Ler Blood Poker (Novel) – Capítulo 04.2 Online


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Blood Poker 04, Parte 02

Será que havia antitérmico em casa? Uma gripe leve passaria em alguns dias, mas para Ji Seunghyun, que precisava se adaptar constantemente a uma terra estranha, a disposição de cada dia era muito importante. Jaeil, que retirava metade do edredom para ajudar a baixar a febre, vasculhou a memória em busca da localização de algum antitérmico. Lembrou-se de um que Joy lhe dera uma vez, dizendo para deixar como medicamento de reserva.

Jaeil olhou de relance para baixo antes de se levantar. Seunghyun, embriagado pela febre, parecia ter o hábito de dormir encolhido sem travesseiro. Como se não bastasse ser um obcecado por Guiding, ele se revirava tentando se aproximar de quem não estava ali. Enquanto observava aquela cena com incredulidade, Jaeil notou feridas nas mãos dele e franziu levemente o cenho. Lembrou-se de Ji Seunghyun mexendo nas mãos por hábito, e agora via marcas de unhas e cascas de ferida que não havia notado antes.

Ele pensou que Seunghyun realmente fazia de tudo. Agia com determinação a ponto de fazer qualquer intromissão parecer bisbilhotice, mas também fazia propostas excêntricas que o deixavam sem palavras e o fazia se preocupar com uma simples ferida.

Naquele momento, os ombros de Seunghyun estremeceram. O vinco em sua testa, que já estava franzida, aprofundou-se, e seu lábio inferior foi mordido pelos dentes superiores. O maxilar inferior rigidamente contraído não parecia normal.

— Uhhh…

Ele gemia enquanto mordia o lábio com uma intensidade que parecia que ia cortá-lo. Estalando a língua, Jaeil finalmente estendeu a mão e empurrou o lábio inferior com o polegar. Com isso, a boca se abriu e ele inspirou profundamente e expirou, como alguém que acabara de sair da água.

— Ah!

— …

Parecia estar tendo um pesadelo. Achou melhor acordá-lo. Jaeil segurou os ombros encolhidos, deu leves batidas e depois o balançou de leve.

As pálpebras de Seunghyun, que gemia com o rosto sofrido, subiram lentamente. Seus cílios estavam encharcados e as lágrimas acumuladas escorreram pelo canto dos olhos. Levou um bom tempo até que o rosto solene de Jaeil fosse refletido em suas pupilas.

— …

Somente após confirmar que Seunghyun havia recuperado a consciência é que Jaeil se levantou da cama. Seus passos em direção à porta pararam por um instante.

— Você não cometeu nenhum erro.

Diante das palavras acrescentadas para que ele não se preocupasse, os ombros de Seunghyun, que usava a camiseta para limpar os olhos úmidos, relaxaram profundamente.

— Que alívio.

— Tome o remédio primeiro. Você está com febre.

— Estou… bem. Isso não é…

Ele tentou dizer que não era nada, mas o outro já estava saindo do quarto.

Jaeil deu a Seunghyun água morna, um antitérmico e uma pílula de multivitamínico.

↫────☫────↬

No dia seguinte, sentado à mesa, Seunghyun não sabia como reagir ao ver as comidas que pareciam uma dieta personalizada para ele. Já estava morrendo de vergonha por ter recebido remédio de madrugada, e agora ele ainda preparara mingau de manhã.

— Sinto que estou sempre abusando da sua hospitalidade.

Seunghyun, que não costumava acordar tarde, sempre acordava depois do homem, e quando despertava, o café da manhã já estava pronto. Quão cedo ele acordava? E de onde viera o mingau? Como Seunghyun hesitava, Jaeil pegou os talheres primeiro.

— É a minha casa, não há o que falar em abuso de hospitalidade. Além disso, eu é que estou recebendo ajuda.

— …

As orelhas de Seunghyun, que apenas observava o mingau à sua frente, ficaram vermelhas em um instante. Quando a vermelhidão se espalhou pelas bochechas claras, Seunghyun as esfregou com as costas da mão. Pensou que ele estava dizendo coisas demais para um Guide incompetente.

— Muito obrigado por dizer isso.

Jaeil apenas se concentrou na refeição, sem dizer muito. Seguindo os movimentos silenciosos dele, Seunghyun levou uma colher de mingau quente e macio à boca e calculou o tempo mentalmente. Se se preparasse com agilidade, sobraria um pouco de tempo. Após comer mais algumas colheradas enquanto observava a reação do outro, Seunghyun engoliu tudo e começou a falar:

— Esper Ha Jaeil.

— Sim.

— Antes de irmos para o Centro, não poderíamos praticar mais uma vez a busca pelo canal?

Jaeil, que ia comer o mingau, parou com a boca aberta. Colocou a colher de volta e franziu o nariz.

— Se for para você ter outro sangramento nasal…

Significava que ele já vira cenas desagradáveis o suficiente. Seunghyun mexeu o quadril, tentando persuadi-lo com urgência:

— V-Vou fazer só por dez minutos. Vou colocar um cronômetro. Ou que tal se eu começar com o nariz já tapado?

Jaeil acenou negativamente diante do entusiasmo excessivo de Ji Seunghyun. Ele pretendia agir assim todas as vezes se não lhe desse um limite?

— Esse tipo de coisa…

Após piscar uma vez, Jaeil subitamente virou a cabeça e cobriu a boca. Acabara de imaginar Ji Seunghyun concentrado com papel higiênico enfiado nas narinas. Jaeil, embaraçado apenas com a imaginação, soltou uma tosse seca.

— E a febre, como está?

— Graças a você, estou bem.

Seunghyun disse, tocando a própria testa. Sua voz tinha força e seu semblante havia melhorado. Jaeil pensou que a resistência física básica dele devia ser muito boa, já que se recuperara em um dia.

— Então vamos fazer isso. Só dez minutos.

— Sim. Dez minutos.

Apenas com a permissão, os lábios de Seunghyun se curvaram em um sorriso.

Seunghyun, que não queria apenas receber sem dar nada em troca, insistiu em lavar a louça. Em seguida, tomou um banho rápido e secou o cabelo superficialmente. Graças à preparação ágil, sobraram cerca de vinte minutos. Sentindo a pele um pouco seca, ele pegou emprestada a loção de Jaeil. Não se sabia se ele estava passando a loção ou apenas esfregando o rosto com as mãos sujas dela. Quando se aproximou esfregando o rosto todo vigorosamente, o homem sentado no sofá levantou o olhar.

— A posição de frente um para o outro é a melhor.

Havia muitas teorias sobre a maneira mais rápida e eficaz de abrir amplamente o canal, como encostar as barrigas ou ficar de frente, mas no fim, eram apenas metáforas para a posição missionária no sexo. Seunghyun, que não tinha como saber disso, aceitou as palavras de Jaeil de forma literal. Jaeil também não tinha segundas intenções; apenas sugerira para que ficassem na mesma direção.

— Se é assim… então podemos fazer assim.

A hesitação foi curta. Seunghyun, que ajustou o cronômetro, ajoelhou-se entre as pernas de Jaeil. Suas mãos, estendidas sem hesitação, foram apoiadas no peito firme e musculoso. Seunghyun parecia não ter consciência de que a posição atual era peculiar. Se ele percebesse, a atmosfera ficaria ainda mais estranha. Jaeil endireitou a coluna e olhou para o nada.

— Com licença.

Com essas palavras, Seunghyun fechou os olhos com força. Seus sentidos se aguçaram e ele sentiu intensamente a respiração e o aroma do homem. Por já ter tentado uma vez, encontrou facilmente as sensações etéreas que sentira no dia anterior. Após um breve momento de satisfação, Seunghyun começou a vasculhar as texturas detalhadas com pressa. Era por causa do tempo limitado. Parecia que, para encontrar todas aquelas coisas em 10 minutos, mesmo que gastasse toda a energia do dia, não seria suficiente. Seunghyun pressionou o coração do homem e aproximou o tronco.

“Eu vou encontrar, com certeza.”

Linha de pesca, linha de pesca. Sua mente estava totalmente voltada para aquele pensamento. Algo transparente, fino e, ao mesmo tempo, resistente. A região dos olhos de Seunghyun, que estava concentrado, contraiu-se. Seus globos oculares, cobertos pelas pálpebras, moviam-se rapidamente. Seunghyun, como no dia anterior, colocou a outra mão sobre o peito do homem e mergulhou profundamente. Ele se aproximava obstinadamente, sem ter a menor ideia do efeito físico que aquilo causava.

Após vagar assim por um bom tempo, de repente um som ressoou no centro de seu corpo. Não era algo ouvido pelos ouvidos, então era difícil chamar de som, mas Seunghyun narrou o que sentiu como se estivesse falando consigo mesmo.

— O som do coração…

— …

A bochecha de Seunghyun, que inclinou a cabeça como se estivesse ouvindo atentamente, encostou suavemente na região da clavícula de Jaeil. O peito de Jaeil, que inspirava, estufou um pouco mais e depois baixou.

— O que é isso?

Seunghyun, que se esforçava ao máximo para encontrar uma pista, de repente estremeceu os ombros.

— Oh.

Sua boca se abriu levemente enquanto ele franzia o cenho como se tivesse visto algo estranho, e então ele mordeu o lábio inferior. “Só mais um pouco, só mais um pouco.”

O fio que Rowan descrevera era mais fino e rápido do que ele imaginara. Quando pensava que o encontrara, ele desaparecia, e quando estendia a mão para tentar pegá-lo, ele fugia num piscar de olhos. Enquanto repetia esse esconde-esconde de quase tocar mas não conseguir, seu corpo alternava entre ficar rígido e relaxar totalmente. Restava apenas cerca de um minuto no cronômetro.

— Esper Ha Jaeil!

Como ele aumentou o tom de voz subitamente, desta vez Jaeil se assustou e olhou para baixo, para Seunghyun. Seunghyun, que abriu os olhos brilhantes, virou a cabeça e encontrou o olhar de Jaeil. Suas pupilas, como pedras pretas de Go, brilhavam intensamente refletindo o rosto confuso de Jaeil. A mão que estava sobre o coração de Jaeil agora estava fechada em um punho firme. Após olhar para ela por alguns segundos, Seunghyun a levantou e a estendeu diante do nariz de Jaeil.

— Peguei!

Sem perceber que estava aninhado em Jaeil, ele apenas sorriu abertamente de alegria. Ele, que exibia o punho sem nada dentro como se fosse um troféu, parecia um pescador que acabara de fisgar um peixe grande. De tão feliz que estava, abria e fechava a mão vazia, murmurando para si mesmo que aquilo realmente funcionava.

— …

No rosto de Jaeil, que olhava fixamente para Seunghyun ruborizado, as emoções não eram evidentes. Em vez disso, sua mão grande subiu lentamente e pousou sobre a cabeça de Seunghyun. Foi um gesto inesperado. Os olhos de Seunghyun se voltaram para cima. Embora ele estivesse inexpressivo, o rosto do homem parecia ter relaxado.

— Você… fez bem.

Seus dedos se entrelaçaram entre os fios de cabelo que ainda guardavam uma leve umidade. As pontas dos dedos, que se moviam com hesitação como se ele não estivesse acostumado a elogiar, estavam mais quentes do que o necessário. Tomado por uma timidez tardia, Seunghyun recuou engatinhando de joelhos. Suas bochechas, que esquentaram independentemente de sua vontade, estavam visivelmente coradas. “Vou ligar para Joy no caminho.” Seunghyun tentou despertar outros pensamentos para suprimir a agitação em seu coração.

— Vamos.

A voz profunda caiu sobre sua cabeça. Seunghyun olhou de relance para as costas do homem, que já havia se levantado e caminhava para a entrada, e hesitou ao pegar sua bolsa. Lembrou-se dos cadarços no criado-mudo, mas decidiu deixá-los lá. Nunca se sabia quando seriam necessários novamente.

Enquanto desciam para o estacionamento subterrâneo, eles não trocaram palavras. Isso porque não sabiam sobre qual assunto conversar e ambos não tinham personalidades falantes. No início, Seunghyun achou esse clima muito estranho e pensou em dizer algo, mas logo desistiu. Fazer algo que não combinava com sua personalidade era, afinal, constrangedor. O homem também não parecia desconfortável e, por estarem juntos, o silêncio compartilhado até que era agradável, então ele decidiu deixar como estava.

Jaeil sentou-se no banco do motorista e Seunghyun no do passageiro. Assim que se sentou, Seunghyun pegou o celular. Queria contar logo a Joy a notícia de que tivera sucesso na primeira tarefa de abrir o canal.

Foi no momento em que ele ia apertar o botão de chamada. O Gear de Jaeil emitiu um som mecânico agudo e curto várias vezes. Pensando que o Gear tinha diversas funções, inclusive emitir sons, Seunghyun apenas moveu os olhos silenciosamente para observar Jaeil.

O rosto do homem, que leu os códigos que passavam na pequena tela, contorceu-se seriamente.

— É um Oni-Cube. Casos assim são raros.

Jaeil soltou um xingamento baixo e deu a partida no carro às pressas. Normalmente, Onis com forte atributo de terra geravam um campo magnético específico chamado Pulso antes de emergirem, agindo como o prenúncio de um terremoto. No entanto, sem qualquer detecção de Pulso, um Oni-Cube havia aparecido. A situação era anormal e urgente.

— A localização é o Centro.

O olhar de Seunghyun, que ouvia aquelas palavras irreais, dirigiu-se lentamente para o celular. Pensando bem, Joy não havia atendido a ligação.

↫────☫────↬

Rowan, que chegara ao trabalho um pouco mais cedo do que o habitual, caminhava em direção à sala de Guiding enquanto tocava em seu tablet. Isso porque, na noite anterior, seu Esper de classe B do tipo mental queixara-se de uma forte dor de cabeça.

Espers do tipo mental, que faziam uso frequente de telecinesia, tinham dificuldade especial em suportar pequenas dores causadas por mudanças sutis nos níveis. Rowan, que o administrava há muito tempo e conhecia seu estado melhor do que ninguém, prontamente cedeu seu tempo ao pedido de que chegasse um pouco mais cedo.

Por outro lado, Joy, que precisara pegar carona com ele para vir trabalhar, estava um pouco insatisfeita. Ao entrar no Centro, ela se dirigiu à cafeteria, dizendo que seria lamentável para seu tempo livre se ela fosse direto ao trabalho. O café do refeitório, que embora tivesse menos opções que o do Centro Central, abria mais cedo, era o seu destino.

O interior do Centro estava tranquilo. Após trocar saudações matinais com alguns funcionários de plantão e sair do elevador, ele caminhou em direção à 5ª sala de Guiding. O local combinado ficava exatamente no final do corredor. Como ainda tinha tempo, ele ligou para o Esper mental.

— Onde você está?

[Estou quase chegando.]

— Então vou ficar esperando na sala.

[Obrigado, Rowan.]

— Não foi nada. Como você está se sentindo?

[Continua igual. Posso te abraçar hoje?]

— Sim. Pode me abraçar o quanto quiser.

[Que generoso. Quer comer alguma coisa?]

— Ah, não precisa. Esse é o meu trabalho.

Se não fosse pela última frase, qualquer um que ouvisse a conversa poderia confundi-los com um casal. Rowan costumava permitir contato físico, independentemente do gênero, desde que houvesse um pedido educado. Era raro chegar ao sexo, mas ele mesmo chegava a sugerir se fosse uma situação de emergência ou se o parceiro estivesse sofrendo muito com o cio.

Hoje, como era um Esper querido que pedia, ele pretendia abraçá-lo com firmeza até que ele estivesse satisfeito. Mas parava por ali. Para Rowan, Guiding era trabalho. Sexo também era uma extensão do trabalho. Como Joy dizia, Rowan era mais sério e dedicado ao Guiding do que qualquer outro. E, por ser um Guide experiente, sabia controlar suas emoções. Ele era surpreendentemente racional, com uma mentalidade totalmente diferente daqueles talentosos que se envolviam fisicamente e emocionalmente, acabando por realizar o Imprinting.

Ele estava decidindo se pedia a Joy para comprar um café quando, de repente, uma vibração sinistra, como se um terremoto estivesse ocorrendo, começou a se espalhar sob seus pés. Rowan olhou ao redor do prédio que tremia levemente e inclinou a cabeça. Antes do medo, sentiu uma sensação de déjà vu.

Essa vibração era…

Foi então que o olhar de Rowan se dirigiu para a janela.

— Ah…?

Uma cena irreal, que ele acreditava ser absolutamente impossível de acontecer ali, desenrolou-se diante de seus olhos. Rowan cobriu a boca com as mãos. Uma massa de lama preta subia de forma rastejante, cobrindo a janela. Aquilo era um Oni. E um de nível altíssimo. Como o corpo era extremamente grande mas difícil de mudar de forma, seu poder de ataque era baixo, e a maior parte da massa servia para cercar o exterior. Então, ele separava indivíduos rápidos e os enviava para dentro.

Oni.

Apenas essa palavra preenchia sua mente. Conforme aquelas massas subiam, o ambiente ficava cada vez mais escuro. Levantando lentamente o olhar sob a sombra criada pela lama, Rowan só então começou a sentir seus membros tremerem violentamente.

O pavor instintivo envolveu todo o seu corpo. Este lugar logo se tornaria um Oni-Cube. A eletricidade e as comunicações, tudo seria cortado. Quando chegasse a escuridão absoluta, sem um único ponto de luz, Onis de baixo nível entrariam no prédio para caçar e evoluiriam para Gon, acelerando a matança. Eles engoliriam tudo o que respirasse.

— Ah, meu Deus.

Um Oni-Cube em um centro de talentos? O Pulso não foi detectado? Havia inúmeras dúvidas, mas não era hora para isso. Fugir para o primeiro andar já era impossível; eles teriam ocupado a entrada. Ele precisava encontrar um lugar para se esconder antes que ficasse mais escuro. Rowan entrou na sala de Guiding mais próxima. Ele trancou a porta rapidamente e colocou o celular no silencioso. Então, fez uma ligação para algum lugar. Após cinco toques, a chamada caiu, mas logo em seguida uma mensagem foi enviada.

[Rowan Li. Nível de resgate 1. Coordenadas, Distrito Haon 5-1-1. Ala Leste do Centro de Talentos da Filial Haon.]

Agora, não restava outra opção senão ficar em silêncio absoluto até que os Espers o encontrassem. Ao entrar no banheiro que ficava na parte interna da sala de Guiding, ele trancou a porta e encolheu-se no canto do box do chuveiro. Seu coração batia tão forte que parecia que ia atravessar o peito.

Rowan tentou acalmar o corpo trêmulo. O ponto positivo era que aquele lugar estava infestado de Espers e, portanto, cheio de heróis que poderiam salvá-lo. Ficaria tudo bem. Só precisava aguentar um pouco. Seus dedos se moviam freneticamente sobre a tela. Havia uma última coisa a fazer.

[Não se preocupe. Vamos nos ver vivos.]

Assim que enviou a mensagem para Joy, o ícone de falta de sinal apareceu na barra de menu superior. Isso significava que ele estava desconectado do mundo e era o sinal de que a caçada havia começado.

↫────☫────↬

Continua…

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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby,Belladonna&Nala

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Sinopse:
Jaeil é um Esper Backsplash de nível A que vive em um estado sempre perigoso, pois não consegue encontrar um Guia compatível com ele. Devido a um incidente do passado, ele não confia facilmente nas pessoas e evita contato físico até mesmo com Guias. Mesmo nessas condições adversas, Jaeil tem pouco apego ao mundo e se leva ao limite. Até que um dia, ele recebe uma notícia: um novo Guia Backsplash de nível A virá ao centro. No entanto, esse Guia, Seunghyun, é do Distrito 13. O único problema? Ele não recebeu nenhuma educação e nem sequer sabe como ser um guia!?

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