Ler Uma noite só para dois. – Capítulo 37 Online
Só depois que o gesso que envolvia sua perna ferida foi removido, foi quando percebeu que já haviam se passado alguns meses desde que foi encontrado por seu pai.
Naito, que observava o lugar vazio que seu pai havia estado apenas alguns minutos atrás, ergueu o cobertor e cobriu seu rosto. Parecia que o odor do corpo de seu pai permanecia sob o cobertor, então Naito baixou o lençol rapidamente. Seu pai estava presente em todos os lugares, em todos os momentos e também, em todas as coisas. Até no seu coração. Era uma existência que se tornou tão estagnada que parecia nunca ir embora.
Naito apoiou a parte superior do corpo com as mãos trêmulas e se levantou. Um cobertor grosso caiu da sua parte superior. Não havia ninguém para vê-lo, mas aquela pessoa que vivia observando-o de longe lhe veio à mente, então ele apressadamente puxou o cobertor para se cobrir e logo desceu lentamente da cama. Procurou por roupas em volta de si, mas não achou nenhuma por causa da personalidade sádica de seu pai.
Finalmente, Naito se enrolou no cobertor e caminhou lentamente em direção à porta. ‘Devo abrir a porta ou não?’ A mão de Naito tremia como o último suspiro de vida no ar. Como folhas tremendo ao vento. No entanto, a mão de Naito ainda parecia incrivelmente determinada. Ele se mexeu e agarrou a maçaneta para começar a girá-la. Ele sabia que estariam lhe observando, é claro, mas queria cheirar o ar puro do lado de fora pelo menos uma vez antes de voltar para o maldito confinamento. Era…Um desejo que crescia cada vez mais e eventualmente se tornava uma força motriz desesperadora.
Abriu a porta.
Naito desceu as escadas passo a passo até que finalmente sentiu o tapete. Ele estava feliz, mas ainda pensava que se fosse um pouco mais longe, seu pai descobriria e o puniria novamente e de uma forma muito mais cruel. Ele só queria aproveitar a liberdade tanto quanto possível, então ficou na frente da enorme porta de saída com o coração batendo forte…
Antes que a mão de Naito girou a maçaneta, a porta se abriu.
Pai?
Ele ficou instantaneamente rígido. Em um ponto, seu coração pulou uma batida e afundou contra seu peito, então Naito puxou o cobertor para mais perto e virou a cabeça.
– — Jovem mestre.
Não era seu pai, mas o guarda-costas que sempre estava atrás dele. Um subordinado fiel que estava ciente da condição de Naito e da relação que existia entre ambos. Ele se aproximou com um suspiro e cobriu as pernas de Naito que estavam expostas.
— Você já não devia saber que não deveria fazer algo tão estúpido como isso?
Murmurou, com seus olhos castanhos escuros girando de um lado para o outro. Ele tinha barba, então parecia tocá-la sempre que pensava profundamente. Naito se aproximou outra vez da porta… Talvez se o persuadisse corretamente, ele poderia ver o lado de fora por um tempo antes que alguém o notasse. Mas, como se tivesse endurecido sua mente, ele segurou o braço de Naito e disse.
— Jovem mestre, pare. Quanto mais fizer isso, mais difícil será para você. Não se rebele contra o presidente.
Naito apenas tocou seus lábios, incapaz de lançar qualquer som nem ouvi-lo perfeitamente. Quando Naito se recusou, torcendo o braço, o guarda franziu a testa.
— Jovem mestre, entenda. De qualquer forma, este é o mundo do presidente, então mesmo que você se sinta seguro e abraçado por ele, é possível que tudo dê errado se você acabar se desviando de seus padrões.
O mundo que pensou que tinha acabado de construir novamente, desabou devido às palavras do estranho. Os olhos de Naito se arregalaram e ele começou a respirar de forma muito irregular também, e logo estreitou seus olhos no final. Recentemente, lhe incomodava muito que as pessoas se metessem em coisas que não entendiam.
— Não está preocupado que ele pense que fugiu?
— Não, e você também não precisa se preocupar.
— A relação entre o presidente e o jovem mestre…
— Pare!
Naito escapou de suas mãos e o empurrou para poder sair. Porém, o guarda o deteve desesperadamente de novo e disse, dando uma rápida olhada no menino, que estava bem embrulhado no lençol:
— Você tem que pensar que o presidente tem a vantagem. Se ao menos… Tentasse admitir essa relação, teria tudo. Não entende? Você não gosta do Sr. Elsie? Se quer sair, então por que não admitir que o presidente é seu amante?
Sussurrou gentil e suavemente, como se estivesse preocupado com ele do fundo de seu coração, mas era completamente diferente de algo reconfortante.
Naito fechou os olhos e logo fixou o olhar no tapete vermelho. Era da cor do sangue. Nas férias, tinha apunhalado a barriga de seu pai, mas não conseguiu matá-lo. Não conseguiu fugir, não podia escapar e pensava que agora, a única coisa que restava era morrer.
Mas Naito não queria morrer.
Ele tinha apenas 20 anos e não havia feito nenhuma das coisas que desejava fazer. Quando era uma criança, era pobre e nem sequer podia comer bem. Sofreu desnutrição, frio, e quase morreu de uma doença que simbolizava a pobreza e, à medida que crescia, parecia que essas privações tinham criado uma tenacidade para viver. Ele não queria morrer, apenas lutar. Seja o que for, de alguma forma queria viver. Esse homem estava oferecendo uma das formas mais fáceis. Tudo estaria acabado uma vez em que admitisse sua relação com seu pai.
Seu pai como seu homem, seu amante. Pense, aceite.
Apenas tinha que desfrutar confortavelmente o que lhe dava. Era fácil, mas ao mesmo tempo incrivelmente difícil. Ética social, moralidade. Ele tinha que abandonar as coisas triviais e naturais, jogar tudo fora e tentar introduzir um novo conceito. Estava caminhando pela corda bamba sozinho em uma fronteira impressionante… E quem o estava forçando a andar mais rápido pela corda não era nem seu pai nem seu irmão, mas sim um perfeito estranho à sua frente.
— Isto não é da sua conta.
— É, se interferir no meu trabalho.
— Eu não aguento mais isso.
Naito ignorou o homem, e o empurrou abrindo a porta com um forte impulso. Mas quando as duas portas foram abertas, outras pessoas ficaram muito mais chocadas do que o primeiro guarda. Eles eram pessoas fiéis ao seu pai. Correram rapidamente e agarraram Naito imediatamente. Não havia ninguém ali que o permitisse se rebelar. Foram treinados como cães, então algemaram as mãos de Naito e amordaçaram sua boca.
Preso no quarto de novo, deitado na cama, começou a piscar enquanto esperava o pai chegar. A saliva pingava da mordaça e mesmo que quisesse dormir para passar o tempo, a voz do homem continuava em sua cabeça, então não conseguia esquecer. “Você não gosta do Sr. Elsie?” A pergunta estava ecoando na mente de Naito, repetidas vezes. Centenas e milhares de vezes. Não sabia o quão controlado estava até que o vento trouxe o cheiro de seu pai e começou a procurá-lo…
Elsie, que voltou, ouviu atentamente o choro de seu filho. Ele olhou para Naito e piscou com indiferença. Calmamente tirou o casaco e então agarrou o cabelo de Naito até que o fez gemer de dor. Naito baixou os olhos e os estreitou, mas havia apenas seu pai, ocupando cada espaço de sua visão nublada.
Papai tinha estado trabalhando o dia todo, mas não parecia nem um pouco cansado, abriu a boca e perguntou:
— Sua raiva diminuiu?
Naito, com raiva, o olhou nos olhos para começar a lutar outra vez contra ele. O pai se ajoelhou ao lado da cama, e amorosamente disse, enquanto tocava seu queixo:
— Eu faço tudo por você, por que é tão difícil para você ser um bom menino?
Seu pai tocou a mordaça em sua boca. Seus olhos e palavras eram infinitamente doces, mas as pontas dos dedos estavam frias e trêmulas. Ele era amoroso, mas também parecia querer que não se esquecesse de que ele podia ser violento sempre que tivesse vontade.
— Mesmo se eu te amo, se não me escutar, terei que tomar medidas contra você.
Depois de falar com firmeza, lentamente soltou o nó da gravata…
Cada vez que seus dedos desabotavam um botão, o corpo de Naito ficava rígido e suado. E o mais incompreensível é que mesmo assim a parte inferior do seu corpo estava quente! Uma ereção… Papai estava ali, se movendo livremente para ficar nu, como um músico que afinava as cordas de um instrumento, jogando a camisa no chão e balançando os braços longos e fortes até que finalmente o ergueu da cama e o jogou contra o chão com força.
Baque!
Naito caiu e gemeu, mas seu pai só colocou a ponta do sapato no queixo do filho para levantá-lo um pouco…
Olhando para a frente, Naito observou seu pai rindo suavemente com um cigarro na boca. Ele acendeu o fogo e olhou para o relógio em seu pulso para ver as horas. Depois de verificar, colocou o cigarro entre os dedos, o tirou e soltou toda a fumaça com um suspiro profundo. Quando tudo se espalhou, ele abriu a boca novamente e disse:
— A verdade é que me divirto muito brincando com meu filho. Você também faz isso?
Ele perguntou, mas Naito não pôde responder porque estava amordaçado. Naito engasgou e o observou com olhos exaustos, a saliva pingava de sua boca constantemente enquanto o pai fumava e ria. Nessas horas, ele ficava realmente tão alegre quanto um adolescente com um carro novo. Tão sádico…
Se sentou no chão, rastejou entre suas pernas e então sua mão tocou a mordaça e liberou o nó apertado. A fita caiu no chão, fazendo um barulho que provocou um eco.
— Chupe.
Ele ordenou, agarrando o seu cabelo e colocando sua cabeça bem no meio da virilha.
Naito sentou-se entre as pernas do pai, engolindo à força seu sêmen de uma forma que já parecia bastante exagerada. Com a mandíbula tremendo, seus lábios incharam em tons de cores vermelho e branco quando seu pai gozou pela terceira vez…
Elsie limpou amavelmente o sêmen derramado de sua mandíbula, mas ainda assim, como se não soubesse o que estava fazendo, Naito o lambeu como se fosse um cão obediente.
Naito, que engoliu o sêmen, engasgou. Queria se segurar em algo, então moveu lentamente suas mãos para cima. Seus pulsos estavam algemados para que não pudesse se mover mais do que o necessário, então ele só conseguiu oferecer alguns movimentos frustrados e desajeitados. E quando ele terminou de chupar, o pai puxou seu queixo apenas para sussurrar para ele:
— Você sabe o quão quente você está agora, meu amor?
As palavras, em um tom suave e gentil, estimularam Naito até levá-lo ao máximo. Quando não respondeu, papai esfregou a glande, que estava úmida pela saliva, contra os lábios vermelhos de Naito e o forçou a abrir a boca lentamente mais uma vez. Naito teve que tentar engolir o pênis de seu pai, chorando e gemendo e quando ele não conseguiu fazer direito, o pai agarrou sua cabeça com uma mão áspera e puxou-a para frente para que fizesse de qualquer maneira. Junto com um som de engasgo, o grande pênis de seu pai entrou na boca de Naito e desapareceu em sua garganta.
Papai estava satisfeito, mas em contraste com ele, o rosto de Naito estava incrivelmente vermelho. Pois ele sentia-se como se estivesse se afogando e por isso também acreditava que estava morrendo. Levantou os ombros e reclamou de desconforto, mas seu pai se recusou a escutá-lo. Elsie simplesmente pressionou o ombro de Naito para baixo e depois, se inclinou para poder ligar o vibrador.
E quando Naito finalmente fez um som frustrado, ainda chupando o pênis inchado de seu pai, Elsie riu olhando para baixo e disse:
— Vendo que você está tão ereto mesmo nessas sircustancias, realmente me faz pensar que você está cada vez mais erótico. Tão sexy como nunca antes…
Seu pai pressionou suavemente o pênis de Naito utilizando o joelho. Porém, mesmo com algo tão rude e descuidado como isso, era evidente que o pênis ganhava bastante força e que Naito sentia calor em sua cabeça. Não, não só lá. O interior de seu peito tinha uma sensação incrível de fogo arrasador e sua boca estava toda inchada e latejante. Em baixo, um grande e longo vibrador pulsava e girava, estimulando a tal ponto que ele pensou que definitivamente iria enlouquecer. Era tão grosso quanto o pênis de seu pai, mas o comprimento era estranhamente curto.
Papai, que observou cuidadosamente a reação do filho, sorriu e começou a tocar seu pênis diretamente com os dedos até que ele ofegou e gemeu como um louco. A saliva de Naito gotejou porque sua boca estava toda aberta e seu corpo esguio parecia arquear quando o pênis entrou profundamente em sua garganta. Seus olhos, cobertos pelos cabelos, tremeram e logo se fecharam de uma forma quase terna. E quer estivesse doendo ou mesmo chorando, seu cabelo ficou tão úmido e molhado que grudou desajeitadamente, bloqueando sua visão.
O pai puxou Naito para frente e avançou… E o fez gozar. Naito franziu a testa devido à sua postura incomoda e então ouviu a voz de seu pai, dizendo baixinho que ele poderia engolir o pênis um pouco mais fundo se fizesse com vontade. Então abriu as pernas e pressionou ainda mais para baixo a parte de trás da cabeça. Seus lábios estavam doloridos, mas, mesmo naquele estado lamentável, o pai agarrou sua cabeça e moveu a cintura exatamente como fazia durante a penetração.
Sua macia membrana mucosa e o pênis duro se chocavam constantemente até que o rangido aumentou e o som do pênis apunhalado na garganta e o da saliva retumbando encheram alternadamente todo o quarto. O rosto de Naito ficou vermelho, o som era rápido e alto e seus lábios e queixo acabaram parecendo incrivelmente rígidos e desarticulados.
Papai, que estava focado apenas em sua boca, parou de agir como se pudesse suportar e, puxando seu cabelo com força, ordenou:
— Se mova.
Naito obedeceu imediatamente.
Quantos dias se passaram desde que ele fez algo tão louco como isso? Naito estava se esforçando demais, apertando e chupando e apertando e chupando. Tentando pensar mesmo que sua mente estivesse completamente em branco. Mais do que os dias, quantas horas havia estado ali?
O pai amarrou seus olhos para fazê-lo entrar na atmosfera da submissão, mas, mesmo sem isso, era um quarto onde se mantinha luz acesa porque era completamente impossível para ele saber se o sol havia nascido ou se pondo. Papai agarrou seu cabelo novamente e puxou-o até seu couro cabeludo ranger. O pênis ereto tocou seus lábios e então saiu. A glande e a boca pequena estavam conectadas por uma longa linha de saliva que foi finalmente cortada depois que ele tossiu para aliviar a garganta. Naito, que estava com os olhos cobertos, respirou profundamente, deixou o sêmen entrar em sua boca e o engoliu novamente. Havia muito, muito sêmen. Pequenas bolhas que explodiram entre a língua vermelha e seus lábios…
Naito abaixou a cabeça e lentamente começou a ver aquele líquido escorrendo para baixo. Brilhava como um véu transparente em seus lábios. Seu pai o forçou a sentir seu orgasmo várias vezes na ponta da língua. Era essencial colocar seu pênis até a garganta e engolir todo seu sêmen também. Depois disso, o prazer foi forte o suficiente para fazer seu corpo tremer, chorar e implorar.
— Por favor, pare, por favor, pare.
O sexo continuou depois que o pênis vomitou um líquido aguado e mesmo se desmaiasse, tinha que forçar seus olhos a se abrirem graças às mãos do pai, batendo em suas bochechas. O corpo acompanhava os movimentos de seu pênis que balançava para cima e para baixo e no final, foi Naito quem declarou a derrota primeiro.
— Eu sinto muito, papai. Eu sinto muito.
Quão dolorido estava o buraco que havia sido conectado ao seu pênis. Parecia amargo e doloroso abrir a mandíbula mesmo que só um pouquinho. E embora fosse uma contradição com o que ele sentia, Naito estava tão exausto que agarrou o pulso de seu pai e implorou várias vezes que o perdoasse para que parasse de brincar com ele.
Finalmente, seu pai riu. E disse que era seu último castigo, então ele inseriu e abafou à força seus gemidos ao preencher sua boca novamente. Naito engoliu as lágrimas e chupou o pênis de seu pai. Não tinha mais força na mandíbula, então ele teve que percorrê-lo muito devagar. Colocou a língua para fora e lambeu a uretra como se quisesse tirar algo de lá e depois lambeu cuidadosamente as veias inchadas dos pilares. Ele mostrou a língua. A sua aparência ao subir e descer era muito mais erótica do que qualquer tipo de pornografia que pudesse existir. Seus olhos estavam cobertos com um forro preto e, por baixo dele, havia um nariz afiado e vermelho com a boca pingando sêmen e baba. Sua úvula se movia para cima e para baixo, sua garganta estava esticada ao extremo e a parte superior do seu corpo estava vestindo uma camisa social branca, mesmo quando a parte inferior do corpo não tinha nada.
Olhando para Naito, perfeitamente decorado ao seu gosto, com um lindo olhar ousado, papai riu antes de ejacular novamente. Um líquido mais leve do que antes a qual foi forçado a engolir completamente.
Só depois de confirmar que ele havia engolido o pai puxou o pênis e também o vibrador.
— Ah!
Naito agarrou o ombro do pai, dolorido por ter roçado tanto na parede interna. Papai o deitou de costas e quando tocou nele, Naito mordeu seu próprio lábio inferior levemente e depois abriu a boca para lhe mostrar sua língua. As algemas também foram removidas, então Elsie simplesmente disse, segurando suas pernas no ar até que pode ver suas nádegas:
— Vou meter agora, querido.
Naito estava preocupado. Não acreditava que pudesse suportar uma nova penetração, mas quando a palma da mão de seu pai lhe acariciou a bochecha e tocou sua boca com ternura, esse pensamento desapareceu muito rapidamente. Ele ficou rígido, cerrando os dentes e agarrando o pênis ereto do pai com seu ânus. Quantas vezes já tinha feito isso? Embora talvez agora fosse diferente porque a glande parecia mais escorregadia devido ao fato de que estava lambendo e chupando a poucos segundos atrás.
Naito colocou a mão no peito do seu pai e então, um pênis enorme e duro, como um pau, entrou em seu cu até fazer com que a membrana mucosa avermelhada, inchada e pegajosa se aderisse completamente a ele. Naito cerrou os dentes e então, enquanto sugava o membro de seu pai cada vez mais fundo, abaixou a cabeça e ofegou:
— Ah, está tudo dentro… Ah, pai. Te sinto todo, dentro de mim…
Naito dobrou os dedos dos pés quando seu pai o atingiu com força até fazê-lo erguer as costas. Seu queixo tremia e seus lábios pareciam estar bem abertos. A saliva fluiu com suas lágrimas quando seu pai apertava sua cintura:
— Você também tem que se mover.
— Hummm…
Naito, que não respondeu adequadamente, moveu sua cintura como ele havia pedido. Ele ainda estava segurando seu pai, e sacudindo suas costas de vez em quando como se estivesse entrando em algum tipo de transe profundo. Quando Naito ficou fraco e incapaz de se mover adequadamente outra vez, seu pai o virou para que pudesse descansar, embora o pênis ainda estivesse inserido dentro dele…
Sua parede interna tremeu então Naito gemeu violentamente.
— Dói!!
— Abra suas pernas.
Seu pai enlouqueceu em cima dele.
Bate, bate, bate, bate. Seu cabelo caiu contra o lençol, assim como suas mãos e sua boca parecia não parar de se lamentar. Ele gostava desse sexo violento que não o deixava pensar em absolutamente nada. Gostou que doesse e também que o fizesse se sentir bem. Estava prestes a sangrar, mas não o fez…
Naito se moveu até ficar deitado de costas novamente, passou os braços em volta das costas largas de seu pai e ronronou:
—… Bom, ah… É tão bom… Mais forte, mais forte, papai! Eu preciso que faça com mais força!
— Está tudo bem para você, bebê? Hum? Você consegue aguentar?
O pai mordeu sua orelha. Seu lóbulo doeu a tal ponto que pensou que fosse enlouquecer de prazer! Parecia que quando os lábios do pai se esfregavam na parte superior de seu corpo e rosto, o prazer simplesmente chegava às alturas. Naito respondeu com lágrimas.
— Sim, um… Ah, é…! É bom!
Seu pai o penetrou fortemente quando escutou aquelas palavras e imediatamente depois, os gritos de Naito começaram a ficar consideravelmente mais escandalosos. Isso aconteceu porque o pai havia atingido uma área mais sensível. Naito não teve escolha a não se agarrar em seus ombros enquanto todas as suas rugas anais foram esticadas ao extremo. E, graças ao pênis que se gruda sem dar tempo para que o apertasse corretamente, Naito perdeu a cabeça até que finalmente desmaiou.
No entanto, depois de acordar, ele descobriu que seu pai estava o colocando em outra posição e que, além disso, estava metendo nele de novo. Ele estava deitado na cama, com os quadris levantados e as pernas abertas de ponta a ponta. Bate, bate, bate, bate. Parecia que queria penetrá-lo até que sua parede interna pegasse fogo. Doía, e depois disso vinha todo o prazer. Naito fechou os olhos e estendeu a mão. Os lençóis, cobertos de saliva, estavam incrivelmente úmidos agora.
— Não desmaie de novo.
O pai disse, apertando sua cintura com as duas mãos. Levantou a parte superior do seu corpo e então, enquanto Naito ainda mantinha a cabeça baixa, seu pai finalmente removeu a faixa que estava em seus olhos e o deixou respirar. Ele piscou, estreitou os olhos e olhou para uma sala incrivelmente iluminada. Pôde ver seus braços maltratados, como se tivessem espalhado tinta vermelha e azul em uma tela branca. O pai o mordeu e o chupou até que ficasse cheio de marcas e em seus pulsos, que estavam amarrados todo o tempo, as marcas ficaram mais parecidas com queimaduras.
— Oh!
O pai tirou o pênis de uma só vez, e em seguida o colocou até atingir a raiz e bateu com sua púbis. A parede interna apertou o pênis de uma forma tão doentia que o fez sentir como se o estivesse abraçando e, claro, desta vez a dor foi consideravelmente maior e insuportável. Naito agarrou o lençol e chorou.
— Hum… Dói, dói, dói muito. Dói.
— Shhh, bebê. Não pense nisso.
Mãos grandes e macias agarraram seu pênis e começaram a massageá-lo. O apertava e apertava até que a frente de seus olhos ficou incrivelmente branca. A parte da frente e de trás se sentiam tão cheias de prazer que suas coxas tremiam e seus lábios se abriram para deixar escapar um gemido doce.
— Ah… Ah!… É assim… Ah, papai. É bem aí, aí…
— Onde? Aqui?
E assim que ele tocou seu ponto, a parte superior do corpo de Naito desabou completamente sobre o colchão. Naito gritou:
— Sim, aí! Ah, droga! É bem aí!
Foi tão bom que ele esqueceu que a pessoa que estava lhe dando prazer agora mesmo era seu pai. Seu verdadeiro pai. Quando Elsie meteu mais fundo e ofegou, ejaculando um sêmen espesso, Naito também gozou na mão de seu pai.
E perdeu a cabeça de novo.
O pai acariciou o corpo do filho, que estava mais magro do que antes, e colocou suas mãos para frente. Seus músculos estavam encolhendo e sua pele estava consideravelmente mais suave do que da última vez. Seu cabelo parecia tão comprido que cobria seu pescoço e suas costas tinham gotas de sêmen e todos os tipos de marcas também. Seu pai, que desfrutava do belo corpo branco coberto de líquidos obscenos, riu brevemente.
— O que devo fazer com você?
Ele se deitou de lado, fazendo com que o corpo do filho o acompanhasse naturalmente antes de envolver os dois braços em volta de sua cintura e enterrar o rosto em seu lindo ombro. Naito tinha um odor corporal espesso e viril e, embora não usasse nenhum tipo de perfume, era sempre bom para a alma e os pulmões de papai. Na verdade, quanto mais ele sentia, mais viciado ele se tornava por um tempo, ele ficou com seu rosto descansado apoiado no ombro de Naito. Cheirando e cheirando até que, para seu pesar, o menino abriu os olhos e começou a se mover.
Naito, que havia desmaiado pela segunda vez, voltou a si. Estava com sêmen acumulando seu interior, diante de uma dor incrivelmente ultrajante, franziu a testa e estendeu a mão até tocar em sua bunda.
— Tire isso já.
— Por favor, diga por favor.
— Por que você continua me forçando a dizer honorífico?
Naito se rebelou, estreitando os olhos. Seu pai deu-lhe um tapa na bochecha e disse com uma voz agradável, mas firme:
— Faço isso porque sou seu pai e porque sou 18 anos mais velho que você. É natural dizer honorífico nesses casos.
— Por favor, tire isso.
Naito suspirou e falou do jeito que seu pai o queria. Papai riu com muito entusiasmo e, em seguida, obedeceu o tirou consideravelmente devagar. Quando o pênis deslizou para fora, o buraco se comprimiu e se moveu como se fosse terrível perdê-lo. O sêmen, que não havia sido drenado corretamente, agora estava descendo por suas coxas, fazendo com que Naito estremece-se na cama a deixando manchada por todos os lados. Ele odiava, então mexeu desajeitadamente as pernas e tentou adorá- lo sozinho. Mas quando papai percebeu por que Naito estava desconfortável, baixou a mão e enfiou o dedo em seu buraco. Ele o empurrou e esfregou. Parecia difícil porque a mão estimulava vagamente a área que tanto gostava, então Naito falou, segurando o pulso de seu pai com uma mão trêmula:
— Papai, oh… papai, pare. Eu não aguento!
— É difícil para você porque mal come um pouco de arroz. Você tem que começar a comer bem, filho. Ou vou enfiar a comida em sua garganta.
Seu pai parecia odiar que Naito, que estivesse fraco, continuar desmaiado quando quando faziam sexo. Sem dúvidas, ultimamente, Naito, que nem mesmo tinha forças para se rebelar depois de sofrer por ele, abria a boca e comia lentamente sua comida. Ele sempre se alimentava com uma certa quantidade, talvez apenas o suficiente para permanecer vivo. E à medida que esse comportamento continuou, naturalmente perdeu peso e sua massa muscular diminuiu tanto quanto sua força física. Se o prazer corresse continuamente, então sua energia se ocupava por completo e acabava desmaiado no colchão.
Naito olhou para cima sem responder, sentindo constantemente o toque de seu pai jogando com seu ventre. Suspirou e então olhou para uma parede sem janelas. Ele não podia ver a luz do sol, muito menos o céu noturno. Também não havia a luz da lua, brilhando até se tornar um farol que se perdeu na distância. Aparentemente, ele só tinha que esperar indefinidamente para que seu pai o libertasse um dia.
Naito não sabia o que tinha acontecido. Não havia como verificar a hora enquanto estava na cama. Quando acordou, em algum momento, seu pai estava olhando para ele e acariciando sua cabeça como se fosse um bebê. O toque era tão doce, tão quente, que Naito fechou os olhos novamente e se deixou levar. O único neste espaço sem ninguém, onde o tempo não fluía, sempre era seu pai. E no final, quando Naito estava lutando, nos momentos mais angustiantes, Papai sempre estava lá. __________________
Continua…
Ler Uma noite só para dois. Yaoi Mangá Online
Os irmãos mais novos, Naito e Alto, que perderam a mãe, deixam suas famílias há muito tempo e partem para a capital em busca de seu único parente, seu pai. Lá, seu pai Elsie, que mora em uma mansão, cumprimenta os dois com olhos lânguidos, mas ameaçadores. Elsie mostra uma resposta morna a Alto, que se parece com ele, mas também mostra um interesse sutil por Naito, que se parece com sua mãe. Ele permite que duas pessoas vivam em sua mansão.
E é aí que começa a noite secreta dos dois….
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Elsie Benjamin Jedan: 38 anos. Bonito, charmoso, carismático, tem jeito para conseguir o que quer. Mas por trás dessa fachada de homem do mundo se esconde um monstro; calculista, estuprador, sem moral, obsessivo e perigoso.
Quando seus 2 filhos vão morar com ele, ele desenvolve uma obsessão incomum por seu filho Naito.
Sob 3 condições, ele aceita que eles vivam em sua mansão, mas na realidade essas são desculpas para ter Naito sob seu rígido controle. Quando Naito o desobedece, ele perde a paciência da pior maneira possível…..
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A novel inteira é incestuosa, contém estupro e todo tipo de abuso. Gatilho a cada capítulo. Então quem não se sente bem com esse tipo de temática, recomendo que NÃO LEIA ESSA NOVEL. Pois não vou ficar colocando avisos de gatilho a cada capítulo, já estou avisando aqui, então se você for lê-la, esteja consciente que lhe avisei desde a sinopse até aqui. A história inteira é ficção, nada é real.
✓Beijos e boa leitura~
Nome alternativo: A Night Just For Two