Ler O Marido Malvado (Novel) – Capítulo 220 Online


Modo Claro

Foi a sedução mais apaixonada e desajeitada que Eileen poderia oferecer. Ela tinha certeza de que Cesare responderia aos seus esforços, por mais desajeitados que fossem. No entanto, por alguma razão, ele permaneceu em silêncio.

— …

Cesare observou seus movimentos desajeitados, respirando fundo. Ele vinha tentando se conter, para não ser bruto demais, mas a tentativa sincera e atrapalhada dela não estava facilitando as coisas. Ela parecia alheia à própria aparência, toda corada e desesperada, e com seu pau dentro dela. Um pensamento perigoso, daqueles que a horrorizaria, cruzou sua mente. Lentamente, ele ergueu o canto dos lábios em um leve sorriso e a mordeu de leve.

— Você quer fazer isso? — perguntou.

Os cílios de Eileen, encharcados de lágrimas, tremeram enquanto considerava a pergunta. Após um momento de hesitação, assentiu e levantou suavemente os quadris. O atrito provocado pelo membro saindo, o som suave e úmido que acompanhou o movimento, o modo como as veias do pênis se destacavam, perturbavam sua carne macia. Ela gemeu ao se afastar lentamente, levantando os quadris até que apenas a ponta da glande permanecesse dentro. Então, com a mesma lentidão, desceu novamente. Era um ritmo lento, mas ela colocava todo o seu ser naquilo.

— Ah!

Ofegou quando a mão grande do homem agarrou seu seio de repente. Cesare a observava atentamente, seus dedos massageando seu seio. 

— Você disse para tocar nos seus seios, não foi? — sussurrou ele.

— Aquilo foi… — ela gaguejou, envergonhada.

Aquelas palavras haviam escapado em um momento de completo abandono, um estado em que ela já não se encontrava. Mas ele não mostrava intenção de largar. Massageou seu seio e beliscou seu mamilo, incitando-a, quase dolorosamente.

 

— Mexa-se, Eileen.

Seu toque era um pouco mais bruto, como se já não pudesse mais esperar. Podia ver em seus olhos carmesins que o homem estava ao ponto de jogá-la na cama e fode-la. Ele estava contendo seus instintos mais selvagens, o tesão estava estampado em seu rosto. Ao perceber aquilo, Eileen ergueu os quadris novamente, desta vez um pouco mais rápido.

A sensação da penetração parecia incrivelmente profunda, fosse por causa da posição ou pelo longo tempo em que haviam estado separados. Tudo parecia novo e estranho, embora já tivessem feito aquilo antes.

‘Cesare costuma ser melhor nisso’, — pensou ela, um pensamento breve e confuso.

Sua mente começava a ficar turva, e uma e névoa descia a cada vez que o membro entrava e saía.

— Ugh… ah…  

Conforme os fluidos do corpo dela se misturavam com o líquido pré-ejaculatório, o atrito ficava mais suave. Com apenas um pequeno esforço, o pênis penetrava profundamente. Ao mesmo tempo, as carícias delicadas em seu seio e os dedos estimulando o mamilo espalhavam uma sensação de prazer formigante por todo o corpo dela.

Seus olhos ficaram vidrados, e uma pequena quantidade de saliva se acumulou entre seus lábios semiaberto. Pouco antes de atingir o orgasmo, a mão dele deslizou por sua coluna encharcada de suor.

— Já vai gozar? — sussurrou ele.

— Ah… hnngh… s-sim… acho que sim… — ela mal conseguiu dizer, o corpo estremecendo enquanto ele sugava seu mamilo.

Uma nova onda de vergonha a invadiu. Sabia que estava uma bagunça, e atingir o clímax naquele momento a faria se sentir ainda mais exposta.

— Eu quero fazer de quatro… — ela gemeu, uma nova ideia tomava forma em sua mente.

Cesare obedeceu imediatamente. Segurou a cintura com ambas as mãos e a tirou de cima dele sem esforço. Uma onda de prazer a atingiu quando um leve orgasmo percorreu seu corpo. 

— Haah… haah… — ela ofegou, inclinando a cabeça para trás.

Ela sabia que um prazer maior e mais intenso a aguardava. Queria que ele a fodesse loucamente.

Sem pensar duas vezes, se deitou de bruços, erguendo os quadris. Seu corpo liberou ainda mais fluidos, e ele os empurrou delicadamente de volta com os dedos. A sondou levemente por um instante, antes de fixar o olhar na marca avermelhada de sua mão impressa sobre a pele pálida, um vestígio da sua pegada. 

O corpo dela era imortal e acabaria se recuperando, mas esse processo era um pouco mais lento do que no caso dele. A marca ainda permanecia ali, como uma prova do momento intenso que haviam compartilhado, embora desaparecesse quando tudo terminasse.

Ele sentiu uma pontada de decepção. Gostava de deixar marcas nela, mas também não queria magoar aquele corpo macio e delicado. Zombou de si mesmo por causa desses sentimentos contraditórios e afastou a frustração para o fundo da mente antes de voltar sua atenção para ela. Então, aproximou-se mais uma vez, penetrando profundamente.

As paredes internas quentes envolviam firmemente seu membro. Ela gemeu, suas mãozinhas agarrando os lençóis. 

— Ah… ah…!

Seus olhos se estreitaram com a sensação da carne macia apertada se contraindo ao redor do seu pênis. Era uma das poucas coisas capazes de despertar emoções naquele homem cuja mente costumava ser tão serena quanto a superfície de um lago tranquilo. A turbulência que surgia dentro dele naquele instante era pura excitação.

— Eileen… — ele murmurou, a voz sensual pronunciando o nome dela.

Ele passou a se mover com mais intensidade, seu lembro grosso penetrando impiedosamente. Eileen já sentia a mente à deriva e, agora, com ele atrás dela, seus gemidos escapavam livremente. Seu corpinho o aceitava por completo, enquanto chamava o nome dele em um apelo desesperado.

Cada vez que dizia o nome dele, Cesare sentia que enlouqueceria. Como um animal selvagem movido por puro instinto, se movia mais fundo e mais rápido. Ele pressionou a palma contra a barriga dela, que se projetava com o formato do seu pênis, Eileen finalmente começou a chorar.

— Ah…! — sua voz saiu entrecortada, misturada às lágrimas e à respiração descompassada.

 

Ele adorava quando ela chorava daquele jeito. Isso despertava nele o desejo de fazê-la chorar ainda mais. Mordeu seu pescoço, sua outra mão apalpando seus seios, esfregando e provocando seus mamilos. Ele começou a estocar contra o colo do útero, um lugar que antes era desconfortável, mas agora a levava ao orgasmo.

— Ah, hnngh! Ah, Cesare… haa… ah, ah…! — ela chamou o nome dele entre suspiros e gemidos entrecortados.

Já não conseguia formar palavras; tudo o que saía de seus lábios era o nome do homem. Seu corpo ficou rígido, os dedos das mãos e dos pés se curvaram involuntariamente, e seus quadris se ergueram bem alto, unindo-os ainda mais profundamente. Fluidos jorraram de seu corpo, encharcando os lençóis. Ela nem percebeu que tinha gozado, apenas que estava gemendo incontrolavelmente.

Sentindo as paredes internas se contraírem, ele empurrou ainda mais violentamente. Um prazer poderoso o atingiu, e ele ejaculou profundamente, seu corpo tremendo enquanto gozava. Mas era um ato fútil para eles, incapazes de criar uma nova vida. Mesmo sabendo disso, ele encheu o colo do útero dela com sua porra.

Continua …

Tradução e Revisão: Elisa Erzet 

Ler O Marido Malvado (Novel) Yaoi Mangá Online

Protagonista masculino: Cesare Traon Kal Erzet – Comandante supremo do Império e Arquiduque. Retornou após vencer a guerra, que durou três anos. Uma pessoa fria, racional, sem oscilações emocionais. Despreza ações não científicas. No entanto, de alguma forma, o homem mudou um pouco recentemente.
 
Protagonista feminina: Eileen Elrod – Jovem dama da família do Barão Elrod. Um gênio que estudou botânica e farmacologia. É apaixonada por Cesare desde que o conheceu aos 10 anos. Sua vida pacífica começa a se agitar ao receber uma proposta de casamento repentina do homem.
 

 
Leia esta história:
Quando quiser ver um romance onde um homem mais velho perde completamente a cabeça pela jovem protagonista.
 
 

 
Frase para se identificar:
— Tudo é, e sempre foi, somente por Eileen.
 

Sinopse 

Cesare Traon Karl Erzet, o Comandante Supremo Imperial.
Após três anos de serviço na guerra, ele voltou para propor casamento a Eileen.
Eileen lutou para acreditar que a proposta de casamento de Cesare era sincera.
Afinal, desde o momento em que se conheceram, quando ela tinha dez anos, o homem afetuoso sempre a tratou como uma criança.
— Eu não quero me casar com Vossa Alteza.
Por muito tempo, seu amor por ele não foi correspondido.
Ela não queria que o casamento fosse uma transação.
Foi por causa da longa guerra?
O homem, que normalmente era frio e racional, havia mudado.
Suas ações impulsivas, seu desejo desenfreado por ela — tudo isso era muito estranho.
— Isso só deve ser feito com alguém que você ama!
— Você também pode fazer isso com a pessoa com quem planeja se casar.
Eileen ficou intrigada com essa mudança.
E, no entanto, quanto mais próxima ela ficava de Cesare…
Ela descobriu coisas que desafiavam a razão ou a lógica.
Eileen soube das muitas ações malignas de seu marido pouco tempo depois.
— Eu não pude nem ter o seu corpo, Eileen.
Tudo o que ele fez foi por ela.
Ele se tornou o vilão, apenas por sua Eileen.
Nota: Mesma autora de Predatory Marriage 
Ps: Cesare é o maridinho dessa tradutora aqui

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