Ler Salt Society (Novel) – Capítulo — 113 – Extra Online

↫─Capítulo 113, Extra
O maior benefício de entrar em seu segundo trimestre foi que a narcolepsia espontânea de Gi-hyeon diminuiu um pouco. Anteriormente, ele desmaiava tão rápido que Jo Yeon-oh raramente conseguia terminar mais de uma vez. Desde que começara a se exercitar, sua resistência havia melhorado, reduzindo drasticamente as vezes em que caía no sono no meio do sexo.
Naquela época, sempre que Gi-hyeon cochilava, Jo Yeon-oh empurrava gentilmente até a metade dentro dele, ou se satisfazia esfregando sua glande inchada contra os mamilos de Gi-hyeon ou nos pelos macios e esparsos de suas axilas.
Mas agora, a coisa não estava terminando tão facilmente.
— Ah, ha… ngh…
— Ha, bem aqui? Hmm? Me diz se está bom. Eu vou coçar essa coceira com o meu pau, sim?
Mordendo os lábios com força para suprimir seus gemidos, Gi-hyeon lançava olhares mortais para Jo Yeon-oh, implorando silenciosamente para que ele calasse a boca. Mas o aperto firme e desesperado de suas paredes internas estava praticamente estrangulando o pau de Jo Yeon-oh, forçando-o a arfar em busca de ar enquanto tremia acima dele. Esparramado em sua própria cama, Gi-hyeon parecia totalmente devasso, seu estado bagunçado fazendo o pau de Jo Yeon-oh pulsar e vazar líquido pré-ejaculatório com uma necessidade violenta. Esta noite, ele pretendia plenamente manter Gi-hyeon ali até o amanhecer.
— Eu pensei… que você não fosse colocar tudo… ngh, ahh…
— É, isso não é tudo. Sério, ah, porra… Quer sentir? Embora meu pau possa simplesmente derreter completamente dentro de você, ngh… Ah, Gi-hyeon, porra…
Travando seus quadris juntos, Jo Yeon-oh golpeava sua pélvis em movimentos curtos e gaguejantes, prendendo sua glande perfeitamente contra a próstata de Gi-hyeon. A fricção era tão intensa que Gi-hyeon cerrou o maxilar, com a cabeça caindo para trás enquanto seu corpo inteiro entrava em convulsão. Era uma expressão de puro terror, oprimido pela magnitude do prazer.
— O bebê… e se acontecer alguma coisa com o bebê…
— Você só usa o bebê como desculpa quando está sobrecarregado. Porra, ha… O bebê está bem, ngh… Ahh— O papai só está dizendo oi, qual é o, haaa, o problema com isso…
Seu comentário insolente lhe rendeu um punhado de cabelo puxado. Jo Yeon-oh apenas riu alto, com o cabelo bagunçado parecendo um ninho de pássaro. Os feromônios de Gi-hyeon estavam se misturando densamente em suas paredes, os fluidos escorregadios deslizando pela uretra de Jo Yeon-oh e deixando-o absolutamente selvagem com a necessidade de empurrar fundo. Ver seu próprio reflexo estúpido e extasiado nos olhos escuros e furiosos de Gi-hyeon era simplesmente engraçado demais.
Enterrando o rosto no pescoço de Gi-hyeon, Jo Yeon-oh soltou uma risada estrondosa e sem fôlego. Inicialmente consumido pelas sensações avassaladoras, Gi-hyeon sentiu a vibração da alegria genuína de Jo Yeon-oh e acabou esboçando um sorriso fraco.
— Oh? Você sorriu.
— Eu sorri porque você parece um idiota demente com o cabelo puxado desse jeito, por quê?
Envolvendo os braços com força ao redor do pescoço de Jo Yeon-oh, Gi-hyeon finalmente deixou sua própria risada ecoar. A vibração compartilhada irradiando de seus peitos parecia impossivelmente perfeita. Não era apenas o sexo que era fenomenal; era o privilégio sagrado de se enterrar dentro de So Gi-hyeon — sabendo que ele era o único com permissão para fazer isso.
Eventualmente, Jo Yeon-oh retirou o pau. A ansiedade persistente de Gi-hyeon com o bebê o havia deixado um pouco mais sóbrio. Gi-hyeon piscou para ele, confuso.
— Por que…
— Você disse que era demais.
— …Hã?
Gi-hyeon fechou a boca imediatamente. Dando de ombros com naturalidade, Jo Yeon-oh colocou Gi-hyeon de pé, completamente indiferente à sua própria ereção imensa e pesadamente pulsante balançando entre suas coxas. Ele pretendia plenamente lavá-lo.
— Vamos tomar banho e dormir.
— …Você vai dormir desse jeito? — Os olhos de Gi-hyeon se direcionaram para o pau que pulsava ferozmente.
Jo Yeon-oh deu de ombros novamente, como se uma ereção dolorida fosse perfeitamente normal. Gi-hyeon soltou um longo suspiro antes de suas bochechas corarem em um carmesim vivo. — Hum… quer que eu cuide disso?
— Cuidar de quê?
Gi-hyeon limpou a garganta, seu pomo de Adão subindo e descendo bruscamente. Notando seus olhos corados, Jo Yeon-oh arfou. — …Espera. Você está dizendo que vai chupar o meu pau?
Jo Yeon-oh esperava plenamente um tapa rápido na coxa por sua vulgaridade, mas em vez disso recuou violentamente quando as mãos de Gi-hyeon realmente agarraram suas coxas.
— …O que você está fazendo…? —, Jo Yeon-oh sussurrou em pura descrença.
Sentado na beira da cama, Gi-hyeon havia se posicionado perfeitamente entre as pernas de Jo Yeon-oh, com o topo de sua cabeça abaixado em um foco silencioso.
— Hmm, o ângulo está errado.
Ignorando a pergunta por completo, Gi-hyeon deslizou para fora do colchão e caiu de joelhos, trazendo o rosto perigosamente perto da virilha de Jo Yeon-oh. Jo Yeon-oh fez menção de recuar, com as mãos de Gi-hyeon se prendendo firmemente sob as bochechas de sua bunda, ancorando-o no lugar.
— Ei, espera, aguenta aí, Gi-hyeon. Eu estou bem, sério…
Todo o sangue subiu para a cabeça de Jo Yeon-oh, deixando-o tonto. Olhando para baixo, ele viu Gi-hyeon fitando-o de baixo com uma obediência devastadora. Jo Yeon-oh fechou a boca. Aquilo parecia uma alucinação vívida. Para garantir que Gi-hyeon absorvesse os feromônios de seu alfa, Jo Yeon-oh não havia usado camisinha. Seu pau nu estava lambuzado com uma mistura brilhante e obscena dos sucos de Gi-hyeon e de seu próprio líquido pré-ejaculatório, parecendo uma haste grossa mergulhada em xarope de açúcar. Ter Gi-hyeon ajoelhado de forma tão submissa diante dele era o suficiente para enlouquecê-lo.
— …Eu vou fazer com a boca. Acho que posso imitar mais ou menos o que você faz…
— Ngh…
No momento em que Gi-hyeon falou, o pau de Jo Yeon-oh deu um solavanco violento. A fenda se abriu, jorrando uma corda espessa de porra direto para fora. Embora ele já tivesse terminado dentro de Gi-hyeon uma vez, o volume era massivo. Com um estalo úmido, o sêmen quente espirrou diretamente na bochecha de Gi-hyeon, escorrendo por seu olho e testa.
— Uh…
— …
Um silêncio pesado e atordoado cobriu o quarto. Jo Yeon-oh corou em um tom espetacular de escarlate da cabeça aos pés. Cobrindo a boca com as duas mãos, Gi-hyeon só conseguia olhar para ele, sem palavras. Mesmo assim, o pau de Jo Yeon-oh contraiu-se para cima novamente, batendo de forma úmida contra seu próprio abdômen esculpido. Os músculos de suas coxas estavam tensos, sua bunda dura como rocha contra as palmas das mãos de Gi-hyeon.
Exatamente quando Gi-hyeon abriu a boca para falar—
— Você, sério…
Com o rosto ainda queimando, Jo Yeon-oh ergueu Gi-hyeon sem esforço.
— Ei! Você me assustou—
Antes que ele pudesse terminar, Jo Yeon-oh praticamente o carregou para o banheiro da suíte.
— Eu vou me vingar, So Gi-hyeon, seu porra… Veja se você gosta.
— Que vingança, me solta! — Gi-hyeon batia fracamente nas costas dele, perplexo com a parede imóvel de músculos.
Jo Yeon-oh o prendeu firmemente entre seu próprio corpo e os azulejos frios do banheiro. Gi-hyeon fechou bem os olhos, gemendo de exasperação. — O que você está fazendo, se afasta.
— Deixa eu te chupar também. Quero comer o seu pau.
Gi-hyeon finalmente abriu os olhos, percebendo que o brilho nos olhos de Jo Yeon-oh estava completamente descontrolado. — Espera, não, aguenta aí—!
Ignorando o protesto, Jo Yeon-oh caiu de joelhos e imediatamente passou a língua pela extensão meio ereta de Gi-hyeon. O calor úmido e ardente contra sua glande inchada enviou uma onda de choque violenta de prazer por todo o seu sistema.
— Ngh…
A cabeça de Gi-hyeon caiu para trás contra os azulejos, seus dedos cravando-se desesperadamente no cabelo de Jo Yeon-oh. Os sons obscenos e úmidos de sucção ecoavam alto no espaço confinado. O roçar áspero da língua de Jo Yeon-oh fazia os músculos de suas coxas tremerem violentamente. Ele tentou balançar a cabeça em negação, mas não havia como escapar da sensação avassaladora.
Para um homem que supostamente evitara betas, Jo Yeon-oh devorava o corpo de Gi-hyeon como uma fera faminta. Uma vez que o colocava na boca, raramente o soltava, mesmo depois que Gi-hyeon gozava. Ele sabia exatamente o quão dolorosamente sensível um pau ficava pós-orgasmo, mas ele o engolia impiedosamente de qualquer maneira.
A sensação da parte de trás da língua de Jo Yeon-oh massageando sua glande era uma tortura absoluta. Ouvindo os barulhos úmidos de sucção ecoando entre suas próprias pernas, Gi-hyeon cobriu o rosto com as mãos, lamuriando-se impotente.
Mas Jo Yeon-oh se recusava a deixá-lo escapar para a escuridão. Estendendo a mão para cima, ele agarrou a mão que cobria o rosto de Gi-hyeon e a bateu contra a parte de trás de sua própria cabeça, forçando-a para baixo — uma exigência silenciosa para que ele o fodesse na garganta.
— Ah, não… não faz isso, ngh…
Apesar de seus protestos fracos, Gi-hyeon não conseguia impedir que seus quadris se movessem para a frente em solavancos. Tremendo violentamente, ele tentou empurrar a cabeça de Jo Yeon-oh para longe para acabar com o tormento. Mas Jo Yeon-oh não se moveu. Em vez disso, ele usou o próprio empurrão de Gi-hyeon como alavanca, engolindo o pau dele direto garganta abaixo.
— Gah—! Hah. Hng, ngh…
Estrelas explodiram na visão de Gi-hyeon. A carne macia e apertada do esôfago de Jo Yeon-oh prendeu-se firmemente ao redor de sua glande. As pernas de Gi-hyeon fraquejaram completamente. A queda de altura apenas empurrou seu pau ainda mais fundo no calor sufocante.
Jo Yeon-oh soltou um gemido abafado e tenso, mas suas mãos se fecharam na bunda de Gi-hyeon, puxando-o para rente. Os olhos de Jo Yeon-oh reviraram, seus lábios esticados ao máximo enquanto a saliva escorria por seu queixo. Os quadris de Gi-hyeon tremiam descontroladamente, resultando em estocadas rasas e espasmódicas direto contra o fundo da garganta de Jo Yeon-oh. Incapaz de suportar mais um segundo, Gi-hyeon arrancou Jo Yeon-oh de lá pelo cabelo.
— Por que, ngh… você não gostou? — A voz de Jo Yeon-oh era uma bagunça rouca e destruída.
Ver Jo Yeon-oh olhar para ele com olhos de cachorrinho tão devotos estava destruindo sua sanidade. Gi-hyeon agarrou o próprio pau, uma pressão aterrorizante crescendo em sua bexiga. — Eu, eu não consigo… ba, banheiro…
— Isso não é mijo. É só porra. Quer que eu chupe de novo? —, Jo Yeon-oh lambeu os lábios úmidos, com os olhos completamente arregalados.
Atingido por uma necessidade devastadora de urinar, Gi-hyeon empurrou o ombro de Jo Yeon-oh e correu em direção ao vaso sanitário. Enquanto ele tropeçava, Jo Yeon-oh finalmente o soltou. Gi-hyeon praticamente desabou na frente do vaso. Arfando pesadamente, ele soltou sua uretra ardendo, esperando pelo alívio. Mas, apesar da pressão agonizante, nada saiu.
— Hng, ah… isso é, estranho…
De repente, uma presença sólida pressionou-se contra suas costas. Gi-hyeon queria dizer para ele se afastar, mas Jo Yeon-oh ancorou-se firmemente, tornando a sensação de um pau imenso e grosso se encaixando entre suas nádegas lambuzadas inteiramente inevitável.
— Ha, não faz isso…
— Ah… ngh…
Ignorando o apelo, Jo Yeon-oh começou a empurrar seu pau implacavelmente dentro do canal de Gi-hyeon. No momento em que a glande rompeu a entrada, as pernas de Gi-hyeon fraquejaram com um suspiro agudo. Apenas o aperto de ferro de Jo Yeon-oh ao redor de sua cintura impediu que ele desabasse no chão.
Fazia uma cócega terrível por dentro. Sua uretra pulsava descontroladamente, desesperada para expelir o fluido, mas nada fluía. Enquanto Gi-hyeon jogava a cabeça para trás, tentando fracamente empurrar Jo Yeon-oh para longe, seus músculos exaustos o traíram por completo.
— Espera, ngh… eu só preciso urinar, por favor… ngh, ah… porra…
— …Pode ir em frente. Porque eu vou te foder bem aqui.
O peso do bebê pressionando contra sua bexiga apenas intensificava a necessidade agonizante. Ele se sentia completamente bloqueado, pairando à beira da loucura absoluta. De repente, Jo Yeon-oh segurou seus quadris e bateu a pélvis para a frente. Um som úmido e barulhento de sucção ecoou enquanto a carne grossa separava brutalmente as paredes estreitas e encharcadas.
— Ah—!
— Ugh, porra…
Agarrando-se à parede, Gi-hyeon deixou a boca aberta enquanto tremia violentamente. Jo Yeon-oh enterrou o rosto na nuca de Gi-hyeon, soltando uma respiração irregular e trêmula. Ele estava enterrado até o cabo.
Exatamente quando Gi-hyeon soltou um suspiro soluçante diante da sobrecarga sensorial — um ruído repentino e constante ecoou no vaso. Um fluxo claro de urina finalmente começou a fluir de seu pau.
— …
— …
Ambos os homens pararam de respirar abruptamente no silêncio ensurdecedor. Corando tão intensamente que sentiu como se estivesse sendo queimado vivo, Gi-hyeon jogou a mão para trás para cobrir os olhos de Jo Yeon-oh. Por cima do ombro, Jo Yeon-oh olhava abertamente para o fluxo constante de mijo esvaziando no vaso sanitário.
— Ah, por que… isso é gostoso pra caralho…
— Você, você está morto para caralho, eu vou te matar… —, Gi-hyeon engasgou, com o rosto completamente escarlate.
Jo Yeon-oh simplesmente pressionou um beijo terno contra o pescoço do homem que ameaçava assassiná-lo.
No fim das contas, não houve vingança. Naquela noite, Jo Yeon-oh o chupou implacavelmente, pela frente e por trás, até Gi-hyeon ficar completamente em carne viva. Quando Jo Yeon-oh sorrira de lado e alegara que o fluido não fora mijo, Gi-hyeon agarrara o cabelo dele novamente — embora suas mãos exaustas não pudessem causar nenhum danho real. Depois de lhe dar um banho minucioso, Jo Yeon-oh caíra de joelhos para devorar o pau de Gi-hyeon tudo de novo.
Cada vez que Jo Yeon-oh cerrava os lábios ao redor do membro, perguntando: — Está gostoso? —, o roçar aterrorizante dos dentes contra sua pele sensível fazia Gi-hyeon se debater contra os azulejos do chuveiro, gemendo em absoluta derrota.
Gi-hyeon jurara levar esse rancor para o túmulo, mas quando saiu cambaleando do banheiro, estava exausto demais para se importar.
Quando acordou sentindo-se completamente limpo e relaxado, descobriu que Jo Yeon-oh havia preparado seu desejo atual: ensopado de carne. Dizendo silenciosamente a si mesmo que só estava perdoando o desgraçado porque a comida estava maravilhosa, Gi-hyeon raspou o prato até o fim. Olhando por cima do ombro, avistou os dois peixinhos dourados nadando harmoniosamente no imenso aquário que dominava a sala de estar.
Perguntando silenciosamente aos peixes como eles tinham passado, Gi-hyeon virou-se de volta para Jo Yeon-oh e soltou: — Me dá mais um prato.
O rosto de Jo Yeon-oh se iluminou, sua risada baixa provando que ele encontrava muito mais alegria em alimentar Gi-hyeon do que em comer ele mesmo. Gi-hyeon capturou aquele sorriso passageiro e o guardou em sua mente, determinado a lembrar dele para sempre.
Eles finalmente conseguiram sair para comprar os suprimentos do bebê no final da tarde. Quando chegou a hora de se separarem, Jo Yeon-oh hesitou, uma sombra ansiosa cruzando seu rosto.
Gi-hyeon falou casualmente. — Eu vi os peixinhos dourados mais cedo, mas esqueci de alimentá-los. Posso ir aí para alimentá-los de novo?
A rigidez sumiu da postura de Jo Yeon-oh. Lambendo o lábio inferior, seu rosto se desfez em um sorriso de alívio devastadoramente brilhante enquanto ele puxava Gi-hyeon para um abraço apertado.
Essa vinha sendo a vida deles ultimamente.
↫─☫ Continua….
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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna
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Sinopse:
So Gi-Hyeon decide confessar seu amor não correspondido de longa data ao seu amigo de infância, Jo Yeon-o, que despreza relacionamentos com betas.
O que recebe em troca não é nada além de uma repreensão cruel.
— Você ficou maluco, seu desgraçado…? Esqueceu que é um beta?
Yeon-o chega a sentir ânsia de vômito ao ouvir a confissão de Gi-Hyeon.
Gi-Hyeon quer encerrar seus sentimentos em silêncio, mas Jo Yeon-o não consegue simplesmente abandonar o amigo.
— Tudo bem. Vamos namorar, seu egoísta de merda.
Jo Yeon-o parece mais ferido do que qualquer outra pessoa.
A confissão tem gosto de sal.
É o início de um amor que já nasceu coberto por uma crosta de sal.