Ler Pôquer Sangrento (Novel) – Capítulo 01.3 Online


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Blood Poker 01, Parte 3

Seunghyun, que saía do dormitório não muito distante após trocar de roupa por algo confortável, pegou o celular que vibrava no bolso. O fato de Daniel estar ligando significava que ele queria informar seu cronograma de consulta.

— Alô. É o Ji Seunghyun.

— [Você tem passado bem?]

— Sim. O senhor também passou bem, doutor?

— [Eu, bem, estou na mesma. Suas noites com o Jaeil… estão bem?]

— Er…

Como ele não se lembrava, era difícil dizer algo. Talvez fosse melhor perguntar diretamente ao Jaeil.

— Os níveis nos dias em que dormimos juntos estão sempre abaixo de 10%. Além disso, não tenho nada a declarar.

— [Você se lembra do que eu disse da última vez? O reexame?]

— Sim.

— [Seria possível hoje?]

— Hoje?

— [Ah, o Jaeil tem andado ocupado ultimamente. Acabou coincidindo com o horário de trabalho dele. É apenas para dormir. O que acha?]

— Ah. O senhor Esper disse que tudo bem?

— [Sim. Parece que sim.]

O rosto misturado com perplexidade logo se iluminou.

— Então para mim também está tudo bem.

Apesar de ser uma proposta bastante repentina, ele aceitou prontamente, fazendo uma risada soar do outro lado da linha.

— [Então vá ao hospital entre nove e meia e dez da noite. Eu aviso lá.]

— Sim. Obrigado.

No local de encontro marcado para uma hora depois, Jaeil já havia chegado. Seunghyun aproximou-se dele e cumprimentou-o primeiro. Jaeil apenas olhava fixamente para o topo da cabeça que baixava e subia em uma reverência indiferente.

— Você chegou ce…

Seunghyun, que ergueu a cabeça, sentiu-se estranhamente intimidado pelo olhar intenso do homem. “O que eu deixei passar que poderia incomodá-lo?”. Seunghyun, que refletia profundamente, mexeu no próprio cabelo.

— Eu estava esperando por você.

— …

Como as palavras que saíram da boca de Seunghyun foram novamente inesperadas, Jaeil desviou o olhar e estalou a língua baixinho.

— Ah, o senhor Esper também recebeu o contato do Sr. Gray?

— Sim. Recebi.

O tênis de Seunghyun fez um barulho raspando no chão. Foi por ter hesitado no passo que pretendia dar em direção ao homem. Logo, Seunghyun, que recolheu e soltou os lábios, aproximou-se cautelosamente. O homem tinha um rosto que perguntava o que estava acontecendo, mas apenas observou o comportamento incompreensível de Seunghyun.

— Senhor Esper.

— …

— Eu tenho um pedido.

Se ele dissesse algo em um tom tão suave, o que Jaeil diria que não? Jaeil queria olhar plenamente para o rosto dele, que estava vacilante. Se ele apenas segurasse seu queixo, Seunghyun certamente encontraria seus olhos docilmente.

— Sim. Pode falar.

— É que… é a nossa primeira vez dormindo fora, não é?

A forma como ele introduziu o assunto lembrou um certo incidente anterior. Jaeil teve um pressentimento sinistro de que ele faria outra proposta estranha. Jaeil, franzindo levemente o cenho, respondeu indiferente, disposto a ouvir.

— É verdade.

— E se eu cometer um erro? Se eu acabar andando pelo hospital? Por isso, pensei que, como o senhor Esper também precisa dormir, o que acha de amarrarmos a mão do senhor e a minha?

Um suspiro escapou naturalmente diante da fala de amarrar algo em algum lugar novamente. Ele estava dizendo algo absurdo, mas Jaeil também não deixava de entender. Jaeil limpou a garganta. Parecia que ele precisaria dizer muitas coisas para sanar a ansiedade de Ji Seunghyun.

— …Parece que a natureza dos sintomas do senhor Guia é diferente de um sonambulismo comum.

— …

— Não sou médico, então não posso afirmar com certeza, mas é o que parece. Você apenas faz o Guiding.

— …

— Como sou o único alvo para o seu Guiding, o senhor Guia nunca se afastou de mim durante o sono até agora.

— …

— Provavelmente hoje será o mesmo. Não se preocupe.

Ele, que escutava atentamente as palavras de Jaeil olhando em seus olhos, subitamente esfregou a própria bochecha. Também desviou o olhar às pressas.

— …

— …

O olhar lânguido de Jaeil dirigiu-se à ponta da orelha, que ficou vermelha como se estivesse pegando fogo. O lugar que primeiro ganhava cor quando uma emoção passava, o lugar que sempre roubava seus olhos e o lugar que tornava seus pensamentos algo erótico.

Jaeil manteve a calma à sua maneira o dia todo, mas não conseguiu conter a ponta dos dedos que subia lentamente em direção àquilo. Ou melhor, era mais exato dizer que ele não tinha a mínima vontade de conter.

— Aqui.

Os dedos grossos e longos penetraram perto das costeletas. Quando o cabelo levemente úmido se entrelaçou com os dedos, o som de farfalhar estimulou a audição.

— Parece que não segue a sua vontade.

A palma da mão que cobriu a área ao redor da orelha estava quente e pesada. O calor também se infiltrou na voz que fluía indiferente enquanto ele afastava o cabelo.

— Parece que a cor vai se espalhar se eu esfregar.

— …

Seunghyun olhou de soslaio para a mão do homem que o acariciava como se fosse um cachorrinho e mordeu o lábio inferior. Embora fosse um toque claramente contido, a área abaixo do esterno formigou. Era assim novamente. Ele dissera palavras de deixar o rosto quente da última vez também. Mas o que ele menos entendia era ele mesmo, que, embora estivesse envergonhado e constrangido, não afastava o toque do homem. Era uma sensação boa porque era suave e serena, independentemente de que tipo de energia estivesse fluindo.

Se o celular não tivesse tocado no bolso, ele poderia ter continuado ali, hesitante. Seunghyun, que sentiu a vibração e baixou a cabeça para pegar o celular, viu a mão do homem voltar para o lugar original como se nada tivesse acontecido.

— Sim, mentora.

— [Eu andei pensando. O que acha de irmos ao hospital jantar com o Rowan?]

— É uma ótima ideia.

↫────☫────↬

Seguindo o que Joy disse sobre a pessoa doente ter prioridade, eles levaram a comida chinesa apimentada que Rowan queria e tiveram um jantar aconchegante no quarto particular de Rowan.

Rowan soltou um grito de alegria assim que sentiu o cheiro que acompanhou a visita deles. Ele ficou surpreso com a aparição de figuras inesperadas, já que Joy não avisara antes, e não conseguiu esconder a empolgação por ter diante de si a comida que vinha pedindo há dias.

Os pratos daquele restaurante, famoso pela ardência, faziam a boca queimar independentemente do que se comesse, mas a pessoa que menos conseguia comer era Jaeil. Com uma cara de desconforto que dizia “por que comem algo assim?”, ele apenas beliscava os fritos. Joy disse para ele não reclamar e empurrou para a frente de Jaeil os itens que eram menos apimentados.

Seunghyun, que dissera que comia qualquer coisa, esvaziou uma tigela deliciado, mesmo bebendo água repetidamente. Joy, que costumava apreciar comida apimentada com Rowan, não demonstrou grande mudança na expressão. Ela comia muito bem com a boca pequena que antes dissera querer comer massa. Rowan também demonstrou estar mais focado do que em qualquer outra refeição recente.

Rowan, que saciara a fome até certo ponto, observou com curiosidade a combinação atual, que era natural mas ao mesmo tempo estranha. Ele previra que um momento assim ocorreria algum dia, mas, agora que estavam todos sentados ao redor, o sentimento era novo.

Ha Jaeil, que antes sofria por não conseguir se dar bem com nenhum Guia sequer, agora tinha nada menos que três Guias. Os gêmeos preenchiam o que faltava em Ji Seunghyun, e Ji Seunghyun substituía o que era pesado para os gêmeos. Daqui para frente, se algo acontecesse com um deles ou se surgisse uma situação de emergência, um seria o reforço do outro. Era muito reconfortante.

Especialmente a influência de Ji Seunghyun sobre Ha Jaeil superou as expectativas. Somente eles saberiam de que forma os dois homens se comunicaram. Rowan era grato a Seunghyun apenas pelo fato de ele ter trazido vitalidade ao rosto de um homem que vivia apenas por não conseguir morrer.

Joy, que não ganhara nem 1 ponto hoje, tinha muito a dizer para Rowan.

— Eu achei que tinha me escondido bem, sabe? Mas ele me encontrou como se fosse um vidente.

— Você sempre tem passos barulhentos. Ele deve ter ouvido e te perseguido.

Diante da reação indiferente de Rowan, ela acabou se irritando.

— Eu disse que tentei fazer o mínimo de barulho possível! Jaeil. A audição dos Espers é tão aguçada assim?

Como a flecha voou subitamente para este lado, Jaeil baixou o olhar calmamente.

— Foi… má sorte.

Jaeil, que ofereceu palavras de consolo, era na verdade o autor da “morte” de Joy. Ela andava saltitando de forma tão chamativa que ele simplesmente não pôde deixá-la passar.

Se ela soubesse que a pessoa que a matou foi Ha Jaeil, qual seria sua reação? Era óbvio. “Como você pôde fazer isso comigo?”, “Você sentiu vontade de matar uma figurante como eu?”, “Como uma pessoa pode ser tão inflexível?”. Ela despejaria ressentimentos, mencionando que os pontos de bônus para promoção eram nada menos que 3 pontos. Jaeil, que se divertira genuinamente massacrando os Guias, decidiu manter essa verdade como um segredo só dele em prol da paz atual.

Após a refeição agressiva, Seunghyun, que bebeu um copo de água com satisfação, perguntou a Rowan:

— Quando o senhor recebe alta?

Rowan, para quem o confinamento invisível era irritantemente novo, franziu o cenho.

— Acho que será em breve. Ah. Agora mesmo estou tão inquieto que não aguento mais ficar aqui.

— Seu corpo está bem?

Então, ele girou o braço ferido como se quisesse mostrar.

— A vida diária não é problema. Quero voltar logo ao trabalho.

— Olhando para você, também parece um viciado em trabalho.

Com as palavras de Joy, Rowan balançou a cabeça.

— Não mesmo. Tente ficar presa aqui. Você vai querer sair naturalmente.

— Não? Eu acho que nunca teria esse pensamento. Como você pode ter ambição por trabalho com uma oportunidade dessas? Realmente não te entendo.

— Er…

Seunghyun, que limpou a garganta discretamente, soltou a voz com timidez. Então, os olhares de Joy, que dava sermão, de Rowan, que tentava tapar os ouvidos, e de Jaeil, que tentava organizar o que comeram, voltaram-se para ele.

— Obrigado.

O rosto de Seunghyun, que coçava a parte de trás da cabeça, estava corado.

— Por cuidarem de mim, que não tenho contatos, e por me incentivarem.

Era um rosto onde as emoções de alegria e comoção eram nítidas. Sua voz murmurada tremia um pouco, mas ele não parou de falar.

— Por me tratarem sem preconceitos.

Era um sentimento que ele praticara e repetira inúmeras vezes mentalmente. Como não encontrara uma oportunidade, apenas guardara aquilo, mas era um alívio poder expressar isso hoje.

— Sou muito grato a vocês.

Ele era imensamente grato por agora poder gostar e se expressar à vontade, por este espaço e por estas pessoas. O passado em que vagava sem lugar para ir e sem ninguém em quem confiar estava se tornando borrado como se fosse mentira. Embora tivesse doído tanto, e ele tivesse se despedaçado e desmoronado, brotou nele a coragem de seguir em frente. Certamente não teria sido alcançado apenas pelo que aconteceu hoje. Teria sido difícil sem o esforço deles. Houve momentos em que ele teve maus pensamentos por não suportar a solidão, mas sentiu que, afinal, fizera bem em continuar vivo. Sim, ainda não era a hora. Ele ainda não queria desistir.

Uma mão grande cobriu amplamente o topo da cabeça e a nuca de Seunghyun. Era um toque familiar. Seunghyun, que mal conseguiu engolir o que esquentava sua garganta, sorriu abertamente para o homem.

— O senhor Esper comeu pouco no jantar, o que faremos?

↫────☫────↬

Na sala preparada para o exame de sono, a equipe médica se movia diligentemente. Seunghyun e Jaeil, que trocaram de roupa pelo traje de paciente, estavam sentados na beira da cama observando o movimento deles.

Na cabeça de Jaeil, que ele achava que bastaria estar ao lado de Seunghyun, também foi colocada uma faixa e vários fios desconhecidos foram conectados. O olhar do homem, que acompanhava com apenas as pupilas as mãos da equipe médica que passavam apressadas ao redor de sua cabeça, subitamente se aprofundou. Foi no momento em que se cruzou com o de Seunghyun, que estava à sua frente.

Seunghyun, que observava a figura de Jaeil fixamente, subitamente soltou uma risada. Embora sua própria aparência não devesse ser muito diferente, ele simplesmente achou divertido.

— O que foi?

— Não, nada.

Ji Seunghyun estava rindo muito mais do que o normal hoje. Tanto seu aspecto animado quanto o fato de ele não reprimir emoções transbordantes estavam mais intensos do que o habitual. Aquele treinamento pareceu ter tido vários efeitos positivos sobre ele. Para Jaeil, que nunca deixara de estar no topo desde que despertara novamente, era um comportamento difícil de entender. Ji Seunghyun estava desfrutando a cada momento daquela emoção que ele nem sabia mais como descrever. Ele se perguntou se também ficara tão feliz assim, mas, vendo que a memória não vinha prontamente, era certo que fora uma lembrança nem muito agradável nem desagradável, apenas comum.

Jaeil não se importava. Sentiu que aquilo era suficiente. Não precisava vasculhar suas próprias memórias sombrias. Poderia substituí-las pelas memórias de Ji Seunghyun, não poderia? As pupilas que se enchiam de surpresa ao receber pontos de bônus consecutivos, os movimentos do corpo, as pálpebras que piscavam como se não pudessem acreditar. Se ele pudesse sobrepor tudo com as emoções que Seunghyun emanava, não faria diferença apagar completamente sua primeira conquista, da qual ele nem tinha lembrança. Aquilo não era importante nem significativo.

— É o senhor que não consegue dormir bem quando o lugar muda, não é?

Seunghyun, que encostava a cabeça no travesseiro, disse olhando para o homem.

— Nunca aconteceu de eu não dormir por causa do lugar.

O homem, que ajustou a luz da luminária ao lado da cama, puxou a coberta e cobriu Seunghyun até os ombros.

— Então, por que o senhor não conseguia dormir?

— Se o nível está alto, acordo devido a dores de cabeça ou dores físicas.

— Recentemente o senhor deve ter tido menos disso.

— É graças a você.

Jaeil, que terminou todos os preparativos para um sono confortável, finalmente relaxou o corpo no lençol.

— Então, boa noite.

— Boa noite.

O homem estava deitado de barriga para cima, e Seunghyun estava deitado de lado, de costas para ele. Mesmo que tivessem encostado os corpos, se beijado ou feito mais do que isso, nada mudara entre eles. Se não fosse pelo Guiding, nunca teriam passado a noite na mesma cama nem trocado intimidade sexual. Por serem Esper e Guia, eram mais afetuosos e misteriosos do que qualquer outra pessoa, mas era uma relação que precisava ser seca e indiferente na mesma medida.

— …

As pupilas de Seunghyun brilhavam bem abertas na escuridão. “Deveria ter verificado o equipamento antes de dormir.” O sentimento de lamentação por não poder tocar o homem resultou naturalmente em uma obsessão pelo Guiding. Diante do conflito de tentar puxar assunto agora, o coração de Seunghyun começou a bater forte. Ele começou a ficar mais ansioso.

— Guia.

Naquele momento, a voz baixa do homem cortou o silêncio que se tornara espesso. Como se as palavras do homem fossem um gatilho, Seunghyun levantou o tronco bruscamente.

— …?

O homem, para quem a ação de Seunghyun foi inesperada, arregalou os olhos. Seunghyun despejou o que sentia antes mesmo de ouvir o que o homem tinha a dizer.

— Eu quero ver o equipamento. Eu acabei esquecendo.

— …

Seguiu-se um breve silêncio. As pálpebras do homem, que olhava fixamente para Seunghyun, baixaram e subiram lentamente.

— Desejo… que você fale com sinceridade.

Seunghyun, que arregalou os olhos surpreso, tomou uma decisão firme. “Ele disse para falar com sinceridade?”. De sua boca explodiu uma voz cheia de determinação:

— Na verdade, eu quero fazer o Guiding antes de dormir.

“Na verdade, não é isso, eu quero tocar você.”

Ele não conseguiu proferir essa frase. Querer tocar sem ser para o Guiding… Em um estado onde não conhecia os sentimentos da outra pessoa, era certo conter mesmo uma emoção pura e transbordante. Seria aquela a mentira que o homem dissera para não contar? Também não era o caso, pois ele também queria fazer o Guiding.

Os desejos coloridos que surgiam em seu interior não tinham forma e estavam complexamente entrelaçados, sendo ainda difíceis de distinguir com a habilidade de Seunghyun. Além disso, ele se perguntava se havia necessidade de fazer isso. Desde que pudesse tocá-lo, não importava se era algo seco ou misterioso. Se ele pudesse sentir a temperatura quente do corpo, absorver a energia e desfrutar do descanso dele, esse tipo de preocupação ficaria em segundo plano.

— Tudo bem.

A mão do homem estendeu-se lentamente. Seunghyun, que achou que ele estava oferecendo a mão para que verificasse o equipamento, arregalou os olhos seguindo o movimento dele. No toque que passou pelo rosto e segurou a nuca com firmeza, lia-se uma gentileza impositiva. Quando ele deitou o tronco seguindo a tração enquanto esfregava o polegar com força na parte de trás da cabeça, o homem virou o corpo. O outro braço finalmente envolveu amplamente as costas de Seunghyun.

Num piscar de olhos, Seunghyun, enterrado nos braços do homem, apenas piscava. “Será que ele leu meu pensamento? Não pode ser.”

— Assim está bom?

— …

Seunghyun estremeceu com a voz que fluiu através da vibração. Percebera tardiamente a proximidade. Mas, como não havia motivo para afastar, seus ombros rígidos logo relaxaram.

— Sim. É o suficiente.

Seunghyun, após dizer isso, afundou o nariz no peito do homem. O aroma refrescante do corpo e a energia emanaram intensamente. Ele não queria pensar no que suas ações significavam. Como houve muitas coisas felizes e divertidas hoje, aquilo também deveria ser uma extensão delas. Talvez fosse o elogio que o homem, que não era bom com as palavras, estava lhe dando.

A mão que cobria a omoplata logo começou a dar tapinhas nas costas, e o som rítmico das batidas era transmitido através da pele.

Foi uma noite mais do que satisfatória.

Continua…

⌀ ⌀ ⌀

✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna

Ler Pôquer Sangrento (Novel) Yaoi Mangá Online

Sinopse:
Jaeil é um Esper Backsplash de nível A que vive em um estado sempre perigoso, pois não consegue encontrar um Guia compatível com ele. Devido a um incidente do passado, ele não confia facilmente nas pessoas e evita contato físico até mesmo com Guias. Mesmo nessas condições adversas, Jaeil tem pouco apego ao mundo e se leva ao limite. Até que um dia, ele recebe uma notícia: um novo Guia Backsplash de nível A virá ao centro. No entanto, esse Guia, Seunghyun, é do Distrito 13. O único problema? Ele não recebeu nenhuma educação e nem sequer sabe como ser um guia!?
Nome alternativo: Blood Poker Pquer Sangrento

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