Ler Desire Box (Novel) – Capítulo 05 Online

5ª Parte
Os movimentos de quadril de Landif foram ganhando força aos poucos, e a glande saliente roçava a abertura como se quisesse amassá-la. A cada vez, o orifício de Tenen se contraía como se sugasse a glande, depois se abria, tentando preencher com outra coisa o vazio deixado pelos dedos.
Tenen pressionou a bochecha contra o tronco de madeira e mordeu os lábios trêmulos. As pestanas úmidas piscavam sem parar. Foi quando percebeu, tarde demais, que a sensação pesada que havia penetrado em seu interior na noite anterior não era o membro dele, mas sim os dedos.
— Não, não pode…
A voz apavorada era mais baixa do que o próprio fôlego.
— Isso… isso não tem como entrar…
Glu. Por mais que engolisse em seco, o tremor não cessava. A espessura e o peso do membro que parecia prestes a forçar a abertura e entrar ultrapassavam tudo o que ele havia imaginado. A cada vez que passava entre as nádegas, o movimento palpitante parecia um ser vivo à parte, e a textura bruta do falo com as veias salientes, ao contrário do rosto indiferente de Landif, alimentava o medo de Tenen.
— Não consigo. Isso não vai… não vai en… Aaah…!
O membro que roçava rudemente, revirando as dobras da entrada que se abria e fechava de forma tímida, mudou de direção sem aviso e pressionou o orifício. A glande espessa pressionou o orifício levemente aberto como se quisesse empurrá-lo para dentro, invadindo-o aos poucos e com insistência.
— Excelente, senhor.
Landif sussurrou enquanto depositava beijos suaves como bordados na bochecha de Tenen, de quem lágrimas escorriam em silêncio sob a dor lancinante de ser rasgado por baixo. Ele envolveu o peito e o abdômen de Tenen com os dois braços, prendendo-o com firmeza, e empurrou os quadris sem a menor hesitação. O orifício pressionado para dentro, sem ter para onde recuar, foi forçado a se abrir e engoliu a glande.
— É uma boca inferior que merece receber de volta o que lhe pertence.
O orifício, que havia travado na parte mais espessa da glande antes de se fechar com força, mordia o falo de Landif sem parar. A parede interna que envolvia a glande se agarrava ao membro como se quisesse sugá-lo, esfregando a carne delicada. Landif não recuou e continuou inserindo o membro.
A cada vez que a parede interna se colava ao falo rígido e se soltava, Tenen soltava a respiração em fragmentos e chorava. Estava quente e doía demais. Era como se a parte de baixo estivesse sendo rasgada ao meio e queimada em brasa.
— Ah…! Haa…! Hic…!
Doía tanto que a voz mal saía. O corpo inteiro ardia. Preso no abraço firme de Landif, sem conseguir se mover, não fazia mais do que arranhar o tronco de madeira. Na ponta dos dedos de Tenen, que estava pálido como um papel, o musgo esmagado sob as unhas deixou uma mancha azul-esverdeada.
As pernas sem força tremiam, com os joelhos completamente dobrados. Landif envolvia o abdômen e o peito, movendo os dedos aos poucos para acariciar a pele, e mesmo em meio à dor brutal, aquele toque levemente cócegas não desaparecia, fazendo a nuca de Tenen arrepiar.
— Haa.
Landif, que finalmente havia inserido o membro até a raiz, esfregou a testa no cabelo louro cor de trigo despenteado de Tenen. O seu membro, envolto pela membrana mucosa que o apertava sem nenhuma folga, palpitava e pulsava como se fosse explodir.
— Vejam só. Será que murchou, o coitado.
A mão que segurava o abdômen desceu furtivamente e envolveu o membro sem força de Tenen. Movendo o polegar e o indicador como se os esfregasse, Landif friccionou o que havia semi-murchado e lambeu a nuca avermelhada de Tenen.
— O senhor suou muito.
— Ah…, dói…!
Tenen não conseguia nem esboçar uma pequena luta para se libertar de Landif. Até o leve balanço da respiração torcia a junção bem encaixada lá atrás, causando dor.
O cabelo, que havia sido penteado com capricho, ficou encharcado de suor e em completa desordem. A pele de todo o corpo ficou manchada de vermelho como se tivesse sido queimada pelo sol. O suor escorreu abundantemente por conta do calor da dor e dos calafrios que surgiam de vez em quando, deixando as roupas encharcadas. As lágrimas não paravam de escorrer, e da boca entreaberta, além do mais, começou a escorrer saliva. Então, numa aparência que não poderia estar mais desordenada, Tenen soluçava e suplicava.
— Me solta, me solta, por favor…
— Senhor.
— Hic…. De qualquer forma, eu, eu errei, então. Agora, já basta… Aaah!
— Ainda não começamos.
Beijando sem parar a pele avermelhada e suave de suor, Landif moveu os quadris. O membro de Landif saiu completamente, sacudindo a membrana mucosa que se agarrava como ventosa, e em seguida penetrou de novo até o ponto mais profundo.
— Haaa…! Hic.
Tenen não parava de tremer. Em pé dificilmente na ponta dos pés, agitando-se, tentava empurrar o corpo de Landif para trás com a mão que não estava apoiada no tronco. Mas cada vez que o membro de Landif cortava o seu interior e era arrancado para fora, a mão de Tenen apenas deslizava, fazendo gestos inúteis no vazio.
— Continue assim, chorando. Sim. Muito bem.
A mão de Landif, que havia apertado com força o peito como se comprimisse o coração e depois se afastado, agarrou o pulso de Tenen, que se esforçava para empurrá-lo. Ele puxou a mão de Tenen para trás, colando ainda mais os corpos, e começou a mover o membro inserido até o fundo de forma mais rápida.
— Ah…, haa…! Huff…!
O falo grosso se enterrava com força, amassando o interior. Tenen estremecia com o corpo inteiro e esfregava o interior dos joelhos por conta de uma sensação estranha que parecia entorpecer os ossos. As pálpebras se fechavam levemente e a respiração travou, mas logo uma corrente elétrica e formigante que brotou de dentro do abdômen fez a respiração explodir em um gemido intenso.
— Mmmm…! Haa…!
A cabeça de Tenen, lançada totalmente para trás, pousou no ombro de Landif. Tenen ficou rígido, com o corpo arqueado para trás com fluidez. Dentro dos seus olhos azuis, embaçados por uma quantidade excessiva de líquido, a luz do sol que se movia cintilava de forma difusa.
Era um prazer tão intenso quanto havia sido a dor atroz.
A partir daí, foi um tempo de fera, repleto de suor, calor e prazer que se espalhava densamente.
Tenen estava com o corpo lançado para trás, entregando-se completamente a Landif. Landif envolvia Tenen pelas costas em um abraço firme, colando os corpos com força, e golpeava os quadris para cima rapidamente.
Quando o membro, que havia aumentado de volume ao máximo, enterrava-se no lugar mais fundo enquanto raspava sem piedade o interior, Tenen soltava gemidos ofegantes pela boca entreaberta. Como a cabeça estava completamente lançada para trás, seus gemidos saíam com um som parecido com o de um balão esvaziando.
— Ainda dói?
Ao contrário da situação pegajosa com cheiro intenso de relação, a voz de Landif continuava calma. Ele percorreu com olhos frios o rosto de Tenen, completamente desfeito. O rosto encharcado de suor brilhava. O cabelo louro de cor pálida se colava à testa manchada de vermelho, e os olhos azuis sem foco foram por um instante cobertos por uma sombra que os fez afundar profundamente.
— Ah…, haa…!
Por conta dos quadris de Landif que se chocavam sem misericórdia, as nádegas de Tenen também estavam inchadas e vermelhas. Tenen estava recostado em Landif como se deitasse de costas, sendo impiedosamente penetrado pelo membro que golpeava de baixo para cima.
A sensação que antes era apenas agonia, como se o corpo fosse partido ao meio, ficou entorpecida como se tivesse recebido anestesia, e o orifício que havia se expandido completamente, sem uma única ruga, para receber o membro com dificuldade, também se foi dilatando aos poucos. Agora, cada vez que o membro de Landif entrava fundo e saía, o orifício se contraía primeiro como se fosse dar as boas-vindas, apertando o falo como se o sugasse.
— Perguntei se dói. Senhor.
Sussurrando com uma voz monótona que não transmitia o menor respeito ao seu amo, Landif empurrou os quadris para cima. O abdômen liso e dilatado de Tenen estufou por um instante e o orifício se contraiu com força. O interior se contraiu em pequenos espasmos e se agitou de forma descontrolada. Tenen abriu muito os olhos e tremeu sem conseguir nem soltar um sopro de ar.
Era bom a ponto de ser doloroso. Poderia chamar isso de prazer? A estimulação era intensa demais, fazendo as lágrimas transbordar sem parar. Se não fosse o falo que havia penetrado fundo em seu corpo, Tenen teria se debatido e fugido.
Uma sensação desconhecida se espalhava como corrente elétrica a partir do interior que apertava o membro com força, formigando até a ponta dos dedos. A cada vez que o membro de Landif penetrava rapidamente, a corrente ficava cada vez mais intensa, e parecia que o corpo iria explodir.
— Ah…, dói… Hic! Hmm!
Tenen esfregou a parte de trás da cabeça no ombro de Landif e sacudiu a cabeça para os lados antes de enterrar o rosto na nuca de Landif. Enquanto esfregava o rosto encharcado de lágrimas e suor no colarinho engomado de Landif, soltou um gemido que parecia de sofrimento.
— Haa! Hmm, hmm! Não…, para…! Já…, ah…! Haak!
O corpo que tremia sem parar se agitava como se trepasse em algum lugar. Landif não deu trégua e o pressionou ainda mais rapidamente.
Tenen mordeu os lábios e deixou lágrimas grossas escorrerem. A respiração ofegante que jorrava pelo nariz logo se transformou em soluços infantis.
Os gemidos que escapavam pelos lábios fortemente cerrados estavam reprimidos, mas o prazer do atrito quente no interior era impossível de suprimir. O membro grosso entrava amassando de forma brutal o caminho interno que tentava se fechar a todo momento, e saía como se arrastasse toda a carne consigo.
As pernas de Tenen, quase suspensas no ar, se enrolaram nas coxas de Landif como trepadeiras. O membro de Tenen, completamente ereto, quase tocando o umbigo, deixava escorrer líquido transparente tão abundantemente quanto suas lágrimas, expelindo de vez em quando um fluido esbranquiçado e ralo de forma intermitente.
O clímax passou sem que Tenen sequer percebesse que havia chegado, e o prazer no auge continuou sem fim.
Para Tenen, que mal se masturbava direito, o prazer que sentia agora era quase uma tortura. Não havia nem um momento de folga para saborear o prazer com calma. Ele também não conseguia perceber que aquela sensação de formigamento por todo o corpo e de luz branca piscando diante dos olhos era o clímax supremo descrito no manual de relações íntimas. Apenas rezava com ardor para que tudo terminasse.
— Seu corpo está quente.
Landif mudou de posição e deitou o corpo de Tenen com cuidado no chão. Tenen, que apoiou os joelhos na superfície coberta de gramado macio, não tinha forças nem para se sentar e caiu de bruços assim mesmo. Landif observou com um olhar tranquilo a aparência lamentável de Tenen, que esfregava a bochecha na grama tremendo como se estivesse com calafrios.
A cena em que as duas mãos, um pouco mais aquecidas com o calor que havia emanado de Tenen, separavam as nádegas, e o membro lubrificado pelos fluidos corporais entrava e saía entre elas, estava exposta de forma bastante obscena.
Landif esfregou a entrada do orifício vermelho e inchado com os dedos para observar a reação de estremecimento. Como se a estimulação de uma penetração lenta logo após os movimentos intensos fosse difícil de suportar, Tenen arredondou as costas e soltou um som amolecido.
— Haa…, ah…. Haa, hmm, hmm…
— Por hoje, acho que vamos encaminhar para o fim.
Diante da permissão que finalmente veio, Tenen assentiu com a cabeça, amassando a testa no chão. Com a expectativa de que o fim estava próximo, as nádegas se ergueram um pouco mais e o orifício se contraiu com fluidez, massageando o membro.
Foi um ato instintivo. Ele considerou que apenas quando Landif chegasse ao clímax seria possível encerrar aquela situação angustiante.
Diferente de antes, quando perfurava o interior implacavelmente, a sensação do membro que roçava o interior de forma suave e rítmica fez o corpo de Tenen oscilar. O corpo que estava completamente tenso da ponta dos dedos das mãos à ponta dos pés desmoronou mole e derreteu quente. Sem perceber, Tenen mordeu os dedos com os dentes da frente, mastigando levemente.
— Hmm, haa…. Ah…! Haang…
Era pegajoso e doce como um doce meio derretido na boca. Tenen piscou com a visão turva tentando se recompor, mas no momento em que a mão de Landif, que havia entrado envolvendo sua cintura, agarrou o seu membro, ele não pôde evitar agitar as nádegas e soltar um gemido como o de um gato.
— Está indo bem.
Landif empurrou os quadris suavemente e preencheu o interior por completo. O interior foi preenchido com um peso diferente de uma sensação de saciedade, e os dedos longos e belos envolveram o membro, friccionando-o.
A sensação de formigamento como uma corrente elétrica se transformou em uma coceira insuportável. Era uma inquietação, uma impaciência, e de alguma forma uma ansiedade impossível de suportar. O corpo inteiro estava angustiado a ponto de fazer quase preferir a dor.
Foi então que Landif inclinou o tronco e aproximou os lábios do ouvido de Tenen, que estava lamentavelmente enterrado no chão.
— Grave bem esta sensação que sente agora. Senhor.
Virando a cabeça e olhando para trás, os olhos azuis de Tenen se encontraram com os olhos vermelhos de expressão insondável de Landif. Landif apertou com força o membro de Tenen, puxando-o, e sussurrou em voz baixa.
— Isso é o desejo.
O membro que só havia gotejado sêmen aos poucos, sem atingir um clímax de verdade, foi levado ao clímax pela mão que o espremeu com força.
O falo que estava ereto tremeu como em espasmo e expeliu um sêmen mais nítido e denso do que em qualquer outra vez. O sêmen pegajoso ficou preso na grama e escorreu lentamente.
Com a sensação de que o calor espalhado por todo o corpo estava explodindo, Tenen contorceu o corpo em silêncio. O membro de Landif dentro dele continuava ali, mas ele não tinha mais como suportar. Enquanto arranhou a grama sofrendo com o eco do clímax que não terminava, no momento em que a última gota de sêmen que se formava na ponta do membro caiu, Tenen perdeu a consciência.
***
Tenen só recobrou a consciência após um dia inteiro.
— Hmm…
Um gemido rouco e rachado escapou. A boca estava tão seca que apenas respirar ardia na garganta. Tenen se mexeu levemente como se estivesse sofrendo e por fim ergueu as pálpebras com dificuldade.
— Está quente.
O cobertor puxado até o pescoço era sufocante. O pijama fino estava encharcado de suor e se colava de forma desagradável. Tenen rodou a visão turva, engoliu em seco e murmurou sem força.
— Não. Está frio.
Era uma sensação familiar. Mesmo com o interior quente como se tivesse engolido uma bola de fogo, os calafrios não paravam de vir. Todas as articulações do corpo rangiam como se estivessem todas quebradas, e não havia força nem para mover um dedo. Respirar era pesado e parecia que o corpo estava afundando abaixo da cama.
Era um resfriado com dores no corpo.
‘É claro que era para ser assim.’
Os lábios completamente secos se curvaram levemente. Um riso abafado escapou entre os dentes.
Embora dormisse adequadamente em acomodações à noite, havia se deslocado de carruagem por vários dias. Talvez para outros não fosse um roteiro tão exaustivo, mas para Tenen era uma marcha forçada difícil de suportar. No dia da chegada, e no dia seguinte, pensou que o corpo estava estranhamente leve por causa do clima ameno de Bluemost, mas afinal o inevitável havia chegado.
O corpo inteiro doía. Embora a febre alta deixasse a cabeça tonta e ele estivesse mal-humorado como se fosse vomitar, Tenen estava mais calmo do que nunca.
Desde criança, Tenen vivia adoecendo. Não havia nenhuma doença específica, mas a constituição física era fraca demais. Ficava de cama com frequência, e qualquer pequeno descuido com a saúde causava problemas imediatamente.
O fato de ele não ter podido ajudar nos negócios da família do visconde e ter vivido como um jovem senhor de boa vida também não era alheio à sua constituição frágil. Para ele, comer bem e dormir bem para preservar a saúde era a forma de ajudar a família. Com seu corpo fraco, que raramente ficava de cama uma vez por estação, ou frequentemente quatro ou cinco vezes por mês, não havia como tentar fazer nada.
Mas hoje a dor tinha um sabor um pouco diferente do de costume. Embora Tenen fosse experiente em adoecer, a dor atual era algo que ele estava sentindo pela primeira vez. Como se alguém o tivesse espancado com uma marreta, o corpo inteiro latejava em cada canto…
— Ah.
Enquanto a consciência que estava esmaecendo acordava, as memórias do dia anterior inundaram como uma enchente. Veio à mente o ato obsceno que havia ocorrido num canto do jardim, onde o perfume fresco de musgo e grama transbordava.
A cada vez que a memória passava pela sua cabeça, era uma cócegas como se uma mão fria escorregasse pela pele. Era como se alguém apalpasse o corpo envolto sem nenhuma folga no cobertor por baixo da pele. A sensação que fermentava uma percepção estranha misturada com febre foi gradualmente descendo e culminou numa dor latejante numa parte estranha.
‘Então era por isso que doía tanto assim.’
Não era de estranhar que ficasse doente se havia despejado um ato tão brutal naquele corpo fraco que ficava com dores no corpo ao menor esforço. Além disso, a parte que mais formigava e latejava era uma área por demais constrangedora para sequer tocar com as mãos.
Tenen rolou os olhos para cima e fez uma leve contração no interior das coxas, mas aquela parte estava tão inchada que transmitia calor, além de a sensação estar meio paralisada, tornando impossível saber se estava devidamente fechada.
‘Ugh… Será que preciso verificar?’
Mesmo hesitante, Tenen estendeu a mão devagar para baixo. Colocou o braço sob as costas e enfiou a mão dentro da calça. A cada vez que os dedos roçavam na pele, uma sensação arrepiante percorria o corpo e a testa se franziu. Sem perceber, Tenen até prendeu a respiração e estendeu os dedos com cuidado entre as nádegas.
‘Ainda bem que não ficou com um buraco aberto.’
É claro que havia um orifício lá desde sempre, mas ele não estava aberto de par em par como havia temido. Estava bem inchado, mas estava devidamente fechado, e ao roçar a mão com suavidade, não parecia que algo havia rasgado em nenhum lugar.
Para ter feito algo tão violento, estava razoavelmente intacto. Conforme estava escrito no manual de relações íntimas, o corpo humano parecia ser de fato mais resistente do que se pensava e portador de possibilidades infinitas.
Foi quando Tenen ficou encarando o teto enquanto tateava aquela parte que havia cumprido um trabalho além de suas capacidades.
A porta se abriu de repente, e Susan entrou no quarto segurando uma bacia com água com as duas mãos e com uma toalha no braço.
↫─☫ Continua….
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✦ Tradução, revisão e Raws: Belladonna
Ler Desire Box (Novel) Yaoi Mangá Online
Sinopse:
Como herança de seu avô, Tennen recebeu uma mansão silenciosa e um homem. Landiff, um espírito amaldiçoado que habitava a mansão sem dono. O homem, que jamais envelhecia e cuja beleza nunca desbotava, chamava a si mesmo de “Caixa”.
“A caixa é transferida para Tennen Skyler.”
O que foi herdado por Tennen, ao aceitar o bizarro testamento de seu avô, era a vergonha secreta do velho que não podia ser mostrada a ninguém. Era o próprio desejo impuro, preservado em seu estado mais cru. Até que o fundo da caixa fique completamente vazio, a herança, uma vez iniciada, não irá parar.
“Você já teve relações com um homem antes?”
O desejo trazido à tona pelo homem apático submerge completamente o jovem mestre nobre e puro.
“Seu talento é impressionante, meu mestre.”
Em meio a dias de luxúria que experimentava pela primeira vez, o desejo de Tennen se torna ainda mais profundo.
“Lembre-se bem de sensações como esta, meu mestre.” “Isso é o que chamam de desejo.”
Na terra de musgo azul, na vila de verão de Blue Moss, começa o verão mais quente de sua vida.
Nome alternativo: Desire Box Caixa Dos Desejos