Ler Ex Sponsor (Novel) – Capítulo 31 Online

Capítulo 31
Cheongyeon implorou a ele, sem saber exatamente o que estava dizendo.
E um momento depois, Cheongyeon atingiu o clímax pelo que pareceu ser a enésima vez. Quando o orifício de Cheongyeon se contraiu com o prazer explosivo, o pênis que estava agitando sua membrana mucosa pareceu inchar ainda mais.
— Keuh, heuh…
Vasos sanguíneos saltaram nas têmporas de Doheon ao atingir o limite de sua ejaculação. Ele imediatamente puxou o pênis para fora do orifício e se masturbou, esfregando o pênis molhado com a mão.
Logo, o sêmen de Doheon respingou pelas nádegas vermelhas e as costas lisas de Cheongyeon.
— Ah… ah.
O sêmen branco encharcou as costas de Cheongyeon e escorreu pela cintura. Doheon soltou uma respiração agitada e se deitou ao lado de Cheongyeon. Ao verificar a expressão de Cheongyeon, ele estava meio fora de si.
— …Fui brusco demais?
— ……
— Yoo Cheongyeon.
— Haa, sim. Você foi brusco.
— Você sabe com quem dormiu?
Os dois ficaram de frente um para o outro, seus rostos perigosamente próximos.
Como a resposta de Cheongyeon estava demorando, os olhos negros de Doheon faiscaram com rispidez.
— Responda.
— Dormi com o Diretor Moon Doheon-nim.
Cheongyeon murmurou devagar, como se fosse perder a consciência a qualquer momento. Só então a expressão enrijecida de Doheon suavizou levemente.
— Você terá que se lembrar mesmo quando acordar.
Suas palavras pareciam cada vez mais distantes. Não havia força alguma em seu corpo pelo sexo extenuante que havia experimentado pela primeira vez na vida, e sua mente estava turva.
Estava tão exausto que era difícil até abrir e fechar os olhos. Mesmo assim, Cheongyeon lutou para levantar as pálpebras várias vezes. Porque toda vez que abria os olhos, o rosto de Doheon estava bem na sua frente.
Costumava achar difícil manter contato visual com ele por muito tempo, mas não era mais o caso. Não se importava de olhar para aqueles olhos escuros e secos o dia todo.
Mesmo que nunca sentisse nenhuma emoção por ele, como sempre.
— Por que você não está dormindo?
— …Meus cotovelos e joelhos… doem demais.
— Vou ter que trocar a cama.
Cheongyeon abriu a boca para responder. Mas seu corpo e mente estavam tão exaustos que não conseguia emitir nenhum som.
Sua visão oscilante logo se fechou.
Alguns segundos depois, sentiu algo tocando sua bochecha, mas Cheongyeon rapidamente perdeu a consciência.
— —
Quando abriu os olhos, se sentiu muito revigorado. Além disso, um brilho forte do sol que picava as pálpebras cobria todo o seu rosto.
Ele claramente se lembrava de ter adormecido pensando que o colchão da cama estava duro demais, mas seria só imaginação sua? Por que parecia tão macio e aconchegante agora…?
— Espera. Ah, não tem como.
Cheongyeon murmurou ansiosamente e rodou os olhos ao redor, olhando para os lados. Então, uma paisagem familiar apareceu à vista.
Tetos altos e iluminação, uma grande estante de exposição, e um interior claro mesmo sem acender as luzes por causa do sol que entrava.
— O quê. É o meu quarto.
Cheongyeon se levantou de um pulo.
Era o quarto que usava até se divorciar de Doheon. Estritamente falando, já não era mais seu quarto agora que estava divorciado de Doheon.
Acordar aqui já era surpresa suficiente, mas o que surpreendeu Cheongyeon ainda mais foi a paisagem dentro do quarto.
Na mesa, havia uma máscara de olhos que costumava usar, suplementos nutricionais que tomava, e uma garrafa de água cheia. Havia também livros de economia que estava lendo para de alguma forma participar das conversas nas reuniões em que participava com Doheon, um vaso de flores, e até o perfume que usava toda vez que saía.
O que é isso? Ele voltou ao passado? Tudo estava exatamente como estava pouco antes de deixar aquela casa.
O olhar de Cheongyeon então se voltou para suas roupas refletidas no espelho. Estava claramente nu quando adormeceu, mas estava usando um pijama que costumava usar quando morava com Doheon.
— …Isso faz sentido?
Cheongyeon passou os dedos pelo cabelo diante da situação que não conseguia facilmente aceitar.
Será que de verdade havia regredido no tempo? Estava vendo muito isso em dramas de web ultimamente.
Mas a dor que permanecia nas nádegas e dentro da barriga era vívida demais para dizer que havia voltado ao passado. Era como se alguém tivesse o espancado de bom grado enquanto dormia.
E Cheongyeon sabia por que seu corpo doía tanto, então teve que aceitar a realidade.
— Então você ainda não limpou este quarto?
Já fazia um tempo desde que se divorciaram, então por quê? Além disso, ele claramente havia embalado todas as suas coisas e as colocado na sala da última vez, dizendo para levá-las embora?
Cheongyeon, que havia visto a bagagem bagunçada na sala com os próprios olhos, não pôde deixar de ficar constrangido. Porque toda aquela bagagem estava de volta ao seu lugar.
Não era à toa que havia sentido um estranhamento assim que acordou…
Cheongyeon estava tão perturbado que ficou paralisado no lugar, além de confuso. A pergunta de por quê? não saía de sua mente.
Um momento depois, Cheongyeon, que mal havia voltado aos sentidos, deu um passo para verificar o closet anexado ao quarto.
— Aaah, minhas costas. Ah, vou morrer.
Sua mente estava acelerada, mas o interior da barriga, as nádegas, a cintura e as pernas latejavam como se estivessem queimando pelas sequelas de ter sido espancado por uma arma humana durante várias horas. Além disso, seus braços e ombros também.
Era bom que os sintomas do ciclo de calor haviam desaparecido, mas em vez disso, seu corpo inteiro doía.
Cheongyeon caminhou cambaleante como um bezerro lutando para nascer e abriu a porta do closet com força.
— Nossa.
Como esperado, os cabides estavam cheios das roupas de Cheongyeon. Agora, ele estava mais assustado do que confuso.
O que eram todas aquelas coisas que havia colocado na sala naquela época? Ele se deu ao trabalho de movê-las e colocá-las de volta aqui? Mas por quê. Porque não conseguia jogá-las fora? Não havia como Moon Doheon, o Diretor da JT Electronics, que vivia sem saber como economizar, de repente ter decidido economizar.
Cheongyeon, que estava com medo de ficar aqui por mais tempo, saiu do quarto e desceu mancando para o primeiro andar. A paisagem das salas de estar do segundo e primeiro andares que viu enquanto descia as escadas era toda igual a antes de Cheongyeon deixar a casa.
Doheon e ele ainda estavam vivendo juntos, e nada havia mudado o suficiente para fazê-lo acreditar que tudo que havia acontecido, incluindo o divórcio e a saída de casa, foi apenas um sonho.
— Você acordou?
Ao entrar na sala de jantar, Doheon estava sentado casualmente à mesa, tomando chá. Por uma vez, estava usando uma roupa de casa elegante em vez de um terno.
— Por que estou aqui?
Cheongyeon descartou as saudações e o questionou como se estivesse exigindo uma explicação para a situação.
Então, Doheon empurrou de lado o tablet que estava olhando em vez de documentos com sua expressão seca característica.
— Estava preocupado em te deixar sozinho naquela casa podre, então te trouxe aqui.
— ……
Era uma voz arrogante, como se dissesse: “Eu pessoalmente te salvei daquela casa miserável.” Cheongyeon ficou tão perplexo que perdeu as palavras por um momento.
Há um limite para ser grosseiro, e ele não entende por que continua chamando de móveis podres e casa podre. Por que está chamando de podre algo que está perfeitamente bem? Este lugar é bom demais, mas não é como se minha casa fosse podre.
— Coma. Achei que você acordaria por volta dessa hora, então mandei preparar com antecedência.
Doheon gesticulou para Cheongyeon, que estava parado imóvel, para sentar no lugar à sua frente. Então, um funcionário da cozinha veio e trouxe arroz e sopa com vapor subindo.
— Diretor-nim.
— ……
— Diretor Moon Doheon-nim.
— O quê.
— O que você está fazendo?
Cheongyeon perguntou em voz baixa, sem se mover da posição em que estava parado.
— Mandar você comer é um problema tão grande assim?
— Não é como se você tivesse começado a gostar de mim de repente só porque dormiu comigo uma vez… Não entendo por que esta casa e minhas coisas estão todas iguais.
Tudo estava igual, como se pudesse argumentar que havia ficado ali até ontem, o que complicava a mente de Cheongyeon.
Por que está deixando esta casa como está? Mesmo que de repente tivesse se arrependido de se divorciar, isso era muito diferente dele.
Brevemente se perguntou se estava ocupado demais para arrumar suas coisas, mas em primeiro lugar, não era como se estivesse limpando a casa ele mesmo. Essa suposição também não fazia sentido.
— Vou te contar se você sentar.
Ao contrário de Cheongyeon, que estava ardendo por dentro, Doheon estava infinitamente calmo. Cheongyeon o encarou e se sentou à mesa.
— Me conta agora.
— Você ainda não sabe por que estou fazendo isso? Significa que quero que você volte.
A resposta que havia vagamente esperado saiu da boca de Doheon. Não sabia por que estava dizendo isso agora, quando nem piscou um olho até o dia do divórcio, mas Cheongyeon não tinha intenção de voltar para esta casa.
— Eu tenho uma casa.
— Aquele quarto estreito que está se deteriorando?
— ……
— Você pode chamar aquilo de casa?
— Estou comendo e dormindo lá, então é uma casa para mim.
— Não é suficiente? Pare de agir como uma criança e volte.
— ……
Uma sombra caiu sobre o rosto de Cheongyeon com o tom de comando de Doheon.
Olhando para sua voz coercitiva e expressão seca, sentiu como se estivesse acorrentado novamente.
Continua…
⌀ ⌀ ⌀
✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna
Ler Ex Sponsor (Novel) Yaoi Mangá Online
Sinopse:
Cheong-yeon exige o divórcio de Do-heon, encerrando seu casamento de três anos.
— Acho que já vi o suficiente, tanto o bom quanto o ruim. Vamos acabar com isso. Por favor, divorcie-se de mim, Do-heon.
E assim, Yoo Cheong-yeon adiciona “divorciado” à sua lista de títulos, ao lado de ex-ídolo fracassado e formado no ensino médio. Enquanto ele luta para retomar sua carreira de ator, que havia abandonado devido à oposição de Do-heon, seu ex-marido começa a agir de forma estranha.
— É apenas imaginação minha, ou Do-heon, que nunca demonstrou o menor interesse por mim antes, continua por perto?
Eventualmente, Do-heon chega a propor um acordo de patrocínio a Cheong-yeon.
— Patro…cínio?
— Uma vez por semana. Encontrar-me toda sexta-feira à noite.
— Por que eu deveria aceitar patrocínio de você, Diretor?
— Porque eu posso conseguir um papel para você naquela novela. Como protagonista, é claro.
Cheong-yeon quer recusar categoricamente, dizendo-lhe para não falar bobagens, mas a oferta do ex-marido rico é tentadora demais.
— Mas esse cara nem gostava de fazer sexo comigo quando estávamos juntos.
A atitude imprevisível de Do-heon deixa Cheong-yeon confuso.
— Tudo bem. Eu aceito se não houver contato físico. Não é como se você estivesse fazendo essa oferta porque quer dormir comigo, de qualquer forma.
— Por que você pensaria que eu não exigiria sexo de você?
Os olhos de Cheong-yeon se arregalaram com essas palavras inesperadas.
— O quê?
— Mesmo que estejamos divorciados agora, fomos casados legitimamente.
— Então… isso significa…
— É claro que sexo está incluído. Essa não é a condição básica de um patrocínio?
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