Ler Codename Anastasia (Novel) – Capítulo 01.3 Online

↫─☫ Nova Missão – 01.3
Kwon Taekjoo estava sentado no restaurante principal com um olhar extremamente entediado.
Figuras-chave da Rússia e do Japão deveriam desfrutar de um almoço ali. Felizmente, as autoridades japonesas não levantaram dúvidas. Na verdade, não havia necessidade de prestar atenção a um funcionário subordinado. Após terminar o almoço de hoje em segurança, ele só precisava comparecer à celebração que ocorreria em alguns dias. Assim que os magnatas políticos e empresariais russos entrassem em cena, o papel de Hiro Sakamoto terminaria.
Subitamente, olhou para o relógio. O horário marcado para o almoço era meio-dia.
No entanto, o ponteiro dos minutos já passara bem das ’12’ e ia para as ‘6’.
Aqueles que chegaram no horário ficaram esperando sem jeito por quase 30 minutos. Era porque o representante da Gazprom não havia chegado. O funcionário da Gazprom ligou para a empresa várias vezes para confirmar. Era patético vê-lo angustiado sem conseguir sentar direito.
─ …Sr. Sakamoto? ─
A cena o distraiu, e ele perdeu a pergunta da autoridade russa.
─ O quê? Oh, me desculpe. O que você disse…. ─
─ Ouvi dizer que você teve um incidente terrível no dia em que entrou no país. Você está bem? ─
─ Oh, sim. A polícia russa chegou a tempo, então eu estava seguro. Eles gentilmente me escoltaram até a acomodação. ─
─ Não sei como me desculpar por isso… Sinto muito por deixá-lo passar por isso. ─
─ Não, não é algo para se desculpar. Na verdade, eu deveria ter sido cuidadoso, estou envergonhado. ─
Ele respondeu com cinismo, mas não parecia nem um pouco arrependido. Tudo bem, mas o oponente não parava de se desculpar. Então, até a delegação japonesa começou a se curvar. ─ Desculpe incomodá-lo, a culpa é nossa, não se preocupe, sinto muito, sinto muito… uma confusão. ─
Ele sentiu-se farto. Ao levantar-se, delegados de ambos os lados prestaram atenção. Kwon Taekjoo, tentando sair de fininho, sorriu sem jeito e pediu licença.
─ Com licença por um momento. ─
Ele fingiu que ia lavar as mãos e saiu. Suspirou assim que fechou a porta. Parou enquanto afrouxava a gravata apertada. Um funcionário da Gazprom, que ainda estava ao telefone insistindo, estava no corredor. Ele falava com o outro lado da linha em tom furioso, mas contido.
─ Onde está o CEO? Ele saiu? Quem vocês vão mandar no lugar? ─
Ele passou por ele. Logo depois, o funcionário explodiu em raiva contida.
─ Um representante? O que quer dizer? Não acredito que um agente virá! ─
Foi o momento em que a paciência se esgotou. Kwon Taekjoo estalou a língua e seguiu calmamente para o banheiro.
O banheiro foi encontrado ao descer um corredor isolado. Abriu uma porta tão alta quanto o teto de 5 metros e entrou. Por hábito, observou o interior primeiro. Não havia sinal de ninguém. Respirou fundo e parou em frente à pia.
Refletiu sobre seu comportamento enquanto limpava as mãos que não estavam sujas.
Anteontem, dormiu enquanto olhava o arquivo PDF que Lim enviou. Não foi uma noite ruim, exceto pelo fato de o sonho ter sido um pouco perturbado. Pode ter desmaiado por um tempo porque sua mente e corpo estavam exaustos.
Ontem, terminou de ver os arquivos PDF pela manhã e foi ao aeroporto encontrar o grupo principal da delegação japonesa à tarde.
Mesmo verificando a situação ponto a ponto até um momento atrás, parecia não haver erro grave. O estudo foi intenso, e graças aos dados do contrato que leu em dois dias, conseguia entender as conversas sem dificuldade.
Nesse momento, ouviu vozes do lado de fora da porta. A voz pertencia a uma pessoa. Parecia estar ao telefone, a menos que estivesse falando sozinho longamente. Perguntou-se se trabalhava na Gazprom. Quando a porta se abriu, a voz soou mais clara. Seu corpo paralisou por um instante.
─ …Não. Eu vim, mas achei que seria entediante. ─
Sentiu que já ouvira aquilo em algum lugar. Onde foi?
Não era uma memória antiga. Mas não a ouvia com frequência suficiente para estar acostumado.
No entanto, houve um dia em que ela foi tão intensa que ficou gravada em sua mente.
Enquanto lutava para resgatar a lembrança, a voz soou novamente. Estava exatamente atrás dele.
─ Vamos ser claros sobre o que dizemos. Se estiver uma bagunça, isso é… ─
É ele. Tinha certeza sem precisar olhar. Dois dias atrás, foi com aquele assassino que ele se deparou no prédio inacabado. Assim que percebeu o fato, todo o seu corpo ficou em alerta. O primeiro sentido a despertar foi o olfato.
Ele sentia o cheiro profundo das folhas úmidas queimando. Não havia dúvida: o conhaque sutil e o aroma rico. Cohiba Behike. O estímulo que não podia ser ignorado parecia pesar em seus ombros. Mesmo que o oponente não estivesse fumando um charuto no momento.
Sua voz ainda ecoava atrás de suas costas. Ele parara na porta e continuava a chamada.
Enquanto isso, Kwon sentiu um olhar subitamente. Ele ainda não olhara para trás nem para o espelho, mas tinha certeza. Ele estava olhando para Kwon Taekjoo. Sua espinha gelou.
─ Primeiro de tudo… ok. ─
Fosse ilusão ou não, o tom de voz parecia ter baixado um pouco.
A chamada foi encerrada. Os olhos vasculhando suas costas ficaram mais nítidos. Ele e Kwon Taekjoo estavam agora completamente sozinhos no banheiro, onde até o som da ligação parara.
Ele continuou lavando as mãos e vigiando os movimentos. Manteve os olhos nas próprias mãos, sem demonstrar que o reconhecia. O ar tornou-se pesado rapidamente.
O tempo passou devagar.
Quanto tempo se passou? Os passos do homem parado recomeçaram. Ele parou na pia logo ao lado de Kwon Taekjoo. Logo a água jorrou. Ele começou a esfregar as mãos levemente. Mesmo com aquele pequeno movimento, o perfume de Cohiba Behike engrossou. Ao mesmo tempo, a memória do primeiro dia em que sentira o aroma voltou.
Kwon Taekjoo agiu da forma mais indiferente possível. Fechou a torneira como se não o percebesse e secou as mãos com a toalha preparada.
Ele não sabia por que o assassino apareceu ali naquele momento. Que coincidência sangrenta se fosse o caso. Considerando apenas a situação econômica, ele não apareceria onde não pudesse entrar. O único problema era estar trancado em um espaço fechado com ele.
Deveria evitar. Não deveria permanecer no mesmo espaço com ele dominando todo o ambiente. Sentiu a pressão cerebral subir devido à tensão.
Ele jogou a toalha úmida no cesto e tentou sair direto. No entanto, uma frase lançada em sua direção o deteve.
─ Ele nem diz olá? Acho que já o conheci antes. ─
Além disso, os japoneses eram muito rudes. Ele não olhou para trás. Nem sequer puxou a maçaneta que segurava. Não sabia o que aconteceria se se movesse em vão. Mesmo se houvesse um incidente ali agora, ninguém saberia se ele quebrasse Kwon Taekjoo e o matasse. Seria descoberto tarde demais.
Enquanto hesitava, o outro disse sarcasticamente: ─ Isso é toda a cortesia de um samurai ─. É um tom descontraído, mas não soava confortável.
Ele ficou mais quieto desde então. Kwon Taekjoo, concentrando todos os sentidos em suas costas, finalmente saiu sem dizer nada. Assim que a porta se fechou e ele se separou dele, um suspiro de alívio escapou. Seu coração batia descompassado. Talvez ele só não tivesse percebido, mas já estava assim há um bom tempo. Não lembrava de quando estivera tão nervoso.
“Tenho que ir para longe primeiro”. Estava prestes a seguir seu instinto. Do nada, uma vibração soou de dentro do paletó. O celular de Hiro Sakamoto estava no bolso externo, então a vibração atual devia vir do celular de comunicação com o quartel-general.
Lembrou que enviariam a foto do parceiro que se juntaria a ele logo. Ele colocou a mão no paletó e pegou o celular. De fato, uma foto fora enviada pelo Diretor Lim.
Verificou a imagem sem hesitar. Levou cerca de dois a três segundos para o aparelho exibir a foto na tela. Um segundo, dois segundos, três segundos. Ele tocou na mensagem que dizia ‘download completo’.
A foto tão esperada preencheu a tela.
─ …Hmm? É você. ─
Ele quase derrubou o celular. Foi porque a voz de alguém interveio subitamente.
Ele apenas rolou os olhos em silêncio e olhou para o chão. Viu uma sombra que o engoliu. Vinha de trás. Sabia quem era sem olhar. Por causa do cheiro denso de madeira, que paralisava as células olfativas.
O representante da Gazprom nunca apareceu. No fim, o grupo de espera comeu, conversou um pouco e se dispersou. A delegação japonesa, exausta do longo voo, também se retirou para os quartos. Graças a isso, ele pôde terminar sua rotina mais cedo que o esperado. O real problema começava agora.
Kwon Taekjoo nem conseguiu entrar em seu quarto e ficou rondando a porta o tempo todo. Demorou para respirar fundo e abrir a porta.
─ ……. ─
Seus olhos foram direto para a mesa perto da janela. O assassino deixou uma cadeira decente e sentou-se olhando para fora. Talvez devido às pernas longas, parecia mais confortável. Uma energia de alta pressão fluía de seus ombros largos e costas firmes. Ele virou a cabeça calmamente, talvez reconhecendo o olhar sobre ele.
O cabelo iluminado pela luz de fundo brilhava entre o branco e o dourado. As sobrancelhas leves, porém marcantes, faziam prever uma natureza sensível. Os olhos cobertos por cílios longos formavam um conjunto misterioso com uma barbárie secreta, e o nariz translúcido com uma razão fria. A ponte do nariz afiada e suave naturalmente levava a atenção aos lábios. A tensão não diminuiu, embora ele tivesse um sorriso claro. Os olhos humanos não mentem, então quem finge sempre terá lábios que traçam a linha.
Era um rosto bonito no geral, mas ele não gostava muito. Quando seus olhos se encontraram, as partículas de ar ao redor pareciam congelar. Seus olhos, que pareciam se contorcer silenciosamente em busca de comida, não pareciam olhos humanos de forma alguma.
Ele prontamente convidou Kwon Taekjoo, que estava paralisado na porta.
─ Não hesite em entrar. ─
Estava completamente fora de questão. Ele balançou a cabeça e tirou o paletó.
A virada repentina de cabeça foi porque o perfume de um charuto denso surgiu.
Sentiu-se profundamente ofendido, embora não fosse desagradável. Não sabia se era por causa da imagem residual do primeiro encontro.
Talvez não percebesse a antipatia estampada no rosto de Kwon Taekjoo, mas estendeu o braço e pediu um aperto de mão.
─ É Zhenya. ─
Kwon Taekjoo encarou a mão de Zhenya estendida à sua frente. Teria sido esse lado que penetrou os olhos de uma pessoa? Pensou nisso casualmente, mas subitamente a mão se aproximou. Inconscientemente, ele vacilou e recuou o tronco.
As pontas dos dedos brancos pararam bem na frente do peito esquerdo de Kwon Taekjoo. Ele não conseguia respirar direito devido aos pulmões comprimidos naquele momento. Os dedos que pararam logo se moveram suavemente como se provocassem Kwon Taekjoo. Ele estava tão nervoso que recuou. O rosto de Kwon Taekjoo estava cheio de desprazer. Zhenya deu um sobressalto ao morder a mão.
─ Você não parece muito feliz? ─
─ Por que não? Mas pode ser que melhore se eu te mantiver com as mãos curtas ─
Ele cerrou os dentes. O maxilar inferior tencionou-se automaticamente. Talvez tenha ouvido como piada, pois apenas sorriu e ignorou.
─ Então, qual o seu nome? ─
─ Você sabe. ─
─ Era difícil de pronunciar. Tem algo mais fácil? ─
─ Se é difícil, não deveria dizer? ─
─ ……. ─
Zhenya lançou um olhar afiado à resposta ríspida. Os lábios ainda em curvas longas, e os olhos brilhavam intensamente. Houve silêncio por um momento. Ser observado sem defesas por ele rapidamente o fez se sentir desconfortável.
Após um tempo, ele quebrou o longo silêncio dizendo: ─ Você esteve na delegacia, certo? ─ Ele parecia ter um sorriso descarado, como se tivesse esquecido tudo o que houve antes. Encarou-o sem responder. Não, era nada menos que um limite. Ele não achava que deveria demonstrar qualquer fraqueza.
Zhenya não se importou em descer da mesa e seguiu para o frigobar. Vasculhou as pequenas garrafas expostas e pegou um uísque. Molhou a garganta e deu de ombros.
─ Não precisa ficar tão vigilante, precisa? Apenas ajudei um colega em perigo. ─
Ele fazia pouco caso de coisas incomuns. Kwon manteve os olhos em Zhenya.
─ Desde quando estava observando? ─
─ Desde então. Do começo. ─
Ele estava no aeroporto desde o início? Seguiu-o quando foi sequestrado e o salvou? Então por que não revelou sua identidade na hora?
Zhenya sorriu subitamente. Parecia ter lido as dúvidas de Kwon Taekjoo.
─ O quartel-general me disse para esperar calmamente até hoje. Mesmo que você não estivesse sendo tratado de forma feia naquele dia, não havia razão para eu intervir. ─
Seus lábios banhados em uísque se contorceram. A vergonha que ele tentara suprimir ergueu a cabeça. Pensou que seria alguém de segunda classe, nada humano, mas era um colega. Seu orgulho fora ferido.
─ A primeira impressão é suja. Apenas me dê um soco no olho. ─
Ele respondeu com um chute. Não havia razão para se conter, a menos que soubesse que Zhenya era seu parceiro. Ele e Kwon Taekjoo eram um deles. Apenas esse fato dissipou o primeiro medo que sentira na vida. Zhenya zombou da brusquidão repentina.
─ Por que você é um pacifista tão medíocre? ─
─ Gosto do lado limpo das coisas. ─
─ É limpo, por isso uma arma. Se der errado, uma bomba? É isso, é sem coração. ─
Balançou a cabeça com uma expressão de aversão. Então tocou as têmporas com os dedos.
─ Pense nisso. Você quer que todos sejam especiais, não quer? Quer ser sagrado até mesmo quando perde o fôlego. Mas quão fútil e entediante seria se sua morte fosse apenas um canto de jornal com “morte por tiro”? Se você fura os dois olhos, consegue mais uma linha. O que é bom, é bom, certo? ─
Era sofisma. O sofisma de um psicopata para justificar sua maldade. Kwon Taekjoo foi sarcástico.
─ Quando chegar o dia em que eu cair em suas mãos, eu lhe imploro, mate-me de um jeito bem sem graça. ─
─ Bem. Vai ser difícil, mas vou pensar no assunto. ─
Ele estava hesitando como se fosse algo para se preocupar. ─ Não se preocupe ─, acrescentou ele.
─ Se você não me ferir, isso não acontecerá. Mesmo assim, eles só lidam com legítima defesa. ─
─ Ele é um pacifista medíocre. ─
Ele devolveu as palavras sarcásticas de antes. Sorriu e jogou o uísque que estava bebendo. Já estava metade vazio por ser uma garrafa pequena. Sem hesitar, levou-a à boca e virou o resto do álcool. Sua língua formigou ao sentir o esôfago queimar.
Então, o celular tocou dentro do paletó que ele tirara. Colocou a garrafa vazia de lado e pegou o aparelho. Uma foto fora enviada do quartel-general novamente. ─ Vamos esperar um momento ─, um russo com uma expressão mesquinha preenche a tela. Seria este o ─ Psikh Bogdanov ─ de quem disseram para ter cuidado? Supôs vagamente, mas Zhenya, aproximando-se, arrancou o celular de sua mão.
─ Disseram para eu ter cuidado com ele, você o conhece? ─
Zhenya, verificando a foto com os olhos semicerrados, assentiu.
─ Com certeza. Conheço bem, muito bem. ─
─ O que você acha? ─
─ É melhor não mexer com ele. Não vi ninguém ficar bem por tocá-lo. ─
─ A morte de Morgan também está relacionada a este homem? ─
─ Morgan é o americano de quem você falava outro dia? Bem, talvez seja loucura, talvez não. Não importa. Você não está aqui para se vingar por mim, está? Deixe-o agir como quiser, e vamos fazer nosso trabalho. ─
─ Todas as loucuras saem da sua boca. Você é um homem formidável que não posso imaginar. ─
Ele balançou a cabeça. Zhenya apenas deu um sorrisinho. Mesmo que ele fosse aquele Bogdanov louco agora, ele acreditaria. Não conseguia imaginar que até tal pessoa diria que o outro era louco.
De qualquer forma, se as coisas se complicassem e não houvesse nada de bom, era melhor não se cruzar com ele. Nem precisava se preocupar com quem ainda não conhecera. No momento, tinha que se concentrar na tarefa dada.
─ Ouvi dizer que você está familiarizado com a estrutura política e o fluxo de dinheiro aqui? ─
─ Claro. Posso te colocar em contato com qualquer lado que quiser. ─
Ele não parecia estar blefando. Como tinha que aceitar um parceiro que não queria, achou melhor extrair o máximo dele. Parecia que o primeiro dia, que começara torto, estava finalmente entrando nos eixos.
Kwon Taekjoo tornou-se um estranho mais leve pela primeira vez em muito tempo e ordenou:
─ Primeiro de tudo, quero que selecione alguém familiarizado com transações de armas nos bastidores. Seja um financiador, um desenvolvedor real ou um negociante, tudo. Se queremos encontrar ‘Anastasia’, temos que começar pela entrada. ─
Quando ─ Anastasia ─ foi mencionada, as sobrancelhas de Zhenya tremeram levemente. Não foi uma mudança clara que se notasse de imediato.
No entanto, ele assentiu gentilmente por um momento, dizendo: ─ Entendido. Levante-se e pegue seu casaco agora. ─
─ Amanhã, então, vou me preparar e falo com você de novo. ─ Ele seguiu Zhenya até se levantarem. Por que soava tão prazeroso dizer que ele ia embora? Kwon Taekjoo o seguiu de perto com o desejo de expulsar Zhenya junto com seu perfume único. Primeiro, estendeu o braço e abriu a porta com a mão.
Zhenya saiu obedientemente. Disse ─ Até amanhã ─, em vez de ─ Vá embora ─. Então, ao puxar a porta, ela se fechou. Ao olhar para baixo com curiosidade, viu a ponta de um sapato novo entre as portas. Olhou para Zhenya com um rosto sério. O outro então inclinou levemente o tronco. Por fim, seus olhos se fixaram.
─ Vamos remover lentamente a verdadeira face por trás dessa fachada. ─
Uma voz com riso soou sombria. Ele franziu a testa e encarou Zhenya. Este sorriu de novo e caminhou pelo corredor com o tronco ereto. Kwon observou até o fim e fechou a porta.
Assim que chegou ao elevador, a porta se abriu. Cruzou o olhar com o homem que já estava lá dentro. Zhenya ficou de costas para ele na frente. No elevador descendo rápido para o primeiro andar, o homem atrás dele falou subitamente:
─ O que faremos? ─
Zhenya olhou para o número decrescente dos andares. Sua boca, calma de certa forma, entortou-se levemente. Em seguida, murmurou em tom lânguido:
─ Exploda tudo. Não deixe um buraco ou algo para onde fugir. ─
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Continua…
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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Othello
Ler Codename Anastasia (Novel) Yaoi Mangá Online
Sinopse:
O agente de elite do NIS, Kwon Taekjoo, é enviado a Moscou para descobrir a identidade de “Anastasia”, uma arma mortal criada sob uma colaboração secreta entre a Rússia e a Coreia do Norte. No entanto, sua missão começa a dar errado no momento em que ele pisa em território russo, e Zhenya, um parceiro local designado a ele pelo NIS, só torna tudo ainda mais confuso.
Zhenya, que possui conexões com figuras políticas e empresariais russas, além da máfia do submundo, parece sempre descontraído e bem-humorado, mas, ao mesmo tempo, suas explosões repentinas de violência brutal deixam Kwon Taekjoo em alerta constante. Enquanto isso, Zhenya começa a desenvolver um novo interesse por Kwon Taekjoo, que se recusa a ser quebrado por qualquer adversidade…
Nome alternativo: Code Name Anastasia Nameless Star Codename Anastasia Parte 2 2