Ler Lamba-me se puder – Capítulo 264 – Extra 38 Online


Modo Claro

Sugar Baby

 

— Ash…

Quando ele chamou seu nome em voz baixa, Ashley, como se respondesse, mordiscou levemente o mamilo. Como se a polpa estourasse, um líquido espesso caiu em sua boca.

Com o membro aquecido dentro de Koy ainda meio enterrado, ele continuou a sugar o leite. Cada vez que sugava com força, as paredes internas se apertavam, fazendo seu pênis formigar, mas, apesar disso, sua excitação não diminuía; pelo contrário, tornava-se ainda mais intensa.

— Ah… Ash… isso é bom…

Koy chamava seu nome repetidamente enquanto movia os quadris. Quando Ashley apertou com força as nádegas que se balançavam no ar, Koy, como se estivesse esperando, envolveu a cabeça de Ashley com os braços. Seu corpo, impaciente, começou a se mover por vontade própria. A barriga se contraía, depois relaxava, e novamente envolvia e sugava o membro com violência. 

— Rápido, goza, rápido, enche minha barriga com seu esperma, enche minha barriga com seu esperma…

Sem perceber, Koy balançava os quadris de forma violenta. Apreciando os movimentos bruscos de Koy, Ashley continuava a sugar seus mamilos. Sons úmidos e desordenados se misturavam.

Ashley, que vinha chupando o peito com força, soltando um som rouco, de repente afastou os lábios. No mesmo instante, Koy caiu pesadamente sobre Ashley, como se tivesse caído do nada. O membro que estava meio inserido de uma vez rasgou seu corpo entrando, e instantaneamente sua mente ficou em branco.

— Ah… haa…

Koy inclinou a cabeça para trás, soltando uma respiração ofegante como se fosse desmaiar. Sua parte inferior já estava completamente encharcada. Sem nem perceber que havia ejaculado, ele tremia por inteiro. O esperma que jorrava dentro de sua barriga lhe roubou completamente a sanidade. Sobre ele, que já estava semi-inconsciente, Ashley suspirou.

— Koy…

Sua expressão parecia tão desnorteada quanto a de Koy. Depois de um instante, murmurou:

— Eu devia ter aguentado mais um pouco.

Tão ofegante quanto Koy, sua voz carregava um tom evidente de arrependimento. Koy simplesmente deixou sua grande mão acariciar lentamente seu peito. Sob a palma, sua carne latejava, e hematomas de vários tamanhos já começavam a se formar. Ashley, que brincava rolando seus mamilos inchados entre os dedos, abaixou a cabeça e beijou cada mamilo alternadamente. Não se esqueceu de chupá-los sutilmente entre um beijo e outro.

— Já parou de sair?

Koy perguntou com uma voz completamente exausta. Parecia não ter forças nem para mover um único dedo. Sorrindo, Ashley respondeu:

— Não sei. Acho que vamos ter que esperar para ver.

No instante em que viu a expressão de Koy se contorcer, Ashley fingiu não notar e mudou de assunto.

— Primeiro, vamos ligar para o médico.

Então ele se moveu lentamente. Só naquele momento Koy percebeu, com certo atraso, que Ashley ainda permanecia dentro dele.

 

***

 

— Certo… entendi. Imagino que sim.

Ashley falava ao telefone com o médico e balançava a cabeça rapidamente. Sua voz estava tão fria e calma como sempre. A ponto de ser impossível imaginar que, até pouco antes, ele estivera rolando na cama com Koy de forma tão desordenada.

Mas Koy sabia que não tinha sido um sonho. A prova disso era que ele continuava nu na cama, gotas daquele líquido branco começavam a surgir novamente em seus mamilos, e Ashley, sentado à beira da cama enquanto falava ao telefone, os acariciava como se fossem algo adorável. Depois de ouvir em silêncio por alguns instantes, Ashley murmurou:

— Entendi. Então é isso.

Sem conseguir afastar a mão dele, Koy apenas escutava a conversa.

— Isso mesmo. Tem um cheiro parecido com o de uma sobremesa doce. O sabor é ainda mais doce e encorpado.

Embora soubesse que aquilo era algo que precisava ser dito ao médico, o rosto de Koy queimou de vergonha. Enquanto falava, Ashley continuava tocando seus mamilos sem parar, apertando-os de leve ou brincando com eles. Quando Koy tentou afastá-lo, Ashley, descaradamente, bateu em sua mão para afastá-la e, sem o menor constrangimento, cobriu seu peito com a palma da mão, voltando a acariciá-lo.

Koy ficou sem palavras diante daquela atitude. Então, de repente, um silêncio estranho tomou conta da ligação.

O quê? Será que o médico tinha dito algo ruim?

A ansiedade o fez arregalar os olhos, mas a expressão de Ashley permaneceu praticamente inalterada. Ele ficou imóvel por alguns segundos, como se estivesse processando a informação. Só depois de um longo momento voltou a falar:

— Então…

Ao ouvir a voz baixa, Koy aguçou os ouvidos. Ashley ainda acariciava lentamente seu peito e disse:

— Então quer dizer que isso pode acontecer quando há um desequilíbrio hormonal?

Ao ouvir isso, Koy soltou um grande suspiro de alívio. Seu peito subiu e desceu profundamente, e Ashley lançou-lhe um olhar de relance. Com um sorriso que parecia dizer “não se preocupe”, Koy sorriu de volta, e então ele, de repente, Ashley apertou seu mamilo de forma travessa.

— Ah…!

Sem perceber, Koy engoliu em seco e rapidamente cobriu a boca com a mão. Ele lançou um olhar ressentido para Ashley, mas o outro apenas sorriu como se não fosse nada e lambeu distraidamente o fluído na ponta dos dedos. 

Enquanto isso, Koy tentou puxar o lençol para cobrir o peito, mas Ashley percebeu imediatamente e segurou seu pulso, impedindo-o. Após uma breve luta inútil, Koy acabou desistindo. Ashley continuou ouvindo o que a pessoa do outro lado da linha dizia e, depois de um momento, respondeu:

— Certo. Entendi. Vamos fazer isso.

Encerrando a conversa com algumas palavras breves, ele finalmente desligou o telefone. Koy, que ainda tentava se livrar do aperto em seu pulso, desistiu de sua luta inútil e ergueu os olhos para ele.

— O que ele disse? Está tudo bem?

Com uma voz que misturava expectativa e ansiedade, Koy perguntou. Ashley antes de responder, subiu sobre o corpo de Koy e beijou seus lábios.

— Sim. Não é nada grave. Precisamos fazer alguns exames para ter certeza, mas aparentemente não é algo sério.

— Ainda bem…

Somente então Koy soltou um suspiro profundo de alívio. De repente, sentiu o nariz arder.

— Eu estava com tanto medo… que pudesse acontecer alguma coisa comigo e que eu deixasse você e o Nathaniel para trás. Ainda bem…

— Isso nunca aconteceria.

Ashley encostou levemente a testa na dele.

— Você acha mesmo que eu deixaria isso acontecer?

‘Depois de tanto esforço para te conquistar…’ ele engoliu as palavras. Era sério. Ele estava disposto a fazer qualquer coisa por Koy. Se, no fim, isso esbarrasse nos limites humanos e ele tivesse que perder Koy…

‘Eu faria a mesma escolha que meu pai.’

Alheio aos pensamentos de Ashley, Koy perguntou um pouco depois:

— Afinal, qual é a causa disso? O que quer dizer com desequilíbrio hormonal?

Ashley respondeu, beijando o rosto de Koy como se estivesse pregando uma peça.

— É exatamente o que parece. Às vezes, durante a gravidez ou pouco tempo depois do parto, pode surgir algo parecido com leite materno. 

— Parecido?

— Não é exatamente leite materno, mas tem uma composição semelhante.

— Então posso dar para o bebê também?

Os olhos de Koy brilharam imediatamente. Ao vê-lo tão animado, Ashley sorriu suavemente.

— Não.

O entusiasmo de Koy desapareceu na mesma hora. Com calma, Ashley explicou:

— Como isso é apenas um sintoma temporário, talvez não seja adequado dar ao Nathaniel. Podemos continuar alimentando-o com a fórmula como temos feito até agora.

— Entendo…

Sem alternativa, Koy assentiu. Ashley continuou:

Koy balançou a cabeça, impotente. Ashley continuou, despreocupadamente:

— O médico disse que deve desaparecer em alguns dias. Até lá, como pode ser desconfortável, o ideal é aliviar os sintomas drenando regularmente. Existe a opção de tomar uma injeção também, mas não há necessidade de chegar a esse ponto, não acha?

Koy concordou novamente. No entanto, ainda parecia preocupado. Percebendo isso, Ashley sorriu suavemente:

— Não se preocupe, Koy. Eu vou te ajudar.

— Hã…?

Koy piscou os olhos, confuso, e ele acrescentou rindo:

— Se eu não fizer isso, quem mais faria? Não precisa se preocupar. Se eu sugar isso regularmente, você deve ficar bem por algumas horas.

O raciocínio parecia fazer sentido. Mesmo assim, Koy não conseguiu deixar de pensar:

Vamos ter que passar por isso de novo? E todos os dias?

— O-obrigado. Mas você também precisa trabalhar…

— Está tudo bem, Koy. Se existe algo que eu possa fazer por você, então devo fazer. O médico disse que três vezes por dia devem ser suficientes.

Ashley falou com firmeza. Diante da hesitação de Koy, de repente, franziu a testa.

— Você não quer que eu faça isso?

— O quê? N-não! Claro que não! De jeito nenhum!

Ao ver a expressão abatida de Ashley, Koy balançou a cabeça apressadamente.

— Não é isso. Eu só me sinto mal porque você já é tão ocupado… Eu mesmo poderia cuidar disso, então não precisa se esforçar tanto…

— Do que você está falando, Koy? Você mesmo vai fazer isso?

De repente, Ashley ficou sério. Para Koy, que se assustou, ele continuou com uma expressão extremamente séria:

 

°

°

Continua….

 

Tradução:  Ana Luiza

Revisão:  Thaís

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Em breve será disponibilizado uma sinopse!
Nome alternativo: Kiss Me If You Can

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