Ler Combinado com um Esper de Nível Catástrofe (Novel) – Capítulo 132 Online


Modo Claro

↫─Matched with a Disaster Grade Esper ↫⚝↬ 132

James Dale estava ligeiramente embriagado. Não muito tempo depois de se despedir de Magrick, ele recebeu uma mensagem dizendo que ele havia feito contato com Zero Nine. Ele deu a si mesmo um tapinha mental nas costas por completar sua tarefa designada, pensando que poderia desfrutar de algum tempo de folga por um tempo. Leon Parker, que estava bebendo com ele, instou-o a não divagar bêbado e a ir para a cama. No entanto, James, na esperança de ficar sóbrio, saiu do hotel.

— Espers simplesmente não ficam bêbados; não tem graça nenhuma beber com eles.

Embora não nutrisse grandes queixas, ele não conseguia evitar o desconforto de que, enquanto falava bobagens em seu estado de embriaguez, a outra pessoa ouviria com a mente clara. Idealmente, ele queria beber até cair e dormir como uma pedra, mas a agenda do dia seguinte o impedia de fazer isso.

— É ridículo que eu não possa nem beber por causa de uma mera agenda de uma hora.

No entanto, que escolha ele tinha? Ele era apenas um cidadão comum que tinha de cumprir qualquer exigência de cima. Ele não tinha certeza se ainda poderia se chamar de cidadão comum, considerando que vendeu seu país por milhares de dólares, mas era assim que James Dale se via.

Caminhando com firmeza como alguém não muito bêbado, ele foi a uma loja de conveniência próxima para comprar uma pequena garrafa de vodca para a cura da ressaca de amanhã de manhã. James acreditava em combater o álcool com mais álcool. Enquanto estava na loja, comprando vodca e cigarros, ele notou um homem alto com mãos pálidas e brancas fumando ao lado da porta.

— Sujeito alto.

Sem pensar muito, James enfiou as mãos nos bolsos do casaco e saiu da loja. Os níveis de segurança variavam muito entre as cidades do país, mas a capital era notavelmente decente. No momento em que se saía da cidade, a segurança era pior que a da América do Sul, mas permanecer dentro era o suficiente para evitar problemas.

— Acho que estou bem sóbrio agora.

Ele começou a caminhar em direção ao seu hotel. Dada a segurança tolerável na capital, bastante gente ainda estava fora de casa mesmo depois de escurecer. Visitantes estrangeiros eram raros, no entanto. Antes da guerra, tinha sido um ponto turístico, mas ele ouvira dizer que, depois que a Argus perdeu a guerra, o turismo praticamente cessou.

— Com uma população grande o suficiente, eles parecem ter sobrevivido, mas…

Os ganhos não seriam o que eram antes. Parecia que eles estavam se esforçando para recuperar sua glória passada. Mas não era preocupação de James. Ele era um cidadão comum que queria se aposentar no momento certo e viver uma vida pacífica depois de ganhar o suficiente como um traidor moderadamente pago.

Ele parou no beco em frente ao hotel, abriu um maço de cigarros e colocou um entre os lábios. Clique, clique. Após algumas tentativas frustradas, seu isqueiro barato acendeu o cigarro. Soprando uma nuvem de fumaça, ele se encostou na parede do beco quando alguém se aproximou dele.

— Você poderia me emprestar fogo?

Uma voz baixa. Naturalmente grave, mas deliberadamente mais ainda. James entregou seu isqueiro sem pensar duas vezes. A mão pálida e grande que recebeu o isqueiro parecia um toque mais fria que a média.

Clique, chiado.

O isqueiro falhou uma vez antes de finalmente acender o cigarro do estranho. James percebeu que o estranho parecia familiar. Então ele se lembrou — o homem fumando na loja de conveniência, de costas.

— Hóspede do hotel?

Ele de repente se perguntou como o estranho havia acendido seu cigarro antes sem um isqueiro. Talvez tivesse pedido emprestado a outra pessoa, mas aquilo o incomodava.

— ……

O homem estava parado a alguns passos de distância, fumando e observando James no beco mal iluminado, seu rosto obscurecido sob um boné e um capuz.

— Isso é estranho.

Sentindo uma ansiedade inexplicável, James deu uma longa tragada em seu cigarro. A fumaça exalada difundiu-se no ar. Sem trair seu nervosismo repentino, ele manteve o olhar no estranho, que pareceu notar e exalou a fumaça calmamente antes de oferecer uma leve reverência.

— Primeira vez me vendo pessoalmente, não é?

Seu tom era relaxado, ao contrário de quando pediu o fogo. As palavras desafiaram a memória de James. Ele era da Argus? Se fosse, não apareceria sem aviso prévio. Mantendo a voz estável, James falou.

— Você me conhece?

— Não até recentemente. Mas você deveria me conhecer.

A afirmação era peculiar. James preparou-se para manipular seu relógio. Felizmente, o esper designado a ele estava por perto no hotel, então não haveria demora na resposta.

O estranho, ainda com o cigarro na boca, permanecia com um ar de tranquilidade. Além do encontro na loja de conveniência, James sentia que o comportamento e a voz do estranho eram estranhamente familiares, como se ele tivesse visto aquela linha de mandíbula esculpida em algum lugar antes.

— ……Não pode ser.

Um rosto veio à mente, mas James o descartou. Aquele indivíduo fora declarado morto em um recente acidente de avião. Mas a realidade parecia conspirar contra ele.

— Não sou do tipo que é facilmente esquecido.

A voz, tingida de um humor preguiçoso, confirmou sua suspeita. O homem removeu o capuz e levantou o chapéu ligeiramente, revelando olhos cinzentos marcantes. James congelou, pego como um aluno por um professor severo.

— Não se preocupe muito. Tenho uma oferta que você achará tentadora.

Hexion descartou seu cigarro no chão, apagando-o sob o pé. James, tendo tragado seu cigarro até o fim amargo, cuspiu os restos e coçou a cabeça, sentindo-se completamente sóbrio.

— Por que você me procurou?

— Hmm.

Hexion cruzou os braços, seu sorriso distorcido não sendo inteiramente agradável. Ainda assim, ele falou gentilmente o suficiente com James.

— Vamos entrar e conversar?

Hexion passou um braço sobre o ombro de James, incitando-o a seguir em frente com força considerável. Afinal, Hexion era mais de 10 cm mais alto que James. Hexion falou suavemente, puxando-o.

— Como eu disse, é uma oferta favorável para você, então não precisa ficar tenso.

— ……

James assentiu. Uma pessoa supostamente morta havia retornado; nada poderia surpreendê-lo mais. E ele estava curioso sobre a oferta tentadora que Hexion mencionara.

Não sendo alguém que demonstrava tensão facilmente, James sentiu os ombros enrijecerem apesar de si mesmo, diante de alguém que ou nunca estivera morto ou ressuscitara, ou talvez fosse um fantasma.

Os dois homens entraram no hotel, com sua presença passando despercebida. Lá dentro, com o cartão de James, Hexion removeu o boné restritivo ao chegar ao quarto. Enquanto seu cabelo cinza era colocado de volta no lugar, Leon, que surgira ao ouvir o barulho, notou e o sinalizou de volta para o banheiro.

— Está escorrendo.

Desejando dormir, Leon estava escovando os dentes quando o homem desconhecido entrou com James. Ele o observara com cautela até reconhecer o rosto de Hexion, o que o fez recuar para o banheiro para evitar derramar água da boca aberta. Hexion acomodou-se casualmente no sofá como se fosse seu próprio quarto.

— ……Eu não entendo muito bem a situação.

— Não há necessidade. Sua abordagem não foi sempre simplesmente fazer o que lhe mandam?

James permaneceu taciturno. Hexion examinou o quarto. Nada de incomum ali, muito parecido com um quarto que Zero Nine usaria, calculou. Seus lábios se curvaram em diversão com o pensamento de que eles poderiam arruinar as coisas refinadas que ele lhes apresentara. Finalmente, ele falou.

— Quanto vocês estão recebendo da Argus?

— Como? Perguntando assim de repente…

— Estou bem ciente, então não se dê ao trabalho de enrolar desnecessariamente.

Hexion tocou levemente sua têmpora.

— James Dale, nada de digno de nota se destaca. Nem mesmo um animal de estimação em seu nome. Apenas uma conta secreta, infantil da sua parte.

— ……

James Dale fechou a boca. É, eles provavelmente tinham feito o dever de casa antes de procurá-lo. Como Hexion adivinhara, ele não tinha nada a refutar, pois vivia observando o saldo acumulando-se constantemente.

— Leon Parker, você patrocina um estudante, embora não pareça um irmão, mais provavelmente um amigo de orfanato? Nada de mais.

Resistente a se envolver naquela conversa, Leon demorou no banheiro, sem querer sair mesmo quando seu nome foi chamado. Hesitante, mas complacente, ele saiu para sentar-se ao lado de James. Hexion, sentindo que já dissera o suficiente, avançou ao ponto.

— Independentemente do que a Argus pagou ou prometeu a vocês.

Ostentando o ar confiante de alguém certo do apelo de sua oferta, Hexion disse:

— Pagarei dez vezes o total do que vocês receberam até agora e do que receberiam.

Os olhos dos homens se arregalaram.

— Que tal trabalharem comigo por um tempo?

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Continua…

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↫─⚝ Tradução, revisão e Raws: Bella Cheng&Belladonna

Ler Combinado com um Esper de Nível Catástrofe (Novel) Yaoi Mangá Online

Sinopse: — Beijar alguém sem saber a cor dos seus olhos, sério?
Hexion zombou enquanto olhava para o homem contido. Mesmo um esper de nível desastre não parecia grande coisa.
— Ugh…
Um beijo seco e áspero, sob o pretexto de guiar, continuou. Eventualmente, íris roxas claras foram reveladas sob a venda removida à força. O esper, Zero Nine, murmurou inconscientemente: — Eu me sinto… surpreendentemente bem.
— Um beijo despertou você.
É claro que seria bom. Apesar do leve sarcasmo, Zero Nine perguntou com um olhar um tanto atordoado: — …Nós nos beijamos?
— Sim, beijamos. Sob as ordens de alguém.
Lábios ensanguentados e cortados, bochechas encovadas, pele pálida e orelhas coradas.
— Então, você me beijaria apenas mais uma vez?
O homem, que estava prestes a entrar em colapso momentos atrás, disse. Hexion abaixou a cabeça e ordenou:
— Abra a boca.
Nome alternativo: Combinado Com Um Esper De Nvel Catstrofe Matched With A Disaster Grade Esper Matched With A Catastrophic Level Esper

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