Ler 7 Minutes of Heaven – Capítulo 14 Online


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❀ 7 Minutes Of Heaven 14

​A casa de Justin sempre transbordava uma energia agitada, porém calorosa. É claro que Jeong-in e sua mãe também se davam maravilhosamente bem, mas a energia ali era diferente.
​Enquanto caminhavam pela Palm Grove Drive, Justin falou como se uma ideia brilhante tivesse acabado de surgir.
​— Jay, tive uma ideia fantástica! Por que você não vem no campus tour comigo?
​— Hã? Eu?
​Jeong-in tinha planejado ir com sua mãe durante as férias de verão. Vendo Jeong-in ponderar sobre a proposta repentina, Justin continuou entusiasmado:
​— Você e eu! Dominando Cambridge!
​O MIT e Harvard são muito próximos. Ambos estão localizados em Cambridge, Massachusetts, a cerca de 3 quilômetros de distância — apenas 5 minutos de carro. Por isso, Justin já tinha se inscrito para os campus tours em ambas as universidades.
​— Seria divertido irmos juntos. Certo?
​— Não sei.
​— Pense bem. Você disse que agora pode ganhar suas horas de serviço comunitário através da tutoria. Eu verifiquei o site. O formulário de inscrição ainda está aberto. O prazo termina hoje.
​— …Tudo bem. Mas vou ter que perguntar para minha mãe.
​— Iu-hu!
​Justin pulou de alegria, animado.
​Nesse momento, uma caminhonete passou por eles. Várias pranchas de surfe estavam carregadas na caçamba, e uma música animada tocava alto o suficiente para ser ouvida da rua. O veículo que passava por eles parou de repente com um guincho.
​Brian Cole inclinou o rosto para fora da janela aberta do passageiro. Alex Martinez estava no banco do motorista. Brian baixou um pouco os óculos de sol enquanto olhava para Jeong-in.
​— Eu conheço esse rosto! Você é o filho adotivo do Thompson, certo? Jesse?
​— É Jay.
​Jeong-in o corrigiu brevemente. Desde o incidente no trenó no campo de treinamento e a comoção sobre a “custódia” com Chase no refeitório, eles cumprimentavam Jeong-in sempre que o viam, agindo como se o conhecessem bem.
​— Enfim, vamos dar uma festa na praia. Vai ter surfe também. Apareça se quiser! Seu marido vai estar lá!
​Assim que Brian terminou de falar, a caminhonete acelerou imediatamente. Justin, observando o veículo desaparecer, disse com voz de deboche:
​— Você acha que cairíamos nessa? Eles só zombariam de nós se realmente fôssemos.
​Aquilo era algo que já tinham experimentado várias vezes. Receber convites para festas que não existiam quando chegavam lá, ou receber o “dress code” errado e virarem motivo de piada após se fantasiarem de personagens de Star Trek.
​Depois de serem enganados algumas vezes, nem Justin nem Jeong-in caíam mais nessa conversa.
​— Pessoas como eles nunca nos incluiriam no grupo deles.
​Jeong-in assentiu amargamente às palavras de Justin.
​Eles seguiram para a loja de jogos retrô e jogaram os títulos pelos quais estavam curiosos. Justin estava empolgado enquanto alugava vários jogos recém-lançados.
​Enquanto o pôr do sol lançava um brilho avermelhado sobre a Palm Grove Drive, os dois se despediram. Justin foi para casa primeiro, enquanto Jeong-in caminhava lentamente, entrando na Willow Street.
​Se continuasse direto por aquela estrada, chegaria à sua casa. E, na direção oposta, a Cedar Brook Street levava à praia.
​Enquanto caminhava, Jeong-in de repente lembrou-se de fotos que vira na conta do Instagram de Chase Prescott. Ele encerando e cuidando de sua prancha, seu rosto sorridente com a praia ao fundo. Talvez, se fosse à praia agora, pudesse ver Chase surfando.
​Jeong-in deliberou como se estivesse em uma encruzilhada na vida.
​Ele subitamente se lembrou do que a avó de Justin dissera: “Quem brinca com fogo acaba se queimando”.
​Poderia ser esse o tipo de jogo perigoso que o machucaria?
​”Controle-se, Lim Jeong-in. Se você for à praia, será um verdadeiro idiota. Quer ser um convidado indesejado? Você já sentiu essa sensação inúmeras vezes desde que chegou aqui, há sete anos.”
​Inúmeros pensamentos passavam pela mente de Jeong-in.
​Mas o caminho que ele eventualmente escolheu foi a Cedar Brook Street.
​Jeong-in seguiu cautelosamente em direção à praia, consciente dos olhares das pessoas.
​A praia de areia já estava preenchida pelo calor de uma festa animada. Fogueiras ardiam em vários pontos, e as pessoas se reuniam ao redor delas em pequenos grupos, rindo e conversando.
As pessoas sentavam-se em toalhas de praia conversando, ou ficavam de pé na areia, dançando e cantando. A batida pulsante da música vinda dos alto-falantes misturava-se ao som das ondas, intensificando a atmosfera de festa.
​— Olhe para aqueles caras. Eles acham que este é o set de Top Gun?
​Diante da voz divertida de alguém, o olhar de Jeong-in voltou-se naturalmente para o oceano. Rostos familiares da escola jogavam vôlei.
​Sem camisa e passando a bola de um lado para o outro, todos ostentavam físicos atléticos e musculosos. Seus corpos tonificados, sem um grama de gordura, faziam parecer que existiam requisitos físicos que alguém precisaria cumprir para se encaixar com eles.
​Havia uma sensação de liberdade desinibida na maneira como mergulhavam sem medo na areia ou pulavam na água sem hesitação quando a bola voava em direção ao mar. Os gritos e risadas ao redor realçavam ainda mais essa liberdade.
​O olhar de Jeong-in foi atraído como um ímã para Chase Prescott, que sorria mais brilhantemente do que o sol de verão.
​Seu cabelo loiro, tingido pelo pôr do sol, brilhava enquanto caía sobre a testa. A maneira casual com que ele o afastava com uma das mãos parecia natural.
​Ao rebater a bola, os músculos de seus ombros até os antebraços tensionavam-se visivelmente, criando contornos. Suas costas largas, polvilhadas com areia seca, reluziam com um brilho saudável.
​Perdido em seu devaneio, Jeong-in voltou a si ao ouvir vozes femininas por perto.
​— Olhe para o Chase. Ele não parece totalmente uma campanha de verão da Ralph Lauren?
​Bem ao lado de onde Jeong-in estava, algumas garotas sentavam-se em uma manta com estampas étnicas, aquecendo-se perto de uma fogueira e conversando. Entre elas estavam várias líderes de torcida e até a chefe do clube de rádio — todas pertencentes ao grupo dos populares.
​Elas estavam jogando “Eu Nunca”. Várias pessoas mostravam os dedos e se revezavam dizendo experiências que nunca tiveram; quem já tivesse passado por aquilo deveria abaixar um dedo. A pessoa com mais dedos restantes ao final seria a vencedora. Se não quisessem abaixar um dedo, poderiam tomar uma dose de punição em vez disso.
​Jeong-in vira coreanos jogando um jogo de bebida semelhante em um drama coreano na Netflix. Era bastante fascinante. Embora as pessoas parecessem diferentes, o pensamento parecia bem similar em todos os lugares.
​Uma delas propôs brincando:
​— Eu nunca fiquei com um daqueles caras ali.
​À medida que a conversa se tornava mais privada, Jeong-in sentiu-se desconfortável em continuar ouvindo e se afastou. Ele se posicionou um pouco mais distante da multidão, de onde pudesse observá-los como um espectador.
​Nesse momento, Chase, que saltava alto para atingir a bola, voltou seu olhar para Jeong-in. Embora estivessem longe um do outro, Jeong-in teve a ilusão de que seus olhos se encontraram por um instante.
​Jeong-in arrependeu-se tardiamente. Ele temia que Chase risse de um nerd como ele andando por um lugar como este. Sentia-se patético, como uma hiena farejando as bordas de um grupo ao qual não conseguia se juntar, esperando por sobras.
​Ao se virar para deixar a praia, uma voz chamou por trás.
​— Jay?
​Era a voz de Chase. Jeong-in fingiu não ouvir e apressou os passos.
​— Jay!
​Desta vez, a voz veio de mais perto. Como ele já havia notado antes, Chase tinha um temperamento um tanto persistente.
​— Jay!
​Fingindo não ouvir novamente e continuando a caminhar, Jeong-in parou abruptamente quando Chase chamou assim:
​— Jayrin!
​— Eu disse para não me chamar assim!
​Virando-se irritado, Jeong-in encontrou Chase parado bem na sua frente. Eles estavam tão próximos que podiam sentir a respiração um do outro. O peito largo de Chase preenchia a visão de Jeong-in.
​— Então não reaja quando eu chamar.
​Chase olhou para baixo, para Jeong-in, com um sorriso astuto no canto da boca. Uma gota límpida caindo da ponta de seu cabelo loiro molhado umedeceu a ponta do tênis de Jeong-in.
​A mão de Chase agarrou gentilmente o braço de Jeong-in. Seu braço esguio, cujo peso mais pesado costumava ser livros didáticos ou um laptop, parecia caber inteiramente dentro da mão grande de Chase.
​— Você veio me ver?
Jeong-in percebeu tardiamente que não havia preparado uma desculpa para o caso de ser descoberto. Dizer que estava apenas passando por ali não funcionaria, dado o local.
​— Eu… eu encontrei o Brian Cole por acaso… ele disse que haveria uma festa e me falou para vir…
​— O quê? É o Brian desta vez?
​Chase fez beicinho com uma expressão claramente insatisfeita. Jeong-in não sabia como responder e apenas olhou ao redor.
​— E eu aqui pensando que você tinha vindo me ver.
​A sobrancelha de Jeong-in franziu-se levemente com o tom de voz amuado. Ele não deveria estar dizendo isso para uma garota em quem estivesse interessado? Caras geralmente não dizem isso uns aos outros porque é estranho. Uma coisa era certa: Chase Prescott era culpado. Ele deveria ser condenado à prisão.
​— Onde você estava indo agora há pouco?
​— Só… para casa.
​— Não vá. Vamos curtir juntos. Tudo bem?
​A mão de Chase, que estava segurando o antebraço de Jeong-in, desceu para o pulso dele. Jeong-in podia sentir o calor através da manga de sua camisa xadrez. Embora Jeong-in ainda hesitasse, Chase estava tão resoluto quanto alguém que já tivesse tomado uma decisão.
​— Eu…
​— Nunca se sabe. Na volta, eu posso te devolver aquele caderno. Hmm?
​Quando ele mencionou o “livro da vergonha”, Jeong-in assentiu relutantemente e seguiu Chase. Não, mesmo que ele não tivesse mencionado o caderno, será que ele conseguiria recusar até o fim? O próprio Jeong-in não tinha certeza.
​Chase conduziu Jeong-in em direção ao mar e perguntou:
​— Você tem algo que não possa molhar?
​— M-meu telefone está na mochila…
​Antes que ele pudesse terminar de falar, Chase retirou a mochila transversal que Jeong-in usava e a jogou perto de alguns de seus amigos que estavam sentados ali por perto. Jeong-in deu um grito e estendeu a mão em direção à sua mochila voadora.
​— Não, espera! Eu não sei nadar! E não quero que meus sapatos molhem…
​Jeong-in estava usando tênis de lona. Ele não gostava da sensação áspera da areia entrando neles, e certamente não queria caminhar todo o trajeto até em casa com os pés molhados, fazendo sons de rangido a cada passo.
​— Ei, você conseguiu vir!
​Brian Cole acenou para Jeong-in, agindo com familiaridade. Alex Martinez, ao lado dele, também assentiu com a cabeça. Uma estranha sensação de elevação cativou Jeong-in. Parecia que ele havia se tornado um deles.
​Antes de vir para cá, mesmo quando estava na Coreia, Jeong-in passava longe de ser alguém “descolado”. Aquela experiência era desconhecida para ele. A sensação de ser bem-vindo ao grupo principal e de se misturar naturalmente com eles.
​Chase posicionou Jeong-in onde ele pudesse ver claramente seus amigos que ainda passavam a bola de um lado para o outro.
​— Torça por mim daqui. Ah, e por que você não tira os sapatos? Não tem problema molhar um pouco os pés.
​— …
​Jeong-in ficou parado ali, incapaz de se decidir para um lado ou para o outro.
​Ele tinha uma personalidade cautelosa e, não importa o quão confortável tivesse se tornado com o inglês, muitas vezes esquecia o que dizer quando estava perturbado. Vendo Jeong-in apenas movendo os lábios, Chase acrescentou:
​— Não torça para mais ninguém. Entendeu?
​Chase deixou aquelas palavras para trás e saltou de volta para o seu grupo de amigos. A luz solar refletida espalhava-se por seu cabelo loiro.
​Ele sabia que os caras da Califórnia tendiam a ser descontraídos e menos formais ao lidar com as pessoas, mas Chase Prescott parecia particularmente extremo entre eles. Sua atitude era tal que poderia deixar até outros caras confusos.
​Balançando a cabeça, Jeong-in sentou-se cuidadosamente na praia de areia.
​Quando ele tirou os tênis de lona e os virou de cabeça para baixo, a areia deslizou suavemente para fora. Como já os tinha tirado, removeu as meias também e as colocou ordenadamente dentro dos sapatos. Então, enterrou os pés na areia. A sensação quente e granulada da areia entre os dedos dos pés era agradável.
​Ele não conseguia se lembrar da última vez que havia desfrutado calmamente da sensação da areia na praia daquela forma.
​O sol poente beijava suavemente as bochechas de Jeong-in enquanto descia. Jeong-in tirou os óculos para sentir melhor o vento roçando seu rosto. A brisa salgada fazia cócegas em sua testa e infiltrava-se gentilmente entre seu couro cabeludo.
​Parecia que o ar fresco estava acariciando calmamente até mesmo sua mente. Um sorriso sutil espalhou-se pelos lábios de Jeong-in.
​Ele pensou que aquilo já era recompensa suficiente, além de ver Chase. Ele não experimentava esse tipo de relaxamento há bastante tempo.
Jeong-in balançou os pés descalços enterrados na areia, apoiou o queixo nos braços que abraçavam os joelhos e fechou os olhos com força. O ruído da praia chegava até ele como sussurros.
​— Chase, o que você está fazendo! Pegue! Eu disse para pegar!
​— …Ah! Desculpe!
​— Quem fica viajando durante uma partida?
​Quanto tempo havia se passado? Quando Jeong-in abriu os olhos novamente, o jogo já havia terminado.
​Parecia que o time de Chase tinha perdido, pois eles concordaram em comprar pizza. Um Brian Cole animado fez uma ligação para fazer o pedido.
​Chase afastou o cabelo molhado, trocou “high-fives” com seus amigos e contou piadas. Por um momento, seu olhar passou por Jeong-in. Temendo que seus olhos se encontrassem, ele rapidamente desviou o rosto.
​Chase aproximou-se com uma expressão amuada e sentou-se pesadamente ao lado de Jeong-in.
​— Eu perdi por sua causa.
​Ele não sabia que Chase Prescott tinha o hábito de culpar espectadores inocentes por seus erros. Apesar de receber essa crítica inesperada, Jeong-in apenas riu baixinho.
​Justo então, um frisbee laranja voou de algum lugar e pousou bem na frente dos pés de Jeong-in. Junto com ele, alguém gritou à distância:
​— Ei! Poderia jogar de volta?
​Jeong-in pegou o frisbee e o lançou com toda a sua força. No entanto, o frisbee mal direcionado voou em direção ao oceano e pousou na superfície da água. Jeong-in olhou fixamente para o objeto balançando nas ondas.
​— Ah…
​Sem hesitar, Chase levantou-se e mergulhou no mar. Ele agarrou o frisbee antes que as ondas pudessem levá-lo para mais longe e retornou à costa.
​Filetes de água reluzentes escorriam por seus ombros em formato de triângulo invertido, pelo peito tonificado e pelo abdômen profundamente definido, seguindo os contornos de seus músculos distintos. Parecia que ele estava assistindo à cena de entrada do protagonista em um filme juvenil.
​Jeong-in caiu na gargalhada inconscientemente enquanto observava o loiro Chase retornar com o frisbee.
​Era comum ver pessoas jogando frisbees ali. Mas quando Jeong-in era criança na Coreia, ele pensava que frisbees eram apenas para cachorros brincarem.
​— Por que você está rindo? — Chase perguntou ao se aproximar de Jeong-in, após devolver o frisbee ao dono.
​— Não é nada.
​— Mas por que você estava rindo?
​Chase persistiu e perguntou novamente. Percebendo mais uma vez o caráter tenaz de Chase, Jeong-in falou honestamente, como se estivesse se rendendo.
​— A maneira como você buscou o frisbee foi meio… como um Golden Retriever.
​— O quê?
​Chase caiu na gargalhada, como se estivesse perplexo. Então, como se estivesse deliberadamente tentando agir mais como um cão, ele balançou a cabeça vigorosamente, espalhando gotas de água de seu cabelo. Em seguida, aproximou seu rosto do de Jeong-in.
​— Então você deveria me dar carinho.
​Como se estivesse em transe, Jeong-in estendeu a mão e a colocou no cabelo loiro dele, tingido pelo pôr do sol. Por um momento, sentiu como se tivesse caído sob um feitiço.
​As partes secas de seu couro cabeludo eram macias, enquanto as partes inferiores molhadas estavam lisas e frescas. As pontas dos dedos de Jeong-in roçaram gentilmente por seu cabelo e couro cabeludo. Como se estivesse saboreando o toque da carícia, os olhos azuis de Chase se estreitaram levemente.
​— Prescott, você é… estranho.
​As palavras fluíram antes mesmo que Jeong-in percebesse.

Continua…

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✦ Tradução, revisão e Raws: Othello&Belladonna

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Aviso: ※ Conversas em coreano são expressas usando 〈 〉, enquanto conversas em inglês e outros idiomas utilizam travessão —
Sinopse:
Lim Jeong-in é um nerd acostumado a ser tratado como se fosse invisível na selva do ensino médio. Ele participa de duas atividades de clube com seu melhor amigo, Justin Wong. Uma é o clube de matemática ‘Mathleet Society’, e a outra é o ‘Clube de Ódio ao Chase’.
— Longa vida ao Clube de Ódio ao Chase.
Escrever um ‘livro da vergonha’ que repete boatos sobre o maior galã da escola, Chase Prescott, era um dos pequenos prazeres dos dois nerds. No entanto, através de uma reviravolta inesperada, o caderno de Lim Jeong-in é descoberto por Chase.
Mas, em vez de ficar zangado, Chase demonstra interesse por Jeong-in.
— Você é realmente engraçado.
— O livro? Quando você vai devolvê-lo?
— Hmm. Quando você parar de me odiar?
Ironicamente, o relacionamento que começou com o livro da vergonha torna-se gradualmente especial e, à medida que Jeong-in descobre os lados ocultos de Chase, ele se vê cada vez mais atraído para o mundo dele.
[Então, você gosta um pouco mais de mim agora?]
A verdade é que você me cativou não apenas agora, mas muito antes. Desde o momento em que bati os olhos em você pela primeira vez.
Jeong-in entra em confusão ao encarar seus verdadeiros sentimentos, que ele deliberadamente ignorou e escondeu até agora. Amizade, estudos e uma paixão de longa data.
Nesse relacionamento instável com alguém que abala todo o seu mundo, será Jeong-in capaz de manter o seu lugar?
Nome alternativo: 7 7 Minutes In Heaven

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