Ler Vamos nos Encontrar Vivos (Novel) – Capítulo 116 Online

↫─Capítulo 116
Mas Taebaek, não demonstrando piedade, continuou estocando seu pênis ainda mais forte. Shinu, que estivera mordendo os lábios de Taebaek, afastou-se. Ele queria gritar, implorar para que ele parasse porque não aguentava mais. Naquele momento, os movimentos de Taebaek cessaram.
Com o nariz enterrado na têmpora de Shinu, o corpo de Taebaek tremeu. Ele estocou muito mais devagar do que antes, entrando e saindo. Finalmente, ele chegou ao clímax.
— Ah…
Shinu, sentindo o pênis de Taebaek pulsar, desabou. Mesmo após terminar, Taebaek continuou a desfrutar do prazer pós-orgasmo provocando o traseiro de Shinu por um bom tempo.
— Shinu, eu te amo. Hum? Eu te amo — disse Taebaek, beijando o pescoço e as costas de Shinu. Shinu estava exausto demais até para responder. Depois de um tempo, o pau de Taebaek escorregou para fora suavemente. Quando a parte mais grossa da ponta saiu, o corpo de Shinu deu um pequeno espasmo.
Após dar um beijo firme na testa de Shinu, Taebaek começou a limpar tudo com habilidade. Ele amarrou o preservativo e trouxe um lenço umedecido. Observando Taebaek se mover ocupadamente, Shinu piscou com cansaço.
Levou uma hora inteira para Shinu, deitado, recuperar os sentidos. Deitado nos lençóis limpos que Taebaek havia trocado, ele olhava fixamente para o teto. Se ao menos conseguisse pegar no sono, teria sido melhor. Mas, após uma experiência tão intensa, o sono o evitava. Parecia que sua alma havia escapado para algum lugar.
Shinu ficou ali, conseguindo apenas vestir as calças, quando Taebaek apareceu com um copo de água.
— Você quer um pouco de água? — perguntou Taebaek.
— …
Shinu, exausto demais para falar, assentiu em resposta. Não era como se estivessem fazendo sexo por três dias seguidos. No máximo, foram três horas, e ainda assim ele se sentia completamente drenado. Não se lembrava de ficar tão exausto nem mesmo quando escalava e corria por todas as montanhas da Coreia. Não era uma questão de força física — parecia mais que seu espírito fora sugado.
Taebaek apoiou cuidadosamente as costas de Shinu e o ajudou a se sentar. Ele encostou o copo nos lábios de Shinu, e Shinu engoliu a água com dificuldade. Mesmo assim, não conseguiu beber muito — mal foram quatro goles.
Shinu deitou-se novamente e Taebaek puxou um cobertor grosso sobre ele. Então, Taebaek o abraçou.
— Desculpe… É raro eu perder a cabeça assim — disse Taebaek com um sorriso sem jeito. Encarando o teto vagamente, Shinu virou o corpo lentamente em direção a Taebaek.
— …Tudo bem — Shinu respondeu com uma voz baixa e rouca. Suas costas doíam e a parte inferior de seu corpo ardia, mas não havia lágrimas ou ossos quebrados. Shinu, que não era estranho à dor, não considerava aquilo um grande problema.
Shinu rastejou para os braços de Taebaek, e Taebaek, oferecendo seu braço, estudou o rosto de Shinu com cuidado. Ao longo do tempo, ele vira muitas expressões dele, mas ver Shinu depois de chorar tanto era a primeira vez. Na última vez que fizeram sexo, Shinu estivera simplesmente exausto — ele não chorara daquela forma.
Independentemente do motivo, Taebaek não se sentia bem por ter feito Shinu chorar. Embora, durante o ato, tivesse achado a expressão de Shinu bonita demais para resistir. Ele não conseguiu se controlar ao ver as pernas de Shinu abertas e o apertando com força.
— Seus olhos estarão inchados amanhã… — disse Taebaek, franzindo a testa ao olhar para as pálpebras já inchadas de Shinu. Diante do tom preocupado, Shinu soltou um murmúrio baixo e cansado. Então, fazendo contato visual com Taebaek, falou suavemente.
— Eu não sei se isso é o certo.
— O que você quer dizer?
— É a minha primeira vez chorando assim… Sinto-me estranhamente aliviado.
— …
— Mesmo que não houvesse nada que eu precisasse colocar para fora.
Shinu acariciou o peito distraidamente. Apesar de estar totalmente esgotado pelo sexo intenso, sentia-se estranhamente leve. Era como se um peso que estivera pressionando seu peito tivesse sido removido. Parecia que uma pedra alojada em seu coração desaparecera ou como se uma camada de cimento que envolvia seu coração tivesse rachado. Era uma emoção que ele nunca sentira antes.
— Parece que acabei de terminar uma trilha difícil…
— …
— Ou como se tivesse concluído um teste no qual trabalhei duro.
— …
Incerto sobre como interpretar seus sentimentos, Shinu franziu o nariz em frustração. Ele não conseguia entender aquilo, o que o deixava inquieto. Ele lançou um olhar preocupado para Taebaek.
— Esta não é a emoção comum que as pessoas sentem depois do sexo… certo?
— Quem sabe? Não existe um “comum”. Cada um sente algo diferente. É uma sensação ruim?
— Não… Acho que é bom.
— Então é só isso que importa.
O tom decisivo de Taebaek fez Shinu assentir. Sim, contanto que não fosse uma sensação ruim, estava tudo bem. Pensar dessa forma trouxe-lhe paz de espírito. Vendo o rosto de Shinu se iluminar, Taebaek sorriu e acariciou suas costas. Shinu sorriu de volta.
Às vezes, Taebaek parecia mais maduro que ele, e Shinu gostava disso. Fazia-o sentir que finalmente tinha alguém em quem se apoiar.
Distraidamente, Shinu apertou e massageou o peito de Taebaek. A carne macia preenchia suas mãos, e era estranhamente satisfatório.
— Como você está se sentindo? — perguntou Shinu.
— Eu? Estou apenas grato.
— Grato?
— É. Você não me empurrou nem me tratou como um pervertido. Sou grato por isso.
Shinu soltou um pequeno suspiro, lembrando-se de quão casualmente Taebaek dissera coisas vulgares como “pau” e “buraco” durante o sexo. Era um lado de Taebaek que ele não conhecera antes. Embora o tivesse surpreendido… não fora tão ruim a ponto de não conseguir olhar no rosto de Taebaek ou jurar nunca mais fazer sexo. Agora que experimentara uma vez, sentia que poderia aceitar isso no futuro.
Não vendo nenhuma reação extrema de Shinu, Taebaek soltou um suspiro de alívio.
— Desculpe. Vou garantir que não aconteça de novo—
— Bem… acho que uma vez a cada dez vezes está bom.
— …Você quer fazer sexo comigo mais dez vezes?
— Claro. Estamos apaixonados agora, não estamos? Somos namorados agora. Sexo entre parceiros que consentem é perfeitamente aceitável.
— …
Taebaek ficou em silêncio, com a boca firmemente fechada. Não vendo resposta, Shinu inclinou a cabeça em confusão. Ele entendeu algo errado? Não, mesmo em uma estimativa conservadora, eles não deveriam pelo menos fazer sexo dez vezes? Ambos eram homens adultos e saudáveis, afinal. Na verdade, já não tinham feito sexo duas vezes em menos de uma semana? Contando o número de orgasmos, já haviam passado de dez.
Então por que Taebaek estava subitamente parecendo tão atordoado?
— …Não é isso mesmo? — perguntou Shinu baixinho.
— Nós somos… namorados? — perguntou Taebaek, como se confirmasse.
— Claro — respondeu Shinu, franzindo a testa em confusão com a pergunta estranha. Taebaek piscou várias vezes, então de repente abriu um sorriso largo, esfregando a bochecha na de Shinu.
— Não, não, você está certo. Somos namorados agora. Hoje é o nosso primeiro dia como um casal, certo? Somos namorados agora. Shinu, você é o meu namorado. Ah, estou tão feliz. Muito, muito feliz — disse Taebaek, cobrindo a bochecha de Shinu com beijos, repetindo as palavras “namorado” e “meu namorado” várias e várias vezes.
Shinu, agora resignado a ser completamente beijado, apenas suspirou. Era um gesto excessivamente afetuoso, mas como Taebaek era agora seu namorado, ele podia suportar esse nível de carinho.
Claro, Shinu continuou a massagear o peito de Taebaek. Ele decidiu que, naquela noite, enterraria o rosto ali durante a noite toda.
Primeiro Encontro
No dia seguinte, a chuva ainda não havia parado.
Taebaek e Shinu acomodaram-se na sala de descanso dos funcionários após terminarem um café da manhã leve de lanches. Era o lugar perfeito para observar o desenrolar do tempo lá fora — um sofá desgastado, uma pequena mesa e uma janela entreaberta.
Taebaek fez café na máquina de cápsulas, enquanto Shinu, que havia apoiado seu rifle sob o sofá, pegou a xícara. Taebaek aproximou-se dele no sofá. Os dois ficaram ali, bebericando o café quente enquanto o vapor subia no ar fresco, com os olhos na cena lá fora.
Gotas de chuva grudavam na pequena janela de projeção, apenas um pouco mais larga que uma mão. Mal passava das 10 da manhã, mas o céu estava escuro. O sol parecia ter fugido, deixando apenas nuvens espessas e sombrias sobre eles. A chuva caía como se alguém estivesse despejando baldes de água, e um vento frio passava pelas frestas.
Shinu envolveu os ombros de Taebaek com o cobertor que trouxera. Taebaek sorriu, e Shinu retribuiu o sorriso. Enquanto tomavam o café, Taebaek perguntou: — Não podemos sair hoje também?
— Não tenho certeza. Se estiar até as duas da tarde, partiremos. Se não, teremos que ficar mais um dia.
— Tudo bem, parece bom.
Taebaek assentiu, descansando a cabeça no ombro de Shinu. Os dois continuaram a observar o mundo encharcado lá fora. As folhas de outono haviam caído todas com o temporal, deixando as montanhas nuas e desoladas. Uma velha mansão era mal visível através da cortina de chuva, mas eles continuaram olhando para ela, perdidos em pensamentos.
Depois de um tempo, Shinu de repente esticou o corpo com um pequeno “Ah”, como se tivesse acabado de se lembrar de algo. Ele começou a vasculhar o bolso frontal de seu moletom — o mesmo bolso de onde saíram fita adesiva e luvas de esqui no dia anterior, como um bolso do Doraemon.
— Eu encontrei isso ontem…
Com um ruído de plástico, um barulho quebrou a quietude. Taebaek observou com curiosidade, imaginando o que Shinu tiraria dali desta vez.
O item que surgiu foi completamente inesperado — um doce, para ser mais exato. Um bolinho de chocolate com recheio de creme. As sobrancelhas de Taebaek se ergueram de surpresa, enquanto as de Shinu se uniram em uma carranca.
— Ah, está amassado…
A embalagem antes estufada havia achatado, com os cantos amassados. Mesmo sem abrir, dava para notar que o bolinho lá dentro não estava em boa forma.
Os lábios de Shinu caíram em decepção. Ele se arrependeu de não ter dado o doce a Taebaek no dia anterior. Fazendo um pequeno bico, ele mexeu na borda da embalagem, mas então sua expressão endureceu. Ele estendeu o doce para Taebaek.
— Ainda assim, eu encontrei para você, então você deve aproveitar.
— …
— Você tem que aproveitar porque sou eu quem está te dando. Afinal, somos um casal.
Com essas palavras, Taebaek piscou surpreso. Então ele caiu na gargalhada, batendo na própria coxa. Independentemente da reação dele, Shinu continuou a oferecer o bolinho sem hesitar.
Continua…
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✦ Tradução, revisão e Raws: Faby&Belladonna
Ler Vamos nos Encontrar Vivos (Novel) Yaoi Mangá Online
Sinopse:
Um vírus zumbi se espalhou na pacífica Seul.
A Coreia deu aos zumbis o nome de ‘Meogbo/Comedores’, e, após uma luta, eles falham em erradicar os meogbo.
– Caros coreanos, no dia 30 de setembro, nosso governo e Seul decidiram abandonar a Península Coreana.
– Venham para Jeonnam.
– Os militares estão esperando no Porto de Mokpo, em Mokpo, Jeollanam-do.
– Queridos cidadãos. Vamos todos nos encontrar vivos.
Shin-hoo: um bodyguard bruto, das forças especiais.
Han Tae-baek: um chefe brincalhão, de rosto frio e estômago fraco.
Han Tae-baek precisa sobreviver, Shin-hoo precisa salvar Tae-baek.
Juntos, os dois navegam por um mundo em caos.
– Se você achar que sua vida vai correr perigo para me salvar, então me abandone. Eu não quero ir para lá.
Tae-baek tentou falar com calma.
– Não vou te deixar sozinho. Não importa o que aconteça, não vou embora.
Shin-hoo respondeu com seu tom calmo característico.
Os dois se aproximam à medida que passam tempo juntos.
Tae-baek descobre a ternura escondida na indiferença de Shin-hoo; Shin-hoo se encharca do afeto imprudente de Tae-baek.
– Você gosta de mim? Acho que vou me apaixonar em alguns dias. É o que estou sentindo.
– …
– E talvez você também me ame.
Tae-baek confessa seu amor com orgulho, sorrindo como um garoto que acabou de viver seu primeiro amor.
Shin-hoo ri baixinho, sem responder.
Os ‘Comedores’ se aglomeraram ao redor dos dois.
Não morra, não desista. Vamos todos nos encontrar vivos.
Nome alternativo: Vamos Nos Encontrar Vivos Stay Alive Lets Meet Alive