Ler 7 Minutes of Heaven – Capítulo 18 Online


Modo Claro

❀ 7 Minutes Of Heaven 18

​— Pode me deixar aqui mesmo.
​Brian olhou de relance para Jeong-in no banco do passageiro. Seu Mustang acabara de dobrar na Palm Grove Drive.
​— Você não disse que sua casa ficava na Willow Street?
​— Está tudo bem. Eu só quero caminhar um pouco.
​— Vai escurecer logo, sabe?
​Jeong-in não sabia que Brian Cole tinha esse lado cavalheiro. Se ele pudesse apenas ser mais cuidadoso com as mulheres, seria um cara bem decente. Era uma pena.
​— Não é um bairro tão perigoso.
​— Tanto faz, você que sabe.
​Brian parou o carro e Jeong-in desceu após um breve agradecimento. Brian pisou no acelerador sem hesitação, e seu Mustang desapareceu rapidamente de vista.
​Assim que começou a caminhar, alguém chamou por Jeong-in.
​— Jay, está indo para casa?
​Virando-se, ele viu Rachel, a mãe de Justin, descarregando compras de seu carro. A casa de Justin ficava a apenas alguns quarteirões da de Jeong-in.
​— Olá. Como está o Justin?
​— Acabei de deixá-lo no aeroporto. Estou tão preocupada…
​Pensando bem, hoje era o dia em que Justin partiria para Boston. O voo para Boston, por si só, leva seis horas e meia. Para participar do campus tour que começava pela manhã, ele precisava ir hoje, um dia antes.
​De repente, a culpa o atingiu em cheio. Enquanto consolava alguém que mal conhecia naquela mansão luxuosa, ele nem sequer havia se despedido adequadamente de seu melhor amigo.
​— Você já jantou? Quer se juntar a nós?
​— Não, está tudo bem. Eu preciso ir.
​— Certo. Apareça para brincar qualquer hora!
​Jeong-in trocou amenidades breves e seguiu caminho pesadamente. Enquanto caminhava pela trilha familiar olhando apenas para os próprios pés, os postes de luz acenderam e a escuridão caiu ao redor.
​Seus pensamentos se multiplicaram. De repente, cenas das telenovelas que a vovó Meiling costumava assistir vieram à mente. Os relacionamentos secretos e distorcidos daquelas tramas exageradas. Será que o segredo de Chase e Vivian era algo assim? Talvez tivessem um irmão gêmeo idêntico escondido.
​Jeong-in continuou com essas especulações absurdas até se achar ridículo e parar.
​Seus passos estancaram quando avistou um conversível prateado familiar estacionado na rua em frente à sua casa. Seus olhos encontraram os de Chase, que estava parado diante do carro. Por um momento, eles apenas se encararam sem dizer nada ou se mover.
​Chase foi o primeiro a se mexer.
​Com as mãos nos bolsos, ele caminhou até Jeong-in e parou à sua frente. Cada passo que ele dava carregava uma estranha sensação de intimidação.
​— Aquele cara não pôde nem te trazer até a porta de casa? a esta hora?
​Sua voz era baixa e calma, mas havia uma rispidez nela.
​— Por que você está falando assim? O Brian é seu amigo.
​O início da sobrancelha de Chase tremeu.
​— Por que você foi embora sem jantar?
​Não era como se Jeong-in fosse um coreano obcecado por comida. Por que ele estava fazendo tanto alarde por causa disso? Jeong-in estava cansado e não tinha nada de especial a dizer. O cansaço transparecia claramente em seu rosto enquanto ele soltava um breve suspiro.
​— Eu não entendo por que você, Prescott, veio até aqui para me interrogar.
​— Deixe-me perguntar mais uma coisa. Por que é Darius e Brian, mas eu sou apenas Prescott?
​Havia uma emoção contida em sua pergunta. Era um ponto que Jeong-in nunca havia sequer considerado. Jeong-in piscou, momentaneamente atordoado.
​— Bem, é que…
​Por que ele não chamava Chase pelo nome? Seria porque o sobrenome Prescott era poderoso demais? Ou ele tinha medo de que, no momento em que o chamasse pelo primeiro nome, Chase assumisse um lugar mais especial em sua vida?
​Estranhamente, Jeong-in sentia relutância em chamá-lo pelo nome.
​— É como todo mundo te chama.
​Diante da resposta deliberadamente casual de Jeong-in, Chase fez uma expressão de frustração, como se algo não estivesse saindo do seu jeito.
​— Definitivamente aconteceu alguma coisa. O que foi? Recebeu notícias ruins de casa?
​— Não é nada disso.
​— Você espera que eu acredite?
​Jeong-in estava igualmente frustrado.
​— Por que você está fazendo esse drama todo só porque eu não comi? Você é a polícia da comida por acaso?
​— Essa não é a questão. O seu humor…
​— Exatamente. Por que o meu humor é tão importante para você?
Chase, momentaneamente sem palavras, soltou um suspiro pesado e passou a mão pelo cabelo de forma um tanto irritada.
​— Você é muito complicado. É tão difícil quanto aquela droga de fórmula desenhada na sua camiseta, maldição.
​— O quê? Droga? Maldição?
​A testa de Jeong-in franziu diante da linguagem rude de Chase, algo incomum para ele. Chase continuou, independentemente disso:
​— É óbvio que você me odeia só de olhar para aquele livro! Eu sei disso! Mas quando conversamos na praia ou quando estamos sozinhos, não parece ser assim. O que o seu coração realmente sente? Vendo como você obviamente me evita na escola, não parece que quer ser meu amigo. Você não está tentando parecer descolado como as outras crianças e não parece querer nada de mim.
​— Por quê? Isso não é permitido?
​A voz de Jeong-in também se tornava cada vez mais agitada. Chase olhou para ele com olhos azuis cheios de confusão.
​— Você está tentando deliberadamente me tirar do sério?
​— Seu ego é enorme. Nem tudo gira em torno de você, Chase Prescott.
​— Algum problema aqui?
​Justo naquele momento, a voz de alguém interrompeu vinda de trás.
​— Jeong-in?
​Ambos se viraram simultaneamente.
​Suzy, que parecia estar a caminho de tirar o lixo enquanto segurava um saco preto, estava parada em frente à entrada, olhando para eles com uma expressão preocupada.
​— Mãe…
​Ao ouvir a forma como Jeong-in a chamou, o olhar de Chase mudou naturalmente para Suzy. Ela olhava alternadamente para o filho e para o homem loiro e alto discutindo em frente à casa deles. Seus olhos moviam-se aguçados, verificando se aquela pessoa poderia ser uma ameaça para seu filho.
​Chase rapidamente deu um passo para trás. Ele abriu a boca como se fosse dizer algo a Jeong-in, mas acabou fechando-a sem falar. Então, sem hesitação, virou-se para Suzy.
​Na verdade, ele sentia como se estivesse sendo impiedosamente golpeado pelas palavras de Jeong-in. Mas, da perspectiva de quem vê de fora, poderia parecer um garoto grande intimidando um menor. Ele precisava desfazer o mal-entendido.
​— Olá. Meu nome é Chase Prescott. Sou amigo de escola do Jay. Fazemos redação em inglês juntos.
​— Ah, entendo. Amigo de escola do Jay… espere, Prescott?
​Suzy também se lembrou do nome que fora mencionado várias vezes em suas conversas com Steven. Além disso, Suzy já havia visitado a mansão da família Prescott antes — fora para buscar a mochila que Jeong-in havia esquecido.
​Chase coçou a nuca sem jeito e acrescentou:
​— Meu pai comanda um pequeno negócio que leva o nome da nossa família.
​”Pequeno negócio”, uma ova. Jeong-in bufou.
​Enquanto isso, Suzy sentia que as peças do quebra-cabeça espalhadas em sua mente estavam se encaixando. Jeong-in chegando tarde ontem, a jaqueta varsity que ele estava usando, a menção de ter feito um novo amigo — tudo se ajustava perfeitamente.
​— Você é… um jogador do time principal? Time de futebol americano?
​Chase pareceu surpreso, com os olhos arregalados enquanto perguntava de volta:
​— Como a senhora soube disso?
​— Apenas um palpite.
​Suzy deu a ele um sorriso significativo. Então, olhando de um para o outro, perguntou cuidadosamente:
​— A atmosfera parecia tensa. Vocês dois estavam brigando?
​— Não, de jeito nenhum.
​Chase interveio rapidamente para responder. Sua voz carregava um tom um tanto desesperado, esperando que ela acreditasse em sua sinceridade.
​— Que bom, então.
​Suzy assentiu com um sorriso mais suave.
​Era o primeiro amigo que Jeong-in trazia para casa além de Justin, então Suzy sentiu algo especial. Além disso, trazer alguém que parecia fazer parte do grupo popular da escola a deixou profundamente comovida.
​Desde o dia em que Jeong-in entrou pela primeira vez na escola americana até agora, cada dia fora preenchido com a preocupação se ele se adaptaria bem. Cada dia parecia caminhar sobre gelo fino, imaginando se ele voltaria para casa chorando após ouvir comentários preconceituosos em algum lugar.
​Sentindo que as coisas estavam finalmente se encaixando, Suzy sentiu uma onda de alívio subindo do fundo do peito. Seu coração até palpitou um pouco de alegria.
​— Chase, não é? Estamos prestes a jantar. Gostaria de se juntar a nós, se ainda não comeu?
Os olhos de Jeong-in se arregalaram enquanto ele olhava para a mãe. Enquanto ele estivera acalmando Madison, Chase teria tido tempo mais do que suficiente para jantar. Jeong-in estava prestes a recusar em nome dele, mas Chase foi mais rápido.
​— Eu ficaria grato em me juntar a vocês, obrigado.
​A boca de Jeong-in se abriu levemente. Ele olhou para Chase com uma expressão de descrença, mas o outro mantinha um sorriso amigável enquanto fixava o olhar em Suzy.
​— É comida coreana, no entanto. Tudo bem para você?
​— Eu adoro experimentar comidas novas.
​A situação se desenrolou em uma direção que Jeong-in não havia antecipado de forma alguma.
​Cruzando o limiar da casa de Jeong-in pela primeira vez, Chase olhou lentamente ao redor do interior.
​A casa não era grande, mas tinha uma atmosfera calorosa e aconchegante. Uma velha estante de madeira, uma mesa de centro com a tinta descascando e cadeiras que não combinavam estavam espalhadas pelo espaço. Eram todos itens que carregavam os traços do tempo.
​Suzy preferia reformar móveis antigos encontrados em vendas de garagem ou lojas de móveis usados em vez de móveis produzidos em massa. Era um de seus passatempos, e Jeong-in sempre participara do processo.
​— Sua casa é realmente bonita.
​— Obrigada. Precisa de reparos aqui e ali, mas ainda é um lar adorável.
​Chase sorriu enquanto olhava ao redor, então perguntou a Suzy:
​— Eu gostaria de lavar as mãos. Onde fica o banheiro?
​— Ali, passando pela porta com a guirlanda.
​Enquanto Chase se dirigia ao banheiro com um agradecimento, Jeong-in se aproximou da mãe e sussurrou:
​— Mãe! Como você pôde convidá-lo de repente!
​— Qual é o problema? Ele é seu amigo.
​Diante da resposta despreocupada de Suzy, Jeong-in perdeu as palavras e sentou-se pesadamente em uma cadeira de jantar com um suspiro resignado. Quando Chase saiu do banheiro pouco depois, ele naturalmente se aproximou de Suzy. Parados lado a lado, a diferença de altura era enorme. Suzy tinha que olhar significativamente para cima para ver o rosto de Chase.
​— Sua mãe deve estar orgulhosa. O filho dela cresceu tão bem. Qual a sua altura?
​— Cerca de 1,95 m.
​— Se o nosso Jay fosse apenas 5 cm mais alto…
​— Mãe!
​Chase virou-se e soltou uma risada silenciosa diante da expressão amuada de Jeong-in. Naquele espaço confortável, as expressões de Jeong-in pareciam muito mais honestas do que o habitual.
​— Há algo em que eu possa ajudar?
​— Você poderia arrumar os pratos?
​Chase pegou os pratos do armário que Suzy indicou e os colocou um a um na mesa de jantar redonda. Era uma mesa ideal para quatro pessoas, mas ligeiramente apertada para cinco.
​O prato colocado no centro da mesa era Dakdoritang, um ensopado de frango picante, o prato coreano que eles faziam com mais frequência. Os temperos podiam ser armazenados por muito tempo, e os únicos ingredientes adicionais necessários eram batatas e cebolas. Frango era fácil de encontrar em qualquer lugar, tornando-o um prato bastante conveniente.
​— Oh! Chase, você aguenta comida apimentada?
​Chase pensou por um momento como se estivesse resgatando uma memória, então respondeu:
​— Bem… Depende do tipo de pimenta. Já me disseram que lido bem com comida espanhola, mas perdi para a comida indiana.
​— Hoje você estará desafiando a picância coreana. Aqui está.
​Quando Suzy abriu a tampa da panela, o vapor quente subiu e o aroma rico e picante do frango preencheu a sala. Chase encarou o interior da panela intensamente, como se fosse seu oponente.
​— Isso… parece um frango que caiu na lava. Para ser sincero, é um pouco intimidador.
​Suzy caiu na gargalhada com o comentário. Ela serviu uma quantidade adequada de arroz no prato de Chase e adicionou alguns pedaços do ensopado de frango, dizendo:
​— Aqui, experimente.
​Enquanto Chase pegava os pauzinhos, Suzy perguntou se ele precisava de um garfo. Chase balançou a cabeça e disse:
​— Está tudo bem. Eu sei usar hashis. Obrigado pela refeição.
​Após um cumprimento educado, Chase pegou uma coxa de frango vermelho-vibrante com uma expressão determinada e a colocou sobre o arroz. Suzy o encarou atentamente e perguntou casualmente: — Sendo assim tão bonito, você deve ter uma namorada, certo?
​Chase hesitou momentaneamente, mas logo ofereceu um sorriso gentil. Embora não tenha confirmado nem negado, seu silêncio pareceu uma afirmação suficiente.
Ao vê-lo, Jeong-in sentiu uma irritação inexplicável. O desejo de provocá-lo e expor seu segredo sobre Vivian surgiu silenciosamente.
​— Ela não é apenas uma namorada qualquer, mãe. É a garota mais bonita da escola. A capitã júnior do time de líderes de torcida.
​Chase virou-se lentamente para olhar para Jeong-in. Sua expressão tornou-se mais pesada, mas, ainda assim, nenhuma palavra de negação ou qualquer resposta veio dele.
​— Meu Deus — exclamou Suzy com os olhos brilhando. — Um jogador de futebol e uma líder de torcida? Então os dramas de TV e os filmes não estavam apenas inventando isso?
​Chase novamente apenas sorriu em silêncio, sem dar nenhuma resposta específica.
​A compostura estava desaparecendo gradualmente dele. Embora Chase estivesse comendo com indiferença no início, em certo ponto seus olhos começaram a avermelhar e até sua respiração tornou-se cada vez mais rápida.
​Jeong-in suspirou uma vez e trouxe-lhe um copo de água gelada. Ele o esvaziou em um único gole.
​— Oh, querido, está muito picante para você?
​Suzy olhou para Chase com um sorriso divertido, como se estivesse lidando com uma criança experimentando comida apimentada pela primeira vez.
​— Se estiver picante, tente comer um pouco de arroz — sugeriu Jeong-in com naturalidade, e Chase imediatamente pegou uma colherada grande de arroz. Era muito bom ver aquele homem grande seguindo obedientemente seu conselho. Mais uma vez, ele se parecia com um grande filhote de pelos dourados.
​A estranha tensão que ele sentira até poucos instantes atrás desapareceu instantaneamente.
​— É mais picante se você comê-los separadamente. Tente isto.
​Jeong-in desfiou o frango em pedaços pequenos com seus hashis e os colocou sobre o arroz. Ele adicionou uma batata, depois amassou e misturou adequadamente com uma colher.
​— É menos picante se você comer desta forma.
​Chase seguiu a demonstração de Jeong-in exatamente. Assim que deu a primeira mordida, sua expressão mudou. A picância diminuiu e um sabor salgado preencheu sua boca.
​Chase rapidamente esvaziou sua tigela e pediu outra porção de arroz, que devorou usando o mesmo método.
​Lembrando-se da quantidade que ele havia comido na lanchonete antes, Jeong-in compreendeu, e Suzy olhou satisfeita para o jovem loiro que desfrutava com entusiasmo da comida que ela havia preparado.
​— Deixe-me ajudá-la a limpar — disse Chase, levantando cuidadosamente seu prato vazio. Suzy pareceu surpresa por um momento antes de balançar a mão com desdém.
​— Você pode começar a fazer isso por volta da sua quinta visita.
​Suzy deu a Chase um sorriso caloroso, depois virou-se para Jeong-in e sugeriu casualmente: — Jeong-in, por que você não mostra seu quarto ao Chase?
​Jeong-in arqueou uma sobrancelha diante da sugestão repentina. Ele não esqueceu de enviar um olhar de reprovação para Suzy.
​O melhor cenário teria sido Chase recusar educadamente e dizer que precisava ir embora, mas, em vez disso, Chase não conseguiu esconder sua expressão expectante, como um cachorro que acabou de ouvir a palavra “passear”.
​— Haa… Siga-me.
​Jeong-in levantou-se com um curto suspiro, e Chase o seguiu.

Continua…

⌀ ⌀ ⌀

✦ Tradução, revisão e Raws: Othello&Belladonna

Ler 7 Minutes of Heaven Yaoi Mangá Online

Aviso: ※ Conversas em coreano são expressas usando 〈 〉, enquanto conversas em inglês e outros idiomas utilizam travessão —
Sinopse:
Lim Jeong-in é um nerd acostumado a ser tratado como se fosse invisível na selva do ensino médio. Ele participa de duas atividades de clube com seu melhor amigo, Justin Wong. Uma é o clube de matemática ‘Mathleet Society’, e a outra é o ‘Clube de Ódio ao Chase’.
— Longa vida ao Clube de Ódio ao Chase.
Escrever um ‘livro da vergonha’ que repete boatos sobre o maior galã da escola, Chase Prescott, era um dos pequenos prazeres dos dois nerds. No entanto, através de uma reviravolta inesperada, o caderno de Lim Jeong-in é descoberto por Chase.
Mas, em vez de ficar zangado, Chase demonstra interesse por Jeong-in.
— Você é realmente engraçado.
— O livro? Quando você vai devolvê-lo?
— Hmm. Quando você parar de me odiar?
Ironicamente, o relacionamento que começou com o livro da vergonha torna-se gradualmente especial e, à medida que Jeong-in descobre os lados ocultos de Chase, ele se vê cada vez mais atraído para o mundo dele.
[Então, você gosta um pouco mais de mim agora?]
A verdade é que você me cativou não apenas agora, mas muito antes. Desde o momento em que bati os olhos em você pela primeira vez.
Jeong-in entra em confusão ao encarar seus verdadeiros sentimentos, que ele deliberadamente ignorou e escondeu até agora. Amizade, estudos e uma paixão de longa data.
Nesse relacionamento instável com alguém que abala todo o seu mundo, será Jeong-in capaz de manter o seu lugar?
Nome alternativo: 7 7 Minutes In Heaven

Gostou de ler 7 Minutes of Heaven – Capítulo 18?
Então compartilhe o anime hentai com seus amigos para que todos conheçam o nosso trabalho!