Ler Lamba-me se puder – Capítulo 263 – Extra 37 Online

Sugar Baby
— Só olhar não é o suficiente. Preciso fazer alguns testes.
‘Mas quando o médico chegar, vai examinar de qualquer jeito…’ Koy pensou, mas não teve a oportunidade dizer nada. Porque Ashley já havia abocanhado seu peito e estava sugando-o com força.
— A-Ash…
Koy gritou apressado, mas Ashley continuou, segurando sua cintura firmemente com os dois braços. Os ruídos úmidos e desordenados ecoavam pelo quarto. Cada vez que seus lábios envolviam o mamilo sensível, a língua quente o tocava, fazendo um arrepio percorrer todo o corpo de Koy.
— P-Para, Ash… você tem que parar…
Koy implorou, mas Ashley não deu sinais de que pretendia obedecer. Sabia que precisava afastá-lo, mas seus dedos e até mesmo o resto do corpo pareciam sem forças. As mãos que seguravam os ombros de Ashley escorregavam repetidamente.
Os sons úmidos continuavam. A cada movimento dos lábios de Ashley, a sensibilidade aumentava e seu corpo inteiro tremia. Sem conseguir reagir, Koy apenas respirava de forma descompassada. Foi então que—
— Ah…!
Quando Ashley sugou com mais força, a sensação de algo jorrando de dentro fez Koy gritar, seu corpo se contorcendo involuntariamente. A cada movimento dos lábios pressionados, por entre as frestas, via-se um líquido branco aparecer e desaparecer. Cada vez que Ashley engolia o fluido que escorria do peito de Koy, fazendo sua maçã de Adão se mover, as nádegas de Koy também ficavam molhadas. Durante todo esse tempo, Ashley mantinha um braço firmemente em volta da cintura de Koy para que ele não escapasse, enquanto com a outra mão continuava a massagear o outro peito.
Finalmente, quando percebeu que já não havia mais nada acontecendo daquele lado, Ashley ergueu a cabeça. Inclinando levemente o rosto, ele sorriu.
— Koy, o que é isso?
Só quando nada mais saiu de um dos peitos, Ashley finalmente afastou os lábios e sorriu com os olhos inclinados. Seu rosto estava corado enquanto olhava para a mão, que estava encharcada de líquido branco. Koy queria fechar as pernas por causa da sensação latejante na parte inferior, mas não conseguia por causa do corpo de Ashley entre suas pernas. Esfregando os joelhos contra o tronco de Ashley, frustrado, Koy respondeu com uma voz chorosa.
— E-Eu não sei… Eu também não sei o que está acontecendo… Por isso fiquei assustado…
Koy respondeu com a voz trêmula. Ashley observou atentamente a própria mão por alguns instantes e então passou a língua sobre ela.
— Hii…!
Koy engasgou um som semelhante a um grito. Ignorando completamente sua reação, Ashley comentou com toda a calma:
— Tem um gosto parecido com leite, mas é mais doce. Muito mais encorpado… Hum, acho que se aproxima mais de creme.
— P-Para com isso!
Koy não queria ouvir suas impressões sobre aquilo. Só queria sair daquela situação o mais rápido possível. Mas, sem dar a menor importância ao que ele sentia, Ashley pareceu ter uma ideia brilhante.
— Koy, e se fizéssemos um bolo usando o leite que sai do seu peito?
— V-Você enlouqueceu! Ficou maluco!
Gritando, Koy começou a bater nos ombros dele sem parar. Ashley franziu a testa.
— Tá bom, tá bom.
Enquanto dizia isso, Ashley ajeitou Koy em seus braços.
— Não se preocupe. Era brincadeira.
Mesmo assim, por um breve instante, uma expressão de desapontamento atravessou seu rosto.
Ele não estava falando sério… estava?
Um arrepio percorreu a espinha de Koy. Foi então que Ashley mudou de assunto.
— De qualquer forma, precisamos resolver isso, certo?
— S-Sim. Certo.
Pela primeira vez parecia que Ashley estava tratando seu problema com seriedade. Koy assentiu, um pouco mais tranquilo. Então Ashley lançou um olhar interessado para o outro lado de seu peito.
— Para descobrir qual é o problema, acho que vou precisar mamar um pouco mais para averiguar.
— Do que você está falando? Eu já disse para parar!
Koy se debateu, alarmado. Ashley, porém, o segurou com facilidade e o manteve imóvel. Então chamou seu nome:
— Koy.
Seu tom continuava gentil.
— Koy, pense bem. Se deixarmos isso como está, vai acabar molhando os lençóis, as roupas, tudo. Você acha que consegue sair na frente das pessoas desse jeito?
Ele fez uma breve pausa antes de continuar:
— Nem vai poder ver o bebê. Vai acabar preso neste quarto para sempre.
A voz era carinhosa. O conteúdo, porém, era assustador. Koy parou imediatamente de se debater. Com o rosto pálido, encarou Ashley.
— I-Isso… não… mas… também não é assim… — balbuciou, sem conseguir encontrar uma resposta.
Beijando Koy suavemente, cuja resistência já começava a ceder, Ashley disse:
— Está vendo? Desse lado já não está saindo mais nada. Talvez desapareça se for sugado assim. Que tal fazermos o mesmo com o outro lado? Acho que é a melhor opção, não acha?
Como Ashley havia dito, do lado em que ele sugara por bastante tempo não saía mais nada. Apenas a pele continuava avermelhada e mais inchada do que antes. Mesmo sentindo uma vergonha imensa, Koy não teve como negar que o raciocínio de Ashley fazia algum sentido.
— Será que…?
Percebendo que Koy já estava meio convencido, Ashley não perdeu mais tempo.
— Então vamos fazer isso agora mesmo.
— E-Espera…
Koy gritou, assustado, mas Ashley já havia se aproximado novamente. O peito que ele havia massageado por tanto tempo estava completamente molhado e em frangalhos. Diferente de antes, a superfície estava tão úmida que seus lábios chegavam a escorregar. Ashley franziu brevemente as sobrancelhas e então passou a língua para recolher o líquido acumulado. No momento em que sua língua larga tocou o mamilo inchado, ele abriu bem a boca e voltou sua atenção para o outro peito, sugando-o com força.
— Ah…
Koy soltou um gemido longo como se fosse desmaiar. Sua cintura tremia, e seu orifício se contraía involuntariamente. Parecia que seu interior estava em chamas. As paredes internas se contraíam e se debatiam em sucessão. Cada vez que Ashley sugava, seu ventre se contraía. Se não colocasse algo imediatamente para estimular seu interior, ele sentia que ia morrer.
Quando finalmente Ashley mostrou os dentes e mordeu o mamilo, o fluido jorrou como se uma fruta madura estivesse soltando seu suco. Glup, glup. Ashley, que engoliu o líquido ruidosamente, chupou o peito mais uma vez, afastou os lábios e disse:
— Impressionante, Koy. Saiu muito.
Seu rosto estava vermelho como se estivesse no auge do êxtase. Sua respiração estava tão ofegante que parecia que ele estava prestes a ejacular. Claro, tanto Koy quanto Ashley sabiam. A abertura completamente encharcada que escorria fluido e o membro pesado, inchado sobre a coxa, ansioso para entrar naquela cavidade.
— Tudo bem se chamarmos o médico daqui a pouco? Primeiro quero entender melhor o que está acontecendo com você.
— Koy…
Ashley perguntou em um sussurro. Sua voz estava baixa, misturada aos sons da respiração ofegante, mas Koy conseguiu entendê-lo claramente. Em vez de responder, ele envolveu o pescoço de Ashley com os braços e o beijou. Lá embaixo, ouviu-se o som de Ashley abrindo o zíper da calça. A expectativa fez sua respiração acelerar naturalmente.
Koy piscou os olhos semicerrados e segurou o rosto de Ashley com as duas mãos. Os dois permaneceram imóveis por um instante, mantendo os olhos um no outro. O quarto silencioso era preenchido apenas pelo som de suas respirações agitadas. Quando Koy abriu mais as pernas, Ashley o puxou pela cintura.
No instante seguinte, o membro pesado invadiu seu interior, forçando passagem por um corpo que já estava tenso. O fluido acumulado escorreu pela haste grossa. Um gemido escapou dos lábios de Koy. Com os lábios encostados em seu peito, Ashley murmurou:
— Aah… Se eu entrar até o fim, não vou conseguir mamar no seu peito.
Ele realmente parecia angustiado. Parado ali, com o membro longo e grosso apenas parcialmente inserido, sua expressão de sofrimento era tão séria quanto se estivesse entre a vida e a morte. Não queria abrir mão nem do interior de Koy, completamente encharcada, nem dos mamilos que pingavam fluido.
— Koy, você consegue se mover sozinho, não consegue?
Perguntou ele, levantando os olhos com o mamilo entre os dentes. Koy sabia exatamente o que Ashley queria dizer. Afinal, eles já haviam passado inúmeras noites juntos. Mesmo assim, sentindo o rosto esquentar até as orelhas, ele balançou a cabeça.
— Uhum…
— Então anda logo.
Ashley respondeu imediatamente. Logo depois, soltou um suspiro.
— Parece que vou explodir a qualquer momento.
Como ele dissera, o membro completamente inchado estava ereto, com as veias à mostra. Koy, dividido entre querer que ele penetrasse mais fundo e querer que ele logo extraísse o fluido acumulado em seu peito, acabou segurando os ombros trêmulos de Ashley. Como se fosse um sinal, Ashley levou o mamilo dele aos lábios, e Koy, soltando um grito sufocado, tencionou todo o corpo. Parecia que a sensação de formigamento do mamilo se espalhava por todo o corpo. Reflexivamente, as paredes internas se contraíram e apertaram firmemente o pênis que estava dentro dele. Naquele momento, Ashley soltou um suspiro preso.
— …Droga. Koy, isso dói. Parece que vai arrancar fora.
— D-desculpa…
Koy pediu desculpas desajeitadamente, mas não conseguia relaxar. No entanto, se estivesse difícil, ele poderia tirar o pênis ou tirar a boca do peito, mas Ashley não abria mão de nenhum dos dois. Como para estimular Koy a se mexer sozinho, ele estendeu a língua e lambeu o peito e o mamilo. Vendo aquilo, Koy sentiu novamente todo o corpo formigar e tremer levemente.
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Continua….
Tradução: Ana Luiza
Revisão: Thaís
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Em breve será disponibilizado uma sinopse!
Nome alternativo: Kiss Me If You Can