Ler Things That Can’t Be Done (Novel) – Capítulo 06ª Parte Online

06ª Parte
Sua barriga doía, a garganta doía e parecia que seu maxilar iria cair. Diante da voz que lhe chamava lentamente, Seojae conseguiu apenas soltar um “uh”. Ele manteve a cabeça baixa e não encontrou os olhos de Beomjin.
— Então tira as meias.
Ele não sabia o que Beomjin queria fazer, falando algo daquele tipo de novo. Seojae havia chegado em casa e nem sequer tinha lavado os pés, então nem conseguia tocar em suas meias, imaginando o que Beomjin faria com elas. Como ele ficou imóvel, Beomjin aproximou-se e tirou as meias de Seojae. Beomjin encarou os pés pálidos revelados por um momento, então lambeu entre os dedos com a língua.
— O que… o que você está fazendo?
— Seus pés têm um gosto muito bom também. Porra.
Beomjin colocou a língua entre os dedos de Seojae, chupou o peito do pé e mordiscou a parte arredondada da sola com os dentes. Pensando que teria sido melhor se ele próprio estivesse chupando o pau, Beomjin lambeu, chupou e mordeu os pés por inteiro. Seojae, que havia caído para trás, não conseguia nem se levantar enquanto ambos os pés eram continuamente chupados por Beomjin.
— Para… com isso.
— Quer tentar uma foda com os pés?
Embora o tom sugerisse que ele estava pedindo uma opinião, no fim das contas, Beomjin fazia tudo do seu próprio jeito. Seojae só percebeu tarde demais que ambos os seus pés haviam alcançado o pau de Beomjin. Suas pernas haviam sido erguidas no alto com apenas os joelhos dobrados, e logo algo macio e emborrachado tocou as pontas de seus pés. Estava molhado e também parecia duro quando tocava a parte macia de sua sola. Por causa das palavras de Beomjin, dizendo-lhe para pisar naquilo direito, ele percebeu o que havia tocado. Ainda assim, não doía tanto quanto fazer aquilo com a boca, então Seojae permaneceu imóvel, fazendo o que Beomjin ordenava.
— Abre as pernas.
Seus joelhos, que estavam juntos, foram implacavelmente afastados pelas mãos de Beomjin. Conforme suas pernas se abriam em formato de V, os dois pés envolvendo desajeitadamente o pau ficaram claramente visíveis para Seojae também. Diante da insistência de Beomjin para pisar naquilo, Seojae começou a esfregar desajeitadamente o corpo do pau com ambas as solas dos pés. Beomjin já segurava os joelhos de Seojae com firmeza, caso ele tentasse fechar as pernas. Já era difícil o suficiente se mover daquela forma, mas com os joelhos pressionados para baixo, Seojae conseguiu apenas fazer movimentos desajeitados com os pés contra o pau. O pau escorregava por entre seus pés, saía do rumo, e um pé que tocava a glande às vezes caía no chão com um baque seco.
Por algum motivo, Beomjin ficava mais excitado toda vez que ele cometia um erro daquele tipo. Sempre que perdia o equilíbrio e empurrava o pau como se o estivesse chutando, Seojae conseguia ver os olhos de Beomjin se tornando animalescos. E então ele dizia: — Pisa mais. Mesmo não sendo seu próprio pau sendo esfregado, o rosto de Seojae ficou vermelho. Mordendo o lábio com força, ele esfregou o pau de Beomjin com os pés. Não apenas estava coberto pela saliva de antes, mas o pau também pingava lubrificante natural toda vez que os pés brancos o tocavam, então os pés de Seojae também ficaram molhados como se estivessem encharcados de água. Ele às vezes virava a cabeça para longe do pau ferozmente ereto, mas não podia olhar para outro lugar, já que estava tentando fazê-lo gozar com os pés. Seojae olhou para o pau de Beomjin novamente e tocou vários lugares com os pés. Seus pés tocaram a glande, o corpo grosso e as partes salientes e venosas.
Apenas quando a sensação em suas solas começou a diminuir é que Beomjin gozou. O fluido branco disparou para cima, espirrando pelas panturrilhas e pelos peitos dos pés de Seojae. Como Beomjin havia puxado as calças dele até os joelhos, suas roupas não ficaram sujas, mas Seojae detestou a sensação daquilo em sua pele nua. Seojae franziu o cenho ao receber o sêmen de Beomjin nos pés e nas panturrilhas. Beomjin aproximou-se com um sorriso largo e espalhou o sêmen profusamente ejaculado de maneira uniforme pelos dedos, peitos dos pés e solas de Seojae. Um som pegajoso era feito o tempo todo em que ele o espalhava.
— Para de fazer coisas estranhas…
— Continue falando se quiser morrer, seu merda.
Beomjin disse aquilo e desferiu um tapa na sola do pé de Seojae com a mão, fazendo um som estalado. Ele continuava a soltar xingamentos vulgares, mas seu rosto ainda exibia um sorriso frouxo. Seojae olhou para aquele rosto, depois arrastou os pés grudentos até o banheiro. Não importava o quanto lavasse com sabonete líquido, parecia que a película não saía de jeito nenhum. Seojae permaneceu no banheiro por mais de 30 minutos e, no fim, saiu sentindo que não havia se limpado o suficiente.
Na sala de estar, Beomjin estava dormindo pelado. Ele tentou esconder sua sensação de perplexidade e ir para o seu quarto, mas não pôde fazer isso porque Beomjin, com os olhos fechados, bateu a mão no chão.
— Você não vem? — Beomjin, que perguntou em um tom irritado, não voltou a dormir até que Seojae se deitasse ao seu lado. Seojae mudou rapidamente de roupa e fechou os olhos ao lado de Beomjin. Enquanto o Alfa estava deitado ocupando todo o espaço no meio da sala de estar estreita, Seojae tentou dormir com o corpo colado à cozinha. Normalmente, ele não teria conseguido pegar no sono facilmente, mas havia sido uma sequência contínua de eventos exaustivos, então seus olhos se fecharam assim que ele se deitou.
— Não está gostoso?
— Não…
A fumaça subia do braseiro exatamente no centro da mesa organizada. Beomjin não tirava os olhos do rosto de Seojae, que prestava atenção apenas em Junhee sentado ao seu lado.
— Então por que você não está comendo?
— Estou sem apetite…
Havia sido a escolha de Beomjin ir a uma churrascaria no meio do dia. Seojae sentia o olhar de Beomjin constantemente sobre si, mas não erguia os olhos direito. Se olhasse para o rosto de Beomjin, sentia que continuaria se lembrando de como o havia feito gozar na noite passada. Mesmo tendo verificado seus pés lisos, calçado as meias e colocado os sapatos, a sensação de pisar em algo escorregadio não desaparecia.
— Hyung-nim.
— Sim.
— O hyung-nim não deveria colocar um piercing no mamilo?
Tendo colocado carne mal passada direto na boca, sangue escorria pelos cantos da boca de Beomjin. Parecia que ele estava dizendo aquelas coisas sem nenhum motivo real, e os cantos dos olhos de Seojae se enrugaram.
— Hã? Vamos colocar?
— … Eu não quero.
— Por quê? Acho que ficaria gostoso.
— …
— Ter um rosto desses e usar um negócio daqueles no mamilo, nossa.
Era algo que não aconteceria, mas o pensamento de que ele estava imaginando uma coisa daquelas o deixou inquieto. Seojae detestou Beomjin, que soltou um “nossa” e uma exclamação como se para garantir que ele ouvisse. Ele estava fazendo o seu melhor para não demonstrar e alimentava a criança com mingau, mas não queria estar no mesmo espaço que Beomjin por nem um único instante.
— Você realmente não quer colocar?
Beomjin colocou mais alguns pedaços de carne, que estavam quase crus, na boca, e então repetiu o que havia dito antes. Suas palavras tinham mais agressividade do que antes. Seojae, que examinou o rosto de Beomjin com os olhos, respondeu baixinho.
— É, eu não quero…
Diante da voz arrastada de Seojae, Beomjin ergueu os cantos da boca e sorriu.
— Se você colocasse, porra.
Ele murmurou um xingamento curto e vulgar e pareceu continuar imaginando mais coisas por conta própria. Seojae não tocou na carne de boi que estava sendo grelhada na sua frente. Ele apenas alimentava a criança com mingau e, para si mesmo, apenas beliscava um pouco dos acompanhamentos.
Ele não esperava ir a uma churrascaria para o café da manhã. Estritamente falando, eram 11 horas da manhã, então não era bem manhã, mas era demais comer carne de boi na primeira refeição do dia. Seojae também não havia comido nada na noite anterior. Beomjin o havia arrastado para lá e para cá o dia todo, então não houvera chance de colocar comida na boca. Ele deveria estar com fome, mas para começo de conversa, não gostava muito de carne, e de manhã, não conseguia nem comer carne temperada direito. A carne de boi vermelha estava saindo rapidamente da grelha. Ele não conseguia comê-la bem nem quando estava cozida, mas Beomjin a colocava na boca sem nem sequer cozinhá-la direito.
— Por que você não está comendo? Esta carne está boa.
— Eu não como muita carne de manhã.
— Come.
Beomjin estendeu um pedaço de carne com o pegador. Era um pedaço do tamanho da palma da mão, com sangue pingando dele. Ele segurava um pedaço que nem sequer havia sido cortado, sem que se soubesse de que parte era.
— …
— Põe isso na boca.
Porque Beomjin balançou o pegador, o óleo e o sangue da carne pingaram na grelha ao mesmo tempo. Um som de chiado veio do carvão.
— … Eu não vou com-
— Quem diabo disse que você podia fazer o que quer, hyung-nim? Me escuta e come.
Seojae olhou uma vez para Beomjin e depois espiou Junhee, que mastigava o mingau ao seu lado. Ele realmente não queria comer aquilo, mas a atitude de Beomjin era firme demais. No fim, Seojae pegou a carne com os palitinhos e, como se fosse forçado a fazer algo que detestava, colocou o pedaço de carne inteiro na boca. Um dos lados parecia completamente cru, pois havia muito sangue vermelho quando ele o recebeu.
— Está gostoso, não está?
Seojae cobriu a boca com a mão e assentiu. Ele sentiu que ia vomitar a qualquer segundo, por isso cobriu a boca primeiro. Seu estômago já estava ruim o suficiente para ir ao hospital, e agora comer algo assim. Seojae, com a carne ainda na boca, pensou no remédio que não havia conseguido comprar na farmácia.
E então ele teve um pensamento estranho. Foi porque ele não tivera nenhum sintoma em particular desde a noite passada até hoje. Será que os sintomas pioraram quando ele estava com Beomjin? Seojae, com a testa franzida, mastigou a carne cuja textura conseguia sentir distintamente e engoliu a saliva. O gosto de ferro preencheu sua boca por causa do suco da carne e do sangue. Seojae bebeu a água que havia servido e de algum modo empurrou o pedaço de carne goela abaixo como se fosse um comprimido. De fato, desceu daquela forma.
Não importa o quão boa fosse a carne de boi, ele nunca vira ninguém comê-la tão crua assim. Seojae fingiu comer bastante dos acompanhamentos para não ser importunado por Beomjin. A criança deixou um pouco de mingau, então ele raspou tudo com uma colher e comeu. Quando Beomjin perguntou se estava bom, ele respondeu que sim.
Depois que a refeição terminou, Seojae colocou o casaco que estava em seu colo na criança. Beomjin foi até o caixa e pagou. Ele não olhou de perto, mas pareceu ter custado mais de 300.000 won. A identidade de Beomjin, que gastava tanto dinheiro tão livremente em apenas uma refeição, tornava-se cada vez mais suspeita. Seojae, com base no que via até agora e pelo modo de falar e agir de Beomjin, inferiu a profissão dele. Ele não sabia como ganhavam dinheiro ou o que faziam, mas por enquanto, apenas palavras como gângster ou mafioso vinham à mente. Em sua cabeça, ele pensava apenas em como poderia se envolver menos com um Bandido daqueles.
— Hyung-nim.
Beomjin, que havia ligado o carro de forma brusca, também falou do nada.
— Sim.
— Você não precisa ir ao hospital de novo.
Seojae, olhando de relance para Beomjin, evitou responder. Ele colocou a mão no rosto da criança que estava segurando.
— Quer que eu abra os seus ouvidos para você?
— …
Seojae, segurando a criança nos braços, disse não dessa vez. Ele disse que não sabia se iria ao hospital ou não porque sua agenda não estava certa.
— Aquele avental, aquele dia, parecia muito bom.
— ….
— Ficou bem em você, hyung-nim.
— ….
— Você provavelmente não estava usando nada por baixo.
Ouvindo palavras que beiravam o assédio, Seojae apenas olhou para frente. Ele deu tapinhas gentis nas costas da criança em seus braços e não respondeu. Não usar nada? Era um avental que ele havia colocado por cima de sua roupa íntima. Seojae perdera a vontade até de retrucar aquilo. Ele apenas segurou a criança em silêncio e lançou o olhar apenas para o pára-brisa dianteiro.
— Você realmente ignora as minhas palavras com frequência.
— Não. Não foi uma pergunta…
Como sua voz subitamente se elevou, Seojae olhou para Beomjin e abriu a boca rapidamente.
— O que foi que eu disse?
— ….
Ele havia deixado as palavras passarem tanto que nem conseguia se lembrar do que fora dito após a parte sobre o avental. Seojae culpou sua mente exausta e inventou uma desculpa. Por precaução, ele colocou uma mão na cabeça da criança e a puxou firmemente para o seu abraço.
— Escuta as minhas palavras no tempo certo e responde.
— … Sim.
— … Porra, esta é a primeira vez que vejo uma cadela tão sonsa.
Beomjin murmurou para si mesmo e girou o volante com força. Era uma rua tranquila, então não havia perigo, mas sua direção era extremamente violenta. Sentindo que havia provocado desnecessariamente o temperamento de Beomjin, Seojae sentiu uma onda de frustração. Ele tinha que reagir a cada um daqueles comentários pervertidos? Parecia que uma grande pedra estava cravada firmemente dentro dele.
Antes que demorasse muito, uma estrada familiar surgiu. Era a rua estreita pela qual sempre tinham que passar antes de entrar no beco. Seojae, tendo ido e voltado no carro de Beomjin ontem e hoje, vinha observando os arredores dessa forma. Mesmo quando caminhava até a rua, não havia um único prédio decente, e vindo da área dos restaurantes em direção à casa, não havia nenhuma paisagem nova que chamasse sua atenção. Incluindo o restaurante coberto com fita azul, parecia que todos os comércios próximos estavam fechados. Seojae saiu em frente de casa, à qual haviam chegado num piscar de olhos, e observou Beomjin ir embora. Ele encarou fixamente o carro que encolhia na distância e sentiu uma sensação de alívio. Com o pensamento de que finalmente havia se despedido de Beomjin, Seojae conseguiu entrar em casa com a criança com passos leves.
Foi mais de duas semanas depois que ele foi ao hospital. Eles haviam pedido categoricamente que ele fizesse uma visita dentro de uma semana, mas por causa de Beomjin, ele não teve chance. Beomjin, que não parecia nem um pouco ocupado e vinha almoçar cerca de uma vez a cada dois dias, não dava sinal de quando viria, ou se não viria de jeito nenhum. Por medo de que ele pudesse ficar bravo, Seojae tinha que avisá-lo se precisasse ir a algum lugar. Seojae pensou em qual dia da semana Beomjin parecia mais ocupado e agendou uma consulta no hospital para a sexta-feira.
— O hospital disse que eu tinha que ir sem falta…
[Essa, porra… cadela… por que tinha que ser na sexta-feira?]
Durante aquelas duas semanas, Beomjin não havia aparecido na casa às sextas-feiras. Seojae havia se lembrado daquilo e feito a reserva para a sexta-feira, mas sua boca se fechou diante do xingamento, perguntando-se se Beomjin havia lido sua mente.
— Eu também recebi a ligação de repente.
[Então, você vai ao hospital sozinho, hyung-nim?]
— Eu tenho que ir. Eu não sabia que você não estava livre às sextas-feiras.
Seojae surpreendeu-se consigo mesmo por soltar mentiras de forma tão natural. Parecia que, diante de uma crise, esse tipo de engenhosidade era ativado. Nesse meio tempo, ele estava sob estresse demais com Beomjin dizendo que deveria ir ao hospital com ele. A lembrança de encontrar Beomjin em frente ao vestiário não era boa, e ele não conseguia esquecer de ser arrastado para um karaokê e até desmaiar. Ele não queria passar por coisas daquelas de novo. Seojae tinha medo de ir a lugares desconhecidos, como o hospital, com Beomjin. Como coisas assim já haviam acontecido uma vez, ele queria evitar criar uma situação daquela se fosse possível de alguma forma.
[Então faz isso], a voz meio resignada de Beomjin veio pelo aparelho. O resmungo para si mesmo, algo sobre uma cadela de merda, foi um bônus. Ainda assim, foi um alívio que tenha terminado ali. Seojae fechou os olhos e levou a mão ao peito. “Hoo”, ele respirou baixinho sem que Beomjin soubesse.
Depois de também fazer uma reserva na creche para a criança, pareceu que as coisas se resolveriam sem problemas. Amanhã, ele planejava deixar Junhee na creche, passar no hospital e depois comprar algumas roupas no centro. Ele havia trazido o mínimo de bagagem possível, então não tinha roupas para usar no verão. Já era junho, então precisava começar a se preparar para o verão.
Seojae foi até a mesa de jantar e tirou ovos, arroz e carne de boi da caixa deixada ali. Depois que a mercearia mais próxima havia fechado as portas, ele vinha recebendo entregas de uma loja do centro. Se fizesse um pedido por telefone com dois dias de antecedência, os itens seriam entregues dentro de três dias. Após tirar o pão que estava no fundo de tudo, Seojae colocou a caixa vazia perto do armário de sapatos.
Enquanto se acostumava com coisas assim, ele não havia topado com a gangue cujas bochechas Beomjin havia esbofeteado. Parecia que eles não estavam nem rondando a área, com medo de serem feridos por Beomjin novamente. Ele também havia se adaptado de certa forma às noites ali, onde apenas a sua respiração e a de Junhee podiam ser ouvidas quando a noite caía. Seojae amarrou as cortinas de tecido para deixar a luz do sol entrar no quarto. Ele viu a criança, que havia acordado de um cochilo, sentado no chão com um carrinho de brinquedo.
— Junhee, vamos brincar com os amigos um pouquinho amanhã?
— Eh.
Será que ele entendia o que queria dizer? Seojae pensou em quão feliz Junhee, que sempre ficava contente ao encontrar bebês da sua idade, estaria amanhã. Ele ainda era jovem demais para ser enviado à creche, mas era uma criança tão dócil que se daria bem com outros amigos. Com um sorriso no rosto, Seojae segurou a mão da criança e sorriu para Junhee, que respondeu novamente com um “eh”.
Seojae, que acordou cedo de manhã e terminou de se arrumar, pegou um táxi e primeiro deixou Junhee em uma creche no centro. Ele o observou por cerca de 20 minutos, e pareceu que ele se dava especialmente bem com as crianças da sua idade. Seojae sentiu-se aliviado ao ver Junhee, através da janela de vidro, sorrindo gentilmente até para uma criança que estava vendo pela primeira vez. Ele havia vindo cedo de propósito, mas poderia apenas ter deixado a criança e seguido direto para o hospital. Com bastante tempo de sobra, Seojae pagou a taxa por um dia de cuidados e ouviu várias coisas da diretora. Ela era uma pessoa com uma filosofia, então não houve tédio algum enquanto a escutava. As coisas mais atraentes que Seojae ouviu foram que havia muitos bebês mais novos que Junhee e o sistema bem estruturado de cuidados 24 horas. Mesmo que custasse um pouco de dinheiro, era melhor confiar a criança a um lugar onde pudesse se sentir seguro. Seojae sentiu que era uma sorte ter encontrado aquela creche, mesmo que por acaso. Ele tinha a sensação de que seria capaz de começar a trabalhar em breve.
O ônibus que ele pegou perto da creche parou bem em frente ao ponto de ônibus do hospital. Como estava se movendo sozinho, não havia problema em pegar o ônibus. Seojae gravou firmemente o número 13 escrito na traseira do velho ônibus urbano em sua mente.
O horário de chegada era 11 horas. Ele havia pensado que seria bom chegar às 11:30, mas chegou muito mais cedo. Seojae entrou na entrada do hospital e concluiu o registro sem problemas. Como tinha um prontuário médico, não havia novos documentos para preencher.
Por ser uma sexta-feira, havia mais pessoas esperando no segundo andar do que antes. Seojae sentou-se em uma cadeira perto da sala de exames e esperou que seu nome fosse chamado.
— Sr. Min Seojae?
Ele pensou que havia muita gente esperando, mas parecia que aquilo era apenas para certos departamentos. Diante de seu nome sendo chamado tão rapidamente, que foi até estranho, Seojae levantou-se com o rosto confuso. Ele abriu a porta da sala de exames que ficava bem à sua frente e entrou.
Ele viu o rosto familiar do médico. Ele não era bom de memorizar rostos, mas talvez por ter ficado olhando para o rosto dele durante a consulta, parecia familiar.
— … Por que você demorou tanto para vir?
— Ah, eu tive alguns imprevistos.
— Hum… não houve grandes problemas nos exames, mas como você tem passado ultimamente?
Ultimamente… Seojae ficou sem palavras por um momento. Ele veio para ouvir os resultados dos exames, mas era porque também houveram dias em que não teve sintomas.
— Acho que está um pouco menos severo do que antes.
Seojae, que falava de forma evasiva, virou os olhos em direção ao monitor. Quando recebeu a ligação, pareceu que havia um problema… mas parecia que realmente não havia nada de errado.
— Normalmente, se não houver grandes problemas nos exames, nós não entramos em contato para pedir que venha ao hospital separadamente.
— Sim.
— Mas há algo que preciso lhe dizer, Sr. Seojae.
— Sim…
— Só um momento.
Conforme o médico gesticulou, uma enfermeira parada bem ao lado dele saiu da sala de exames como se entendesse. O coração de Seojae começou a bater forte, “thud, thud”, como se fosse sair do peito. Havia algo que ele não pudesse dizer? Seojae naturalmente pensou em uma doença grave. Ele não pegou nenhuma doença rara e desconhecida, pegou? Porque o médico pausou por um longo tempo mesmo depois que a enfermeira havia saído, a ansiedade de Seojae foi amplificada além das palavras.
— Uh, Sr. Seojae, eu estava me perguntando se você não estaria passando por algumas circunstâncias inevitáveis.
— Perdão?
— Como ser continuamente agredido ou abusado…
O médico murmurou as palavras. Então não era sobre uma doença grave. Mas aquilo não o fez se sentir aliviado. Por que ele estava perguntando aquilo? Seojae, que estava escutando com a boca ligeiramente aberta, apenas moveu os lábios um pouco. Não conseguiu produzir nenhuma resposta.
— Na verdade, eu vi um homem causando um tumulto no subsolo naquele dia. Também o vi encontrando você logo depois, Sr. Seojae. Você estava praticamente sendo arrastado, então eu pretendia perguntar quando você viesse para a sua próxima visita, mas…
Ele supôs que fora assim que o tempo passou. Seojae suspirou, pensando que havia mostrado uma cena tão patética afinal.
— … Eu agradeço, mas não é, não é nada disso.
— Por favor, fale livremente. Se houver uma maneira de lidar com isso.
— Não… Está tudo bem.
O pensamento era que ele não queria agravar a situação precipitadamente. Seojae assentiu com a cabeça e disse que estava tudo bem mais algumas vezes. O médico encarou fixamente o rosto de Seojae, como se tentasse avaliar se aquelas palavras eram verdadeiras. Beomjin era assustador, mas ele também não queria provocar a sua ira. Provavelmente era uma brincadeira de Beomjin com uma intenção óbvia, mas Beomjin contava deliberadamente histórias horríveis enquanto comiam. Palavras como, mãos sendo cortadas ou cabeças sendo arrancadas. Seojae agia de forma indiferente na frente dele todas as vezes, mas por dentro não conseguia. Tinha tanto medo de Beomjin que sentia vontade de chorar.
— Não parece que não está acontecendo nada.
— O fato de você ter dito que estava morando sozinho com a criança naquela época, também. Isso tem me incomodado muito.
— Este é o meu cartão de visitas, se acontecer qualquer coisa, por favor, entre em contato comigo diretamente.
— Não. Está tudo bem.
— Porque eu não estou bem. Há mais casos como este entre os Ômegas que vêm para tratamento do que você imagina… e eu sempre tento prestar muita atenção.
Seu coração estremeceu diante da gentileza demonstrada pelo médico. O médico empurrou os óculos para cima e disse que ajudaria de qualquer maneira que pudesse a qualquer momento. Seojae surpreendeu-se por haver uma pessoa que demonstrava tanta humanidade, alguém que não era um conhecido próximo ou sequer alguém que ele conhecia originalmente, ao deixar a sala de exames.
Ele sentou-se no banco de espera e pensou em várias coisas. “Esse é o jeito certo de viver? Essa é mesmo uma situação em que preciso buscar ajuda? Mas que tipo de ajuda?” Seus pensamentos perseguiam uns aos outros em círculos. Se a outra pessoa fosse uma pessoa comum, ele não saberia. Beomjin… ele definitivamente não era uma pessoa comum. Ele conseguia pensar apenas nas coisas que poderiam acontecer mais tarde. Uma sombra escura caiu sobre o rosto de Seojae, que tinha medo de uma retaliação que nem sequer havia acontecido.
Quando Seojae estava prestes a se levantar, ele tateou o bolso da calça. “Vzzz”, uma vibração estava vindo.
— Alô.
[Hyung-nim. Você está no hospital?]
— … Sim.
[Meu trabalho terminou cedo, então estou a caminho daí agora.]
— … Ah, tudo bem.
[Trata de rastejar de volta para casa rápido.]
— … Eu tenho que buscar o bebê também… Você pode chegar primeiro.
[Na verdade, eu estou na frente do hospital.]
— Hã?
[Então, você está no hospital? Desce.]
Uma conversa tão imprevisível. Seojae ficou momentaneamente atônito, segurando o telefone desligado. Um homem grávido passou em frente a Seojae. Com uma pessoa que parecia ser um acompanhante. Seojae também tivera um tempo assim. Os momentos difíceis que passou com Baek Changwoo em Seul realmente não eram nada comparados a agora. Por que ele sofreu por coisas tão pequenas? Agora, ele apenas queria voltar para aquela época.
Não havia força no corpo de Seojae enquanto ele descia as escadas pesadamente. Não havia muitas pessoas na farmácia do primeiro andar. Seojae, que estava manuseando a receita que trouxe, fez uma expressão de constatação. Tempo demais havia se passado. A receita era válida por duas semanas no máximo. Esse também era um número de dias que ele podia atrasar por ser um Ômega. Era estranho voltar para a sala de exames assim. Seojae olhou ao redor no primeiro andar e então moveu os passos em direção à entrada.
Do lado de fora do hospital, a forte luz do sol caía implacável. O ar quente, como o verão, tocou o braço de Seojae. Onde ele está… Seojae, que estava olhando em direção à frente do estacionamento, fez seu olhar alcançar também a lateral. Um veículo familiar entrou em vista. A Range Rover de Beomjin estava estacionada sem respeitar as linhas de estacionamento de forma alguma. Estava cruzando de forma imprudente as linhas que haviam sido desenhadas como limites, e suas rodas estavam deliberadamente colocadas em um espaço onde três carros poderiam ser estacionados. Seojae, que começou a caminhar lentamente, acelerou o passo.
Seojae foi até a porta do lado do passageiro, franziu o cenho e ficou parado ali. Beomjin certamente estava no carro, mas a porta não estava se abrindo. O que ele estava pensando? Ele estava ansioso e com calor. Seus olhos continuavam caídos por causa da luz do sol. Algumas dezenas de segundos devem ter se passado. A porta do carro abriu com atraso.
— Hyung-nim.
Antes mesmo de Seojae entrar no carro, Beomjin o chamou de hyung-nim.
— Uh…?
— Com uma fuça dessas, como você conseguiu botar no mundo só um pirralho?
— O quê?
— Porra, eu me pergunto como os bastardos ao seu redor se seguravam para não querer te foder.
— ….
Os olhos de Beomjin brilharam de um jeito estranho. Seojae, que tentou arduamente fingir que não tinha ouvido, estendeu a mão para o lado para prender o cinto de segurança.
— Hã? Estou te perguntando.
— Que tipo de pergunta é essa…
— O quê?
— … Que tipo de pergunta é essa? Se você mesmo não puder responder, por que simplesmente não me pergunta?
— E se eu fosse você, hyung-nim? Se eu fosse você, hyung-nim, já teria aberto as pernas para mim.
Ele não sabia para onde a conversa saltaria, e não queria ouvir. Seojae mais uma vez desistiu de tentar convencer Beomjin com palavras. Mesmo estando dentro do carro, a luz do sol que caía pelo para-brisa dianteiro estava quente. O ar-condicionado circulava ar frio, mas ele sentia calor.
— Abre a boca.
— ….
Beomjin, que havia esticado o corpo, agarrou a nuca de Seojae. Seojae, que resistiu por um momento, abriu lentamente a boca com a cabeça dobrada para trás pela força bruta. A entrada da língua de Beomjin em sua boca foi incrivelmente forte. Com a testa franzida, a língua de Beomjin corria solta dentro da boca de Seojae. Por causa da língua que avançava até a sua úvula, Seojae empurrou com força contra o peito de Beomjin. Embora nada tenha mudado.
A decisão de terminar o beijo cabia a Beomjin.
— A sua cabeça é só enfeite, hyung-nim. Não tenta fazer nada.
Assim que afastou a boca, Beomjin, que disse tal coisa, acelerou rapidamente o carro. A mão de Seojae, limpando o queixo e a boca cobertos de saliva com um lenço de papel, escorregou de seu rosto várias vezes. Ele não faz curvas normalmente nenhuma vez. Beomjin era o único que corria dessa forma em um beco como esse. Seojae estava ocupado demais limpando o rosto para notar que Beomjin havia entrado em uma estrada completamente diferente.
Foi uma sucessão de estradas desconhecidas. Seojae, percebendo tardiamente que algo estava errado, perguntou a Beomjin várias vezes.
— Onde nós estamos indo? Para onde estamos indo? — Ele se sentia ansioso.
Havia dito à creche que buscaria Junhui até às 3 horas, no máximo. Beomjin parecia estar indo longe demais. Seojae era ruim com direções, mas o fato de nenhum destino propriamente dito estar aparecendo, mesmo dirigindo a mais de 100 km/h, o deixava inquieto.
— Você está com fome?
— Não. Só me diz para onde estamos indo.
— O que o lugar para onde eu estou indo tem a ver com você, hyung-nim?
Beomjin, que havia parado em uma área de descanso, saiu do carro sem uma palavra e começou a fumar um cigarro. Embora a área de fumantes estivesse bem na sua frente, a cena dele tragando fumaça no meio do estacionamento não podia parecer boa. E as únicas coisas que ele dizia eram: “você está com fome?”, “o que importa para onde vamos?”, “fica quieto”. Era basicamente isso.
— Você tem que pelo menos me dizer para onde estamos indo…!
Mesmo para Seojae, que raramente se exaltava, havia um limite. Ele não podia continuar fazendo a mesma pergunta para sempre. Não estava pedindo muito. Estava apenas pedindo para ser informado sobre para onde estavam indo, mas não dava para ignorar as palavras de uma pessoa a esse ponto. Seojae surpreendeu-se consigo mesmo por gritar tão alto, mas quando Beomjin se inclinou e deu uma olhada para dentro da janela do carro, ele não conseguiu nem demonstrar que estava surpreso e enrijeceu o corpo.
O rosto levemente sorridente de Beomjin podia ser visto através da janela do carro. Ele pensou que era um rosto distorcido, mas sua boca estava virada bem para cima. Parecia que ele queria ver com os próprios olhos como Seojae conseguia erguer a voz. Seus olhos estavam bem abertos e olhando na direção de Seojae, e uma linha grossa estava franzida em sua testa. Não era como se ele tivesse dito algo que não devesse… Ele tinha uma criança que havia deixado sob os cuidados de outra pessoa. Seojae começou a organizar para si mesmo o motivo de ter acabado de gritar. A pessoa que fica brava é a estranha. Era uma conclusão a que qualquer um poderia chegar, mas aquilo não se tornava uma garantia de que Beomjin não ficaria bravo. Seojae, que ouviu o som da porta do carro se abrindo em um instante, mudou o olhar para a lateral.
— Barulhento pra caralho.
— … Me diz para onde estamos indo. Para que eu possa chegar a tempo na creche do bebê.
— Nós estamos indo para Seul. Seul.
— Por quê?
— O que você vai fazer com essa informação?
Beomjin respondeu com indiferença e olhou ao redor. Ele também soltava xingamentos sem reserva, sem se saber a quem eram direcionados.
— Aquele filho da puta —, disse ele, e sorriu enquanto olhava para frente.
Parecia que ele estava cuspindo muito pigarro mesmo antes de entrar no carro, e mesmo depois de se sentar no banco do motorista, Beomjin abriu a janela e cuspiu. Como não podia abrir a janela na rodovia, às vezes cuspia entre as próprias pernas. Seojae suspirou e olhou para fora. Os arredores estavam cheios de montanhas azul-escuras que combinavam com o verão.
O carro preto, deslizando para frente, fez uma grande curva no estacionamento e estava deixando a área de descanso.
Duas horas depois, Seojae olhou para o relógio do carro e ocasionalmente mordeu o lábio inferior. Prédios e placas indicando que era Seul rapidamente entraram em vista. “Nós realmente chegamos aqui. Ele é louco.” Ele havia pensado que era improvável que duas horas tivessem sido gastas indo para outro lugar, mas quando de fato chegaram a Seul, sentiu uma sensação de vazio. Seojae fingiu olhar apenas para frente, mas continuava olhando ao redor para ver o que havia ali.
— O que você está olhando?
— … O quê?
— O que tem aí para ver que você está olhando?
— Eu só estou olhando.
— Pooorra, até parece que está só olhando.
— … Eu realmente só estou olhando… — as palavras de Seojae, murmuradas como se fossem para si mesmo.
Pararam em frente a um certo prédio. Beomjin dirigia como se estivesse pilotando um carro de brinquedo. Seojae tinha uma habilidade de direção que havia conseguido há muito tempo, mas tinha pouca experiência real de condução. Ainda assim, achava que seria mais seguro ele dirigir do que Beomjin. Pensou várias vezes que ele dirigia exatamente como a sua personalidade, mas não dizia tais palavras em voz alta.
— Você vai descer?
Beomjin perguntou se ele ia descer, estacionando como se nem tivesse estacionado de verdade. A roda que estava sobre a calçada ficava precária. Seojae, que havia examinado os arredores, rapidamente compreendeu que aquela era uma zona proibida para estacionar. Os pedestres olhavam para lá, perguntando-se por que havia um carro ali.
Seojae encarou fixamente Beomjin, que apontava para trás com o dedo em frente ao capô. Por alguma razão, a sensação era de estar pelado no meio da rua. Seojae, que havia desafivelado lentamente o cinto de segurança, encarou fixamente as costas de Beomjin, que já havia se virado e começado a caminhar.
Beomjin tinha uma passada longa e caminhava rápido. Se ele hesitasse por um momento, teria que correr para acompanhar o ritmo dele. Seojae, vendo Beomjin desaparecer no subsolo de um certo prédio, começou a caminhar como se estivesse correndo. As costas de Beomjin apareciam e desapareciam de vista.
O segundo andar do prédio era um bar, e o terceiro andar estava obscurecido por caixas e papéis. Conforme descia para o subsolo, o rosto de Seojae, recordando a impressão do prédio, tremeu sutilmente. Ele deveria ter ficado no carro. No momento em que Beomjin abriu uma porta no subsolo e olhou para trás enquanto entrava, ele pensou que já era tarde demais. Seojae, que desceu rapidamente os poucos degraus restantes, empurrou a porta abrindo-a como Beomjin.
— ….
O interior era tão escuro que o chão não ficava claramente visível. Seojae parou de se mover em frente à porta que se fechou com um rangido. Beomjin, com as costas viradas, dizia várias coisas para alguém. Não conseguia ouvir tudo, mas as palavras sobre cuidar de alguém ou não eram claramente audíveis. O pensamento de que o havia seguido sem motivo cresceu mais forte. Na verdade, Seojae estava ficando com um pouco de fome e havia seguido Beomjin pensando que poderiam comer algo. Seojae, que tardiamente culpou seus próprios pensamentos complacentes, tinha os olhos completamente fixos na nuca de Beomjin.
— Hyung-nim.
Beomjin moveu os dedos, acenando. Ele estava sinalizando para que ele fosse até ali.
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SINOPSE:
Conheci aquele homem em um bairro sombrio e deprimente.
Um homem que vivia despejando palavrões a qualquer hora do dia e que até invadia a minha casa.
Após a morte do meu companheiro, tudo o que me restou foi o filho que tivemos juntos. Foi por causa dessa criança que acabei indo para um lugar desconhecido, mas a minha vida, que já era instável, virou completamente de cabeça para baixo depois que conheci aquele homem.
— Quero que você chupe isso para mim.
Aquele homem não tinha vergonha, nem consciência, nem sequer o mínimo de decência.
O que se pode fazer com um homem assim?
Há coisas que simplesmente não podem ser feitas.
E, com esse homem, existem coisas demais que não podem ser feitas.
Nome alternativo: Something I Couldnt Do Things I Cant Do Cosas Que No Puedo Hacer