Ler Pivô Profundo (Novel) – Capítulo 122 Online


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Deep Pivot — Capítulo 122

Talvez ele tivesse se gabado demais — dois dedos já eram uma luta. Mas, naquele momento, Seojoon já havia consumido dezenas de caixas de estabilizadores nervosos e relaxantes musculares.

Tirando os dedos, Seojoon encontrou o olhar trêmulo de Yeonwoo. Aproximando-se, gentilmente deitou Yeonwoo de costas e guiou seu pau gotejante pela entrada dele.

Então, pressionou a ponta firmemente contra sua entrada e, respirando fundo, começou a forçar lentamente a glande para dentro.

— Ah-ngh, Tenente, Tenente… e-espere… aah…

As mãos de Yeonwoo tatearam o peito de Seojoon, sem saber o que fazer, mas Seojoon as segurou e as prendeu acima da cabeça. Ele se abaixou, seu corpo se abaixando sobre o de Yeonwoo.

— Shh, shh…

Um sussurro pesado e quente escapou da boca de Yeonwoo.

— Está tudo bem, Yeonwoo.

— Ah—ah, não, é… demais…

Yeonwoo virou a cabeça para o lado, como se tentasse esconder o rosto, os lábios firmemente selados enquanto abafava os gemidos. Seojoon mordeu e chupou aqueles lábios fechados por capricho e, enquanto relaxava a parte inferior do corpo, forçou a glande para dentro — aos poucos — ainda não totalmente engolida.

Tuk, tuk. A sensação de carne rasgando era aguda e vívida. Era, literalmente, como tentar enfiar um pau no buraco de uma agulha. Com a primeira penetração — engolindo o pau de Cha Yeonwoo, logo ele —, não havia como evitar o sangue.

Uma dor surda e lancinante percorreu suas coxas, como se estivessem sendo dilaceradas. Hhhngh… Seojoon nem tinha forças para gritar, então Yeonwoo gemeu no lugar dele. Finalmente, o que parecia uma tarefa impossível — a glande agora estava confortavelmente alojada nas paredes internas de Seojoon.

— Hngh… Dói, dói, Tenente. Não, ngh… é uma sensação boa… hah, é boa…

Seojoon mordeu delicadamente e soltou os lábios de Yeonwoo, que proferiam aquelas palavras contraditórias e suplicantes. Ele soltou um suspiro silencioso e cheio de dor.

Seus dedos, entrelaçados, empalideceram com a pressão. Mas assim que ele conseguiu alcançar a parte mais grossa — a cabeça — o resto deslizou para dentro com mais facilidade. Suas paredes internas, antes firmemente unidas, se abriram com um som úmido e estirado ao redor da ponta rombuda, enviando ondas de dor sufocante por todo o seu corpo.

— Huh…

— Hngh… ah, Tenente, Tenente…

— Yeonwoo, olhe para mim.

Inclinando a cabeça, Seojoon roçou suavemente os lábios dos dois, encontrando o olhar de Yeonwoo. Lágrimas brotaram nos cantos dos olhos de Yeonwoo, suas sobrancelhas franzidas de dor.

— Dói?

Diante da breve pergunta, Yeonwoo balançou a cabeça. Não, não… ngh…

— ão… se mova, por favor… hff…

— Mas eu tenho que me mexer se eu quiser engolir seu pau direito.

— Não, ugh, Tenente, e-espere, só um segundo…

Seojoon deu um beijo na bochecha macia de Yeonwoo, cerrou os dentes e expirou bruscamente. Squelch. Com quase metade do pênis de Yeonwoo dentro, a pressão de estar tão completamente preenchido fez sua visão girar. Ah… aaah… Ele podia ouvir gemidos semelhantes a soluços perto do ouvido.

— Parece que vou explodir, Tenente… ngh, dói… é uma sensação boa… ah, hngh… é bom… ugh…

Seojoon beijou os cantos dos olhos úmidos de Yeonwoo, murmurando suaves sons de “shh, shh” para acalmá-lo. Mesmo com todos os relaxantes musculares que havia tomado, parecia que esse era o limite do que ele conseguia lidar sozinho.

Ele ergueu os quadris lentamente. Liso — o som molhado ecoou enquanto o pau de Yeonwoo, que ele mal conseguira engolir, era puxado para fora, arrastando-se por suas paredes internas.

Era a primeira vez que tentavam aquela posição, e era estranho. Mesmo assim, Seojoon estava determinado a continuar se movendo, a continuar até que a palavra “dor” desaparecesse dos lábios de Yeonwoo.

— Nngh—aaah, Tenente, tire isso, por favor, tire isso…

Assim que começou a se abaixar novamente, engolindo lentamente o membro de Yeonwoo mais uma vez, Yeonwoo se contorceu, tentando libertar as mãos amarradas, balançando a cabeça freneticamente e ofegando. Seus pés escorregaram nos lençóis.

— Hngh—não, nngh…!

Fiel ao estilo de Cha Yeonwoo, que já havia construído a Grande Muralha cem vezes em sua cabeça, ele acabou ejaculando antes mesmo que eles conseguissem dar uma estocada completa.

— Há…

Seojoon ofegou, absorvendo a sensação estranha e vívida. Ele podia sentir o jorro quente de fluido espesso penetrando em suas paredes internas já distendidas. O pênis preso dentro dele se contraiu como se estivesse em convulsão.

— Huh… Yeonwoo…

Ah… ele não esperava sentir tão claramente — dentro de suas entranhas. Embora a temperatura não fosse alta, estando próxima à do corpo, ele ainda conseguia sentir distintamente o gozo de Cha Yeonwoo atingindo suas paredes internas com força.

— Haa… ngh… não… ahh…

Yeonwoo estremeceu violentamente, seus gemidos trêmulos, úmidos e quebrados, enquanto seu pênis se contraía dentro de Seojoon. Seu rosto se contorceu com a sensação avassaladora. Seojoon se inclinou para beijar as lágrimas que se formavam nos cantos de seus olhos desesperadamente baixos, enquanto continuava a balançar os quadris, esfregando seu próprio pênis contra a parte inferior do abdômen de Yeonwoo.

— Não chore, Yeonwoo.

Surpreendentemente, a dor havia diminuído significativamente graças à ejaculação de Cha Yeonwoo. Embora o que estavam fazendo fosse puramente um ato de amor, não havia como negar que ainda eram um Esper e um Guia. O fluido do Guia penetrou nas paredes internas de Seojoon, acalmando-as e despertando suavemente um prazer lento e latente.

— Você consegue sentir o quão molhado está lá dentro?

Silêncio, silêncio. Seojoon deliberadamente girou os quadris lentamente, deixando os sons molhados ecoarem entre eles.

— Tem tanto líquido saindo do seu pau, Yeonwoo… você já me encharcou assim.

— Hngh—n-nã… não diga coisas assim… ngh, ah…

— É uma sensação boa?

— É uma sensação boa, Tenente… tão boa… ah…

Seojoon apertou os lábios, engolindo cada gota da respiração ofegante de Yeonwoo. Seu pênis, que ainda não havia gozado nenhuma vez, havia se recuperado do breve momento de dor e estava ficando firme e cheio novamente.

Silêncio, silêncio. Enquanto Seojoon movia lentamente os quadris, verificando o estado de Yeonwoo — que parecia ter recuperado a compostura após duas rodadas de liberação —, ele finalmente afrouxou as amarras nas mãos de Yeonwoo. Assim que se libertou, Yeonwoo envolveu os braços firmemente em volta da cintura de Seojoon e sentou-se.

— Ah… argh.

O ângulo do pênis alojado profundamente mudou ligeiramente com o movimento, e Seojoon soltou um gemido enquanto se agarrava ao pescoço de Yeonwoo.

— Haa… haah… Tenente, Tenente.

— …Nngh.

O pau de Yeonwoo empurrou um pouco mais fundo, levantando as paredes internas de Seojoon. Enquanto Yeonwoo começava a se mover cautelosamente, seus quadris se movimentando, o corpo de Seojoon balançava suavemente a cada estocada.

— Ah… Yeonwoo… aah…

Com a dor agora desaparecida, tudo o que restava era a estranha sensação de algo se movendo bem no fundo de sua barriga e a pressão de seu próprio pênis, preso entre seus corpos e pressionado contra o estômago de Yeonwoo.

— Eu imaginava isso todos os dias, Tenente…

De repente, a visão de Seojoon mudou. Agora deitado sobre os lençóis, ele olhou para Yeonwoo. Seus olhos azuis atordoados brilhavam, vidrados de puro e puro desejo. Yeonwoo se inclinou, os braços apoiados em cada lado da cabeça de Seojoon, compartilhando sua respiração doce e quente enquanto ele sussurrava.

— Desde muito antes de você perceber… centenas, milhares de vezes…

Seojoon gemeu, envolvendo as pernas firmemente em volta da cintura de Yeonwoo.

— Imaginando… ser levado, bem aqui, por você, Tenente… haa…

Uma mão grande agarrou sua bunda com firmeza. A carne apertada se comprimiu e apertou ao redor do pau de Yeonwoo, esticando-se até o limite — empurrando-o para fora e esticando-o novamente sob a pressão de seu aperto, repetidamente.

O pau de Yeonwoo, ainda nem na metade, lentamente abriu caminho, cutucando e pressionando as paredes internas escorregadias e aderentes de Seojoon. A cada empurrão, um pouco mais se abria, e a sensação de estar sendo penetrado tão profundamente deixava sua visão turva.

Naquele momento — com Yeonwoo enterrado em sua barriga —, Seojoon sentiu-se tomado por uma felicidade imensa, quase sufocante. Entre o abdômen contraído, a ponta do pênis, pressionada a ponto de doer, vazava um fluido transparente, aos poucos.

Todo o seu corpo, do couro cabeludo ao peito, tremia com a sensação de formigamento que fazia sua pele parecer que estava se desfazendo em pedaços. Mais. Mais. Ele queria rasgar suas entranhas se fosse preciso para absorver Cha Yeonwoo por completo. Da cabeça aos pés — completamente, inteiramente.

Engula-o inteiro, esmague-o.

— Hnngh, ah, ah—

Crunch. A garganta de Yeonwoo pulsava com força enquanto ele engasgava, seu pescoço firmemente envolto por uma gavinha negra e orgânica. A massa contorcida de tentáculos, embriagada de prazer, lançava sombras inconstantes em seu rosto.

Não, pare, por favor, pare, não mais, por favor, apenas pare.

As silhuetas oscilantes dos dois na cama haviam desaparecido — agora, não havia nada além de um monstro e um homem.

— …Não pare.

Seojoon detestava a figura horrível e vergonhosa refletida sob os olhos de seu amado. Seu coração se desfez, desmoronando sob o peso de tudo aquilo.

Uma mão pálida e esguia tocou suavemente a superfície ondulada da massa monstruosa e orgânica. Mesmo através da névoa escura e estática de sua visão, o azul-claro dos olhos de Yeonwoo brilhava intensamente.

— Não importa o que você seja, Tenente… Eu amo tudo em você, então, por favor… Não pare, eu imploro…

Yeonwoo fechou os olhos com um gemido, beijando as partes da pele de Seojoon que agora eram mais de criatura do que de homem — a parte superior do corpo engolida pela massa negra e contorcida. Seu pênis, incapaz de penetrar completamente, pulsava violentamente, enterrado profundamente nas paredes internas apertadas de Seojoon.

— Hnngh… Tenente…

O clímax chegou para ambos ao mesmo tempo, seus corpos unidos como um só. Seojoon fechou os olhos com força, depois os abriu, sacudindo o borrão de lágrimas que turvava sua visão. Rangendo os dentes, ele forçou seu corpo a retornar à sua forma humana original.

— Ah… haa… ugh…

Mesmo enquanto a carne ondulante retornava lentamente à pele macia, os lábios de Yeonwoo não o deixavam, beijando e roçando ternamente cada centímetro. Squlch, squlch. Sua visão oscilava para cima e para baixo. Ah… aaah… Um doce gemido escapou enquanto o calor úmido o inundava mais uma vez.

— Tenente… haa… Foi bom para você também, certo?

— …

— Isso significa que… você gosta tanto assim de mim, certo?

Seojoon não conseguia falar — sua garganta se apertava de emoção. Seu amor, tão radiante e belo, fazia seu coração doer insuportavelmente. Porque ele queria mais. Porque ele queria tê-lo para sempre — mas sabia que não podia.

Seojoon contemplou o rosto de seu amado — tão dolorosamente belo — por um longo, longo tempo. Mordeu delicadamente aquelas bochechas coradas, vermelhas de prazer, e provou avidamente o sal de suas lágrimas.

Os batimentos cardíacos acelerados, as respirações irregulares, os gemidos que saíam de sua garganta — ele queria trancá-los todos bem no fundo de sua barriga, mantê-los escondidos onde ninguém mais pudesse ver.

— …Por que você é tão lindo, Yeonwoo? Só para me atormentar?

Hum? Seojoon não conseguiu mais conter a dor no coração. Beijou-o repetidamente, sussurrando seu nome com desespero.

— Cha Yeonwoo.

Você vai morrer comigo?

Posso te levar comigo? Só você. Por favor, só você.

— Tenente…

Yeonwoo olhou para ele, com os braços firmemente em volta da cintura de Seojoon. Seus olhos azuis cheios de lágrimas brilhavam com devoção cega.

— Eu te amo, Tenente… Estou tão feliz agora. Nunca estive tão feliz.

Seus lábios pressionaram as pálpebras quentes e trêmulas de Seojoon.

— Por favor, continue me amando até o dia em que eu morrer. Quero ficar ao seu lado para sempre… Por favor, me ame todos os dias, Tenente…

Impulso. Um leve empurrão em sua barriga fez o corpo de Seojoon se erguer bruscamente. Com as pernas abertas, ele envolveu a cintura de Yeonwoo, puxando-o para perto, beijando-o enquanto se agarrava ao seu pescoço.

…Yeonwoo.

Seu grito desesperado e dilacerante tornou-se um sussurro suave que se escondeu dentro daquele beijo.
 

↫─☫ Continua….

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✦ Tradução, revisão e Raws: Yuki&Belladonna

Ler Pivô Profundo (Novel) Yaoi Mangá Online

Sinopse:
Devido a um trauma, o esper Ji Seo-joon se recusava a ter um guia exclusivo. Por causa de sua aversão ao contato com guias e das constantes baixas taxas de compatibilidade, ele vinha recebendo guiamentos de baixa qualidade há anos.
Diante de Seo-joon, que estava à beira de explodir devido ao acúmulo de fadiga, surgiu um guia com uma taxa de compatibilidade milagrosa.
【98,8%】
O protagonista com um número sem precedentes, Cha Yeon-woo, ainda era um estudante do ensino médio que nem sequer havia se formado. Ele foi lançado ao campo sem passar por treinamento, como se não se importassem se ele morresse.
“Ah, eu não sou uma criança. Tirei um ano de folga, então tenho vinte anos… Espero que você não diga que sou muito novo, mesmo que não saiba os outros motivos.”
Seo-joon não pôde deixar de sentir um aperto no peito diante da aparência inocente e dedicada do guia novato…
Nome alternativo: Piv Profundo Deep Pivot

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