Ler 7 Minutes of Heaven (Novel) – Capítulo 45 Online

❀ 7 Minutes Of Heaven 2
Uma mão grande deslizou entre a cintura de Jeong-in e o colchão. As pontas dos dedos de Chase infiltraram-se um pouco mais abaixo, por dentro do elástico da cueca de Jeong-in.
Sua mão calejada massageou gentilmente a carne macia. Apertando as nádegas pequenas e redondas de Jeong-in como quem amassa uma massa de pão, Chase baixou a mão lentamente. A última peça de pano que cobria seu corpo foi enrolada para baixo e removida.
O membro de um tom rosa profundo e nítido surgiu à vista. Chase fechou os olhos com força e os abriu. A nuca dele enrigeceu e os pelos do corpo se arrepiaram.
Ele tentou não olhar de forma tão óbvia, mas seu olhar não conseguia se desviar dali.
Podia sentir sua respiração tornando-se mais pesada. Ele nunca soube que poderia ficar tão excitado apenas ao ver o pau de outro homem. Chase exibia uma expressão como se ele mesmo não pudesse acreditar. Era também uma expressão um pouco vazia, como se o mundo que ele conhecera até agora fosse todo falso.
Sem saber como interpretar aquele olhar, Jeong-in apressou-se em dar desculpas.
— É p-perfeitamente na m-média! Asiáticos são naturalmente…
— Você me disse para não ser racista.
— Ugh…
Derrotado na lógica, Jeong-in mordeu o lábio.
Jeong-in estava quase no limite do clímax apenas por ter tido o peito sugado um pouco. A ponta avermelhada brilhava com um fluido transparente. Embora suspeitasse desde o início, o corpo de Jeong-in era muito mais sensível do que o esperado e surpreendentemente delicado. Era um corpo responsivo que parecia reagir até a um sopro tocando a pele. Jeong-in, que normalmente era blindado pela razão sem a menor hesitação, não conseguia esconder seu tremor diante de um único dedo sobre a cama. Esse contraste incrível deixava Chase ainda mais louco.
Chase passou a mão cuidadosamente sobre a cabeça do pau de Jeong-in, que tinha uma cor semelhante à da sua língua, levemente visível quando os lábios se partiam. O fluido viscoso esticou-se como fios de seda entre as pontas de seus dedos.
— Isso também é lindo.
Uma voz de admiração fluiu de Chase.
O calor subiu intensamente para o rosto de Jeong-in, que sempre ruborizava com facilidade, tornando difícil esconder suas emoções. O vermelho espalhou-se das bochechas para o pescoço e orelhas.
As pontas dos dedos de Chase acariciaram os pelos pubianos finos e organizados perto do pau.
— É macio.
Ele suspirou, movendo a mão como se estivesse em transe. O escroto, firmemente contraído sob a haste, também era de um rosa profundo.
— Fofo…
Chase fechou a boca rapidamente. Ele quase usara, inconscientemente, um adjetivo tipicamente usado para crianças pequenas ou filhotes. Parecia que nenhum homem no mundo iria querer ouvir que seu saco era fofo. No entanto, o escroto pequeno e redondo era verdadeiramente fofo o suficiente para dar vontade de colocá-lo na boca e rolá-lo com a língua.
— Posso olhar um pouco mais?
Você já não viu tudo o que havia para ver? Jeong-in apenas piscou com uma expressão atordoada. Antes de ouvir a resposta de Jeong-in, Chase colocou as mãos sob ambos os joelhos de Jeong-in e dobrou suas pernas para cima. Jeong-in percebeu um momento tarde demais para onde Chase queria olhar.
O escroto ficou preso entre as duas coxas que estavam dobradas firmemente. Chase deu um sorriso irônico enquanto olhava para as coxas brancas e o saco rosa em formato de coração entalado entre elas.
Abaixo do períneo macio, como um pêssego verde, um buraco firmemente fechado era visível. Não, em vez de um buraco, parecia tão estreito que seria mais preciso chamá-lo de um ponto.
Um momento de silêncio se seguiu.
Sentindo algo estranho, Jeong-in baixou os olhos para olhar para Chase. O olhar inexpressivo de Chase estava fixo entre suas nádegas.
— …Só um momento.
A voz de Chase saiu baixa. O corpo de Jeong-in enrijeceu diante da expressão de Chase, que de alguma forma parecia um pouco rígida.
Chase respirou fundo e, em seguida, colocou as pernas de Jeong-in cuidadosamente de volta à posição original. Assim que suas mãos deixaram o corpo de Jeong-in, este cobriu suas partes íntimas com ambas as mãos.
Chase levantou-se subitamente da cama. E então saiu do quarto.
Jeong-in encarou a figura que se afastava com um rosto perplexo.
O que estava acontecendo?
Os olhos de Jeong-in piscaram repetidamente enquanto ele encarava o vazio.
De repente, Jeong-in foi deixado sozinho na cama. Conforme o homem grande que o cobria desaparecia e o ar frio tocava sua pele, ele se tornou agudamente consciente de sua nudez. Jeong-in encolheu-se momentaneamente.
Ele perdeu o interesse. Ele definitivamente perdeu o interesse.
Essa era a hipótese mais plausível que Jeong-in conseguia conceber.
Ao ver aquele lugar de perto, a realidade de que estava fazendo tal coisa com alguém do mesmo sexo deve ter batido. Como água fria sendo despejada sobre sua cabeça, ele deve ter caído em si de repente.
A expressão rígida e a maneira como ele saiu apressadamente do quarto… quanto mais pensava nisso, mais seu palpite parecia se encaixar. Sentia o calor drenando de seu corpo, que antes ardia em brasa.
Jeong-in sentou-se. O pensamento de fugir preencheu sua mente. Ele esticou a mão em direção ao chão e pegou a camiseta caída. Justo quando estava se contorcendo para enfiar os braços pelas mangas, ouviu a voz de Chase.
— O que você está fazendo?
Jeong-in estremeceu e olhou para cima. Chase estava parado na entrada do quarto.
De repente, uma onda de emoção surgiu dentro dele.
— E você…?
Chase ergueu a mão. A mochila de Jeong-in estava pendurada na ponta de seus dedos.
— Eu trouxe sua mochila.
Uma percepção tardia cruzou os olhos piscantes e atordoados de Jeong-in.
— Depois de todos os suprimentos que você comprou, deveríamos usá-los.
Chase remexeu na mochila aberta e pegou o recipiente de plástico que já havia retirado antes.
— Supõe-se que seja a escolha definitiva para uma noite de êxtase, certo? Mas por que você estava se vestindo de repente?
— Eu… achei que você não quisesse mais fazer isso…
A voz de Jeong-in sumiu fracamente. Seus ombros se encolheram ainda mais, sentindo como se tivesse exposto desnecessariamente sua baixa autoestima.
Chase olhou para Jeong-in em silêncio e soltou um suspiro profundo. O olhar de Jeong-in ainda estava direcionado para o chão, seu corpo semicoberto pela camiseta.
— Hah… Jeong-in.
Chase foi até a cama, pousou a mochila e removeu a camiseta de Jeong-in novamente. Ele pegou a mão de Jeong-in e a colocou entre suas próprias pernas. Seu pau ereto havia perdido o rumo e se estendia em direção a uma das coxas.
Os olhos de Jeong-in se arregalaram ao sentir algo tão duro sob sua mão.
— Alguém que não quisesse fazer isso estaria assim?
— Não pode ser… Isso é tudo… Isso é tudo dele…?
O rosto de Jeong-in ficou pálido. Sua expressão parecia questionar: “Isso não pode ser possível”.
— Isso… Como…
— Ugh…
Quando Jeong-in traçou o contorno com a mão, Chase soltou um gemido baixo e franziu a testa.
Ele estava tão excitado que sua espinha doía apenas por ser tocado através do tecido. Seu pescoço e a nuca latejavam como se ele estivesse com torcicolo. Era uma dor que só seria aliviada depois de se empurrar para dentro de Jeong-in.
Chase empurrou gentilmente a mão de Jeong-in que repousava em sua virilha e ficou de joelhos. Então, baixou a mão e desfivou o cinto. Jeong-in agora o observava se despir quase por curiosidade.
O cinto e os botões foram desfeitos, e o zíper desceu. Quando ele afrouxou a frente e puxou a cueca e as calças de uma vez, algo alongado foi arrastado para baixo e depois saltou para cima do seu umbigo.
Por um momento, Jeong-in duvidou de seus olhos.
Abaixo do baixo ventre que parecia duro como ferro, entre duas coxas cheias de músculos, havia algo como um antebraço humano pendurado.
Os pelos pubianos, que ele assumira ter a mesma cor do cabelo, haviam sumido completamente. A base do pau, que parecia mais grossa que seu pulso, tinha uma cor de trigo e tornava-se avermelhada em direção ao topo. A cabeça, do tamanho do punho de uma criança, era rosa claro.
Jeong-in esfregou os olhos enquanto aquilo balançava no ar.
— Santo Deus…
Como alguém conseguia esconder algo assim nas calças? Considerando o porte físico de Chase, ele esperava que fosse um tanto grande. Afinal, a coquilha que vira no vestiário quando o seguiu tinha “XL” escrito. Mas a visão real excedia em muito as expectativas de Jeong-in.
Era fisicamente inexplicável como um pau do tamanho de uma daquelas garrafas térmicas grandes que as crianças carregam por aí conseguia ficar ereto, desafiando a gravidade.
— De jeito nenhum…
Jeong-in estava literalmente em choque. Choque e pavor surgiram em seu rosto sucessivamente. Quando Justin falara sobre o “contrabando de baguetes”, ele apenas rira, mas não deveria ter feito isso. Aquela teria sido a oportunidade perfeita para escapar.
Aquele pedaço de carne balançando na frente do assustado Jeong-in não parecia destinado à eliminação de resíduos ou ao sexo, mas sim um objeto de ataque. Parecia que poderia machucar alguém se fosse balançado como um porrete.
— Is-isso… isso…
O sangue sumiu do rosto de Jeong-in. Pouco antes de algo negativo sair de sua boca, Chase aproximou-se com uma expressão habilmente desesperada.
— Estou nesse estado há um tempo e está doendo de verdade. Por favor, faça alguma coisa.
Chase olhou para Jeong-in com olhos cor de mar, cheios de angústia. Os cílios de Jeong-in tremeram.
— N-não tente me enganar. Ereções prolongadas não doem. Se doessem, teriam desenvolvido remédios para dor de ereção.
— …
Ter um parceiro inteligente podia ser inconveniente às vezes. Na verdade, seu baixo ventre apenas parecia um pouco tenso e rígido pela concentração de sangue, mas Chase fez uma carinha triste novamente.
Ele sabia que Jeong-in não conseguia simplesmente ignorar alguém com dor. Antes, ele não havia acalmado Chase pressionando firmemente suas mãos quando ele se queixou de dor e se recusou a ir para uma partida?
— Toque em mim como fez antes. Acaricie e pressione com firmeza.
— Uh…
Jeong-in lançou um olhar para o pau de Chase.
Antes de o dia de hoje chegar, ele havia estudado, escondido sob o cobertor com um laptop. Ele aprendera que o corpo humano tem habilidades de recuperação notavelmente boas e que os músculos humanos têm boa força contrátil.
Mas o pensamento de algo daquele tamanho entrando em seu corpo fez seu cérebro nublado clarear como se estivessem jogando água gelada sobre ele.
Isso não é brincadeira. Eu posso morrer de verdade.
Enquanto Jeong-in pensava nisso, Chase já o havia deitado novamente e se posicionado entre suas pernas abertas.
— E-eu acho que não consigo fazer isso.
— …Hein?
— Eu vou morrer. Eu vou morrer! Se algo assim entrar… me desculpe. Eu não consigo…
Após olhar silenciosamente para Jeong-in por um momento, Chase desabou sobre ele, como se estivesse caindo. Então, abraçou Jeong-in apertado com ambos os braços.
— Está tudo bem. Não precisamos fazer isso.
Uma voz baixa ressoou no ouvido de Jeong-in.
— Estou satisfeito apenas pelo fato de você ter aberto seu coração para mim hoje. Temos todo o tempo do mundo. Podemos fazer isso da próxima vez, então você não precisa se desculpar.
Sentindo algo tão duro e quente que nem poderia ser chamado de carne humana pressionando seu estômago, Jeong-in ofereceu uma desculpa.
— Eu assisti vídeos… e não era tão grande assim. A culpa é toda sua.
Chase enterrou o rosto no pescoço de Jeong-in e riu, fazendo seu corpo vibrar.
— Isso é tão a sua cara. Você estudou antecipadamente? Foi por isso que preparou todos aqueles suprimentos?
Jeong-in assentiu. Então, lembrando-se do que vira antes, perguntou cautelosamente:
— Mas… posso te perguntar uma coisa?
— Sim? O que foi?
— Você… normalmente não tem pelos no corpo?
— Eu depilo. Muitos atletas fazem isso.
— Ah…
— Por que você está perguntando com tanto cuidado?
Chase riu novamente. Cada vez que fazia isso, seu pau cutucava Jeong-in. Era como ter o cano de uma arma pressionado contra si.
— …Você está bem? Você disse que dói, lá embaixo.
Mesmo que Jeong-in soubesse que ereções prolongadas não causam dor pelo senso comum, Chase poderia ser diferente. O tamanho do pau dele já estava além do senso comum, não estava?
— Estou bem.
— …
— Sério, eu estou bem. Quando você estiver pronto, é aí que faremos.
Aquelas palavras de Chase tranquilizaram Jeong-in. Seu corpo tenso relaxou.
Chase não o machucaria. Ele nunca havia apressado essa questão até agora. Nunca o forçara ou pressionara. Ninguém acreditaria que o famoso Chase Prescott apenas beijara e segurara as mãos de seu parceiro por mais de um ano.
Mesmo quando deslizava a mão por baixo da camisa de Jeong-in de brincadeira, se Jeong-in se sentisse desconfortável, Chase parava ali. Ele nem sequer demonstrava qualquer desagrado, apenas para que Jeong-in não se sentisse mal.
Não havia razão para não confiar em Chase.
As mãos encolhidas de Jeong-in estenderam-se cuidadosamente e envolveram a nuca de Chase.
— Eu quero fazer isso.
Os olhos escuros de Jeong-in, cheios de determinação, olharam para Chase. No início, ele não entendia por que as pessoas se beijavam, mas depois de fazer isso, não tinha se tornado mais absorvido pelo ato? O sexo e outras coisas seriam o mesmo.
— O que quer que seja, fazer com você não pode ser ruim.
As pupilas de Chase tremeram sutilmente como água ondulante. Ele soltou uma risada um tanto oca.
— Você realmente… sabe como enlouquecer alguém.
Chase devorou os lábios de Jeong-in. Após um beijo muito mais intenso do que antes, ele desceu rapidamente. Seus lábios sem amarras passaram pelo umbigo liso e seguiram ainda mais para baixo.
— Ahhh!
Assustado, Jeong-in agarrou o cabelo de Chase com força. Fios dourados sobressaíam entre os dedos de Jeong-in.
— Chase! O que você es-tá tentando fazer?
— Vou usar minha boca.
Jeong-in ficou horrorizado. Isso não era algo feito apenas em pornografia?
Quando Jeong-in não o soltou, Chase baixou os cantos das sobrancelhas e implorou de forma piedosa.
— Solte, Jeong-in. Eu quero chupar você.
Os cantos dos olhos de Chase estavam avermelhados. Suas pupilas nubladas e a expressão sonhadora, como se tivesse perdido os sentidos, eram incrivelmente sensuais. Após hesitar, Jeong-in finalmente o soltou.
Como se estivesse esperando, Chase curvou-se e baixou o rosto entre as pernas de Jeong-in. Um hálito quente foi sentido e, logo, algo úmido tocou a cabeça do pau. Ele estendeu a língua sem hesitar e lambeu o pau de Jeong-in.
— Ah!
A sensação de uma língua úmida e macia era desconhecida. A língua quente esfregava-se gentilmente contra a glande. Quando Jeong-in inspirou bruscamente, seu abdômen ficou côncavo.
Chase manteve as coxas de Jeong-in afastadas com as duas mãos para se posicionar melhor para sugar. Tendo o mesmo órgão, ele sabia muito bem onde esfregar com a parte plana da língua e onde sondar com a ponta.
Jeong-in desmoronou rapidamente. Seu pau totalmente ereto latejava miseravelmente na boca de Chase.
Slurp, slurrp. Sons obscenos ressoavam em seus tímpanos. Seu quadril levantou-se involuntariamente e suas panturrilhas ficaram rígidas. Era difícil acreditar que esta era a primeira vez que Chase fazia isso.
— Mmph… hnng…
Jeong-in fazia sons de ganido como um filhote, com as costas de uma mão pressionadas contra os lábios.
— Você pode fazer barulho livremente. Não há ninguém por perto.
— Hnng, Chase… hah, ahh… Chase!
Jeong-in chamou o nome de Chase como se estivesse implorando. Chase, sem se deixar abater, abarcou completamente o pau de Jeong-in na boca e começou a mover a cabeça lentamente para cima e para baixo, aplicando pressão.
— Ahhhh!
Jeong-in agarrou o cabelo de Chase novamente e soltou um gemido que soou como um grito. Parecia que sua alma estava sendo sugada para algum lugar, como água descendo pelo ralo.
Chase, que vinha contendo levemente o Jeong-in que se contorcia e extraindo prazer, liberou o pau de sua boca e o agarrou com a mão. Então, movendo levemente a mão para criar fricção, baixou o rosto um pouco mais. Após lamber o escroto várias vezes como se o levantasse com a língua, a ponta da língua tocou o períneo.
— Chase! P-para onde você está indo!
— Vou lamber o seu buraco.
Os olhos de Jeong-in se arregalaram. Aquele era um ato que nem sequer aparecera nos vídeos que ele assistira para estudar. Só o pensamento de ele lamber tal lugar fazia a área entre suas pernas arder.
— N-não! Hnngg… não faça isso! Ahh, eu vou gozar…!
Suas mãos agarrando os lençóis da cama apertaram-se automaticamente, e seu corpo inteiro ficou tenso até os dedos dos pés se curvarem. Chase subitamente levantou a cabeça e encarou o rosto de Jeong-in enquanto ele gozava, observando-o.
O rosto contorcido como se estivesse com dor, os lábios exalando hálitos quentes, os olhos transbordando lágrimas e o corpo avermelhado do pescoço aos ombros. Ele mal conseguia desviar o olhar.
Chase sacudiu a mão que segurava o pau de Jeong-in, incentivando-o. Logo, o corpo inteiro de Jeong-in tremeu, e o esperma branco explodiu da glande vermelha e fofa.
A mão de Chase ficou uma bagunça, como se estivesse coberta de leite condensado. Ele olhou para ela diante de seus olhos como se estivesse em transe. Então, ele a baixou e espalhou o que estava em sua mão em seu próprio pau. Ele não conseguia explicar por que fez tal coisa.
Chase esfregou o próprio pau lentamente sobre o de Jeong-in, que ainda estava úmido. Quando pressionados um contra o outro, a ponta do de Chase alcançava o umbigo de Jeong-in.
O estômago de Jeong-in era plano e sua cintura tão fina que parecia ter a espessura da coxa de Chase. Tudo aquilo caberia naquele corpo pequeno? Claro, era possível tornar isso real. Bastaria forçar. Mas ele conseguiria fazer isso sem machucar Jeong-in? Essa era a questão crucial. No mínimo, exigiria uma preparação muito longa.
Chase pegou o lubrificante que prometia uma noite de êxtase, abriu a tampa e despejou generosamente entre as nádegas de Jeong-in.
— Ah, gelado…
Os ombros de Jeong-in estremeceram com a sensação do líquido frio escorrendo entre sua pele. Após molhar a área entre as pernas de Jeong-in de forma mais que generosa, Chase levou a mão à fenda e empurrou cuidadosamente o dedo médio.
Embora a entrada estivesse apertada, contraindo-se e empurrando para fora a princípio, uma vez que cerca de duas falanges entraram, o interior o envolveu suavemente, como se o sugasse.
— Hmm…
— Dói?
Jeong-in balançou a cabeça.
— É só… estranho…
Chase observou o rosto de Jeong-in com atenção enquanto empurrava um pouco mais fundo. Embora dissesse que não doía, os joelhos de Jeong-in se aproximaram, parecendo pouco familiarizado com a sensação de penetração em seu traseiro. O interior de Jeong-in era quente, úmido e macio. Parecia mergulhar a mão em algo como um creme rico e espesso ou pudim.
Chase, que vinha resistindo com promessas de consideração e paciência, balançou a cabeça como um cão molhado. Sua visão continuava ficando vermelha, como se estivesse banhada em sangue. Ele queria empurrar o pau imediatamente no lugar da mão e mover os quadris como bem entendesse.
— Vou colocar mais um.
— Hnng, eu não consigo olhar.
Como se não suportasse ver, Jeong-in cobriu o rosto com ambos os braços. Chase empurrou o dedo indicador junto com o médio. Então, girou gentilmente o pulso como se espalhasse o gel lá dentro.
Devido à sua intensa concentração, gotas de suor formaram-se na testa de Chase. A essa altura, os dedos entrando e saindo do traseiro de Jeong-in haviam aumentado para três.
— Ahh…
As paredes internas apertavam e relaxavam instantaneamente com o movimento de seus dedos. Quando todos os quatro dedos de Chase estavam lá dentro, quase metade do primeiro tubo de gel já havia sido usada. Cada vez que ele inseria e retirava a mão do buraco, ouvia-se um som úmido e pegajoso, e Jeong-in já parecia cansado, com os olhos semicerrados.
O buraco, que antes era rosa claro, tornara-se vermelho vivo ao aceitar a mão de Chase. Cada vez que a área grossa dos nós dos dedos prendia na entrada, as coxas de Jeong-in tremiam levemente.
Chase, que estava focado apenas em aumentar o número de dedos, virou a mão na direção oposta. Jeong-in não era o único aluno exemplar ali. Embora não pudesse estudar com antecedência como Jeong-in, Chase agora pretendia explorar adequadamente cada canto do corpo de seu amante.
Sua mão, sondando várias partes da parede interna, pressionou firmemente algo que estava inchado dentro do períneo.
— Ah!
Jeong-in, que vinha emitindo gemidos quase inaudíveis, soltou subitamente um grito de surpresa. Simultaneamente, suas costas arquearam-se para fora do colchão com um baque. Chase pressionou aquele ponto novamente com as pontas dos dedos, esfregando com firmeza como se confirmasse algo.
— Ahhh!
A cabeça de Jeong-in inclinou-se para trás. Seu pescoço e cintura esguios formaram uma curva vertiginosa, e suas coxas tremeram, convulsionando algumas vezes.
Chase exibia uma expressão como a de um astrônomo que descobriu um novo planeta. Sua visão ficou vermelha brilhante novamente e ele sentiu tontura. Foi então que sua paciência, levada ao limite, finalmente ruiu.
— Haa… não consigo mais me segurar.
A mão de Chase retirou-se sem hesitação. Ele agarrou o fundo da mochila de Jeong-in e a virou de cabeça para baixo. Vários tubos de gel, um pote de creme e várias caixas de preservativos caíram em uma pilha.
Remexendo nas caixas, Chase pegou uma preta com o rótulo “Magnum”.
— Eles têm o meu tamanho também.
— Não toque nos outros — murmurou Jeong-in, a voz falhando entre respirações ofegantes. — Eu guardei as notas fiscais para poder devolver.
Chase soltou uma gargalhada com as palavras de Jeong-in, achando-as adoráveis. Ele abriu a caixa, destacou um dos preservativos da tira e o entregou a Jeong-in.
— Você coloca para mim?
— …Hã? — Jeong-in piscou repetidamente, parecendo desconcertado. — Você mesmo faz. Pode ser?
Chase implorou como uma criança. Jeong-in olhou com olhos atordoados para o pau pulsante pressionado contra seu abdômen.
— Eu… eu só pratiquei em bananas antes…
A Califórnia era um estado onde a educação sexual abrangente era obrigatória, e as escolas permitiam a prática prática do uso de preservativos. A maioria das escolas, incluindo Wincrest, usava bananas. Os professores não apenas demonstravam, mas os alunos tinham que praticar sozinhos.
Aproximando-se, Chase se masturbou algumas vezes como se estivesse se exibindo. A cabeça avermelhada e inchada estava esticada ao ponto de parecer que ia explodir. Bananas nunca foram tão grandes ou tão intimidadoras.
— Eu nunca fiz isso em algo tão grande.
— Apenas pense nisso como uma pobre banana que sofreu mutação genética por radiação.
Chase subiu até a cintura de Jeong-in com seu pau impressionante pulsando — algo que dificilmente poderia ser chamado de “pobre”, mas sim de um símbolo de orgulho.
Gulp. Jeong-in engoliu em seco. Logo, uma mão branca e delicada se aproximou, tremendo levemente. Ver aquelas mãos refinadas, que antes seguravam livros com selos da biblioteca da escola, agora segurando um preservativo, enviou uma sensação eletrizante de transgressão pela espinha de Chase.
Jeong-in fez exatamente como fora ensinado. Ele segurou a borracha, pressionou a ponta saliente contra a cabeça para remover o ar e desenrolou a base. Chase estremeceu com um surto de excitação.
— Hmm… Você aprendeu bem. Como esperado de um orador da turma.
Ele se posicionou entre as pernas de Jeong-in novamente. Então, inclinou-se e olhou para Jeong-in de uma posição tão próxima que seus narizes quase se tocaram.
— Você está com medo?
Jeong-in balançou a cabeça. Ele estivera com medo até um momento atrás, mas não mais. Vendo a expressão resoluta de Jeong-in, como se tivesse tomado uma decisão firme, Chase, em vez disso, mostrou um rosto vulnerável.
— Eu estou com medo. E se isso for um sonho… E se eu acordar de repente e for apenas um sonho molhado?
Jeong-in sorriu levemente e estendeu a mão para baixo. Então, ele segurou o pau de Chase.
— Ugh…
Assim que a mão de Jeong-in o tocou, Chase desabou, apoiando a testa no ombro de Jeong-in.
Seria porque ele mostrou um lado vulnerável? Ou seria aquele espírito competitivo agindo de novo? Jeong-in queria ser aquele a iniciar o ato. Ainda segurando Chase, Jeong-in o guiou entre suas nádegas.
— Você vai ficar bem?
Jeong-in assentiu. Chase segurou a haste e esfregou a cabeça romba ao longo da fenda. Ele conseguia sentir o buraco vermelho vivo latejando.
Ele posicionou a cabeça na entrada. Sulcos profundos formaram-se nas costas de Chase enquanto ele se preparava para a penetração. Suas nádegas e coxas também se tensionaram.
— Huu…
Respirando fundo, Chase empurrou lentamente os quadris para frente. A cabeça pressionando a pele clara rompeu a entrada.
— Ah…
Jeong-in congelou, inspirando bruscamente. Ele nem conseguiu gritar direito. Enrijeceu o corpo inteiro e cravou as unhas nos ombros de Chase. Parecia ter um taco de beisebol sendo forçado para dentro de seu corpo, em sua parte mais grossa.
Chase olhou para baixo para Jeong-in com uma expressão de dor, sentindo o aperto estreito. Jeong-in mal conseguia respirar, com a boca aberta.
— Respira. Tá bom?
Chase colocou a palma da mão no peito de Jeong-in, dando-lhe tempo.
— Você está bem? Quer que eu tire?
Jeong-in balançou a cabeça apressadamente. Se ele recuasse agora, sentia que nunca mais teria coragem de tentar novamente.
— Só… continua…
Chase acariciou de forma calmante a cintura e a pelve de Jeong-in. Então, empurrou os quadris um pouco mais.
— Ah!
Incapaz de conter por mais tempo, Jeong-in finalmente soltou um grito.
Chase abraçou apertado o corpo trêmulo de Jeong-in e mordeu a ponta de sua orelha, como se para distraí-lo da dor. E continuou sussurrando em seu ouvido:
— Desculpe… só mais um pouquinho…
Mas, embaixo, a cabeça espessa forçava caminho obstinadamente, alargando o buraco. Parecia que seus ossos pélvicos estavam se separando e seus órgãos sendo empurrados até o plexo solar.
— Hngh…
Jeong-in não conseguiu evitar e começou a chorar.
— Desculpe… haa… sinto muito mesmo.
Cada vez que Jeong-in soluçava, as pequenas dobras das paredes internas que se agarravam ao pau de Chase tremiam espasmodicamente. Infelizmente, isso só despertava uma sensação erótica ainda maior em Chase.
— Dói muito? Quer que a gente pare?
Chase interrompeu o movimento e cobriu o rosto de Jeong-in com beijos. Suas mãos acariciavam continuamente seus braços, cintura e coxas.
Jeong-in balançou a cabeça devagar. As lágrimas que se acumularam em seus olhos escorreram pelas têmporas. Era um rosto incrivelmente piedoso que evocava instintos de proteção.
— Só… coloque tudo de uma vez.
Parecia melhor suportar toda a dor de uma só vez. Ele pensou que, uma vez que a passagem fosse aberta, as coisas poderiam ficar mais fáceis depois.
— Huu…
Chase afastou o cabelo, que estava encharcado de suor. Ele também vinha contendo o desejo de se mover vigorosamente, o que deixava suas costas rígidas.
— Não fale disso como se estivesse arrancando um curativo. Isso é sagrado para mim.
Chase tentava ganhar tempo com palavras brincalhonas novamente. Jeong-in colocou uma mão em sua bochecha e implorou seriamente.
— Rápido… tá bom? Chase…
Quando Jeong-in o chamava assim, toda a força abandonava o corpo de Chase. Ele não conseguia recusar nada. Como dissera antes, seria capaz até de cometer um assassinato por ele.
— Huu…
Ele não conseguia mais se segurar. Chase, que havia inserido apenas a cabeça e parte da haste, empurrou lentamente os quadris para frente. A haste dura e cheia de veias dilatou as paredes internas à medida que entrava.
— Ahhh…
Sentindo uma dor como se seu corpo estivesse sendo partido ao meio, Jeong-in respirava em golfadas curtas e rasas. Seu peito erguido subia e descia de forma sofrida.
— Porra…
Jeong-in olhou para cima ao ouvir a voz rouca vinda de cima. Chase estava franzindo a testa como se estivesse com raiva.
— Desculpe. Haa, é que a sensação é boa demais. Eu te assustei?
Chase sentia um frisson quase enlouquecedor. Ele nunca imaginou que pudesse ficar tão excitado apenas com a inserção. A realidade raramente superava as expectativas.
Ele vira o corpo nu de Jeong-in em suas fantasias inúmeras vezes, abrindo suas pernas, implorando para ser penetrado, gemendo com o pau de Chase entre suas nádegas. Mas a realidade diante dele superava essas fantasias.
Seu corpo inteiro estava sobrecarregado de prazer. Parecia que seu cérebro estava derretendo. Ele nunca soube que isso poderia acontecer apenas com a entrada. E nem estava completo; cerca de um terço da haste permanecia do lado de fora. Empurrar mais parecia impossível.
— Você está bem?
Diante da expressão preocupada de Chase, Jeong-in forçou um sorriso, fingindo estar bem, sem perceber o quanto aquilo o fazia parecer ainda mais vulnerável.
— Se eu tossir… sinto que seu pau pode sair pela minha boca…
O corpo de Chase sacudiu com uma risada silenciosa, e Jeong-in sentiu-se tonto. Parecia que o pau massivo estava sendo mexido dentro dele.
— Ahhh!
— Me desculpe…
Chase pressionou os lábios contra a bochecha de Jeong-in. Jeong-in colocou as mãos nas costas de Chase. Sob suas palmas, ele podia sentir o movimento dos músculos se contorcendo.
Jeong-in conseguia perceber os esforços de Chase para suprimir seu desejo instintivo de estocar descontroladamente e sacudir o corpo, tentando, em vez disso, ser gentil e atencioso.
— Chase…
— Ngh… isso está me deixando louco. Você é tão apertado.
Chase apoiou-se nos cotovelos ao lado do rosto de Jeong-in e puxou os quadris para trás. O limite entre a cabeça e a haste de seu pau estava claramente definido. A borda afiada da cabeça raspou fortemente contra as paredes internas e a próstata enquanto ele se retirava.
— Ah!
Jeong-in tremeu como se tivesse levado um pequeno choque elétrico. Desta vez, não era apenas dor. Sua própria ereção rígida era a prova disso.
O pau de Chase, retirado até que apenas a cabeça permanecesse dentro, clamava para voltar para o interior quente de Jeong-in. Seguindo seus instintos, Chase começou a se mover lentamente.
— Huu… isso é incrível.
Suas coxas grossas saltaram ainda mais, definindo o contorno de seus músculos.
Com cada movimento de vaivém, o interior de Jeong-in o envolvia com uma pressão firme e elástica. Embora tonto de êxtase, Chase mal conseguia manter a razão, tentando não empurrar fundo demais.
— Ah… Eungh… Chase…
A cada estocada dos quadris de Chase, o pau rígido de Jeong-in balançava. Chase segurou o pau de Jeong-in com a mão e o acariciou enquanto acelerava gradualmente os movimentos de quadril.
— Haa… é tão bom. Tão quente e macio dentro de você.
As densas dobras internas agarravam persistentemente seu pau, recusando-se a soltar. Parecia que algo estava sendo moldado por ele ao entrar, e parecia que o interior mordia com força, tentando segui-lo para fora, quando ele se retirava.
Os olhos azuis de Chase fitavam Jeong-in com um calor que ele nunca demonstrara antes.
O corpo de Jeong-in estava completamente relaxado, balançando como plantas sob a água. Seu rosto era uma confusão de lágrimas, seus lábios exalando hálitos quentes.
Ah, então é assim que você fica durante o sexo.
A mente de Chase parecia uma massa disforme. O Jeong-in sempre limpo e digno estava agora desgrenhado com Chase dentro dele. O que ele apenas testemunhara em seus sonhos eróticos estava agora se desenrolando na realidade.
Por um momento, Chase perdeu a razão e empurrou o quadril profundamente. Seu pau, que vinha pressionando a próstata superficialmente, de repente entrou até o fundo.
— Hngh!
Chase afastou o cabelo encharcado de suor. Jeong-in inclinou a cabeça para trás, tensionando as veias do pescoço.
Por um instante, Chase não pôde acreditar nos seus olhos. Algo parecia estar saltado sob o abdômen fino de Jeong-in, criando um contorno visível por fora.
— Ha.
Quando ele puxou os quadris, o contorno moveu-se para baixo como algo vivo. Era obscenamente erótico, quase inacreditável.
— Is-isso parece… estranho…
— Estranho como?
— Hngh… parece que… estou caindo… é perigoso demais…
Palavras fragmentadas e incoerentes escapavam de Jeong-in. Ele estava tão intoxicado pelo prazer quanto Chase.
Chase agarrou a cintura de Jeong-in com uma mão, levantando-a levemente, e começou a mover o corpo a sério. Ele alternava entre estocadas rasas miradas na próstata e outras profundas inesperadas. Ele podia sentir com a ponta do pau que um caminho estava se formando gradualmente ali dentro.
Ele rangeu os dentes e moveu os quadris rapidamente.
— Ah, Ch-Chase, ah, uh, ungh…
Jeong-in soltava gemidos quebrados. Chase olhava com olhos ardentes para Jeong-in, que abria as pernas o máximo possível para aceitá-lo com dificuldade.
Um rosto banhado em lágrimas, um estômago que estufava a cada estocada profunda, um membro grotescamente grosso devastando o buraco sofrido. Qualquer resto de razão evaporou completamente.
Chase movia-se puramente por instinto. A cada golpe, o gel derretido fluía de ao redor do buraco com sons úmidos e suculentos.
— Chase… eu… eu não consigo…
Jeong-in sentia uma sensação como a de um balão inflando lentamente dentro de seu abdômen. Ele sentia que poderia explodir por dentro. Sua respiração tornou-se rápida e rasa, e seu buraco e o interior tremiam, contraindo-se irregularmente.
Percebendo que o clímax de Jeong-in estava próximo, Chase baixou o corpo. Suas mãos deslizaram sob as axilas de Jeong-in e se engancharam em seus ombros como amarras. Segurando-o firmemente no lugar para que ele não pudesse se mover, não importa o quanto se contorcesse, Chase começou a estocar a parte inferior do corpo com força. A penetração tornou-se assustadoramente rápida e profunda.
— Ah! Haa, ugh, ungh…
As unhas de Jeong-in cravaram-se nas costas de Chase. Dentro de seu corpo, faíscas voavam como pederneira batendo em pedra, e seu pau era impiedosamente esfregado contra os músculos abdominais duros como rocha acima dele.
— Ahhh!
Parecia andar em uma montanha-russa, com nada além de uma queda contínua.
Sua visão girou e depois ficou preta enquanto o corpo de Jeong-in se contraía. Covinhas formaram-se em suas nádegas pequenas e suas coxas tremeram incontrolavelmente. Entre seus corpos pressionados como um só, Jeong-in atingiu o clímax mais uma vez.
Chase empurrou a língua nos lábios abertos de Jeong-in enquanto corria em direção ao seu próprio pico. Os músculos pulsantes de todo o seu corpo incharam tensos. Suas nádegas e coxas retesaram-se, e um som fervilhante emergiu de sua garganta.
— Ugh… hngh…
Junto com isso, o pau enterrado no corpo de Jeong-in estremeceu, pulsando lentamente três, não, quatro vezes. Ele estava ejaculando.
Por um momento, o quarto foi preenchido apenas por respirações pesadas. Seus peitos pressionados batiam descontroladamente um contra o outro.
Chase ergueu a cabeça e olhou para baixo, para Jeong-in. Seu rosto ruborizado estava encharcado de lágrimas. Chase afastou alguns fios de cabelo grudados em sua têmpora e perguntou com voz preocupada:
— Você está bem?
— Hngh… haa…
O pau de Chase, ainda sob o efeito da ejaculação, latejou várias vezes lá dentro. Parecia um coração batendo dentro do buraco.
O corpo de Jeong-in tremia intermitentemente, como se estivesse eletrizado pelo calor residual do prazer. Chase acariciou calmamente suas coxas trêmulas.
— Isso foi difícil para você.
Chase beijou ternamente a testa, as têmporas, as bochechas e a ponta do nariz de Jeong-in, esperando até que o tremor diminuísse antes de se retirar cuidadosamente.
Seu pau deslizou para fora com um som úmido. Quando a cabeça grossa prendeu na entrada antes de saltar, Jeong-in tremeu mais uma vez.
Chase sentou-se na beira da cama e removeu o preservativo. A quantidade de porra era tão grande que a camisinha pendia pesadamente, cheia de um fluido branco. Ele deu um nó habilidoso no plástico e o jogou na lixeira ao lado da cama. O objeto caiu com um baque úmido e pesado.
Jeong-in piscou lentamente seus olhos cansados. Sentia-se como um paciente em estado vegetativo que só conseguia abrir os olhos.
Girando os olhos para olhar para Chase, ele notou algo estranho. Apesar de ter acabado de ejacular, o pau de Chase ainda estava ereto, parecendo não estar diferente de quando o vira pela primeira vez.
Ele viu a mão de Chase pegando o maço de preservativos espalhados descuidadamente sob a cama. Ele destacou um novo do topo.
— …Chase?
Uma voz ansiosa e alarmada chamou por ele.
Chase aproximou-se com um rosto sorridente. Jeong-in encarou com choque os olhos azul-mediterrâneo que se aproximavam.
Ao despertar do sono, seus sentidos retornaram gradualmente.
Cantos de pássaros podiam ser ouvidos. A princípio, ele pensou que fosse barulho do seu sonho.
Jeong-in levantou lentamente as pálpebras. Através da janela, conseguia ver cortinas finas e transparentes ondulando suavemente com a brisa.
Lá fora, palmeiras balançavam. Cada vez que o vento soprava, suas folhas roçavam umas nas outras.
Abaixo das palmeiras, havia plantas de folhas grossas como babosa. Gotas de orvalho pendiam das pontas pontiagudas das folhas, brilhando sob a luz do sol matinal.
Jeong-in estava sozinho na cama. Sem precisar olhar ao redor, sentia que ninguém mais estava presente.
Ele sentiu o peito com a mão. Felizmente, estava vestindo algo. Olhando para baixo, viu o número “7” escrito em vermelho. Chase o vestira com sua camisa de jogo.
Seu corpo, que fora uma bagunça da saliva de ambos, não parecia mais pegajoso. Virando a cabeça para cheirar o ombro e o antebraço, detectou um aroma fresco. Chase devia tê-lo lavado enquanto ele estava inconsciente.
Tinha sido, de fato, uma noite intensa.
Como Chase não jogava há meses desde o último jogo dos playoffs, devia estar com excesso de energia. E ele usara todo esse excesso de energia para o sexo.
Era assombroso para Jeong-in. O homem que o erguera e manipulara ontem havia, por vezes, sustentado todo o seu peso com apenas uma mão.
— Ugh…
Enquanto Jeong-in tentava se sentar tensionando os músculos abdominais, ele desabou de volta na cama. Conseguia identificar exatamente onde cada músculo de seu corpo estava localizado através da dor. Abaixo da cintura, parecia não ter sensação alguma.
Se tivesse sido apenas doloroso, ele teria dito a Chase para parar. Embora ele parecesse fora de si ontem, se Jeong-in o tivesse empurrado e dito não, Chase teria parado imediatamente.
O problema era que não fora apenas doloroso. Por isso ele não conseguira recusar quando Chase pedira “só mais uma vez” e, enquanto ele hesitava com uma resposta ambígua, Chase o cobrira novamente.
E assim “só mais uma vez” e “uma última vez” continuaram se repetindo, até que eles se afogaram em prazer a noite toda, finalmente caindo no sono como se perdessem a consciência apenas após verem o amanhecer surgir.
Jeong-in encarou o ventilador de teto girando acima e pensou novamente: ele tinha acabado com uma pessoa incrível como seu amante. Aquele tamanho era sequer possível?
Nesse momento, ele ouviu alguém se aproximando. Preocupado que pudesse ser outra pessoa além de Chase, Jeong-in esforçou-se para puxar o cobertor sobre a cabeça.
— Sou eu, Jeong-in.
Ao ouvir a voz baixa tingida de diversão, Jeong-in espiou com os olhos por baixo do cobertor.
Chase segurava uma bandeja com as duas mãos. Na bandeja de madeira com pernas largas o suficiente para ser colocada na cama, havia suco, algumas frutas e panquecas.
— Você está bem?
Essa frase agora soava estranha para ele. Ele deve tê-la ouvido dezenas de vezes na noite passada, enquanto uma perna estava pendurada no ombro de Chase, enquanto era virado para deitar de bruços, enquanto seus quadris eram segurados firmemente por ambas as mãos.
— Estou bem… hnn…
Sua voz falhou ao tentar responder, sua garganta estava terrivelmente rouca. Isso também era um reflexo da noite anterior.
Jeong-in esforçou-se para se levantar, apoiando-se nos cotovelos contra o colchão. Chase, que havia colocado a bandeja na mesa de cabeceira, aproximou-se rapidamente e o ajudou a sentar. Então, colocou um travesseiro atrás de suas costas. Era um cuidado bastante atencioso.
— Achei que você pudesse estar com vontade de comer panquecas. Para registro, eu já comi cinco.
Jeong-in lançou um leve olhar de soslaio para Chase. Por algum motivo, as pessoas aqui aparentemente comiam panquecas como loucas depois do sexo. Como se estivessem tentando repor o esperma ejaculado.
— Eu quero comer lá fora.
Ele não gostava de comer na cama; fazia com que se sentisse um paciente. Não querendo ser tratado como um inválido só por causa do sexo, Jeong-in afastou o cobertor e baixou as pernas para o chão. Ao tentar se levantar colocando peso nos pés, seus joelhos vacilaram.
— Você está parecendo o Bambi.
Como Chase disse, Jeong-in assemelhava-se a um cervo recém-nascido. Músculos que ele raramente usava, como os da parte interna da virilha, estavam insuportavelmente doloridos. Antes que pudesse dar alguns passos, Chase rapidamente o abraçou enquanto ele cambaleava.
A camisa de Chase chegava ao meio das coxas de Jeong-in. Um leve sorriso apareceu no rosto de Chase enquanto ele observava as pernas esguias que se estendiam abaixo.
Sentando Jeong-in em seu colo, Chase pegou uma uva e a levou aos lábios dele. A uva brilhante deslizou para dentro de seus lábios vermelhos.
As pontas dos dedos de Chase, que tocavam as bochechas de Jeong-in enquanto ele mastigava, roçaram seus olhos avermelhados.
— Estão inchados. Eu fiz você chorar demais?
Jeong-in lançou outro olhar de lado para Chase. Era intrigante como alguém tão gentil pudesse fazê-lo chorar daquele jeito.
Chase envolveu a cintura de Jeong-in com um braço, puxando-o para mais perto. Então, beijou suavemente a nuca de Jeong-in.
— Quando abri os olhos esta manhã e vi você ao meu lado… senti que poderia morrer de felicidade.
A voz de Chase era baixa e profunda. Por algum motivo, suas palavras fizeram o coração de Jeong-in palpitar.
Jeong-in virou-se para olhar para Chase. Os olhos azuis pareciam ter ondas suaves ondulando através deles. A luz do sol da manhã pairava nas pontas de seus cílios, brilhando suavemente.
— Eu te amo, Jeong-in.
Jeong-in mordeu levemente o lábio e, depois, assentiu cuidadosamente.
— Eu… também te amo.
Uma voz pequena, mas clara, surgiu.
Após essa troca de confissões, Chase naturalmente mudou de assunto, como se para quebrar a atmosfera estranha.
— Ah, você sabia? Eu fiz estas panquecas. Experimente um pedaço.
Chase cortou um pedaço de panqueca com o garfo, sorrindo com confiança. A panqueca, com manteiga levemente derretida e brilhando por cima, parecia deliciosa.
Jeong-in abriu a boca e aceitou obedientemente a panqueca que Chase ofereceu. No momento em que tocou a ponta de sua língua, o sabor rico da manteiga e a doçura do xarope espalharam-se por tudo. A textura fofa e macia preencheu sua boca.
— Está uma delícia.
Jeong-in relaxou e encostou-se em Chase. Ele sentiu como se o calor doce da panqueca estivesse penetrando em todo o seu corpo.
— Vou querer outra mordida.
Jeong-in deu outra mordida na panqueca e sorriu com satisfação. Um sorriso espalhou-se pelo rosto de Chase também.
Ambos desejaram a mesma coisa simultaneamente: que momentos tão doces como este continuassem no futuro.
A luz brilhante do sol pousava sobre suas cabeças como se os abençoasse.
* Adeus, Bellacove
Jeong-in, que havia se levantado cedo, abriu a porta e sentou-se no degrau superior da escada que levava ao primeiro andar. Ele encostou a cabeça suavemente contra a parede, fechou os olhos e ouviu os sons cotidianos que Suzy fazia.
Como sempre, Suzy ligou a TV primeiro. Julgando pela ausência do barulho do secador de cabelo, parecia que ela planejava deixar o sol da Califórnia secar seu cabelo hoje também.
— Você vai acabar ficando calva desse jeito… — murmurou Jeong-in em uma voz baixa demais para ser ouvida no andar de baixo.
A previsão do tempo fluía da TV:
“O tempo hoje em Bellacove será quente e limpo. A temperatura máxima chegará a 26°C, com brisas suaves ao longo da costa o dia todo. As ondas estarão entre 3 a 4 pés, tornando o dia perfeito para os surfistas. O índice UV será alto, então certifique-se de aplicar protetor solar à tarde.”
Suzy abriu e fechou a geladeira. O som de recipientes de plástico com frutas e tigelas sendo retirados também podia ser ouvido. Ela parecia planejar comer iogurte com frutas hoje novamente.
Ele mesmo não estaria mais lá, aquecendo Pop-Tarts na torradeira e bebendo leite de soja ao lado dela. Seu coração pesava com a despedida iminente.
A maioria dos estudantes parte para suas faculdades antes do Labor Day. Jeong-in também aproveitou ao máximo o tempo que lhe restava em Bellacove. E hoje, ele partiria para um lugar a quase 5.000 quilômetros de distância.
Levantando-se e descendo as escadas, Jeong-in abraçou Suzy por trás enquanto ela estava no balcão.
— Oh, querido, você já acordou? — Suzy deu tapinhas nas mãos do filho entrelaçadas em sua cintura. — Já arrumou tudo? Não esqueceu nada? Tem certeza de que não quer que eu te leve?
Jeong-in apoiou o queixo no ombro da mãe e fechou os olhos. Então, balançou a cabeça levemente.
— Eu vou com o Chase, então…
— Sinto-me tranquila tendo nosso genro quarterback grandalhão por perto.
Jeong-in riu, seu corpo tremendo com as palavras brincalhonas de Suzy. Ela continuou em uma voz calma:
— Quando você chegar lá, estará cercado por todo tipo de gênio. Mas, Jeong-in, lembre-se sempre disso: você está lá não porque é como eles. Você está lá porque você é você.
Suzy temia que Jeong-in se sentisse intimidado entre a elite.
— Não importa onde você esteja ou o que faça, você é o meu orgulho. Apenas lembre-se disso. Entendeu?
Suzy virou-se e acariciou a bochecha de Jeong-in. Seriam pelo menos dois meses, até o Dia de Ação de Graças, antes que se vissem novamente.
— E você? Baixou aquele aplicativo de namoro como eu te falei? — Jeong-in esperava que sua mãe não ficasse solitária demais após sua partida.
Suzy respondeu despreocupadamente enquanto colocava pedaços de fruta sobre o iogurte:
— Sim. Vou tentar me tornar uma festeira por aqui, enquanto você trabalha duro na Costa Leste.
Eles concordaram em se despedir como de costume, sem chorar ou tornar o ambiente pesado. Enquanto Suzy colocava sua tigela na pia, Jeong-in aproximou-se naturalmente, ligou a água e a enxaguou rapidamente. Enquanto isso, Suzy, que fora ao quarto, saiu com sua bolsa.
Jeong-in caminhou até a porta da frente para se despedir da mãe que ia para o trabalho.
— Se cuida.
Suzy olhou silenciosamente para Jeong-in e respondeu com um sorriso brilhante e caloroso:
— Você também. Se cuida, filho.
Jeong-in ficou na entrada, acenando até que o Camry vermelho desaparecesse na distância.
Chase estava esperando por Jeong-in, encostado em seu carro. Logo, Jeong-in saiu pela porta da frente e a trancou. Ele olhou ao redor e levantou um dos vasos de plantas ao lado da entrada, escondendo cuidadosamente a chave embaixo dele. Os lábios de Chase se curvaram em um sorriso enquanto observava.
Os olhos de Jeong-in se arregalaram ao ver o familiar Porsche prateado.
— Não vamos pegar um Uber? E o seu carro?
— Posso deixá-lo no aeroporto.
Chase aproximou-se com passos largos, beijou gentilmente a bochecha de Jeong-in e abriu a porta do passageiro para ele. Ao sentar-se no banco do motorista, ele disse:
— Pronto para começar nossa nova vida, valedictorian? A Costa Leste não sabe o que a espera.
— Temos um tempo. Que tal jantarmos no Sally’s Diner no caminho?
— Parece ótimo.
Os dois foram ao Sally’s Diner e tiveram um jantar leve, sentados um de frente para o outro na mesma mesa onde se sentaram pela primeira vez. Chase pegou uma moeda emprestada para operar o jukebox e tocou “Sugar-Coated Melody”. Quando ele mencionou que estavam indo para Boston, onde fica Harvard, a garçonete Brook os parabenizou e as bebidas foram por conta da casa.
Após aproveitarem esses lugares de memórias uma última vez, seguiram para o aeroporto com bastante antecedência.
A bagagem já havia sido enviada antes, e o check-in para o voo doméstico foi rápido. Embora o interior do aeroporto estivesse movimentado como de costume, os dois seguiram calmamente para o portão.
Jeong-in sentou-se em seu assento no avião e afivelou o cinto de segurança. A pista era visível através da janela.
Chase segurou gentilmente a mão de Jeong-in enquanto ele respirava fundo antes da decolagem.
— O que foi? Nervoso?
— Não.
Se estivesse sozinho, talvez se sentisse um pouco ansioso e assustado. Afinal, era o início de um novo capítulo. Estar sozinho em uma cidade desconhecida, com pessoas estranhas, em um ambiente novo, era mais difícil do que se poderia imaginar. Mas com Chase ao seu lado, ele não tinha medo.
O avião decolou e Jeong-in olhou para fora através da janela redonda. O céu azul profundo e sem nuvens estava repleto de estrelas.
Jeong-in olhou para a mão grande de Chase segurando a sua e pensou:
À nossa frente existem tantas incertezas quanto há estrelas no céu.
Não sei como sua família, a grande família Prescott, irá reagir, ou o que acontecerá na vida universitária.
Não sei quais caminhos nossas carreiras tomarão,
e talvez dias esmagadores nos aguardem.
Mas o que é certo é que,
estaremos sempre juntos.
O avião inclinou-se enquanto fazia a curva. Do lado de fora da janela, as luzes da cidade cintilavam. Os postes de luz estendiam-se como linhas ao longo das estradas, e os faróis dos carros cruzavam as ruas apressadamente. Ao longe, as luzes refletidas na beira-mar ondulavam como se quebrassem em ondas suaves.
Jeong-in deslizou a ponta dos dedos pela janela, despedindo-se:
Adeus, Bellacove.
Adeus, meus anos de adolescência.
❀ Fim da História Principal ❀
Continua…
⌀ ⌀ ⌀
✦ Tradução, revisão e Raws: Othello&Belladonna
Ler 7 Minutes of Heaven (Novel) Yaoi Mangá Online
Aviso: ※ Conversas em coreano são expressas usando 〈 〉, enquanto conversas em inglês e outros idiomas utilizam travessão —
Sinopse:
Lim Jeong-in é um nerd acostumado a ser tratado como se fosse invisível na selva do ensino médio. Ele participa de duas atividades de clube com seu melhor amigo, Justin Wong. Uma é o clube de matemática ‘Mathleet Society’, e a outra é o ‘Clube de Ódio ao Chase’.
— Longa vida ao Clube de Ódio ao Chase.
Escrever um ‘livro da vergonha’ que repete boatos sobre o maior galã da escola, Chase Prescott, era um dos pequenos prazeres dos dois nerds. No entanto, através de uma reviravolta inesperada, o caderno de Lim Jeong-in é descoberto por Chase.
Mas, em vez de ficar zangado, Chase demonstra interesse por Jeong-in.
— Você é realmente engraçado.
— O livro? Quando você vai devolvê-lo?
— Hmm. Quando você parar de me odiar?
Ironicamente, o relacionamento que começou com o livro da vergonha torna-se gradualmente especial e, à medida que Jeong-in descobre os lados ocultos de Chase, ele se vê cada vez mais atraído para o mundo dele.
[Então, você gosta um pouco mais de mim agora?]
A verdade é que você me cativou não apenas agora, mas muito antes. Desde o momento em que bati os olhos em você pela primeira vez.
Jeong-in entra em confusão ao encarar seus verdadeiros sentimentos, que ele deliberadamente ignorou e escondeu até agora. Amizade, estudos e uma paixão de longa data.
Nesse relacionamento instável com alguém que abala todo o seu mundo, será Jeong-in capaz de manter o seu lugar?
Nome alternativo: 7 7 Minutes In Heaven