Ler Hit Me Hard!! (Novel) – Capítulo 11 Online


Modo Claro

↫─☫ Capítulo 11

Cha Gyuwon correu de volta para a cozinha, sem sequer se dar conta de que havia deixado Ko Woonha entrar involuntariamente no espaço mais secreto, privado e precioso de sua casa. Com suas mãos grandes, ele recolheu facilmente a louça e os utensílios de cozinha que tinham sido deixados espalhados de qualquer jeito. Depois de organizá-los rapidamente dentro do armário, ele cuidou da frigideira e limpou meticulosamente os respingos de óleo por perto.
Então, caiu a ficha um pouco tarde. Ele percebeu onde havia deixado Ko Woonha.
— Ah!
Cha Gyuwon bateu a canela ao sair correndo da cozinha, mas não se importou e escancarou a porta do quarto.
Lá dentro estava Ko Woonha, vestindo uma das camisetas pretas de manga curta que Cha Gyuwon havia comprado em um pacote de várias unidades, jogando um videogame.
— Terminou a arrumação?
Ko Woonha perguntou, virando a cabeça. Mesmo naquele momento, seu carro no jogo desviava deliberadamente para sair da cidade.
Enquanto perplexo Cha Gyuwon ficava parado olhando fixamente para a tela, Ko Woonha passou por uma seção de perseguição que ostentava uma dificuldade extrema e pousou o controle.
— Isso estava ligado, então eu só joguei, mas era uma parte que você não conseguia passar?
— …Não. Eu já passei dela antes.
— Ah. Entendi. Você parecia tão atordoado que achei que eu tinha ido lá e feito algo que o senhor Gyuwon estava tentando, com dificuldade de terminar sozinho.
Pelo tom dele, não parecia que ele ficaria particularmente arrependido mesmo se tivesse sido esse o caso.
Cha Gyuwon não ficou surpreso por causa disso, então gaguejou:
— E-então você também joga…
— Bem, então você achava que eu vivia sem fazer coisas assim?
Ko Woonha levantou-se de seu assento e examinou as revistas em quadrinhos que Cha Gyuwon havia colocado no quarto. E os Blu-rays também.
Os itens ali dentro eram obras de que Cha Gyuwon gostava particularmente.
— Ah, eu já vi essa aqui também.
Entre as obras, Ko Woonha apontou para várias, dizendo “esta” e “esta também”.
— Isso era muito popular na nossa escola. Você tem a coleção completa?
Ko Woonha disse enquanto puxava um volume e o folheava rapidamente.
Cha Gyuwon se aproximou hesitante.
— Você assiste a coisas assim também?
— Não, quero dizer, o que você quer dizer com “coisas assim”? Histórias em quadrinhos? Eu leio. São divertidas.
— …
— Senhor Gyuwon, como exatamente você me vê?
“Um anjo.
Mas um louco.”
Cha Gyuwon reprimiu firmemente as palavras que quase escaparam inconscientemente.
Largando-se na cama, Ko Woonha acariciou a textura macia do edredom com a mão.
— Isso é real? Seda de verdade?
— Não. Fibra sintética.
— Aha. Bem, que alívio então. Se fosse seda de verdade, a lavagem seria difícil, então ele não poderia sujar.
Sem saber em que sentido ele queria dizer que era um alívio, Cha Gyuwon hesitou antes de se sentar ao lado de Ko Woonha.
— Eu não achei que você veria coisas assim. Ou jogaria videogame.
— Se algo parece divertido, eu faço de tudo.
— Então você gosta de se exercitar também…?
— Eu gosto, mas em vez de fazer sozinho, prefiro coisas que dá para fazer com várias pessoas, tipo tênis, squash ou vôlei.
Mesmo enquanto falava, Ko Woonha deu um sorriso malicioso e de canto.
— Fazer isso sozinho não é entediante? Diante da pergunta feita de forma sugestiva, Cha Gyuwon balançou a cabeça, sem perceber o tom de deboche que estava por trás da intenção.
— Eu gosto de fazer sozinho…
— Por quê?
— Eu… tenho um porte grande e sou… forte, então quando faço com os outros, o oponente costuma se machucar.
O rosto de Cha Gyuwon escureceu instantaneamente.
“Aha. Então é por isso.”
Ko Woonha assentiu e apoiou o cotovelo nas pernas cruzadas. Ele apoiou o queixo na mão e olhou para Cha Gyuwon de baixo para cima, que tentava evitar o olhar dele, envergonhado.
— Mas você está aliviado porque eu não me machuco, certo?
— O… O quê?
— Eu sou bem resistente. Provavelmente nem morreria se fosse esfaqueado com uma faca.
— Por que você diria uma coisa dessas?
Cha Gyuwon disse com o rosto sério.
— Não diga isso nem de brincadeira.
“Ah, acho que é um assunto sensível já que ele é de uma família de gângsters”
Ko Woonha fez uma suposição sobre o assunto sensível sem ser nem um pouco sensível a respeito.
Sinceramente, ele gostava bastante do rosto sério de Cha Gyuwon e queria derrubá-lo de novo, mas, no momento, sua fome era maior. Como o homem estava apenas começando a abrir o coração, parecia que mimá-lo um pouco mais gentilmente deixaria espaço para outra chance mais tarde. Ko Woonha sorriu com uma consideração calculada. Ele exibiu o mesmíssimo sorriso que Cha Gyuwon achava angelical, aquele com o qual muitos outros haviam sido enganados.
— Eu faço qualquer coisa se for divertido. Não tenho preconceitos e nem barreiras para entrar. Ah, mas não uso drogas. E sou do tipo que sempre usa camisinha. Sério, se já faz dez anos para o senhor Cha Gyuwon…
— Não. Já chega.
Cha Gyuwon o cortou, não querendo ouvir a história de “faz dez anos” de novo.
— De qualquer forma, estou dizendo que eu cuido do meu corpo.
“Por que estou dizendo isso?” Ko Woonha se perguntou por um momento. Ele nunca tinha sentido a necessidade de fazer os outros o entenderem, nem havia qualquer desespero para se justificar. Por isso, não tinha se incomodado em mencionar que o objetivo de suas ações não era a autodestruição. Nem mesmo para o terapeuta com quem havia dormido algumas vezes.
Mas diante de Cha Gyuwon, estranhamente as palavras fluíram com facilidade.
Parecia ser porque parecia que Cha Gyuwon se abriria mais se ele fizesse isso.
Ko Woonha logo deixou isso de lado como se não fosse nada demais.
— Então, sobre isso, estou com muita fome. Vamos comer algo? Eu vou fazer um arroz frito muito bom desta vez.
Cha Gyuwon relaxou inconscientemente com o tom suave e calmo de Ko Woonha, mas caiu em si com a menção ao arroz frito. Ele balançou a cabeça com uma expressão séria e deu um pulo.
— Não. Eu faço para você.
— Ou a gente podia só pedir alguma coisa.
— Está tudo bem.
Cha Gyuwon saiu do quarto a passos largos.
Ko Woonha descruzou as pernas e se apoiou nas mãos, alongando o corpo. Em suas coxas abertas, as marcas de mãos vermelhas que Cha Gyuwon havia deixado no banheiro permaneciam.
Depois de inclinar a cabeça para lá e para cá, Ko Woonha logo se esparramou na cama.
Um rosto escondido de forma sombria, roupas inteiramente pretas. A cama de Cha Gyuwon, que supostamente só ficava em casa, cheirava a flores perfumadas.
— Por que você gosta tanto de coisas que não combinam com você?
Sem perceber que ele próprio era uma existência que não combinava em nada com Cha Gyuwon, Ko Woonha olhou para cima. Então, ele não pôde deixar de soltar uma risada soprada diante dos adesivos de estrelas que brilham no escuro colados no teto.
Se tivesse sido o quarto em vez do banheiro, teríamos feito olhando para aquelas estrelas que brilham no escuro. Embora ainda estivesse claro lá fora, o quarto estava escuro porque as cortinas blecaute estavam fechadas. Foi uma sorte ele estar vendo-as agora. Se as tivesse descoberto mais tarde e rido enquanto faziam, Cha Gyuwon teria feito beicinho e se escondido de novo. “Onde ele se esconderia então? No banheiro?”
Ko Woonha olhou para ver se elas talvez estavam coladas no formato de constelações, já ansioso pela próxima vez.
É claro que Ko Woonha não conhecia bem as constelações. Ele bocejou em sua letargia e apenas contou o número de estrelas. Pensar em Cha Gyuwon colando aqueles adesivos minúsculos um por um com seu corpo enorme o fez rir naturalmente.
Então, Ko Woonha fechou os olhos lentamente.
A velocidade de suas pálpebras piscando tornou-se cada vez mais lenta.
— Com licença.
O pronome de tratamento que Cha Gyuwon escolheu após muita deliberação foi “Com licença”.
Ko Woonha nem soube que estava sendo chamado, respirando compassadamente em seu sono e sem acordar de jeito nenhum.
Depois de hesitar, Cha Gyuwon finalmente estendeu a mão e sacudiu o corpo dele, e só então os olhos dele se abriram num estalo.
— A comida está pronta, então vamos comer…
Ao som resmungado enquanto ele evitava o contato visual, Ko Woonha piscou os olhos.
— Eu dormi?
— Sim.
— Sério?
Cha Gyuwon olhou para Ko Woonha, que apontava para si mesmo e perguntava repetidamente, com um pouco de desconfiança.
— Sim… Você com certeza dormiu.
Cha Gyuwon achou que Ko Woonha poderia estar provocando-o de novo, mas ele simplesmente se levantou abruptamente sem dizer uma palavra.
Os pensamentos impuros estavam apenas em sua própria cabeça. Ele achou que o homem implicaria com a frase “com certeza dormiu”… Sentindo-se muito envergonhado, Cha Gyuwon seguiu Ko Woonha para fora.
Enquanto isso, Ko Woonha estava perdido em seus próprios pensamentos.
Ele absolutamente não era o tipo de pessoa que conseguia dormir em qualquer lugar apenas por deitar a cabeça.
A menos que tivesse levado seu corpo ao limite, ou muito, muito, muito raramente desmaiado (principalmente devido à dor), ou estivesse completamente bêbado, ele não conseguia pegar no sono em um lugar que não fosse sua própria casa.
Já era estranho o suficiente ele ter dormido de leve na cama de Cha Gyuhan antes, mas ter cochilado na cama de Cha Gyuwon a ponto de precisar ser sacudido para acordar por um momento? Era difícil de acreditar.
“Eu estava cansado? Bem. Foi muito bom, afinal de contas.”
Ele ponderou por um momento, mas Ko Woonha novamente deixou isso de lado como se não fosse nada demais, sem pensar profundamente. Porque pensar era um incômodo.
— Uau. O que é isso?

 

 

↫─☫ Continua….

⌀ ⌀ ⌀
✦ Tradução, revisão e Raws: Luma&Belladonna

Ler Hit Me Hard!! (Novel) Yaoi Mangá Online

Sinpse:
Ko Woonha, que busca estímulos mas raramente os sente devido ao seu senso de dor embotado, experimenta prazer pela primeira vez na vida durante uma noite com o irmão mais novo de seu parceiro, Cha Gyuwon.

No entanto, seu parceiro é mais novo, o que Ko Woonha considera o pior, e além disso era um virgem que tinha feito um voto de pureza.

– Quem faz sexo quando nem é casado?

– Você por acaso está pensando em se casar comigo?

– Pode? Somos ambos homens.

O que você vai fazer se puder…. Sua resposta é rápida demais….

– Tudo bem. Fazer por trás não conta….

Independentemente dos sentimentos de Ko Woonha, Cha Gyuwon inconscientemente fez uma certa promessa que apostaria sua vida nisso.

Ele pensou que tinha rosto de anjo. Desde o primeiro dia em que seu irmão o trouxe para casa, ele pensou, como pode existir uma pessoa com uma aparência tão perfeita?

No entanto, o belo anjo diante de seus olhos não era uma pessoa comum.

– Senhor Cha Gyuwon. Eu sou uma puta.

– …

– Desculpe…. Mas é verdade.
Eu durmo com qualquer um e também faço com três pessoas.

Ele era um anjo louco, promíscuo e insano.

– O que foi. Sou o anjo do Gyuwon. Eu.

– …

– Pode olhar para um anjo assim?
Nome alternativo: Hit Me Hard Me Maceta Com Fora

Gostou de ler Hit Me Hard!! (Novel) – Capítulo 11?
Então compartilhe o anime hentai com seus amigos para que todos conheçam o nosso trabalho!