Ler O Marido Malvado(Novel) – Capítulo 77 Online

Modo Claro

O beijo, que começou de forma abrupta, estava longe de ser suave. Eileen instintivamente tentou se afastar daquele beijo intenso e devorador. No entanto, Cesare rapidamente agarrou sua nuca, mantendo-a no lugar.

Por um instante, passou em sua mente: ‘Eu ia te beijar primeiro.’

Não importava quem tivesse começado ou a ordem das coisas, tudo o que importava era que eles estavam se beijando. Eileen manteve o corpo pressionado contra o dele e continuou.

Não fechou os olhos, mantendo o contato visual. Na verdade, não conseguia desviar. Estava completamente cativada por ele, incapaz de se afastar.

— Ah, Uh…

 Eileen soltou um gemido como se estivesse com dor e foi arrastada pelo beijo. Seu corpo se movia naturalmente, como um coelho pulando sobre o homem, perseguindo o prazer. Ela esfregava o clitóris ereto contra ele e chupou sua língua distraidamente.

Era exatamente como um cachorro no cio, mas Eileen não conseguia reconhecer sua própria condição. Não tinha capacidade para pensar nisso. Sua mente estava totalmente tomada por Cesare e pelo prazer que ele proporcionava.

Os cheiros inebriantes vibrando por toda parte, os sons molhados e desordenados, a temperatura quente e lasciva do corpo do homem, tudo isso paralisava sua razão. Eileen se agarrou a ele como um animal intoxicado pelo instinto e moveu os quadris.

— Ah, Eileen…

Cesare chamou por ela como se suspirasse seu nome. Sua voz soava um pouco perturbada. O homem a abraçou com força e beijou seu pescoço profundamente, sugando sua pele delicada. Ele achou que ficaria uma marca por ser uma pele fina, mas desapareceu rapidamente.

Cesare agia como alguém ligeiramente enlouquecido. Em particular, atormentou persistentemente o pescoço esbelto, mordendo e beijando, e esfregando o nariz contra sua pele.

A sensação de cócegas fez seus pelos se arrepiarem. Eileen gemeu e cravou as unhas no ombro do homem. Sentiu a pele sendo rasgada. Pensou que não deveria fazer aquilo, mas não conseguia controlar o próprio corpo.

A vergonha de realizar um ato tão perverso, junto com a estranha sensação de clímax, tornou-se o tempero do prazer. Eileen deixou escapar um gemido fino e agudo.

— Ah, ah, han, ah…!

Ela olhava para Cesare com os olhos embaçados de lágrimas, enquanto os dele, escuros e cheios de tesão, encontraram os dela.

Era muito diferente de quando Cesare a penetrou completamente. Ainda assim, ele se sentia suficientemente satisfeito ao ver Eileen rebolando em seu pau.

Quando teve certeza de que o homem estava completamente satisfeito, por algum motivo, ficou ainda mais difícil de se conter. Mesmo que o pênis grande estivesse claramente penetrando suas paredes internas, ela sentia que não era o suficiente. Seu interior estava tão entorpecido que sua boca secou.

Eileen, que havia movido a cintura desesperadamente, se tornou mais voraz cavando mais profundamente. Então, jogou imediatamente o corpo para trás ao atingir o orgasmo.

— Uh…!

Ela esticou bem os dedos dos pés e tremeu. Cesare apoiou o corpo de Eileen para que ela não caísse e a acariciou.

Seu corpo, que estava derretendo, atingiu um orgasmo superficial mesmo com um toque leve. Quando ele esfregou seu cóccix com seus longos dedos, Eileen não conseguiu conter e gozou.

Seu clitóris, que havia sido pressionado e torturado pelos músculos abdominais do homem, jorrou líquido novamente. Sua língua se soltou e ela deixou escapar um gemido abafado enquanto todo o corpo convulsionava. A saliva que escorria de seus lábios entreabertos foi imediatamente lambida por Cesare.

Enquanto tremia no orgasmo, Cesare levantou Eileen e a deitou no sofá. Ela se surpreendeu por um momento com o pano úmido tocando suas costas, mas gemeu. Isso porque Cesare havia movido a cintura com seriedade.

Era um movimento profundo e desordenado, incomparável aos saltos desajeitados de Eileen. Ele ofegou e a penetrou com tanta força que os músculos de suas nádegas e coxas pareciam se separar.

A carne que estava bem fechada foi forçadamente aberta, e lugares que normalmente nunca seriam tocados foram repetidamente pressionados. A vagina, que se esticou para acomodar o pênis, apertou e sugou repetidamente o membro rígido e liberou seus fluidos.

— Eileen, Eileen…

Enquanto Eileen gemia e arfava, Cesare continuava chamando seu nome. Caso contrário, se não repetisse o nome de Eileen em seus lábios várias vezes, sentia como se ela fosse desaparecer.

Eileen sentia como se estivesse perdendo a cabeça cada vez que seu nome era sussurrado em uma voz baixa e sensual. A maneira como a voz entrelaçava com a respiração excitada do homem era insuportavelmente provocante. Sua espinha formigava, sua vagina apertava e cada nervo de seu corpo parecia ganhar vida.

— Aah, han, mais, assim, mais, uh, mais…

Um prazer surreal transbordava. Enquanto continuava sendo penetrada durante o orgasmo, o clímax parecia interminável. 

Ela esguichou por toda parte a ponto de achar que não tinha mais nada para sair.

Eileen, completamente encharcada em seu clímax, murmurou em transe.

— Bom, uuh, tão gostoso…

Era um prazer pelo qual havia esperado uma semana. Eileen engolia avidamente o prazer que Cesare derramava sobre ela. Seu corpo, agora totalmente desperto, experimentava sensações muito mais intensas do que na noite de núpcias. Mesmo naquela vez, ela havia sentido um choque que quase a dominou, mas agora a intensidade era ainda maior.

 — Ah, ah, han, uh-hum.

Ela entregou a ele até a sua parte mais íntima. Seu coração, e agora seu corpo, eram todos de Cesare. Eileen, intoxicada pelo prazer, não ousava dizer nada que não devesse. Ela se agarrou aos braços dele e deixou escapar um sussurro abafado.

— Uh, ah, eu gosto de você, Cesare…

Mesmo enquanto falava, ela nem sabia exatamente o que dizia. Estava completamente embriagada de êxtase, derramando seus sentimentos mais profundos.

Naquele momento, o corpo de Cesare enrijeceu. Ele soltou um gemido profundo e baixo e abraçou Eileen com força. Assim que a impediu de ver seu rosto, pressionou seu pênis grosso contra o colo do útero.

Enquanto a entrada apertada sugava a glande, o pênis começou a se contrair e ejacular imediatamente. O jato brutal de sêmen atingiu a área sensível e aquecida. Eileen não conseguia nem gemer e estremeceu.

Seus olhos piscavam sob o prazer avassalador. Por um breve momento, perdeu a consciência. Quando voltou a si, Eileen estava gemendo como um animal.

Foi uma ejaculação repentina. O homem provavelmente também não esperava, pois sua respiração ofegante se misturava com um pouco de embaraço. Mesmo sendo a segunda ejaculação, o pênis continuou a expelir sêmen por um longo tempo, assim como na primeira vez.

 Eileen estremeceu cada vez que o sêmen encharcava seu interior. Ela gritou em um prazer masoquista e procurou Cesare. Então, o homem de repente explodiu em risadas.

— E você só está me contando isso agora?

Apesar de ter acabado de cometer um ato obsceno, ele sorriu como uma criança.

— Vou ter que me esforçar mais de agora em diante.

Como não conseguia lembrar do que havia dito, Eileen permaneceu em seu abraço.

Cesare continuou acariciando gentilmente, mantendo seu pequeno corpo contra o dele. Ele beijou seu rosto marcado por lágrimas e encharcado de saliva, exatamente como Eileen desejava.

Recuperando o fôlego lentamente, Cesare soltou a respiração que segurava e libertou o delicado corpo ao qual se agarrava. Seu pênis também saiu devagar. Com um som molhado, os líquidos de Eileen e o sêmen caíram por sua coxa.

Olhou para Cesare com os olhos vazios. Precisava sentir novamente o prazer que acabara de experimentar. Queria vivenciar outro orgasmo que fizesse seu corpo inteiro se sentir esmagado.

Desejava que ele a penetrasse rapidamente, já que ainda havia mais uma vez, mas por algum motivo Cesare não inseriu o pênis novamente. Em vez disso, ele abriu a vagina de Eileen e a examinou. Ele até colocou o dedo dentro e pressionou, o local já começando a inchar.

Tendo acabado de passar por um momento intenso, Eileen estremeceu por toda parte com a sensação de apenas um dedo entrando e saindo. Cesare soltou um suspiro baixo. Eileen murmurou em transe.

— Mais, mais…

No entanto, Cesare, que havia verificado cuidadosamente a condição, recusou firmemente.

— Não, Eileen.

Lágrimas surgiram em seus olhos com a rejeição fria. Percebendo o franzir de testa de Eileen, ele inclinou a cabeça e perguntou:

— Quer passar pomada de novo?

— …

Ela hesitou por um momento, depois balançou a cabeça obedientemente. Ele elogiou Eileen, que seguiu suas palavras de forma dócil, dizendo: 

— Boa menina.

— …

Cesare enxugou o suor de seus cabelos e tirou com movimentos bruscos o uniforme encharcado. Depois de vestir a calça, envolveu Eileen em seus braços, segurando-a bem forte contra o seu peito.

À medida que o calor do corpo dele se dissipava, a fadiga que havia sido mascarada pelo prazer irrompeu. Sobrecarregada pelo cansaço repentino, Eileen adormeceu sem perceber. Quanto sua consciência começou a se apagar, um sussurro, quase como uma alucinação auditiva, roçou seus ouvidos. Uma voz bonita e reconfortante murmurou suavemente.

— Boa noite, Eileen.

(Elisa: Eu quero chorar, tão fofos, esses dois são o meu mundo todinho) 

Continua…

Tradução: Elisa Erzet 

Ler O Marido Malvado(Novel) Yaoi Mangá Online

Protagonista masculino: Cesare Traon Kal Erzet – Comandante supremo do Império e Arquiduque. Retornou após vencer a guerra, que durou três anos. Uma pessoa fria, racional, sem oscilações emocionais. Despreza ações não científicas. No entanto, de alguma forma, o homem mudou um pouco recentemente.
 
Protagonista feminina: Eileen Elrod – Jovem dama da família do Barão Elrod. Um gênio que estudou botânica e farmacologia. É apaixonada por Cesare desde que o conheceu aos 10 anos. Sua vida pacífica começa a se agitar ao receber uma proposta de casamento repentina do homem.
 

 
Leia esta história:
Quando quiser ver um romance onde um homem mais velho perde completamente a cabeça pela jovem protagonista.
 
 

 
Frase para se identificar:
— Tudo é, e sempre foi, somente por Eileen.
 

Sinopse 

Cesare Traon Karl Erzet, o Comandante Supremo Imperial.
Após três anos de serviço na guerra, ele voltou para propor casamento a Eileen.
Eileen lutou para acreditar que a proposta de casamento de Cesare era sincera.
Afinal, desde o momento em que se conheceram, quando ela tinha dez anos, o homem afetuoso sempre a tratou como uma criança.
— Eu não quero me casar com Vossa Alteza.
Por muito tempo, seu amor por ele não foi correspondido.
Ela não queria que o casamento fosse uma transação.
Foi por causa da longa guerra?
O homem, que normalmente era frio e racional, havia mudado.
Suas ações impulsivas, seu desejo desenfreado por ela — tudo isso era muito estranho.
— Isso só deve ser feito com alguém que você ama!
— Você também pode fazer isso com a pessoa com quem planeja se casar.
Eileen ficou intrigada com essa mudança.
E, no entanto, quanto mais próxima ela ficava de Cesare…
Ela descobriu coisas que desafiavam a razão ou a lógica.
Eileen soube das muitas ações malignas de seu marido pouco tempo depois.
— Eu não pude nem ter o seu corpo, Eileen.
Tudo o que ele fez foi por ela.
Ele se tornou o vilão, apenas por sua Eileen.
Nota: Mesma autora de Predatory Marriage 
Ps: Cesare é o maridinho dessa tradutora aqui

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