pouco.

— Hah, ugh… ngh…

Gi-hyeon ainda estava completamente fora de si. O aperto desesperado de sua entrada parecia inteiramente involuntário e, por mais que Jo Yeon-oh tentasse acalmá-lo, ele não conseguia relaxar. Jo Yeon-oh abriu bem a mão, acariciando o peito de Gi-hyeon e massageando seus músculos abdominais rígidos e tensos, mas Gi-hyeon continuou a gemer em agonia.

— Está doendo? Agente só mais um pouco. Vou empurrar mais fundo.

Sabendo que Gi-hyeon não conseguia compreender uma palavra, Jo Yeon-oh continuou sussurrando garantias enquanto conduzia lentamente seus quadris para a frente. Puxando Gi-hyeon firmemente contra si, Jo Yeon-oh apoiou o peso de seu próprio tronco nos antebraços para evitar esmagá-lo. Conforme iniciava um ritmo lento e de fricção com a pelve, a sensação de seu pau duro como rocha e superexcitado dividindo as paredes impossivelmente apertadas e encharcadas era vívida e inebriante.

— Ngh, ah…

Mas quando ele estava mal na metade do caminho, um gemido agudo rasgou a própria garganta de Jo Yeon-oh. Ele estava totalmente indefeso contra o aperto implacável e massageador das paredes internas de Gi-hyeon. O interior de Gi-hyeon era incrivelmente macio, mas ocasionalmente o enfrentava com uma resistência feroz, tentando desesperadamente se contrair de volta ao tamanho original. Cada vez que Jo Yeon-oh tentava empurrar mais fundo, as paredes apertavam-se, criando uma sucção que parecia tentar arrastá-lo totalmente para dentro em vez disso.

Inclinando a cabeça para trás, Jo Yeon-oh soltou uma série de respirações curtas e arfadas, suportando a sensação vertiginosa de sua visão piscar em um branco cegante antes de retornar lentamente. Ele podia sentir seu pau chorando fluido. A viscosidade que cobria as paredes internas estava pesadamente saturada com feromônios intensos de ômega. Fodê-lo no pelo, sem a barreira amortecedora de uma camisinha, fazia parecer que seu pau estava sendo implacavelmente ordenhado até secar pelo calor sem atrito.

— Ngh, porra, sério… So Gi-hyeon, Gi-hyeon-ah…

Abaixando a cabeça, Jo Yeon-oh enterrou o rosto na curva do pescoço de Gi-hyeon, arquejando por ar. As respirações pesadas e arfadas faziam suas costas largas arfarem. Embora estivesse se apoiando para evitar esmagar Gi-hyeon, seu peito se expandia tão violentamente a cada respiração que seus tórax se esfregavam. A fricção entre seus mamilos hiperexcitados enviava choques de eletricidade por ele. Ele conteve o desejo primitivo de esmagar Gi-hyeon sob si e esfregar todo o seu corpo contra ele, tentando desesperadamente manter seu peso longe do estômago de Gi-hyeon.

Ambos tinham a pele naturalmente pálida, mas a intensa estimulação sexual os havia deixado corados em um vermelho profundo e violento, tornando o contraste gritante de suas pernas emaranhadas uma visão vertiginosa. Jo Yeon-oh empurrou o pau um pouco mais fundo. As paredes internas instantaneamente se fecharam ao redor dele novamente. Conforme as paredes, antes espremidas em torno do vazio, esticavam-se para acomodar sua largura, um jorro repentino de lubrificação disparou da entrada, encharcando completamente as coxas e o baixo ventre de Jo Yeon-oh.

— Hah, ah… ngh, ah, faz, faz cócegas… ngh…

Gi-hyeon debateu os quadris em tormento.

— Ah, espera, Gi-hyeon-ah… Ah, porra—!

Reclamando da sensação de cócegas no fundo, Gi-hyeon empinou os quadris e esfregou descontroladamente a pelve para cima, tentando desesperadamente esmagar o próprio pau contra o abdômen de Jo Yeon-oh. O movimento violento desencadeou um aperto frenético de suas paredes internas, fazendo a visão de Jo Yeon-oh apagar completamente antes de estalar de volta em uma explosão de luz brilhante. Ele estava perdendo o juízo. Ele balançou a cabeça violentamente, tentando desesperadamente recuperar qualquer resquício de pensamento racional, mas era impossível.

Sua glande inchou perigosamente; tudo o que ele conseguia fazer era lutar contra o imperativo biológico de dar o nó com cada gota de sua força de vontade. Fechando os olhos com força, ele puxou lentamente os quadris para trás, apenas para as paredes internas se apegarem a ele com uma doçura agonizante, praticamente implorando para que ele não fosse embora. Jo Yeon-oh estava à beira do puro desespero agora.

— Ei, você… porra, você está seriamente fora de si agora? Ah, me fode… ah, ngh…

A maneira como as paredes internas tentavam gananciosamente mastigar e engolir seu pau era tão enfurecedoramente gostosa que arrancou uma série de xingamentos de seus lábios. Flexionando as nádegas com tanta força que se formaram sulcos, ele enterrou o pau profundamente lá dentro de novo. Gi-hyeon jogou a cabeça para trás, seu corpo inteiro tremendo violentamente.

— Ah, ah… hah, ah…

Com um jorro rápido e sucessivo, o gozo irrompeu do pau de Gi-hyeon. Como ele espirrou pelo abdômen de Jo Yeon-oh, cada estocada subsequente esfregava os estômagos deles, espalhando o sêmen de Gi-hyeon entre eles em uma sensação que era insuportavelmente, agonizantemente gostosa.

— Gi-hyeon-ah… ah, hah… Você tem a porra de um cheiro tão bom. Isso é gostoso demais, So Gi-hyeon…

Sem saber o que estava dizendo, Jo Yeon-oh murmurava de forma incoerente enquanto martelava implacavelmente o pau lá dentro. Ele sabia que precisava ter cuidado com seus movimentos, mas sua racionalidade estava se desintegrando rapidamente, forçando-o a balançar a cabeça violentamente apenas para continuar presente.

As veias no pescoço de Jo Yeon-oh saltaram e se emaranharam como galhos de videira. Cada vez que ele estocava fundo, a borda de sua glande prendia-se em um ponto específico e incrivelmente sensível lá dentro. Pressionando o pau firmemente contra ele, ele pulsou os quadris rapidamente, imitando o movimento de sacudir as últimas gotas de urina. Gi-hyeon engasgou instantaneamente com um suspiro, completamente incapaz de respirar. Afundando os lábios no pescoço exposto de Gi-hyeon, Jo Yeon-oh chupou com força, deixando marcas, antes de espalhar beijos frenéticos e desesperados por suas bochechas, têmporas, pela ponte do nariz e por seus lábios.

— Aí dentro, hah, está gostoso…? Hm? Você quer que eu te foda mais forte, porra, lá no fundo? Hm?

— Hah, ngh… ah, sim, sim—!

Não passava de um gemido irracional de agonia, mas para Jo Yeon-oh, soou como um apelo frenético de concordância. Ele não teve escolha a não ser cravar o pau nele com uma força devastadora.

E então, um calafrio profundo e aterrorizante correu por sua espinha.

Sobressaltado, Jo Yeon-oh jogou instantaneamente o tronco para trás e arrancou-se violentamente de entre as pernas de Gi-hyeon. Seu pau longo escorregou para fora com um som alto e molhado.

Conforme a ponta rompeu a entrada, um estalo alto ecoou pelo quarto, como uma rolha explodindo para fora de uma garrafa, e seu pau deu um solavanco violento para cima.

Plact. Pingo. Pingo. O som do líquido caindo quebrou o silêncio. Horrorizado, Jo Yeon-oh prensou o polegar sobre a própria uretra, mas um fluido claro e copioso continuou a jorrar incontrolavelmente de seu pau, espirrando pesadamente entre as pernas de Gi-hyeon e por suas coxas.

— Ah, que porra é essa… Ah, o que… ngh, ah—!

Seu pau estava jorrando fluido claro implacavelmente. Seu peito arfava violentamente. Sem perceber que estava de boca aberta, Jo Yeon-oh arquejava por ar. Ele não conseguia processar o que estava acontecendo. Como havia caído de joelhos e endireitado o torso, o volume puro de água pulsando de seu pau e espirrando na cama e no corpo de Gi-hyeon soava ensurdecedoramente alto.

A princípio, ele pensou que estava mijando em si mesmo, mas não era isso. Não que ele carecesse de experiência sexual, mas seu último encontro íntimo havia sido sete anos atrás, e ele nunca havia gostado genuinamente de sexo para começar. A única razão pela qual ele havia passado por uma sucessão interminável de namoradas era para provar a si mesmo que não era um degenerado como Jo Seong-heon.

A maioria daquelas mulheres ficava perfeitamente satisfeita com um afeto superficial. Jo Yeon-oh simplesmente não tinha a capacidade de compartilhar uma intimidade emocional profunda com elas. Para ser franco, elas serviam à mesma função que um relógio caro ou um carro de luxo — um símbolo de status para andar de braços dados.

Portanto, lendo as entrelinhas, a única diferença real entre ele e o completamente inexperiente So Gi-hyeon era uma compreensão mecânica básica do ato em si. Graças a essa falta gritante de experiência emocional, não caiu a ficha imediatamente de que o fluido que disparava de seu pau não era urina. Ele estava apenas paralisado por um pânico puro.

Durante o encontro anterior com Gi-hyeon, ele havia sentido claramente a sensação de líquido pré-ejaculatório. Havia uma quantidade substancial naquela época também, mas nunca havia irrompido com esse tipo de força violenta. Mesmo enquanto tentava freneticamente categorizar o fluido, seu pau continuava a vazar profusamente. Como seu polegar ainda estava pressionado sobre a fenda, a pressão aumentou, desacelerando um pouco o fluxo. A uretra, que estivera agonizando desesperada para ejacular sêmen real momentos antes, estava agora pulsando e se contraindo como se comemorasse aquela liberação bizarra.

— Ah, não fode, sério…

Com o rosto queimando em brasa de humilhação e pânico, Jo Yeon-oh retirou rapidamente os lençóis da cama e praticamente embrulhou Gi-hyeon neles. Subitamente privado do enorme pau de alfa que o estava alargando, Gi-hyeon ganiu em clara frustração, mas suas reclamações foram ignoradas; Jo Yeon-oh havia ultrapassado o mero pânico e entrado em um estado de terror total.

Ele não estava fingindo ser virgem.

Mas como toda a sua existência sexual nos últimos sete anos consistira exclusivamente em foder So Gi-hyeon em seus sonhos, ele era genuína e aterrorizantemente ignorante sobre as reações fisiológicas extremas de seu próprio corpo. Se Gi-hyeon estivesse lúcido, o homem — com seu diploma de ciências da saúde e conhecimento de anatomia — poderia facilmente ter explicado o que era aquilo, mas no momento ele estava reduzido a uma poça de gemidos e inconsciência.

Foi apenas depois de ter colocado Gi-hyeon nos ombros e disparado para o banheiro que uma informação imunda que ele ouvira por acaso em uma casa de apostas veio à tona: às vezes, a superexcitação extrema pode fazer um homem ejacular outra coisa completamente diferente em vez de sêmen real.

— Mas eu pensei que aquilo era só… velhos bastardos falando merda… Gi-hyeon-ah, acorda, olha para mim, tem algo muito errado comigo, porra…

Jo Yeon-oh desenrolou os lençóis do corpo de Gi-hyeon e ligou o chuveiro freneticamente, ajustando-o para água morna enquanto murmurava em pânico. No momento em que Gi-hyeon se viu livre do tecido, ele gemeu alto e se jogou nos braços de Jo Yeon-oh. Ele aconchegou o rosto no peito de Jo Yeon-oh, entrelaçou as pernas ao redor dele para eliminar qualquer espaço entre eles e começou a esfregar pesadamente a virilha contra o baixo ventre de Jo Yeon-oh.

— Ah, porra, ei, sério, cai na real. Estou te dizendo, tem algo errado comigo.

Gi-hyeon não ofereceu resposta, apenas dando solavancos com os quadris em estocadas curtas e nítidas, como se tentasse penetrá-lo.

— So Gi-hyeon, você está seriamente me deixando a porra de um louco…

Fechando a cara em puro desespero, Jo Yeon-oh praticamente prensou Gi-hyeon contra a parede do chuveiro e caiu de joelhos diante dele.

Sem hesitação, ele colocou o pau de Gi-hyeon na boca.

— Ah, ahh, isso é gostoso… ngh, ah…

Mesmo achando a situação inteiramente absurda — a visão de Gi-hyeon completamente inconsciente empurrando freneticamente o pau em sua boca —, Jo Yeon-oh sentiu o próprio pau, que acabara de expelir um volume massivo de fluido, erguer-se de volta em uma rigidez dura como rocha. Um suspiro pesado rasgou sua garganta.

Quando ouvira pela primeira vez aqueles velhos na casa de apostas falando sobre isso, ele havia descartado totalmente. Apenas um bando de perdedores de ejaculação precoce coçando a cabeça e falando lixo absoluto. “Quando é o enterro? Estou com vontade de tomar sopa de carne apimentada”, pensara ele, amaldiçoando-os silenciosamente para caírem mortos. No entanto, perceber que aquilo estava realmente acontecendo com ele era profundamente humilhante.

Através de tudo isso, So Gi-hyeon permanecia completamente fora de si. E talvez o próprio cérebro de Jo Yeon-oh tivesse finalmente pifado, porque ele jurava que a ponta do pau de Gi-hyeon tinha um gosto impossivelmente doce em sua língua, despertando um apetite voraz e inegável.

Isso era, sem dúvida, uma doença mental. Era o traço mais feio herdado através da genética amaldiçoada de Jo Seong-heon. Ele estava tão enlouquecidamente apaixonado pela textura da pele de Gi-hyeon que queria morrer, mas, simultaneamente, achava o pau envolto naquela mesma pele tão esmagadoramente excitante que queria se queimar vivo por nutrir um desejo tão distorcido e anormal.

Segurando a nuca de Gi-hyeon enquanto o homem arquejava pesadamente e empurrava continuamente os quadris, Jo Yeon-oh mapeou a curva de sua bunda com as palmas das mãos. A sensação da carne molhada e maleável era inebriante. O fato de Gi-hyeon estar encontrando desesperadamente sua liberação dentro da boca de Jo Yeon-oh o estava levando à beira da insanidade de tanto prazer. Cada vez que a ponta raspava em suas amígdalas, fazendo Gi-hyeon gemer de desconforto, Jo Yeon-oh chupava mais forte, cavando as bochechas, até que Gi-hyeon finalmente gozou.

— Hah, ah, ah…

— …Foi gostoso? Foi bom?

Como Gi-hyeon havia empurrado a glande tão fundo que quase atingira seu esôfago, pareceu que ele havia ejaculado direto garganta abaixo de Jo Yeon-oh, deixando Jo Yeon-oh desapontado por não conseguir realmente sentir o gosto do sêmen. Ele o havia engolido inteiro da última vez também, então genuinamente não tinha ideia de qual era o gosto de Gi-hyeon.

Retirando o pau a contragosto, ele lambeu as gotas restantes de fluido da fenda com um arrependimento ganancioso. No momento em que sua língua se arrastou sobre a carne hipersensível e recém-esgotada, Gi-hyeon soltou um ganido sôfrego, incapaz de suportar a sensação. Dando tapinhas reconfortantes na bunda de Gi-hyeon, Jo Yeon-oh ordenhou delicadamente a haste como um pai limpando um filho depois de ele fazer xixi. Uma única e última gota de sêmen acumulou-se na uretra antes de cair pesadamente no peito de Jo Yeon-oh.

Pressionando as costas contra a parede de azulejos, Gi-hyeon escorregou lentamente para o chão. Segurando sua bunda, Jo Yeon-oh ajudou-o a se acomodar nos azulejos molhados. Encarando os olhos ainda desfocados de Gi-hyeon, Jo Yeon-oh não conseguiu mais se conter. Ele enterrou o rosto profundamente na curva da clavícula de Gi-hyeon.

— So Gi-hyeon, por favor… por favor, só me culpe. Apenas a mim…

Quando Gi-hyeon finalmente recuperasse os sentidos, ele provavelmente não se lembraria de que fora ele quem exigira que voltassem a ser amigos. Perceber que haviam dormido juntos novamente provavelmente o esmagaria com desespero. Jo Yeon-oh sabia disso. Ele sabia perfeitamente bem que So Gi-hyeon era um homem que se cobrava por padrões impossivelmente rígidos enquanto esperava muito pouco dos outros; se um desastre como esse ocorresse, ele atacaria a si mesmo primeiro de forma imediata e implacável.

“Eu só não quero que ele se machuque por algo que não pôde controlar”.

Jo Yeon-oh não tinha ideia de qual tinha sido a mentalidade de Gi-hyeon quando sugeriu que voltassem a ser amigos, mas a única razão pela qual Jo Yeon-oh havia engolido a própria confissão após perceber seus sentimentos era porque estava aterrorizado em desencadear essa exata tendência autodestrutiva em Gi-hyeon. Ele não tinha pista de quais pensamentos agonizantes e conclusões brutais Gi-hyeon havia se obrigado a enfrentar para chegar à decisão de ser amigo, mas deduzindo o quanto Gi-hyeon devia ter se atormentado, Jo Yeon-oh havia decidido, em última análise, respeitar isso.

No entanto, aqui estavam eles, emaranhando seus corpos um no outro tudo de novo. Ele sentia uma pena profunda e dolorosa por So Gi-hyeon, um homem forçado a um relacionamento íntimo com um covarde que nunca tivera sequer a coragem de confessar seus sentimentos.

— …

“Eu te amo”. Jo Yeon-oh esmagou as palavras antes que pudessem sair de sua garganta. Ele queria dizer isso, no mínimo, quando Gi-hyeon estivesse lúcido. Ele rezou para que suas próprias emoções covardes e patéticas não fossem expostas assim. Abaixando a cabeça, Jo Yeon-oh pressionou um beijo terno nas pálpebras do homem que ainda piscava atordoado para ele.

O som da água do chuveiro colidindo contra os azulejos era ensurdecedor. Dentro daquele pequeno banheiro, os aromas pesados e emaranhados de feromônios de alfa e ômega turbilhonavam violentamente, mas aquela fragrância avassaladora não carregava um único traço do cheiro da felicidade.

↫─☫ Continua….

⌀ ⌀ ⌀
✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna

Ler Salt Society (Novel) Yaoi Mangá Online

Sinopse:
So Gi-Hyeon decide confessar seu amor não correspondido de longa data ao seu amigo de infância, Jo Yeon-o, que despreza relacionamentos com betas.
O que recebe em troca não é nada além de uma repreensão cruel.
— Você ficou maluco, seu desgraçado…? Esqueceu que é um beta?
Yeon-o chega a sentir ânsia de vômito ao ouvir a confissão de Gi-Hyeon.
Gi-Hyeon quer encerrar seus sentimentos em silêncio, mas Jo Yeon-o não consegue simplesmente abandonar o amigo.
— Tudo bem. Vamos namorar, seu egoísta de merda.
Jo Yeon-o parece mais ferido do que qualquer outra pessoa.
A confissão tem gosto de sal.
É o início de um amor que já nasceu coberto por uma crosta de sal.

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