Ler O Marido Malvado(Novel) – Capítulo 98 Online

Modo Claro

Os olhos de Eileen se arregalaram de surpresa quando ela pressionou os lábios contra o peito de Cesare. A pergunta inesperada a deixou sem jeito.

Embora estivesse excitada ao ver seus músculos bem definidos, nunca tinha considerado especificamente a ideia de chupar seu peito. Suas ações eram uma tentativa de retribuir o prazer que Cesare lhe dera, na esperança de que fosse igualmente agradável para ele.

Sua confiança vacilou ao perceber que sua tentativa havia sido um erro de julgamento completo. Apesar de seus esforços, Cesare parecia mais divertido do que excitado com suas ações, o que era evidente pelo modo carinhoso como acariciou seu cabelo.

Desanimada com seu fracasso, Eileen afastou os lábios de seu peito. A voz de Cesare, ainda brincalhona, perguntou:

— Já terminou?

— Ainda não acabou. — ela respondeu, embora seu humor estivesse claramente abatido.

Ela levou a mão até sua calça, mas seu pulso foi agarrado.

— O que você está tentando fazer? — ele perguntou.

Constrangida, Eileen hesitou em responder.

Cesare esperou pacientemente até que ela finalmente admitisse:

— Eu quero… fazer o que você fez comigo…

Cesare repetiu as palavras dela, esclarecendo levemente:

— Você quer chupar o meu pau?

— Sim…

Embora Eileen originalmente só planejasse lambê-lo, ela respondeu como se essa fosse sua real intenção. Lembrou-se de que o pênis é altamente sensível a toques e esperou que isso proporcionasse um prazer significativo.

Cesare, porém, não pareceu particularmente entusiasmado. Ele tocou os lábios dela com os dedos, sentindo seu formato e pressionando-os, explorando sua boca.

Enquanto ele traçava seus lábios e tocava o interior de sua boca, Eileen lutou para conter quaisquer reações involuntárias. Seus olhos se fecharam com força quando ele tocou suas áreas sensíveis.

Depois do que pareceu uma eternidade, Cesare retirou seus dedos, deixando um fio de saliva entre eles. Eileen ofegou para recuperar o fôlego e olhou para ele.

— Eu consigo.

Cesare simplesmente a olhou sem oferecer uma resposta clara.

Ficando ansiosa, Eileen acrescentou: — Eu também quero fazer isso.

Ela não queria que seus momentos íntimos parecessem unilaterais, esperava compartilhar essa experiência com ele.

Cesare, observando seu olhar sincero, sorriu levemente.

— Tantas coisas que você quer fazer, — comentou, e então soltou seu pulso, concedendo permissão.

Instintivamente, Eileen tentou se ajoelhar, pensando que seria mais fácil realizar o ato naquela posição. No entanto, Cesare a impediu e gentilmente a guiou para se sentar em uma cadeira que ele posicionou em frente à parede, ficando de pé bem perto.

Ele se ajustou para que o pênis ficasse diretamente em frente ao seu rosto. Presa entre a parede e Cesare, Eileen começou a tentar desfazer o cinto dele, sentindo-se insegura e desajeitada.

Cesare, paciente e silencioso, observou enquanto Eileen lutava com o cinto. Ela finalmente conseguiu desfazê-lo e puxou sua cueca com cuidado, encontrando certa resistência ao fazê-lo.

Quando Eileen finalmente se deparou com seu membro semi-ereto, ela prendeu a respiração. O cheiro masculino forte a envolveu, intensificando seus batimentos cardíacos já acelerados.

Com mãos cautelosas, Eileen agarrou seu pênis. A espessura parecia esmagadora em sua mão. Ela o segurou suavemente e o examinou de perto, tentando superar seu constrangimento anterior e reunir a compostura necessária para realizar o ato adequadamente.

Até então, estava envergonhada e tímida demais para examiná-lo de perto, tendo apenas conseguido olhares breves. No entanto, depois de vê-lo algumas vezes, ela começou a se sentir mais à vontade. Eileen respirou fundo e observou cuidadosamente o pênis de Cesare.

O membro grosso tinha um formato que parecia simbolizar a obscenidade. Ao contrário da pele branca e limpa do homem, o pênis, de cor mais escura, parecia pesado e um pouco caído, embora estivesse meio duro.

Eileen sabia muito bem que tipo de prazer aquilo podia lhe proporcionar. A lembrança do que sentira quando o pilar espesso, com veias salientes como raízes, percorreu suas paredes internas e a cabeça volumosa pressionou fundo nela era vívida.

O escroto abaixo também era grande.

Quando ele se movia vigorosamente, chegara a bater em suas nádegas.

Sem perceber, Eileen manteve os lábios levemente entreabertos enquanto o encarava.

Quando o pré-sêmen escorreu, ela de repente voltou à realidade.

— Eileen…

Cesare chamou seu nome suavemente e esfregou a ponta do pênis em seus lábios e bochecha. Enquanto o rastro pegajoso era deixado para trás, Eileen permaneceu imóvel, então lentamente separou os lábios e estendeu a língua.

Cesare colocou a ponta de seu pênis na língua de Eileen. Tentando não deixar as mãos tremerem muito, Eileen moveu a língua com cuidado.

Decidiu começar lambendo, exatamente como ele havia feito com ela. Enquanto lambia a ponta, o pré-sêmen grudou em sua língua. A sensação era muito estranha, fazendo-a congelar por um momento antes de lamber novamente.

A diligente lambidinha não era diferente de um filhote bebendo água. Embora fosse desajeitada e longe da perfeição, Cesare reagiu instantaneamente.

Seu pênis logo ficou duro, totalmente ereto. Vê-lo reagir assim deixou Eileen ainda mais entusiasmada.

Ela abriu os lábios e levou a ponta à boca. Chupando como se fosse um pirulito, a mão grande de Cesare acariciou gentilmente sua orelha e cabelo. Enquanto acariciava suavemente, murmurou em um tom lânguido:

— Você está indo bem.

Ao ver o seu rosto através da visão levemente turva, cheio de prazer, Eileen sentiu uma onda de confiança. Acreditou ser capaz de fazer ainda mais. Ela engoliu o pênis com ganância, levando-o mais fundo em sua boca.

— Eileen.

Cesare tentou impedi-la imediatamente, mas ela fingiu não ouvir. Mesmo na cama, se recusava a agir como uma criança. Com um espírito rebelde, ela intencionalmente fez sons e o levou mais fundo à boca.

Cesare soltou uma breve risada. A mão que antes acariciava gentilmente sua orelha ficou mais firme.

— Você precisa mesmo passar por isso para se sentir satisfeita?

Enquanto gemia e resmungava, o homem agarrou a parte de trás da cabeça de Eileen e empurrou o pênis mais fundo.

— …

Com a investida repentina até o fundo da garganta, estrelas surgiram diante de seus olhos. A dor sufocante e o reflexo de engasgo fizeram sua garganta se contrair. Enquanto engasgava, Cesare gemeu e estocou ainda mais fundo.

Lágrimas brotaram naturalmente. Apesar da dor sufocante fazer sua língua se contorcer, aquilo apenas pareceu proporcionar mais prazer ao invasor.

Enquanto Cesare continuava a se mover sem piedade, a visão de Eileen ficou embaçada. Ele puxou bruscamente o pênis para fora.

— Ah… cof cof, ha…

Eileen tossiu e ofegou por ar. Seus lábios estavam pingando saliva, e lágrimas escorriam em suas bochechas. Cesare ergueu o rosto de Eileen com a mão.

— Por que você ficou parada e aceitou isso?

Ele examinou os lábios avermelhados de Eileen e a repreendeu novamente.

— Você devia ter me empurrado.

Com o rosto manchado de lágrimas e saliva, Eileen respirava com dificuldade. Cesare enxugou suas lágrimas com os dedos e disse:

— Da próxima vez, não pense que pode simplesmente me chupar. Entendeu?

Continua…

Tradução: Elisa Erzet

Ler O Marido Malvado(Novel) Yaoi Mangá Online

Protagonista masculino: Cesare Traon Kal Erzet – Comandante supremo do Império e Arquiduque. Retornou após vencer a guerra, que durou três anos. Uma pessoa fria, racional, sem oscilações emocionais. Despreza ações não científicas. No entanto, de alguma forma, o homem mudou um pouco recentemente.
 
Protagonista feminina: Eileen Elrod – Jovem dama da família do Barão Elrod. Um gênio que estudou botânica e farmacologia. É apaixonada por Cesare desde que o conheceu aos 10 anos. Sua vida pacífica começa a se agitar ao receber uma proposta de casamento repentina do homem.
 

 
Leia esta história:
Quando quiser ver um romance onde um homem mais velho perde completamente a cabeça pela jovem protagonista.
 
 

 
Frase para se identificar:
— Tudo é, e sempre foi, somente por Eileen.
 

Sinopse 

Cesare Traon Karl Erzet, o Comandante Supremo Imperial.
Após três anos de serviço na guerra, ele voltou para propor casamento a Eileen.
Eileen lutou para acreditar que a proposta de casamento de Cesare era sincera.
Afinal, desde o momento em que se conheceram, quando ela tinha dez anos, o homem afetuoso sempre a tratou como uma criança.
— Eu não quero me casar com Vossa Alteza.
Por muito tempo, seu amor por ele não foi correspondido.
Ela não queria que o casamento fosse uma transação.
Foi por causa da longa guerra?
O homem, que normalmente era frio e racional, havia mudado.
Suas ações impulsivas, seu desejo desenfreado por ela — tudo isso era muito estranho.
— Isso só deve ser feito com alguém que você ama!
— Você também pode fazer isso com a pessoa com quem planeja se casar.
Eileen ficou intrigada com essa mudança.
E, no entanto, quanto mais próxima ela ficava de Cesare…
Ela descobriu coisas que desafiavam a razão ou a lógica.
Eileen soube das muitas ações malignas de seu marido pouco tempo depois.
— Eu não pude nem ter o seu corpo, Eileen.
Tudo o que ele fez foi por ela.
Ele se tornou o vilão, apenas por sua Eileen.
Nota: Mesma autora de Predatory Marriage 
Ps: Cesare é o maridinho dessa tradutora aqui

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