Ler O Marido Malvado(Novel) – Capítulo 101 Online

Modo Claro

Ele agarrou a Eileen com força, sem soltá-la, apesar das lágrimas, da resistência e do tremor de seu corpo.

O homem esfregou seu clitóris e a penetrou repetidamente. Eileen, que não parava de se esvaziar, finalmente gritou como se fosse desmaiar.

— Aaaah!

Ela esqueceu toda a cautela e agarrou o antebraço de Cesare com toda a sua força. O uniforme dele ficou desalinhado sob seu toque, mas ela não ligou.

A sensação eletrizante fez seu corpo se inclinar para trás e sua língua sair involuntariamente. Cesare chupou a língua de Eileen e a beijou profundamente.

— Aaah, haa…

O homem franziu a testa. Eileen sentiu a força em suas nádegas e coxas ao tocá-lo. Os músculos enrijecidos tremiam.

Sem perceber, abriu bem as pernas e pressionou a parte inferior do corpo contra ele. Sua vagina contraiu-se ruidosamente, antecipando o sêmen que jorraria do homem.

Suas paredes vaginais se apertaram e aceitaram o pênis avidamente. Era um movimento que o incitava a enchê-la de sêmen.

Eileen contraiu a vagina com força, mesmo pensando que estava agindo de forma obscena. Sua boca estava seca de expectativa. Ao engolir a saliva de Cesare, com os lábios ainda colados aos dele, deixou escapar um gemido profundo.

Ao mesmo tempo, ele ejaculou. O sêmen saiu poderosamente e atingiu as sensíveis paredes vaginais.

O interior, já preenchido por seu pênis, foi inundado de sêmen. Era um êxtase indescritível, além do alcance das palavras. Eileen gemeu e estremeceu com a sensação eletrizante que se espalhou da cabeça aos pés.

— Ah, uhh, aaang…!

Enquanto a parte mais profunda era inundada, o líquido do prazer que ela achava ter sido extraído e secado jorrou novamente. A junção, já encharcada, foi mais uma vez saturada com seus fluidos.

Cesare esfregou gentilmente seu clitóris enquanto ejaculava, movendo levemente o quadril. O corpo de Eileen, dominado pela sensação, convulsionou e se contorceu, mas ele continuou a provocá-la até o último instante.

O prazer dolorosamente intenso arranhava suas paredes internas. Queria pedir que ele parasse por um momento, mas, ao contrário do que pensava, apenas gemidos excitados escapavam continuamente de seus lábios.

No final, a mão dele só parou depois que Eileen teve outro pequeno orgasmo. Quando percebeu, a longa ejaculação do homem havia terminado.

Os dois se abraçaram em silêncio por um tempo, recuperando o fôlego. Eileen exalou profundamente e então virou-se para olhar Cesare.

Em contraste com Eileen, que estava quase nua, Cesare ainda estava vestido. Eileen estendeu a mão e acariciou gentilmente seu uniforme, seus dedos passando sobre a medalha abreviada. Seus olhos se encontraram enquanto ela se detinha na insígnia.

Um sentimento de anseio permaneceu em seus olhares enquanto se encaravam. Eileen curvou lentamente os dedos e, após um breve silêncio, Cesare falou com a voz fraca e rouca.

— Não chore, Eileen.

Ela piscou lentamente e respondeu suavemente:

— Sim…

Diante de sua resposta gentil, Cesare a beijou, tocando seus lábios levemente antes de se afastar. Em seguida, cobriu rapidamente o rosto dela com as mãos.

Eileen gentilmente apoiou o rosto na mão dele, sentindo o calor de sua grande palma aconchegando sua bochecha. De repente, se levantou de um salto, uma sensação de urgência tomando conta dela.

Não era hora para tais momentos. Ela precisava lidar com a situação e voltar para a residência do Arquiduque. Seus pensamentos quase se desfizeram em meio a tudo, e ela havia gemido sem qualquer contenção. Só podia esperar que os soldados do lado de fora não tivessem ouvido tudo.

A frustração surgiu enquanto rezava para que os soldados mantivessem distância.

Quando Eileen gemeu e tentou se levantar, Cesare lentamente retirou o pênis, fazendo com que sêmen e líquido do prazer escorressem para fora.

Os ombros de Eileen tremeram com a sensação enquanto lutava para se levantar sobre as pernas trêmulas. Ela conseguiu se mover para o lado da cadeira e se apoiou na parede com as mãos.

— Cesare…

Quando olhou para ele, ainda sob o efeito do orgasmo, percebeu que algo estava errado.

Cesare empurrou Eileen naturalmente contra a parede e a beijou. No meio do beijo, ela ficou presa entre a parede e o corpo dele.

— Hã, Cesare, espera, espera.

Sentindo a intensidade do momento, Eileen tentou afastá-lo e virou o corpo. Pressionando-se contra a parede, ela virou as costas levemente e disse com urgência.

— Vamos voltar para a residência do Arquiduque primeiro… Ah!

No entanto, Eileen percebeu que havia feito a escolha errada. Ele soltou a saia do vestido dela, agarrou suas nádegas fartas com ambas as mãos e as separou. Em seguida, enfiou o pênis diretamente em sua vagina exposta.

Era um lugar que havia sido completamente relaxado depois de experimentar intensas carícias e múltiplos clímax. Sua carne molhada aceitou facilmente seu pau. Ela se surpreendeu com a profundidade da penetração, mas não conseguiu evitar gemer com o prazer que se seguiu.

Enquanto Eileen levantava as nádegas, suas grandes mãos amassaram sua carne descuidadamente. Ele apertou sua bunda com tanta força que deixou marcas de sua pegada, então as soltou e imediatamente agarrou seus seios com ambas as mãos.

— Ah! Hah, hmph, ahh…!

Eileen foi arrastada por ele sem pensar. Suas pernas, erguidas pela diferença de tamanho entre eles, tremiam. Então, Cesare abriu as pernas de Eileen e a fez sentar em cima de suas coxas.

Todo o peso de seu corpo estava focado nele. O pênis cavou mais fundo do que nunca, e seus olhos giraram. Perdida no momento, inconscientemente arranhou a parede. Percebendo isso, Cesare rapidamente esticou a mão e agarrou a dela.

Ele moveu brutalmente a cintura enquanto segurava ambos os pulsos por trás. Eileen não conseguiu resistir por muito tempo devido às suas investidas ferozes. Abrindo bem as pernas, ela gozou novamente.

Ela deixou manchas na parede de madeira e encharcou seu vestido, estremecendo todo o corpo. Seus seios balançavam devido às investidas; o homem a segurou com força e estimulou seus mamilos à vontade, acariciando-a.

Sua mente ficou em branco. Completamente dominada por Cesare, os lábios de Eileen se abriram involuntariamente, e palavras descontroladas escaparam.

— Aah, assim, bom, hhng…!

— Assim?

— Sim, ahh, sim, hhh!

Ela gritou “Bom” cada vez que ele provocava seus mamilos e esmagava seu colo do útero.

Ela derramou lágrimas e se debateu violentamente, liberando fluidos.

Esquecendo a vergonha, apenas se deixou embriagar completamente pelo prazer que Cesare lhe dava e moveu os quadris para acompanhar a força das investidas do homem. Cesare curvou os lábios e riu para as nádegas que lutavam para aceitar ainda mais dele.

Ele mordeu o pescoço de Eileen com um sorriso lascivo, como um bandido de rua.

Deixou marcas e chupões sem pedir permissão e então engoliu seus lábios.

— Aaaah…!

Quando Eileen se contraiu e atingiu o clímax, ele deliberadamente provocou seus mamilos insistentemente para que ela não conseguisse descer facilmente da sensação do orgasmo.

Os olhos de Eileen perderam completamente o foco. Mesmo com ela meio inconsciente, ele não parou de se mover. Na verdade, não conseguia parar. Com seu corpo quente e os gemidos ansiosos dela, o homem confirmava a sobrevivência de Eileen e sua própria realidade.

Logo, seu abdômen começou a doer. Ele queria gozar imediatamente, então repetidamente estocou o pênis inchado contra o colo do útero. Sem esconder seu desejo obscuro de enchê-la com seu sêmen, ele ejaculou.

Sêmen jorrou da glande. Eileen não conseguiu suportar a sensação do sêmen se acumulando dentro dela e torceu o corpo enquanto atingia o orgasmo novamente.

Mesmo assim, Cesare segurou todo o corpo dela, deixando-a capaz de mover apenas levemente os ombros. Ele sustentou com cuidado seu corpo mole, seus lábios entreabertos em torpor.

— Está difícil?

Perguntou, lambendo a saliva que escorria do canto dos lábios dela, e Eileen respondeu com uma voz fraca:

— Sim… Sim, está difícil…

— Antes você ficava me pedindo para fazer mais.

— Isso foi da última vez. Hoje… hmm, para…

Cesare inclinou levemente a cabeça e olhou para Eileen. Seus olhos dourado-esverdeados, embaçados, a encaravam com sinceridade.

Parecia que tê-la possuído duas vezes numa posição tão desconfortável a havia esgotado mais rápido do que o normal. Considerando que ela havia chorado hoje, não era surpresa que estivesse exausta.

Cesare tocou seus mamilos eretos e seu clitóris inchado e firme, que se fazia notar. Ele cuidadosamente acalmou o corpo trêmulo de Eileen e inseriu seu dedo em sua vagina para verificar o quão inchada ela estava.

— Ugh… Eu realmente não consigo….

Assim que ele inseriu o dedo, Eileen voltou a chorar. Cesare beijou sua bochecha para confortá-la e moveu o dedo cuidadosamente.

O dedo dele era bastante longo, alcançando fundo. Eileen não aguentou e gozou o tempo todo enquanto ele explorava seu interior. Ele finalmente parou depois de percorrer cada canto.

Felizmente, não era grave a ponto de exigir medicação. Alguns dias de descanso pareceriam suficientes. Após avaliar a situação, Cesare abraçou suavemente Eileen, que já estava meio adormecida.

— …

Um som fraco, quase imperceptível, como um ratinho roendo madeira, foi ouvido. Cesare olhou para a porta com uma expressão vazia.

— Cesare…

Ao ouvir seu nome, ele virou a cabeça rapidamente, com um sorriso suave nos lábios.

— Sim, Eileen. — Cesare cobriu ternamente os olhos dela com a mão e sussurrou com carinho: — Apenas durma.

Continua…

Tradução: Elisa Erzet

Ler O Marido Malvado(Novel) Yaoi Mangá Online

Protagonista masculino: Cesare Traon Kal Erzet – Comandante supremo do Império e Arquiduque. Retornou após vencer a guerra, que durou três anos. Uma pessoa fria, racional, sem oscilações emocionais. Despreza ações não científicas. No entanto, de alguma forma, o homem mudou um pouco recentemente.
 
Protagonista feminina: Eileen Elrod – Jovem dama da família do Barão Elrod. Um gênio que estudou botânica e farmacologia. É apaixonada por Cesare desde que o conheceu aos 10 anos. Sua vida pacífica começa a se agitar ao receber uma proposta de casamento repentina do homem.
 

 
Leia esta história:
Quando quiser ver um romance onde um homem mais velho perde completamente a cabeça pela jovem protagonista.
 
 

 
Frase para se identificar:
— Tudo é, e sempre foi, somente por Eileen.
 

Sinopse 

Cesare Traon Karl Erzet, o Comandante Supremo Imperial.
Após três anos de serviço na guerra, ele voltou para propor casamento a Eileen.
Eileen lutou para acreditar que a proposta de casamento de Cesare era sincera.
Afinal, desde o momento em que se conheceram, quando ela tinha dez anos, o homem afetuoso sempre a tratou como uma criança.
— Eu não quero me casar com Vossa Alteza.
Por muito tempo, seu amor por ele não foi correspondido.
Ela não queria que o casamento fosse uma transação.
Foi por causa da longa guerra?
O homem, que normalmente era frio e racional, havia mudado.
Suas ações impulsivas, seu desejo desenfreado por ela — tudo isso era muito estranho.
— Isso só deve ser feito com alguém que você ama!
— Você também pode fazer isso com a pessoa com quem planeja se casar.
Eileen ficou intrigada com essa mudança.
E, no entanto, quanto mais próxima ela ficava de Cesare…
Ela descobriu coisas que desafiavam a razão ou a lógica.
Eileen soube das muitas ações malignas de seu marido pouco tempo depois.
— Eu não pude nem ter o seu corpo, Eileen.
Tudo o que ele fez foi por ela.
Ele se tornou o vilão, apenas por sua Eileen.
Nota: Mesma autora de Predatory Marriage 
Ps: Cesare é o maridinho dessa tradutora aqui

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