Ler Hit Me Hard!! (Novel) – Capítulo 02 Online

↫─☫ Capítulo 02
Como se não tivesse a intenção de ficar muito tempo de qualquer maneira, Ko San imediatamente se virou e voltou para dentro de casa. Eu o vejo como fofo, mas, objetivamente, ele é um irmão mais novo mais rude e malcriado, e pensar que ele realmente se casou assim. É incrível. Parece que foi ontem que ele era tão pequeno e fofo, mas quando foi que ele cresceu daquele jeito? Mesmo não tendo sido ele quem o criou, sentia orgulho.
E Ko Woonha cochilou por um momento dentro do carro em alta velocidade.
A razão pela qual ele acordou foi porque os arredores estavam silenciosos, sem uma única vibração. Quando abriu os olhos e olhou pela janela, era a sua casa. Uma casa para a qual ele não tinha lembrança de ter fornecido o endereço.
— Como você… aqui…
Eles notificavam cada pessoa por meio de um aviso? Ko Woonha, que estava prestes a ignorar o fato casualmente enquanto espreguiçava o corpo, de repente arregalou os olhos. Havia alguém no banco do motorista.
— …
O ar estava frio. Woonha sentou-se direito e franziu a testa. E, por precaução, tentou chamar qualquer nome. Qualquer nome, mas de um homem.
— …Andy?
Diante daquele chamado, a pessoa sentada no banco do motorista virou-se bruscamente. Sobre um rosto que estava distorcido ao limite, repousava um par de óculos com um design sem graça.
— Quantas vezes eu tenho que te dizer que é Jack!
Desviando da mão que se estendia em sua direção, Woonha sorriu sarcasticamente.
“Eu tive um mau pressentimento por algum motivo.”
Ele provavelmente esqueceria até mesmo aquela única sílaba, Jack, novamente. Ele era originalmente esse tipo de cara. Como se tratava de um perseguidor, ele tinha apenas jogado aquilo no ar pensando que o cara ia pirar e ficar irritado não importasse o que dissesse, mas conseguiu uma reação real. Woonha levou a mão acima da cabeça e puxou a maçaneta da porta. E então ele jogou o corpo para fora e rolou.
— Ah… isso dói.
Seguindo Woonha que rolava, Jack, ou quem quer que fosse, passou para o banco de trás e se aproximou engatinhando. Não era nada menos do que um filme de terror. Woonha arregalou os olhos e chutou a porta aberta do carro com força.
O momento foi bom. A cabeça de Jack, que estava saindo justamente para atacar Woonha, colidiu com a porta com um estrondo alto. Quer ele tenha desmaiado ou estivesse rolando de dor, Woonha não ouviu mais sinais de vida lá de dentro, e só então tateou o próprio peito. Ele sentiu um celular. Era o segundo celular que Ko Woonha possuía.
— Porra, está bloqueado.
Ele tinha que desbloquear com o rosto, mas não havia tempo para mover o rosto para lá e para cá em direção à câmera.
Murmurando um palavrão curto, Woonha levantou-se num salto, abriu a porta do carro, puxou o cinto de segurança e amarrou as mãos do Jack desmaiado.
”Cuide-se. Sua vida não é da minha conta, mas não vamos causar nenhum acidente. Certo?”
O conselho sério do irmão mais novo ecoou em sua cabeça. Apesar daquelas palavras, assim que ele saiu…
— Eu fui lá e causei um acidente…
Isso foi tudo o que ele disse enquanto olhava para Jack, que estava se debatendo e gritando que o amava, e que, porque o amava, o odiava o suficiente para querer matá-lo.
── ⋆⋅☆⋅⋆ ──
— Vá embora por um tempo.
Tendo ouvido falar do incidente que aconteceu com Woonha na noite anterior, os pais de Woonha fizeram uma sugestão séria. Woonha, cujas palmas das mãos foram severamente raladas contra o chão, estava passando café para seus pais enquanto usava curativos grandes. Claro que não doía, e ele só os havia colocado porque seria incômodo se as feridas infeccionassem.
— Foi apenas uma briga, só isso.
Woonha apresentou Jack, ou Tap, ou quem quer que fosse, como um amigo. Ele disse que houve uma leve discussão e o cara parecia um pouco alterado porque tinha bebido.
Apesar de serem pais que amam muito os filhos, mas que, ao mesmo tempo, são um tanto desapegados, até eles pareceram desconfiados desta vez diante das mentiras semelhantes que ele contava sempre.
— Não. Vá embora. Vá para a Coreia e descanse um pouco antes de voltar.
— Não há necessidade de fazer uma pausa no trabalho.
— San diz que vai tirar férias curtas de qualquer maneira. A agência estará muito mais tranquila, então seria bom para você ter um pouco de espaço para respirar também. Sim. Existem templos na Coreia. Vá fazer algo como uma estadia em um templo.
— Não é uma catedral?
Woonha riu porque era engraçado ouvir seus pais, sabendo que ele tinha inclusive um nome de batismo, dizendo para ele ir descansar em um templo.
No entanto, seus pais não tinham a menor vontade de rir.
— Não há armas na Coreia. Sua mãe e seu pai sentem que poderíamos relaxar apenas com isso.
— Ah. Armas.
— Estamos fazendo isso porque estamos preocupados que você possa levar um tiro ou algo assim nesse ritmo. Sério.
— Hmm…
Woonha resmungou enquanto pousava as xícaras de café, ganhando tempo. Ele não tinha desejo algum de ir para a Coreia. Se fosse a trabalho, talvez, mas não parecia que seria divertido, e parecia que se divertir seria mais difícil lá do que aqui.
— O coração da sua mãe vai virar cinzas desse jeito. Apenas meio ano, não, até três meses está bom, então vá e descanse, e repense as suas relações humanas.
Eles eram bons pais que não perguntaram até o fim se a responsabilidade era ou não do filho. Ele não podia deixar o coração deles virar cinzas. Woonha concordou prontamente.
— Não seria ruim ir e descansar um pouco, eu acho.
Ele já estava preso na rotina, de qualquer forma. No sexo? Nas emoções fortes? Em si mesmo, que se sente cansado ao encontrar alguém sem graça, mas que, no fundo, deseja ser fisgado por um canalha perigoso?
Na verdade, o problema era que as coisas não estavam divertidas.
Desde a época em que ele não conseguia pegar no sono mesmo depois de contar todos os padrões no teto do hotel enquanto estava entre parceiros de uma noite dormindo de cada lado.
── ⋆⋅☆⋅⋆ ──
Mas dizem que um cão não consegue abandonar um hábito, ou que as fezes o detêm? Ah, será que é o contrário?
De qualquer forma, parece que ele viveu tranquilamente por cerca de meio ano após vir para a Coreia. Por um lado, sua mãe e sua tia se revezavam para monitorá-lo, então Ko Woonha não teve escolha.
No entanto, depois que aquelas senhoras voltaram para casa aliviadas após meio ano, ele retornou aos seus velhos hábitos. Encontrar um parceiro não era uma tarefa difícil. Não importa que tipo de boatos se espalhassem sobre ele, havia até pessoas que diziam ficar curiosas por causa desses boatos e se apegavam a ele, então não havia motivo para faltar opções.
No entanto, não havia ninguém que fizesse o seu tipo. Sinceramente.
Então, a única pessoa que ele finalmente encontrou foi Cha Gyuhan. Ele dizia que sua profissão era na área de arquitetura e finanças, mas, bem, qualquer um podia ver que sua origem era de gangue ou era atualmente um gângster. Uma grande tatuagem estava gravada em suas costas e, embora fosse bonito, ele não fazia o seu tipo, mas seu corpo era muito bom. Ah, verdadeiramente, o corpo dele era bom. O fato de ele ser mais velho também era bom.
Infelizmente, porém, a preferência dele era ser quem penetrava. Apenas o ativo.
“Apenas o passivo?”
“Sim.”
Ele tinha uma expressão que mostrava abertamente que estava incomodado e com o orgulho ferido, mas Woonha não conseguia entender o porquê.
Mas ele não queria mais ficar vagando por aí procurando outra pessoa.
Foi assim que Woonha formou um relacionamento estável com Cha Gyuhan.
Não por muito tempo, mas por cerca de dois meses.
Para ser honesto, seus desejos não eram realmente satisfeitos, mas como eles transavam e ele ejaculava de qualquer maneira, ele fazia isso como uma espécie de exercício. Já que Ko Woonha nunca havia sentido algo como um orgasmo de qualquer forma.
— Hyung.
Foi por isso que Ko Woonha ofereceu uma corda para Cha Gyuhan enquanto sorria de canto.
— Você pode usar isso para me estrangular?
É difícil encontrar um novo parceiro na Coreia, é um incômodo, e a vida diária está presa em uma rotina, mas meu corpo está saudável demais, então o sentido dele era que eles brincassem de uma forma que fosse boa para ambos, ajustando-se um ao outro conforme a ocasião surgisse, mas Cha Gyuhan ficou sério e sentiu repulsa.
— Você está louco?
— Por quê. Você é um gângster de qualquer maneira.
Cha Gyuhan agiu como se não pudesse nem ouvir as palavras flagrantes de Ko Woonha que tornavam as suas próprias mentiras inúteis. Parecia que a sugestão de Ko Woonha era mais chocante do que isso.
— Apenas pense nisso como dar uma surra em alguém. Ah, certo. Você preferiria apenas me bater? É, me da um tapão bem na cara!
— Vai se foder.
Cha Gyuhan recusou categoricamente.
Ko Woonha perguntou de volta, triste.
— Eu sirvo apenas como um brinquedinho sexual? Não estou me divertindo. Pelo menos aperta meu pescoço com suas mãos.
De qualquer forma, não era como se Cha Gyuhan estivesse se encontrando com Ko Woonha porque gostava dele.
Eles brigaram naquele dia. Ko Woonha não aumentou o tom de voz e não estava com raiva, mas Cha Gyuhan gritou e ficou com raiva de qualquer maneira.
A conclusão foi que Ko Woonha acalmou Cha Gyuhan e tudo terminou com eles tendo um sexo suave e entediante como de costume. Àquela altura, Ko Woonha já havia se cansado daquilo e decidido terminar.
— Ei. Eu tenho que sair.
Cha Gyuhan disse enquanto vestia a camisa. Ko Woonha se despediu sem muito entusiasmo.
— Claro. Eu vou embora daqui a pouco.
— Faz o que quiser.
A tatuagem nas costas de Cha Gyuhan, visível sob o tecido esvoaçante, era magnífica. Ko Woonha tirou o cigarro que estava segurando da boca, apoiou-o no cinzeiro e perguntou.
— Quem fez essa tatuagem nas suas costas? É descolada. O que é? A Virgem Maria? Eu também sou católico.
Diante daquelas palavras, Cha Gyuhan olhou para trás com olhos de peixe morto.
— A Virgem Mari… porra. É uma donzela celestial.
— Uma donzela celestial?
Ko Woonha sorriu radiante.
Ele decidiu pesquisar o que era aquilo mais tarde.
— Mas você não disse que vai à catedral também, hyung? Está tudo bem fazer isso? É uma superstição.
— Eu não fiz a gravação por razões religiosas…
— Você não é gravado, hyung. Eu quem sou gravado.
Ko Woonha caiu na gargalhada com o controle remoto voando em direção à sua cabeça.
— Esquece. Vá a merda e durma.
Mesmo resmungando, Cha Gyuhan prestativamente apagou as luzes.
Aquele hyung é bom em todos os sentidos, mas o sexo não é divertido e, comparado ao que eu esperava, ele é certinho demais. Ko Woonha tentou se estrangular com as mãos, mas balançou a cabeça negativamente. Era inútil. Além disso, como ele não tinha intenção de morrer, seria injusto se perdesse o controle e acabasse morrendo.
↫─☫ Continua….
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✦ Tradução, revisão e Raws: Luma&Belladonna
Ler Hit Me Hard!! (Novel) Yaoi Mangá Online
Sinpse:
Ko Woonha, que busca estímulos mas raramente os sente devido ao seu senso de dor embotado, experimenta prazer pela primeira vez na vida durante uma noite com o irmão mais novo de seu parceiro, Cha Gyuwon.
No entanto, seu parceiro é mais novo, o que Ko Woonha considera o pior, e além disso era um virgem que tinha feito um voto de pureza.
– Quem faz sexo quando nem é casado?
– Você por acaso está pensando em se casar comigo?
– Pode? Somos ambos homens.
O que você vai fazer se puder…. Sua resposta é rápida demais….
– Tudo bem. Fazer por trás não conta….
Independentemente dos sentimentos de Ko Woonha, Cha Gyuwon inconscientemente fez uma certa promessa que apostaria sua vida nisso.
Ele pensou que tinha rosto de anjo. Desde o primeiro dia em que seu irmão o trouxe para casa, ele pensou, como pode existir uma pessoa com uma aparência tão perfeita?
No entanto, o belo anjo diante de seus olhos não era uma pessoa comum.
– Senhor Cha Gyuwon. Eu sou uma puta.
– …
– Desculpe…. Mas é verdade.
Eu durmo com qualquer um e também faço com três pessoas.
Ele era um anjo louco, promíscuo e insano.
– O que foi. Sou o anjo do Gyuwon. Eu.
– …
– Pode olhar para um anjo assim?
Nome alternativo: Hit Me Hard Me Maceta Com Fora