Ler 7 Minutes of Heaven – Capítulo 12 Online


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❀ 7 Minutes Of Heaven 12

​Ele andou no Porsche de Chase Prescott. Eles jantaram juntos. Se Justin descobrisse, ficaria tão chocado que reviraria os olhos e cairia para trás. Mas Jeong-in não achava que poderia contar a ele. Para explicar isso, ele inevitavelmente teria que falar sobre o livro da vergonha.
​Embora tivesse se preparado para dormir e se deitado, estranhamente, sua mente não se acalava. Seu coração estava acelerado como se tivesse virado várias latas de Red Bull seguidas.
​Virando-se de um lado para o outro, Jeong-in pegou o bicho de pelúcia que havia colocado ao lado de seu travesseiro. O brinquedo de pelo branco e olhos pretos o encarava de volta. Jeong-in chamou baixinho o seu nome.
​— Snowball.
​Hoje foi o Spring Fling. “Fling” não significa apenas um festival, mas também se refere a um encontro breve e doce que passa de raspão e deixa uma excitação no coração.
​No dia do Spring Fling do penúltimo ano, um tipo diferente de “caso de primavera” surgiu para Jeong-in.
​『Hoje, 1º de abril, o tempo estará bastante seco. A área de Bellacove terá uma névoa marítima espessa pela manhã, mas a tarde será repleta de sol quente. Haverá uma leve brisa marítima, mas estará perfeito para piqueniques e caminhadas na praia.』
​A voz suave do meteorologista na TV ressoava como música de fundo.
​Indo para a cozinha, Jeong-in encontrou Suzy comendo uma tigela de iogurte cheia de frutas, sementes de chia e granola. Ele colocou a mão no ombro dela, inclinou-se e beijou levemente sua bochecha.
​— Bom dia, mãe.
​Suzy sorriu, virando a cabeça para acariciar a bochecha de Jeong-in. Ele foi até a geladeira e pegou uma caixa de leite de soja. No momento em que colocou um copo na bancada, a voz significativa de Suzy veio de trás.
​— Hum, é estranho, sabe? Ontem à noite. Se bem me lembro, ouvi distintamente a porta da frente se fechando por volta de uma e meia da manhã.
​A mão de Jeong-in, prestes a despejar o leite de soja, congelou.
​— Mãe, sobre isso…
​Jeong-in preparou-se apressadamente para explicar. Mas Suzy tomou um rumo inesperado.
​— Espero que isso aconteça mais vezes no futuro.
​— …Hã?
​— Estou dizendo que você deveria aproveitar mais a sua juventude.
​Suzy virou a cadeira para encarar Jeong-in e perguntou com uma expressão curiosa:
​— Então, como ela é?
​Jeong-in despejou um pouco de leite de soja e murmurou vagamente.
​— …Apenas alguém que eu conheço um pouco.
​— É aquela prima distante do Justin? Era a Christina?
​— Não.
​Sua mãe não acreditaria nele nem se ele contasse. A pessoa não era asiática. Não apenas isso, mas tinha cabelos loiros e olhos azuis, como alguém que tivesse saltado diretamente de “South Bay Coast Guard”, o drama que sua mãe gostava de assistir para admirar os atores.
​O quarterback do time principal que sempre detinha o trono nos bailes e vindo de uma boa família também. Parecia irreal até para ele mesmo. Se contasse a alguém, duvidariam que tal pessoa pudesse realmente existir.
​Jeong-in terminou seu leite de soja, colocou o copo na pia e o lavou rapidamente. Suzy falou para as costas de Jeong-in.
​— Ah, eu tenho boas notícias.
​— O que foi?
​— Steven conseguiu um investimento de Prescott. Isso significa que você não precisa mais se preocupar com a sua mensalidade.
​— Sério?
​Aquela era uma notícia verdadeiramente bem-vinda. Jeong-in saiu de casa com um passo mais leve que o normal, de bom humor.
​Enquanto pedalava sua bicicleta, o vento fresco roçava suas bochechas, deixando um frescor revigorante. Jeong-in de repente olhou para cima e contemplou a distância.
​As palmeiras ao longo da estrada balançavam como se estivessem dançando, e além delas, o oceano distante brilhava, recebendo generosamente o presente do sol.
​Bellacove era linda, aberta e espaçosa para onde quer que se olhasse. Era uma paisagem tão diferente da cidade densa e cinzenta onde ele vivera quando criança.
​Se Steven estava pagando por seus estudos, tudo o que restava era o próprio Jeong-in. Tudo dependia de seus próprios esforços.
​As universidades americanas possuem admissão antecipada. É quando se decide sobre sua admissão com antecedência, caso se tenha uma primeira opção de curso definitiva.
Para Jeong-in, essa universidade era muito clara. Harvard, sua primeira e única escolha. A admissão antecipada de Harvard era uma “admissão antecipada restrita”, exigindo uma preparação minuciosa em todos os elementos: notas, atividades extracurriculares, cartas de recomendação e muito mais.
​Ao chegar a um trecho de subida, Jeong-in pedalou vigorosamente enquanto recordava seus objetivos mais uma vez.
​No momento, obter uma boa pontuação no SAT é importante. Como ele poderia perder pontos em outras matérias, precisava buscar uma pontuação perfeita em sua especialidade, matemática. Além disso, precisava começar a rascunhar suas redações logo, pedir cartas de recomendação a professores confiáveis e manter seu GPA.
​Essas tarefas poderiam parecer esmagadoras para alguns, mas Jeong-in era do tipo que gostava dessa pressão. Embora o esforço intenso fosse difícil, a exultação de alcançar seus objetivos era emocionante.
​Assim, Jeong-in chegou à escola, reorganizando suas prioridades em sua mente mais uma vez.
​Assim que passou pela entrada, uma faixa pendurada no teto do corredor chamou sua atenção.
​[30 dias para o baile. Já decidiu seu par?]
​O número “30” estava sobreposto a um grande pedaço de pano branco. Eles planejavam fazer a contagem regressiva mudando o número diariamente.
​— Quem tem tempo para o baile? Certo, Jay?
​Justin se aproximou e parou ao lado de Jeong-in, revirando os olhos como se aqueles que perdiam tempo com tais coisas fossem patéticos.
​— Oi, Justin.
​— Faltam apenas três dias para o Spring Break! Eba!
​O Spring Break é um feriado de uma semana que ocorre toda primavera nas escolas secundárias e faculdades americanas. Ao contrário das férias de primavera da Coreia, é um período de descanso concedido durante o semestre, não após o fim do ano letivo.
​— O que há para fazer? Temos montanhas de trabalho — SAT, competições, estudar.
​— É…
​Os ombros de Justin caíram, e seu rosto animado murchou como um balão em um instante. Ah, era isso que queriam dizer com parecer um “marimo” (bola de musgo)? Recordando subitamente a memória da noite passada, Jeong-in soltou uma gargalhada involuntária.
​Justin perguntou com uma expressão confusa.
​— Por que você está rindo?
​— Não é nada.
​Justin deu de ombros casualmente. Era uma situação semelhante, mas uma atitude muito diferente da de Chase. Chase Prescott fora persistente, como se precisasse absolutamente saber por que ele estava rindo.
​Ele se sentiu patético por conectar tudo a Chase Prescott, apesar do breve envolvimento deles. Jeong-in balançou a cabeça levemente para se recompor.
​Justo quando estava girando o mostrador de seu armário, Justin sussurrou:
​— Oh, os caras do time principal estão vindo.
​Jeong-in instintivamente virou a cabeça para olhar em direção à entrada. Chase e seus companheiros de equipe estavam entrando juntos.
​Jeong-in sentiu seu coração martelar. Sem perceber, seus movimentos ficaram mais lentos enquanto ele recolhia seus materiais.
​As vozes barulhentas se aproximaram. Junto com uma leve tensão, havia também um sutil sentimento de antecipação. Será que ele talvez se aproximaria primeiro e diria algo?
​— Chase, vamos entrar juntos.
​Naquele momento, Vivian Sinclair juntou-se ao grupo. Observá-la arrumar o cabelo ruivo com os dedos fez algo no peito de Jeong-in formigar. Teria ela, talvez, estado no banco do passageiro do conversível de Chase esta manhã?
​Jeong-in instintivamente virou o corpo para se pressionar contra seu armário. Uma emoção desconhecida rodopiou em seu peito.
​Seus movimentos tornaram-se urgentes enquanto ele enfiava os materiais em sua mochila. Tentando manter a compostura, ele falou com Justin.
​— O que você vai fazer durante a folga? Tour pelo campus? Você decidiu ir?
​— Sim. Mal consegui permissão.
​Esses dias, planos de tour pelo campus estavam sendo discutidos ativamente entre os alunos do 11º ano.
Os tours pelo campus são programas de orientação onde visitam o curso pretendido com antecedência para conferir as instalações e a atmosfera, e obter informações sobre o curso com oficiais de admissão ou alunos atuais.
​Justin visava cursos de engenharia como Caltech e MIT. Sua primeira escolha era o MIT, na Costa Leste, mas seus pais se opunham fortemente à ideia de o filho se mudar para longe.
​— Oh, é a Hailey.
Justin subitamente ficou rígido e sussurrou baixinho. Jeong-in virou levemente a cabeça para ver Hailey Simons se aproximando.
​Ele pensou que Hailey passaria direto como de costume, mas sua expectativa estava errada. As botas de camurça de Hailey pararam bem na frente de Justin.
​Ela se encostou no armário e o cumprimentou suavemente.
​— Oi. Qual era o seu nome mesmo?
​Os olhos de Justin se arregalaram.
​— J-J-J-Justin Wong… Estamos na mesma classe há três anos…
​— Sério? Ah! Você é aquele que escreveu minha redação da última vez?
​— É-é…
​— Obrigada. Consegui uma boa nota por sua causa.
​Jeong-in sabia que Justin e Hailey estavam na mesma turma há três anos, mas esta era a primeira vez que os via ter uma conversa tão longa. O rosto de Justin ficou vermelho, quase como um tomate.
​— O baile está chegando.
​Hailey comentou casualmente, olhando para a faixa.
​— É-é…
​— Já decidiu com quem vai?
​— Ah, não… eu provavelmente não vou.
​— Por quê?
​— Só… eu não tenho ninguém para ir.
​— Sério? Então, quer ir comigo?
​— Hã?
​— Eu gosto de pessoas inteligentes.
​Jeong-in não conseguia afastar a sensação de que algo estava errado. Junto com uma sensação nítida e sinistra, ele teve a forte intuição de que precisava tirar Justin daquela situação rapidamente.
​— Justin. A aula está prestes a começar, vamos.
​Mas Justin já estava profundamente imerso em seu momento com Hailey, e as palavras de Jeong-in sequer chegaram aos seus ouvidos. Com o rosto corado, ele gaguejou sua resposta.
​— Se você estiver de acordo… eu adoraria. Com prazer…
​Por um momento, alguns segundos de silêncio se passaram. A quietude desajeitada parecia insuportavelmente pesada. Quebrando esse silêncio, Hailey de repente caiu em uma gargalhada alta.
​— Viu! Eu disse que ele ia cair nessa!
​Ela se virou e gritou para o seu grupo e, como se estivessem esperando por este momento, as pessoas ao redor explodiram em risadas.
​— Foi uma pegadinha de 1º de abril. Você acha que eu levei um tiro na cabeça? Ir com você.
​Era cruel demais para ser chamado de brincadeira. Especialmente para Justin, que genuinamente gostava de Hailey.
​A expressão de Jeong-in endureceu. Ele conseguia ver o rosto de Justin tremendo, dos olhos até as bochechas. E se ele tivesse apenas descartado a situação dizendo: “eu também estava brincando”? Mas Justin conseguia apenas mover os lábios levemente, incapaz de dizer qualquer coisa no fim das contas.
​— Nossa, ele vai chorar.
​Alguém que assistia comentou com deboche. Logo depois, outra voz interveio brincando.
​— Ele não está exagerando para uma piada de 1º de abril?
​— Deve ter sido estimulação demais para um nerd.
​— Ele está chorando? Ei! Vamos tirar uma foto e mandar para o Wincrest Wire!
​Vince Lowden, um dos seguidores de Hailey, puxou o telefone.
​Jeong-in verificou Justin urgentemente. O tremor de seus ombros redondos, somado ao deboche ao redor, parecia estar partindo seu coração.
​— Saiam daqui!
​A voz de Jeong-in ecoou nítida pelo corredor. Seus olhos estavam cheios de uma raiva insuportável.
​— Qual é o seu problema? Você é o guardião dele ou algo assim?
​— Isso é coisa de nerds cuidando uns dos outros?
​Vendo Justin se encolher, Jeong-in sentiu seu coração ser cortado em pedaços. Ele havia ignorado Hailey como se fosse uma “uva azeda”, mas Justin gostava dela há três anos.
​— Eu disse para saírem!
​O grito de Jeong-in ecoou pelo corredor mais uma vez.
​Naquele momento, alguém muito mais alto aproximou-se silenciosamente por trás de Vince Lowden, que estava prestes a apertar o botão de gravar.
​Quando uma mão vinda de trás arrancou o telefone, um silêncio caiu sobre o corredor como se tivesse congelado. Era Chase Prescott.
​As pontas de seus dedos, segurando o telefone como se fosse o seu próprio, deslizaram rapidamente pela tela para verificar se algo havia sido gravado.
​Todos ao redor o observavam com a respiração suspensa. Pela primeira vez, todos perceberam quão frios aqueles olhos azuis podiam parecer quando não havia um pingo de diversão neles.
​— Isso não tem graça.
​Apenas a voz de Chase foi suficiente para congelar a atmosfera. Somente após confirmar que nada havia sido gravado é que ele jogou o telefone de volta para Vince.
​— Não somos crianças do jardim de infância. Não vamos fazer esse tipo de coisa.
​O rosto de Hailey Simons, a instigadora, ficou vermelho e seus olhos tremeram.
Chase normalmente ficava recuado e observava o que quer que acontecesse ao seu redor. Na maior parte do tempo, ele apenas assistia com olhos entediados, às vezes sorrindo como se estivesse divertido. Algumas pessoas chegavam a causar distúrbios maiores apenas para atrair sua atenção.
​Ele nunca havia intervindo diretamente assim antes. O que havia de tão especial naqueles nerds?
​Chase e seu grupo saíram primeiro, seguidos por Jeong-in, que levava Justin para longe.
​Atrás deles, restaram apenas pessoas observando em silêncio, lendo o ambiente.
​Jeong-in e Justin entraram juntos na sala de aula para a aula de matemática.
​— Justin… você está bem?
​Jeong-in perguntou cuidadosamente. O punho gordinho de Justin estava cerrado firmemente sobre a mesa, tremendo.
​— Que má… má…
​Justin rangeu os dentes como se estivesse transtornado e mal conseguia cuspir as palavras, mas, no fim, não conseguia se obrigar a xingar Hailey.
​— A Hailey nem sabe o que está perdendo.
​Jeong-in sussurrou baixinho, batendo em seu ombro.
​— O quanto ela vai se arrepender quando você se tornar um milionário após criar algo como o Snapchat? Alguém como o Vince Lowden pode acabar dirigindo sua limusine.
​— Até lá, seria uma cibernética, não seria?
​— Sim. Uma limusine cibernética.
​Os lábios trêmulos de Justin relaxaram gradualmente. Ele logo assentiu com um suspiro profundo, como se estivesse respirando fundo. Só então Jeong-in sorriu e sentiu-se silenciosamente aliviado.
​— Ei, Jay.
​— Sim?
​Justin encarou a borda de sua mesa e disse:
​— No nosso “livro da vergonha”, deveríamos apagar algumas linhas sobre o Chase Prescott?
​Jeong-in ficou um pouco surpreso com a menção repentina ao livro da vergonha, mas logo sorriu gentilmente. Parecia que Justin se sentia grato a Chase por tê-lo ajudado.
​— O que deveríamos apagar?
​— …Bem, pelo menos a parte sobre o órgão reprodutor dele ser como uma salsicha pequena.
​Jeong-in soltou uma risadinha, achando Justin fofo por falar como se estivesse fazendo um favor a Chase.
​Enquanto isso, a sala de aula silenciou conforme a lição começava. Jeong-in fingiu desviar o olhar para a mesa do professor enquanto pegava o telefone.
​[Obrigado por mais cedo]
​Após enviar a mensagem, seu coração começou a martelar. Logo em seguida, três pontos apareceram na tela, indicando que ele estava digitando algo. O fato de Chase estar respondendo durante a aula fez o coração de Jeong-in bater ainda mais rápido.
​Chase Prescott: [Seu amigo está bem?]
​Era uma mensagem gentil. Jeong-in olhou de relance para Justin. Seus olhos ainda estavam vermelhos, mas ele estava fazendo anotações diligentemente, segurando o lápis com força.
​[Ele vai ficar bem]
​[Obrigado]
​Mais uma vez, um sinal apareceu mostrando que ele estava digitando. Esta resposta chegou após um pequeno atraso.
​Chase Prescott: [Então, você gosta de mim um pouco mais agora?]
​No momento em que leu a mensagem, seu rosto corou.
​Jeong-in pensou que “Você desgosta de mim um pouco menos agora?” seria mais apropriado para a situação deles. Mas até esse pensamento foi passageiro. Jeong-in moveu rapidamente os dedos para digitar uma resposta.
​[Talvez um pouco]

Continua…

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✦ Tradução, revisão e Raws: Othello&Belladonna

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Aviso: ※ Conversas em coreano são expressas usando 〈 〉, enquanto conversas em inglês e outros idiomas utilizam travessão —
Sinopse:
Lim Jeong-in é um nerd acostumado a ser tratado como se fosse invisível na selva do ensino médio. Ele participa de duas atividades de clube com seu melhor amigo, Justin Wong. Uma é o clube de matemática ‘Mathleet Society’, e a outra é o ‘Clube de Ódio ao Chase’.
— Longa vida ao Clube de Ódio ao Chase.
Escrever um ‘livro da vergonha’ que repete boatos sobre o maior galã da escola, Chase Prescott, era um dos pequenos prazeres dos dois nerds. No entanto, através de uma reviravolta inesperada, o caderno de Lim Jeong-in é descoberto por Chase.
Mas, em vez de ficar zangado, Chase demonstra interesse por Jeong-in.
— Você é realmente engraçado.
— O livro? Quando você vai devolvê-lo?
— Hmm. Quando você parar de me odiar?
Ironicamente, o relacionamento que começou com o livro da vergonha torna-se gradualmente especial e, à medida que Jeong-in descobre os lados ocultos de Chase, ele se vê cada vez mais atraído para o mundo dele.
[Então, você gosta um pouco mais de mim agora?]
A verdade é que você me cativou não apenas agora, mas muito antes. Desde o momento em que bati os olhos em você pela primeira vez.
Jeong-in entra em confusão ao encarar seus verdadeiros sentimentos, que ele deliberadamente ignorou e escondeu até agora. Amizade, estudos e uma paixão de longa data.
Nesse relacionamento instável com alguém que abala todo o seu mundo, será Jeong-in capaz de manter o seu lugar?
Nome alternativo: 7 7 Minutes In Heaven

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