Ler Pivô Profundo (Novel) – Capítulo 121 Online


Modo Claro

Deep Pivot — Capítulo 121

— Yeonwoo.

Seojoon gentilmente afastou o cabelo bagunçado de Yeonwoo da testa e perguntou suavemente.

— Você imaginou fazer sexo comigo, não é?

Era uma pergunta que precisava ser feita — agora mesmo, neste momento.

— …Como você imaginou isso?

Yeonwoo baixou o olhar ligeiramente e virou a cabeça um pouco para o lado. A essa altura, seu rosto estava vermelho, como se fosse explodir.

— …Não sei.

— Não pergunte coisas assim. – Seojoon beijou os cantos dos olhos timidamente abaixados dele e, capturando seu olhar, o persuadiu e provocou com perguntas persistentes.

— Você imaginou abrir as pernas e me receber? Ou… o contrário?

Beijo. Beijo. Mesmo agora, Seojoon não largava aquela pele doce como leite. O olho direito de Yeonwoo estremeceu um pouco onde os lábios de Seojoon se tocaram.

— …Imaginei fazer você chorar. Muito.

Diante de duas escolhas claras, ele de repente confessou algo completamente diferente. Seojoon segurou sua bochecha e olhou em seus olhos.

— Como você me fez chorar?

Ele podia sentir o pênis preso sob seu estômago endurecer e se contorcer de tensão.

O Yeonwoo que Seojoon conhecia era do tipo que plantaria um único caroço de pêssego e já imaginaria um pomar de cem mil acres. Não havia como ele não ter imaginado como seria o sexo entre amantes.

— Eu gozei tantas vezes só de pensar em você chorando.

— …Eu nem consigo contar.

Era bastante óbvio que Cha Yeonwoo não era gay desde o começo, e fazia sentido que, em suas fantasias, ele se imaginasse mais facilmente dominando do que sendo dominado. Afinal, ele também era homem e naturalmente assumiria a posição que lhe parecesse mais instintiva.

— Então por que você age como se quisesse ser passivo? Yeonwoo, você me lambeu da última vez. Não foi porque queria me comer?

Seojoon mordeu e soltou o lábio inferior de Yeonwoo enquanto perguntava, meio brincando.

Para ser sincero, foi só então que Seojoon percebeu que poderia acabar transando com Cha Yeonwoo. Pensando bem, talvez fosse melhor se ambos começassem na posição em que eram novos.

— …É só que é… mais apertado do que eu pensava.

Mas, como sempre, meu amante deu uma resposta inesperada.

— Porque pensei que poderia machucá-lo, Tenente.

— ……

— Você acha que eu quero te machucar? Só de ver você respirar baixinho já é o suficiente para fazer meu coração doer — como eu poderia suportar te causar dor?

Seojoon conteve a onda de emoção que o invadia e olhou para Yeonwoo. Então é isso que significa quando as pessoas dizem que estão apaixonadas. Ele finalmente entendeu. Seu coração doía docemente, dolorosamente, simplesmente porque seu amado era tão querido para ele.

— Eu me preparei bastante. Não importa o que você faça comigo, eu vou gostar.

Cada palavra que ele dizia atiçava o fogo no peito de Seojoon. Ele acalmou o calor que se acumulava em seus olhos com um sorriso.

— Quem disse que dói? Se isso fosse verdade, metade dos gays do mundo deviam ser masoquistas.

Inclinando a cabeça, ele se inclinou e começou a beijar Yeonwoo novamente.

— Hum, não…

Chuup, chuup. Sons úmidos e obscenos ecoavam enquanto ele chupava descontroladamente, a língua mergulhando e agitando tudo. Quando o beijo curto e áspero finalmente terminou, a respiração ofegante de Yeonwoo pairou logo acima dos lábios de Seojoon.

— Já te disse várias vezes, Yeonwoo. Quero te engolir inteiro.

Seus cílios trêmulos bateram como asas. Seojoon baixou os lábios até os olhos agora úmidos de Yeonwoo e sussurrou com uma voz rouca:

— Hoje vou engolir todo o seu pau.

— ……

— É sua primeira vez, então seja gentil comigo.

Yeonwoo parecia prestes a perder a razão. Seu coração disparado quase fez Seojoon sentir pena dele.

Ele queria ir devagar, para valorizar cada momento para que Yeonwoo não se assustasse, mas não havia tempo.

Seus lábios se encontraram novamente em um beijo profundo enquanto Seojoon afastava a barra do roupão de Yeonwoo e movia os quadris. Sua mão deslizou por hábito, roçando entre a coxa e a perna, mas rapidamente se afastou.

A posição desconhecida o fez se atrapalhar desajeitadamente. Montado em Yeonwoo, com as pernas abertas, Seojoon não parava de chupar os lábios dele.

— Nngh… Tenente, mmph…

Seojoon moveu lentamente os quadris, esfregando a parte inferior do corpo contra o pênis ereto de Yeonwoo.

— Tenen… mmph… ngh, con… uh…

Mesmo com os lábios engolidos, Yeonwoo parecia desesperado para dizer alguma coisa, murmurando gemidos na boca de Seojoon enquanto estendia a mão apressadamente para a lateral da cama.

Seojoon finalmente se afastou e, vendo a mão estendida em direção ao criado mudo, falou.

— Não estamos usando camisinha, então me passe o lubrificante que está ao lado.

— L-Lubrificante?

Yeonwoo virou a cabeça em direção ao criado mudo. Sua mão tateou incerta, apenas para outra mão deslizar e pegar dois pacotes de lubrificante de uso único em um movimento rápido. Seojoon os havia pegado mais cedo, quando entraram no quarto — mantê-los ao lado da cama tinha sido uma boa decisão.

— Tire isso para mim, Yeonwoo.

Seojoon jogou o lubrificante nos lençóis e se inclinou para trás, pressionando seus corpos um contra o outro. Com as mãos trêmulas, Yeonwoo puxou a roupão de Seojoon para baixo, passando pelos ombros.

— Haa… Tenente…

A mão de Yeonwoo roçou o ombro exposto de Seojoon, deslizando sobre seu peito e descendo em direção à cintura. Ele nem tinha feito nada ainda, mas a cabeça arredondada do pênis totalmente ereto de Seojoon já batia levemente contra o plexo solar de Yeonwoo.

Permitindo-se ser tocado o quanto Yeonwoo quisesse, Seojoon segurou suas bochechas e beijou seus lábios, depois desceu para o queixo e o pescoço. Pescoço, ombro, peito… Cicatrizes tênues, agora quase invisíveis, erguiam-se em sulcos sutis sob a pele fina de seus lábios.

Eram resquícios dos ferimentos que Yeonwoo sofreu enquanto guiava.

— Nngh…

Seojoon traçou cada cicatriz com a boca, como se as gravasse nos lábios, descendo lentamente. Seus lábios permaneceram longos no peito de Yeonwoo — saboreando os mamilos firmes e delicados, moldados com perfeição para chupar, e os músculos firmes do peito sob eles.

Enquanto sua língua traçava o abdômen bem definido, seguindo os contornos daquela carne esculpida, e seus lábios acariciavam cada centímetro, um gemido de dor escapou da boca de Yeonwoo.

— Hngh…

— Há…

Seojoon exalou um hálito quente contra a pele corada de Yeonwoo, acariciando lentamente seu peito. A contração dos músculos abaixo dele — contraindo e relaxando — podia ser sentida claramente através da palma da mão.

Um peso úmido e quente batia na parte inferior do seu queixo. A glande, vazando um fluido transparente pela pequena fenda da uretra, parecia prestes a derramar néctar de pêssego se pressionada corretamente.

Sem hesitar, Seojoon abriu os lábios e sugou docemente o néctar coletado.

— Hngh, ah… Tenente, n-não…

A mão de Yeonwoo, trêmula com a sensação avassaladora, agarrou primeiro o ombro de Seojoon e, de repente, agarrou o lençol em desespero. A boca de Seojoon já estava preenchida com o pau que ele nem sequer havia engolido pela metade. “Ah… aaah…” Gemidos desesperados escapavam de cima de sua cabeça.

Seojoon tirou a mão de Yeonwoo do lençol e a colocou sobre sua própria cabeça, então empurrou a ponta da glande mais profundamente em sua garganta totalmente aberta.

— Ah-ahh, ngh…! Tenente…!

Yeonwoo, em pânico, agarrou um punhado de cabelo de Seojoon e puxou seu corpo para trás como se estivesse em choque. Seojoon não conseguiu segurá-lo a tempo, e de seus lábios entreabertos, um fluido espesso e turvo escorreu.

Mesmo agora, o esperma ainda jorrava entre os dedos grandes de Yeonwoo enquanto ele agarrava a ponta do seu pênis com força.

— Há… há…

Yeonwoo encarou os lábios de Seojoon em silêncio, atordoado. Seojoon, sem a menor surpresa, lambeu o sêmen dos lábios e o engoliu, depois deu um beijo reconfortante nas costas da mão de Yeonwoo, ainda envolvendo seu próprio pênis.

— Você gozou mais rápido do que eu esperava.

Ele se sentiu um pouco desanimado por Yeonwoo ter gozado antes mesmo que ele tivesse a chance de chupá-lo direito, mas ainda assim, o objetivo havia sido alcançado.

— Hngh… Não… não faça coisas assim…

— Está tudo bem, Yeonwoo. Na próxima vez…

Seojoon parou no meio da frase enquanto pegava a mão de Yeonwoo — ainda pegajosa de esperma — e a guiava entre suas próprias pernas.

Não haveria próxima vez.

Durante o tempo limitado que lhe foi permitido ter Cha Yeonwoo, ele o bebia avidamente e engolia cada gota de seu desejo sem restrições.

Seojoon traçou a dobra firmemente fechada entre os dedos de Yeonwoo e mordeu com força enquanto empurrava a barreira. Yeonwoo instintivamente sentou-se e passou um braço em volta da cintura de Seojoon.

— Ah… Tenente…

Seojoon soltou um gemido silencioso por entre os dentes cerrados. Era apenas um dedo, mas a sensação estranha era intensa. O dedo coberto de sêmen roçou cuidadosamente suas paredes internas.

— Fluido guia… você sabe que tipo de efeitos ele tem, certo, Yeonwoo?

— Você estudou bastante. – Seojoon sussurrou suavemente, beijando-o, e então guiou a palma da mão de Yeonwoo para roçá-la contra seu períneo.

— Por que desperdiçar uma camisinha?

Beijo, beijo. Cada vez que seus lábios roçavam os olhos vermelhos de Yeonwoo, este soltava um gemido trêmulo.

— Tente empurrar um pouco mais. Você acha que vai conseguir enfiar o seu pau assim? Sinceramente, enfiar o punho provavelmente seria mais fácil do que enfiar o seu pau.

— Hngh, parece que vai rasgar…

— Um Guia não deveria se preocupar com isso.

O dedo longo de Yeonwoo se movia lentamente para dentro e para fora. Ah… aaah. Ele tocou as entranhas de Seojoon como se ele próprio fosse o violado, completamente sem saber o que fazer.

— Eu acho… que estou tocando seus órgãos agora, Tenente…

Então ele disse a coisa mais adoravelmente absurda.

— É mesmo certo ficar só cutucando assim? É tão quente… e macio…

Seojoon, que balançava os quadris suavemente para acompanhar o movimento do dedo de Yeonwoo, soltou uma risada fraca. Imaginando se Yeonwoo estaria em pânico, olhou para baixo — e ficou aliviado ao ver o pau de Yeonwoo ainda firme, sem ter gozado novamente.

— Ah… ahh… Tenente…

Seojoon pressionou o corpo contra o dele, esfregando-se contra o pau dele. Yeonwoo soltou um gemido trêmulo e enterrou o rosto no ombro de Seojoon. Com o dedo médio já dentro, Seojoon agora também segurava o indicador, acostumando-se lentamente à intrusão.

— É… é muito mole. Acho que não vai funcionar, Tenente. Acho que não consigo enfiar…

— Vai ficar mais macio quando eu engolir seu pau.

Seojoon segurou as duas bochechas de Yeonwoo e o beijou fortemente antes de aproximar os lábios do ouvido dele, sussurrando baixo e devagar.

— Não derrame uma gota sequer nos lençóis. Goze dentro de mim. Quero cada cantinho das minhas entranhas encharcado com o seu esperma.
 

↫─☫ Continua….

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✦ Tradução, revisão e Raws: Yuki&Belladonna

Ler Pivô Profundo (Novel) Yaoi Mangá Online

Sinopse:
Devido a um trauma, o esper Ji Seo-joon se recusava a ter um guia exclusivo. Por causa de sua aversão ao contato com guias e das constantes baixas taxas de compatibilidade, ele vinha recebendo guiamentos de baixa qualidade há anos.
Diante de Seo-joon, que estava à beira de explodir devido ao acúmulo de fadiga, surgiu um guia com uma taxa de compatibilidade milagrosa.
【98,8%】
O protagonista com um número sem precedentes, Cha Yeon-woo, ainda era um estudante do ensino médio que nem sequer havia se formado. Ele foi lançado ao campo sem passar por treinamento, como se não se importassem se ele morresse.
“Ah, eu não sou uma criança. Tirei um ano de folga, então tenho vinte anos… Espero que você não diga que sou muito novo, mesmo que não saiba os outros motivos.”
Seo-joon não pôde deixar de sentir um aperto no peito diante da aparência inocente e dedicada do guia novato…
Nome alternativo: Piv Profundo Deep Pivot

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