Ler O Marido Malvado (Novel) – Capítulo 140 Online

Enquanto Eileen considerava a possibilidade de ser rejeitada, uma onda de hesitação a invadiu. Se lembrou de uma vez em que havia sugerido chupa-lo, apenas para ser duramente repreendida por sua ousadia.
Mas desta vez, Cesare não a repreendeu. Em vez disso, ele sorriu novamente, sua expressão suave, porém provocante:
— Não tem realmente nada para ensinar.
As palavras dele deixaram Eileen momentaneamente perdida. Tudo o que ela já havia aprendido, foi com Cesare. Se ele afirmava que não havia mais nada a ensinar, era como se ela tivesse perdido completamente seu caminho. Seus dedos se moveram nervosamente contra o peito dele.
‘Eu nem sei onde colocar minhas mãos agora…’
O constrangimento de sua incerteza pairou no ar. Percebendo seu desconforto, Cesare gentilmente guiou suas mãos, colocando-as sobre seu abdômen firme. Suas palmas encontraram a pele quente e levemente úmida, e os músculos rígidos do homem se contrairam sob seu toque. Ela levantou os quadris timidamente, seus movimentos lentos e hesitantes.
As paredes internas sensíveis se agarravam ao pênis enquanto se movia, enviando um arrepio por sua espinha. Um gemido suave e involuntário escapou por seus lábios semiaberto, o tesão acumulado se intensificou quando o membro pulsou dentro dela. Cada veia do pênis pressionava seus pontos mais sensíveis, fazendo-a hiperconsciente de cada detalhe.
Ela levou seu tempo, levantando os quadris até que a ponta do membro provocasse sua entrada, pairando na beirada. Pareceu uma eternidade para se afastar completamente, em parte pela lentidão deliberada de seus movimentos e em parte pelo comprimento impressionante do pênis.
Mais uma vez, Eileen olhou para Cesare, buscando em sua expressão a confirmação de que estava fazendo certo. Seus olhares se encontraram, e seus lábios se abriram levemente, como se aguardasse a reação do homem.
Seus olhos carmesim perfuraram os dela enquanto a mão grande envolvia sua coxa, segurando-a com facilidade devido à sua força. Ele apertou firmemente sua bunda trêmula, pressionando-a para baixo mais uma vez.
Com sua orientação, ela sentou sobre ele novamente, seu pênis a preenchendo. A sensação de ser tão completamente preenchida roubou seu fôlego.
A intensidade em sua mirada não vacilou, e Eileen não conseguia desviar o olhar. Suas íris vermelhas brilhavam com uma fome sem restrições, o tesão ardente que emanava dele era palpável. No momento em que seus olhares se prenderam, uma onda incontrolável de desejo a inundou, e seu corpo respondeu, a umidade se acumulando em sua vagina.
— …Eu devia ter esperado você tomar a iniciativa, — murmurou Cesare, sua voz baixa e rouca. Seus lábios se separaram levemente, e ele os lambeu lentamente, como se saboreasse o momento.
Seus dedos pressionaram a bunda dela uma última vez, empurrando-a firmemente para baixo até que ela estivesse completamente sentada sobre ele.
— Aah! — Um gemido baixo escapou de Eileen quando ele sussurrou, em um tom baixo e rouco:
— Mas seu marido não tem paciência.
O ponto sensível onde seu colo do útero encontrava a ponta do pênis foi pressionado profundamente mais uma vez. Diferente das estocadas bruscas de antes, esta era uma pressão lenta e deliberada, levando-a até o limite.
Eileen gemeu, suas palavras reduzidas a murmúrios incoerentes. A vontade de responder existia, mas seu corpo se recusava a obedecer. Ela mordeu o lábio, tentando abafar os gemidos que escapavam, e engoliu em seco. Seu olhar voltou-se para Cesare, cujos olhos ardiam com intensidade, como se ele pudesse devorá-la inteira.
Eileen sempre pensou que era a única que ficava lembrando das noites que passavam juntos. Quantas vezes havia corado sozinha ao recordar a firmeza do corpo dele sob a camisa ou as noites em que o toque dele a fazia estremecer? Ela havia se convencido de que seu desejo era unilateral, de que Cesare via a união deles como um dever — algo que ele concedia a ela com paciência e generosidade.
Mas ao olhar para ele agora, vendo seu desejo cru exposto, seus pensamentos se desfizeram.
Ele estava esperando por ela. Assim como ela ansiava por ele, o homem também estivera ansiando por este momento.
A percepção enviou uma onda de emoção através dela. Ela não conseguia exatamente colocar em palavras, mas sabia de uma coisa com certeza: ela queria fazê-lo se sentir bem. Mesmo que fosse desajeitada e inexperiente, estava determinada a dar o seu melhor e tornar esta noite inesquecível para ele.
— Cesare… — ela sussurrou, sua voz pesada de desejo.
Mantendo o olhar preso ao dele, ela começou a mover os quadris, desta vez com mais confiança. Sua hesitação anterior deu lugar a um ritmo constante, seus movimentos ficando mais fluidos conforme ganhava velocidade.
Cada vez que descia sobre ele, a sensação era quase insuportável de tão intensa. A pressão contra seu colo do útero enviava ondas de prazer através dela, e ela mordia os lábios reprimindo os gemidos que ameaçavam escapar.
Apesar de seu medo inicial de senti-lo profundamente demais, Eileen fazia questão de descer completamente a cada estocada, permitindo que o membro inteiro a preenchesse. Queria que ele sentisse cada parte dela, assim como sentia cada centímetro dele.
— Ah… Cesare… hmm…
Ela continuava gemendo o seu nome, a respiração falhando enquanto se movia sobre o homem. Seu clitóris batia contra ele, e o som úmido de seus corpos se encontrando ficou mais alto, a lubrificação entre eles espalhando-se e tornando seus movimentos mais suaves.
O som de seus gemidos e do ritmo molhado ecoava pelo quarto, preenchendo o espaço entre eles. A cada estocada, sua lubrificação derramava mais, encharcando ambos e escorrendo nos lençois.
A sensação do pênis roçando suas paredes internas e pressionando repetidamente seu ponto mais sensível tornava impossível pensar com clareza. Seu clitóris inchado pulsava de necessidade, e suas pernas tremiam enquanto ela lutava para manter o controle.
Ela queria aguentar até Cesare atingir o orgasmo, mas seu corpo tinha outros planos. A estimulação implacável era demais, e ela se sentiu chegando ao limite mais uma vez.
Eileen cerrou os dentes, tentando resistir. Mas manter o controle enquanto movia o corpo daquela forma era muito mais difícil do que havia imaginado.
Sua luta não passou despercebida por Cesare. Quando seus movimentos vacilaram por um breve momento, ele estendeu a mão, seus dedos encontrando seu clitóris inchado. Ele pressionou levemente, e ela gemeu em resposta.
— Ahh!
Seu toque era ao mesmo tempo gentil e firme, provocando-a de um jeito que a deixava completamente indefesa. Ele ajustou levemente a posição dela, encorajando-a a se inclinar para frente para que seu clitóris pudesse se esfregar contra o seu abdômen enquanto ela se movia.
A estimulação adicional enviou ondas de choque através dela. Ela corou, mortificada por ter sua parte mais sensível pressionada contra seu abdômen firme. Mesmo depois de terem sido íntimos tantas vezes, aquela exposição flagrante de seu tesão a fazia sentir-se extremamente envergonhada.
— Seu clitóris está tão inchado, — murmurou, seus lábios roçando a curva do pescoço dela. Sua voz era baixa e sedutora quando acrescentou: — Não se contenha. Apenas goze.
Suas palavras foram a ruína dela. Incapaz de resistir, ela fechou os olhos com força e voltou a se mover. A cada investida, sua protuberância inchada roçava contra ele, enviando faíscas de prazer pelo seu corpo. A estimulação simultânea, por dentro e por fora, era demais.
— Hah… ah… Cesare…!
Sua voz aumentou à medida que seus movimentos se tornaram erráticos, seu corpo tremendo incontrolavelmente. Mal percebia a saliva que escorria de seus lábios entreabertos ou a névoa de lágrimas que turvava sua visão. Tudo o que ela percebia era o prazer insuportável se acumulando dentro dela até finalmente romper.
— Ahhh!
O orgasmo a atingiu como uma onda quebrando sobre ela, puxando-a para baixo completamente. Um jorro de fluidos escapou dela, ensopando o abdômen de Cesare e acumulando-se entre os dois.
Completamente exausta, Eileen desabou contra o peito dele, lágrimas escorrendo por seu rosto enquanto tremia após o orgasmo. Suas paredes internas continuaram pulsando ao redor dele, apertando o pênis como se não quisessem soltá-lo.
Cesare acariciou seus cabelos suavemente, seu toque calmante enquanto murmurava:
— Não se preocupe, Eileen… — Antes que ela pudesse processar suas palavras, sentiu a mão dele pressionar firmemente contra sua cintura, prendendo-a no lugar: — Agora é a minha vez. — Sua voz era baixa e perigosa, como a de um predador pronto para atacar.
E então, sem aviso, ele começou a se mover, seus quadris se lançando para cima em investidas poderosas.
Continua…
Tradução: Elisa Erzet
Ler O Marido Malvado (Novel) Yaoi Mangá Online
Protagonista masculino: Cesare Traon Kal Erzet – Comandante supremo do Império e Arquiduque. Retornou após vencer a guerra, que durou três anos. Uma pessoa fria, racional, sem oscilações emocionais. Despreza ações não científicas. No entanto, de alguma forma, o homem mudou um pouco recentemente.
Protagonista feminina: Eileen Elrod – Jovem dama da família do Barão Elrod. Um gênio que estudou botânica e farmacologia. É apaixonada por Cesare desde que o conheceu aos 10 anos. Sua vida pacífica começa a se agitar ao receber uma proposta de casamento repentina do homem.
Leia esta história:
Quando quiser ver um romance onde um homem mais velho perde completamente a cabeça pela jovem protagonista.
Frase para se identificar:
— Tudo é, e sempre foi, somente por Eileen.
Sinopse
Cesare Traon Karl Erzet, o Comandante Supremo Imperial.
Após três anos de serviço na guerra, ele voltou para propor casamento a Eileen.
Eileen lutou para acreditar que a proposta de casamento de Cesare era sincera.
Afinal, desde o momento em que se conheceram, quando ela tinha dez anos, o homem afetuoso sempre a tratou como uma criança.
— Eu não quero me casar com Vossa Alteza.
Por muito tempo, seu amor por ele não foi correspondido.
Ela não queria que o casamento fosse uma transação.
Foi por causa da longa guerra?
O homem, que normalmente era frio e racional, havia mudado.
Suas ações impulsivas, seu desejo desenfreado por ela — tudo isso era muito estranho.
— Isso só deve ser feito com alguém que você ama!
— Você também pode fazer isso com a pessoa com quem planeja se casar.
Eileen ficou intrigada com essa mudança.
E, no entanto, quanto mais próxima ela ficava de Cesare…
Ela descobriu coisas que desafiavam a razão ou a lógica.
Eileen soube das muitas ações malignas de seu marido pouco tempo depois.
— Eu não pude nem ter o seu corpo, Eileen.
Tudo o que ele fez foi por ela.
Ele se tornou o vilão, apenas por sua Eileen.
Nota: Mesma autora de Predatory Marriage
Ps: Cesare é o maridinho dessa tradutora aqui