Ler O Marido Malvado(Novel) – Capítulo 99 Online
Ela se arrependeu de sua rebeldia, percebendo que não havia ganhado nada com isso. Sentindo uma dor latejante na garganta, Eileen respondeu em voz baixa:
— Sim.
Apesar da resposta, um resquício de resistência permanecia em seu coração. Ela sentia que, se ele apenas ficasse parado, conseguiria fazer mais.
‘Mas se ele precisa se mover daquele jeito para sentir prazer…’
Parecia algo que ela só conseguiria com mais esforço. Do jeito que estava, era impensável.
Por outro lado, Eileen reconhecia que Cesare a tratava com cuidado genuíno. Desde que passaram sua primeira noite juntos, havia desenvolvido interesse por sexo.
Embora fosse difícil e avassalador, descobrira um prazer que superava em muito a dor.
Ela também apreciava a forma como Cesare a tocava com delicadeza durante o sexo. Descobrir essa aparência e facetas do homem no quarto à noite também era muito agradável.
Se Cesare tivesse agido de acordo com os desejos dela, Eileen nunca teria gostado de sexo.
O choque de testemunhar os momentos íntimos de seu pai com uma mulher estava vividamente gravado em sua memória. Aquela lembrança havia incutido nela um sentimento de repulsa em relação ao ato sexual.
No entanto, não sentia nenhuma aversão por Cesare. Ela o aceitava sem qualquer hesitação.
Esse homem, na frente dela, era a única exceção em sua vida.
Enquanto refletia sobre seus sentimentos por ele, Eileen abriu os lábios lentamente.
— Sinto muito…
No final, ela havia falhado em fazê-lo sentir prazer. Sem outras ideias em mente, ela olhou para Cesare e perguntou baixinho:
— Por que você não coloca dentro de mim? Eu prometo ficar quieta.
Ansiosa para satisfazer os desejos dele, pediu que ele prosseguisse. Em vez de penetrar imediatamente, Cesare beijou gentilmente sua testa.
— Eu não posso simplesmente colocar.
Eileen se lembrou das preliminares que ele sempre fazia antes da penetração. Cesare insistia em provocá-la e torturá-la completamente antes de permitir a inserção.
— Mas…
Não havia um local adequado para se deitar.
Enquanto Eileen hesitava, Cesare se ajoelhou diante dela, e ela ficou pasma com sua disposição de se rebaixar sem qualquer hesitação.
Para alguém de posição tão elevada, era impensável se humilhar de tal maneira.
— Cesare, por favor! Levante-se.
Com urgência, Eileen estendeu a mão, tentando fazê-lo se erguer, mas ele não demonstrou intenção de se levantar. Permaneceu com um joelho no chão, como um cavaleiro prestando juramento, e retirou gentilmente os sapatos de Eileen.
— Levanta sua saia.
Eileen juntou a barra do vestido conforme instruído. Com o tecido abundante em seus braços, suas pernas ficaram totalmente expostas.
Embora já tivesse mostrado seu corpo nu várias vezes, expor as pernas a fez tremer de nervosismo.
Conforme seus sapatos eram removidos e as meias de seda branca eram reveladas, Eileen, envergonhada, encolheu os dedos dos pés e o chamou:
— Cesare…
Queria que o homem parasse e se levantasse, mas Cesare colocou o pé dela sobre a mão e o examinou atentamente. As mãos grandes faziam o pezinho caber perfeitamente em sua palma.
A pessoa mais nobre do império, que estava acima de todos, agora estava aos pés de Eileen. O fato era tão estranho que mal conseguia suportar. Desejava que Cesare se levantasse logo.
Depois de brincar com o pé por um tempo, Cesare acabou beijando sua panturrilha. Em um tom casual, ele disse:
— Pretendo gravar o seu nome no arco do triunfo, Eileen.
— …O quê? No arco do triunfo?
A declaração foi tão inesperada que Eileen teve certeza de que ouvira errado. Como alguém tão insignificante durante a guerra, uma simples baronesa, poderia ser considerada digna de ter o nome gravado em um arco do triunfo?
Conseguir a aprovação do arco em si levara meses de debates intensos com o conselho. Sugerir que o nome de uma esposa, sem relação direta com a guerra, fosse inscrito ali seria um erro político grave, capaz de provocar forte oposição.
Enquanto o rosto de Eileen empalidecia de preocupação, Cesare falou como se não fosse nada demais:
— Claro que deve ser feito. É para você.
Ela tinha muitas perguntas, mas não conseguiu continuar a conversa. Cesare imediatamente segurou as coxas de Eileen e as abriu, apoiando as pernas dela nos braços da cadeira e pressionando o rosto entre elas.
— Aah!
Eileen gritou e apertou com força a barra do vestido. Os dedos dos pés, que balançavam no ar, enrijeceram e tremeram.
Cesare começou a lamber a calcinha úmida e grudada. Traçou os contornos da vagina com a língua e apertou sua coxa. Eileen, espiando Cesare por entre o tecido do vestido, ficou ainda mais chocada.
Enquanto lambia sua vagina, massageava sua coxa com uma mão e se masturbava com a outra.
A mistura do pré-sêmen e a saliva de Eileen havia deixado seu membro úmido. Parecia fácil se masturbar. Ele esfregou o pênis de leve e lambeu a vagina de Eileen.
Eileen tencionou todo o corpo, tremendo abaixo. Cesare soltou uma risada gostosa ao ver a entrada se contorcendo em espasmos. Ele lambeu a umidade que atravessava o tecido fino.
— Por que já está molhado aqui?
— É porque…
Eileen lembrou que Cesare queria que ela falasse honestamente na cama. Embora fosse uma admissão constrangedora, confessou sem filtrar as palavras:
— Porque te chupar me fez sentir algo estranho.
A excitação que sentiu quando ele tocou seu seio também a deixou molhada. Porém, foi quando colocou o pênis de Cesare na boca e o chupou que sua calcinha ficou completamente encharcada.
A expectativa do prazer trazido pelo homem e as reações obscenas de Cesare ao toque dela fizeram seus fluidos escorrer livremente abaixo.
— Você gostou de fazer um boquete no seu marido?
Eileen assentiu muito levemente, olhando em volta. Ela realmente tinha gostado. Ficou satisfeita ao ver Cesare gemer em resposta às suas ações.
— Deve ser frustrante não poder me chupar…
No entanto, Cesare não deu permissão para ela o chupar. Ele murmurou suavemente, apertando a calcinha com os dedos. A carne profundamente rosada, encharcada, estremeceu em contato com o ar. Um fio pegajoso se esticou entre sua calcinha e a vagina.
Ele estava apenas olhando. Ainda assim, como se estivesse sendo acariciada por seu olhar, fluidos escorriam abundantemente. O homem, observando os fluidos saindo da entrada trêmula, pressionou seus lábios contra ela.
— Ugh…!
Apesar de estar mentalmente preparada, um gemido escapou. O som da sucção forte ecoou. Ruídos nítidos e obscenos surgiram um após o outro.
O homem inclinou a cabeça e chupou a vagina como se estivesse beijando, enfiando a língua. Era um beijo profundo, seu nariz afiado enterrado na carne úmida. Ele lambeu gentilmente e engoliu os fluidos que jorravam de dentro.
Eileen gemeu e se contorceu. A cadeira sacudiu quando ela se mexeu, batendo contra a parede. O rangido da madeira e as batidas altas contra a parede fizeram barulho.
Os sons suspeitos certamente seriam ouvidos lá fora. No entanto, Eileen estava lutando apenas para suprimir os gemidos que subiam de sua garganta.
— Ugh, uhh, ugh, mmm…!
Talvez devido à sua posição instável, as sensações eram ainda mais aguçadas. Seu clitóris, agora inchado como uma pequena pérola, estava duro. Depois de lamber todos os fluidos dentro dela, ele também atormentou seu clitóris como se não fosse suficiente.
Ele esfregou com a língua e chupou com força, fazendo com que os líquidos que havia roubado jorrassem novamente. Eileen esticou os dedos dos pés e balançou a cabeça vigorosamente.
— Ah, Cesare, eu… não consigo, de-devagar…
Mas Cesare nunca escutava durante esses momentos. Ele chupou o clitóris até engoli-lo completamente, sugando intensamente. Seu interior parecia borbulhar. Eileen rapidamente informou-o de seu estado.
— E-eu acho que vou… ah, aah!
Pouco depois, Eileen gozou. Arqueou as costas e gemeu.
— Ah!
O corpo todo tremeu. A visão oscilou. Mas não houve tempo para saborear os espasmos do orgasmo. Cesare, como se estivesse esperando, chupou seu clitóris e enfiou os dedos em sua vagina.
Seus dedos penetraram profundamente nas paredes internas que ainda se contorciam. Os dedos intrusos estimularam sem hesitar o clitóris.
Eileen gemeu fracamente, como se estivesse morrendo, diante da força com que ele a explorava. Sua visão perdeu o foco. Seu corpo, após experimentar múltiplos orgasmos, reagia como se tivesse sido treinado. Logo em seguida, outro clímax a atingiu, drenando suas forças.
— E-eu vou… ah!
Os fluidos jorraram da entrada, e um líquido claro explodiu de seu clitóris, espirrando por todo o rosto de Cesare. Mesmo encharcado, o homem não se importou e continuou movendo a língua. Ele lentamente lambeu a entrada trêmula e engoliu tudo.
Cesare ergueu lentamente a cabeça, olhando para Eileen, que estava atordoada pelos espasmos do orgasmo. Ele enxugou o rosto molhado com o dorso da mão e abriu um sorrisinho de canto.
Levantou-se devagar, segurando as coxas de Eileen em ambos os lados. Em seguida, sem hesitar, empurrou o membro para dentro dela.
Continua…
Tradução: Elisa Erzet
Ler O Marido Malvado(Novel) Yaoi Mangá Online
Protagonista masculino: Cesare Traon Kal Erzet – Comandante supremo do Império e Arquiduque. Retornou após vencer a guerra, que durou três anos. Uma pessoa fria, racional, sem oscilações emocionais. Despreza ações não científicas. No entanto, de alguma forma, o homem mudou um pouco recentemente.
Protagonista feminina: Eileen Elrod – Jovem dama da família do Barão Elrod. Um gênio que estudou botânica e farmacologia. É apaixonada por Cesare desde que o conheceu aos 10 anos. Sua vida pacífica começa a se agitar ao receber uma proposta de casamento repentina do homem.
Leia esta história:
Quando quiser ver um romance onde um homem mais velho perde completamente a cabeça pela jovem protagonista.
Frase para se identificar:
— Tudo é, e sempre foi, somente por Eileen.
Sinopse
Cesare Traon Karl Erzet, o Comandante Supremo Imperial.
Após três anos de serviço na guerra, ele voltou para propor casamento a Eileen.
Eileen lutou para acreditar que a proposta de casamento de Cesare era sincera.
Afinal, desde o momento em que se conheceram, quando ela tinha dez anos, o homem afetuoso sempre a tratou como uma criança.
— Eu não quero me casar com Vossa Alteza.
Por muito tempo, seu amor por ele não foi correspondido.
Ela não queria que o casamento fosse uma transação.
Foi por causa da longa guerra?
O homem, que normalmente era frio e racional, havia mudado.
Suas ações impulsivas, seu desejo desenfreado por ela — tudo isso era muito estranho.
— Isso só deve ser feito com alguém que você ama!
— Você também pode fazer isso com a pessoa com quem planeja se casar.
Eileen ficou intrigada com essa mudança.
E, no entanto, quanto mais próxima ela ficava de Cesare…
Ela descobriu coisas que desafiavam a razão ou a lógica.
Eileen soube das muitas ações malignas de seu marido pouco tempo depois.
— Eu não pude nem ter o seu corpo, Eileen.
Tudo o que ele fez foi por ela.
Ele se tornou o vilão, apenas por sua Eileen.
Nota: Mesma autora de Predatory Marriage
Ps: Cesare é o maridinho dessa tradutora aqui