Ler Uma noite só para dois. – Capítulo 34 Online
O pai intencionalmente pisoteou o pé ferido. Doeu muito. Quando Naito não suportou a dor e arranhou o chão com as unhas, seu pai chamou alguém. Os guarda-costas do papai entraram. Em suas mãos estavam várias ferramentas usadas para torturar pessoas. Naito, que viu, arregalou os olhos e moveu o corpo para trás, mas eles foram mais rápidos.
— Amordace ele.
Um homem desconhecido pisou nas costas de Naito, que tentou fugir mesmo engatinhando. Outro homem se aproximou e amordaçou sua boca. Com os braços amarrados para trás, Naito, tremendo de medo, olhou para seu pai.
O pai esticou sua perna machucada. A respiração de Naito tornou-se gradualmente áspera e seu rosto ficou vermelho de raiva.
Ele não conseguia nem implorar porque sua boca estava amordaçada. O pai tinha um cano de ferro na mão antes que ele percebesse.
Naito já tinha ficado ferido quando caiu, e sua perna já havia sido pisoteada pelo pai, tornando a dor no pé insuportável, mas agora o pai deu uma batidinha de leve na perna ferida com o cano de ferro. Mesmo um mínimo toque doía demais.. Antes do pai quebrar sua perna, ele fez contato visual com Naito. Olhando para o rosto de Naito molhado de lágrimas. Papai disse:
— Agora você sabe, não é? Que eu deixei você ir de propósito.
Quando Naito não respondeu, seu pai atingiu sua perna com o cano de ferro. A cabeça de Naito se inclinou para trás. Ele apertou a mandíbula amordaçada com força.
— Você não vai responder? Realmente quer que eu a quebra de uma vez? Porque quebrar sua perna não significa que você vai morrer.
Naito balançou a cabeça em lágrimas. Seu corpo tremia de dor. Não, seu corpo continuava tremendo ao pensar no pai quebrando a perna dele intencionalmente. O pai riu da cara aterrorizada de Naito, e disse:
— Se você responder corretamente todas as perguntas, talvez eu não te faça nada. Entendeu?
Naito acenou com a cabeça. Papai se sentou na frente dele, cruzou as longas pernas torneadas de músculos e colocou um cigarro na boca. Então o guarda-costas se aproximou e acendeu o fogo. Um pai com um cano de ferro pendurado no ombro cuspiu a fumaça do cigarro. Um homem desconhecido posicionou Naito de joelhos e agarrou sua cabeça para que ele olhasse o seu pai. O rosto do pai foi aparecendo pouco a pouco enquanto a fumaça turva do cigarro desaparecia.
Era um rosto venenoso.
— Sabe, é chato ficar dando liberdade a alguém e depois ficar pegando-o de volta, é cansativo. Mas não há outra maneira de ter certeza que essa pessoa não tentará fugir de novo. Afinal as pessoas engatinham sozinhas de volta para seus donos quando chegam a um ponto em que não conseguem se levantar no meio da miséria. Eu sei bem disso porque já fiz isso inúmeras vezes, mas eu pensei, será que com meu filho vai ter que ser assim também?
Naito não conseguiu dizer nada porque estava com a boca amordaçada. Seu pai continuava fumando com um sorriso transparente nos lábios, como se quisesse uma resposta.
— Como foi? Você gostou?
Naito acenou com a cabeça lentamente. O pai sorriu como se estivesse satisfeito.
— Com tanto que você se divirta, fico feliz. Bem, vamos nos divertir juntos da próxima vez. Certo?
Ele jogou o cigarro no chão e o esfregou com os sapatos. Elsie se aproximou de Naito. O cheiro de perfume veio forte, paralisando seu olfato. Era o cheiro do pai que o seu corpo tanto desejava.
— Então… Me diz aí… filho, você já dormiu pensando no seu pai?
Naito fechou os olhos com força. O pai deu gargalhadas ao ver o filho murchar igual uma mimosa. O som de sua risada foi horrivelmente arrepiante.
— Vou perguntar de novo: “Você já dormiu pensando no seu papai aqui?” Huh? Aposto que não teria sido suficiente. Lembro-me de você chorando porque gostava sempre que eu metia duro dentro de você. Com certeza masturbar seu próprio pênis não deve ter sido satisfatório, então você deve ter sentindo muito incômodo na bunda também, certo?
O corpo de Naito estava tremendo mais do que antes, como se estivesse tentando suportar a dor que viria.
O pai acariciou o cabelo de Naito.
— Gostei do seu cabelo preto porque ficou parecido comigo, mas já está desbotando. Não se preocupe. Quando chegarmos em casa, vou tingi-lo de preto novamente.
Elsie voltou a razão. Quando Naito ergueu os olhos molhados de lágrimas, viu seu pai agarrando o cano de ferro. Naito começou a chorar. Ele estava tão assustado. Esta situação era terrivelmente assustadora.
— Vamos, filho. Seu pai não é um homem paciente. Mas vou te perguntar mais três vezes.
Papai ficou em pé sobre o tornozelo machucado do filho. Naito olhou para o pai com os olhos marejados de lágrimas.
— Agora você admite? Que está no cio por causa de seu pai.
Os olhos e as palavras de seu pai eram muito diretas. Em si, foi um grande choque. Quando ouviu pela boca dele o fato que tanto queria negar, sua cabeça formigou como se tivesse sido atingido por um martelo. Seus olhos azuis escuros tremiam nervosamente, parecendo com os de sua mãe, Jan. Conhecendo o estado de espírito de seu filho, o pai não parava de pressioná-lo.
— Se você não responder, vou tirar minhas próprias conclusões. Ou você acha que te deixei ir embora sozinho para nada?
Seu pai chuta o tornozelo machucado. Naito engasgou com a dor latejante. Ele caiu de mal jeito no chão, mas parecia ter piorado porque seu pai chutou e pisou nele, mesmo assim suportou a dor que veio.
Naito fechou os olhos e abriu-os lentamente pela metade, enquanto seu pai acomodou-se educadamente na frente dele. A postura de apoiar apenas um joelho no chão era como um cavaleiro se ajoelhando para a princesa. O pai ordenou que o homem que segurava o cabelo de Naito saísse. Logo depois, outro homem também saiu.
No quarto do motel barato, só sobraram Elsie e Naito.
Papai agarrou a bochecha de Naito e a ergueu. Naito encostou na palma da mão de seu pai e estremeceu. Um suor frio encharcou seu rosto enquanto ele segurava a dor, e as lágrimas ainda estavam se formando em volta da sua íris.
Seu coração ficou abalado por um momento com a aparência patética de seu filho? Os olhos severos do pai suavizaram ligeiramente. O pai levantou a bochecha de Naito com as duas mãos e disse em um tom amigável.
— Por que você não admite? Que já está apaixonado pelo seu pai?
As palavras lentas e francas de Elsie penetraram no frágil interior de Naito. Seu pai tinha uma compreensão precisa da psicologia de Naito. E quando Naito descobriu sobre a psicologia de seu pai, ele riu amargamente, sabendo sua condição claramente.
O pai queria fazer Naito “aceitar” o próprio pai como amante. Ele queria não apenas seu corpo, mas também sua mente, subordinada a ele.
Será que agora mesmo, devo pegar a bandeira branca só por causa da extrema possessividade e obsessão de meu pai?
Mas quando viu esses olhos roxos o encarando, não pôde fazer nada. Não importa o quanto ele tente, seu pai foi quem deu origem a sua existência. Não era só isso, ele também foi responsável por criá-lo na sua infância. Mesmo sendo rude e cruel, às vezes seu pai cuidava dele e de Alto com carinho. Embora o tenha abandonado aos sete anos, quando foi visitá-lo, seu pai foi quem o aceitou e se responsabilizou pela sua educação. Não importa o quanto ele tentasse negar, seu pai era seu pai, e ele era seu filho.
Naito encostou-se na palma da mão do pai e chorou silenciosamente. Ele queria fugir assim mesmo, pois estava preso em um vínculo do qual queria escapar. Mas no final tudo corria de acordo com a vontade do seu pai.
De que diabos ele fugiu mesmo? As coisas que eram sustentadas racionalmente se quebraram e até a pólvora foi desaparecendo.
— Você não pode correr para lugar nenhum de qualquer maneira.
O pai agarrou Naito pelo colarinho. Imediatamente, ele levantou Naito e o jogou na cama. Quando o tornozelo machucado atingiu a cama, a dor aumentou gradualmente. Ele se contorceu de dor e o pai foi se aproximando dele. Sentou-se ao lado de Naito e acariciou seu pescoço fino e trêmulo. A garganta suada estava úmida. Colocando mais as mãos nele, o pai, tocando sua pele nua, abaixou a cabeça e sussurrou no ouvido do filho.
— Você acha que eu te aceitei porque você é meu filho biológico? Bobagem.
A mão do pai desceu e agarrou a bunda de Naito. Naito engasgou com um gesto estranho, mas obsceno. A frente dos seus olhos está turva. Era por causa das lágrimas. Mesmo que o mundo estivesse escuro, apenas os olhos roxos de seu pai pareciam claros, como se ele os tivesse visto através da janela de vidro.
— Foi quando eu soube. Que você seria mais do que meu filho. Foi por isso que o criei até que se tornasse um adulto. Permiti que fosse à escola também. E te fiz ficar em casa sob aquelas condições ridículas.
O pai, que ria baixo com uma voz agradável, tocou seu pênis silenciosamente. O pênis reage ao toque de seu pai. A respiração de Naito mudou irregularmente.
— Eu te disse. Gostei de você antes daquela puta chamada Rayan.
O pai de Naito endireitou o corpo. Depois de ouvir a confissão de seu pai, o corpo de Naito tremia como uma árvore seca em uma rajada de vento. Ele acariciou a bochecha de Naito, que não conseguia sair de seu trauma. A mão de seu pai desceu, tocou seu queixo e pescoço e cavou entre sua camisa. O dedo dele tocou o mamilo duro e sensível. Enquanto beliscava levemente os mamilos e torcia, Naito soltou um gemido engasgado e estremeceu. Quando Naito franziu a testa e se encolheu por causa da dor, seu pai sorriu. Olhou para Naito com um olhar derretido, disse gentilmente:
— Você ainda não pode admitir isso?
Naito estava amordaçado, mas não deu a resposta que seu pai queria. Então o pai, pedindo por uma resposta do filho, soltou a mordaça. Naito olhou para seu pai e disse com uma voz embargada de lágrimas.
— Eu não posso viver como meu pai.
O pai não ficou muito zangado com sua conclusão, ele apenas estendeu a mão e tocou a bochecha de Naito e sorriu lindamente.
— Bem, só temos que começar passo a passo.
O pai, que murmurava tanto, agarrou Naito. Ele abaixou a cabeça e deu-lhe um beijo muito terno. Finalmente sentiu os lábios quentes de seu pai depois de muito tempo. A língua, que entrou pelos dentes, desliza livremente na boca. Foi diferente do beijo que teve com Nicolas. Foi um beijo que o pressionou fortemente ao ser segurado pelos cabelos, mas sua cabeça esquentou apenas porque aqueles lábios familiares o tocaram. Sua respiração tornou-se difícil e a parte inferior de seu corpo latejava.
Com a resposta honesta de Naito, seu pai riu alto e tirou a camisa que estava vestindo. Os braços estavam amarrados atrás das costas, se estendiam sobre o ombro. Tocando a parte superior do corpo de Naito, que brilhava na luz branca refletindo em seu rosto puro e natural.
Como um crente que confessa seus pecados, o pai disse em voz baixa:
— Eu não deveria ter te abandonado. Deveria tê-lo criado e mantido você perto de mim, para que você pudesse ter olhos somente para mim.
O corpo de Naito fica rígido por causa da atitude e voz piedosa.
— Ah…!
O dedo do pai torceu seus mamilos violentamente. Doeu, mas fechou os olhos para o prazer que veio logo depois. Seu pai sorriu maliciosamente quando viu Naito segurando seus gemidos. O pai abaixou a mão e agarrou o pênis meio ereto de Naito.
— Na verdade, estou um pouco chateado. Tudo bem que você me apunhalou, mas eu realmente não suporto a ideia de você dormindo com outro idiota. Então seja paciente.
Estava tentando entender essa personalidade incomum de seu pai, que dificilmente ficava com raiva. Mas não conseguiu pensar nisso por muito tempo porque sua calça foi tirada bruscamente. Por um momento seu tornozelo machucado ficou preso nas roupas. Papai tirou todas suas roupas de baixo e abriu bem suas pernas. Tirou o gel descartável do bolso da calça como se já tivesse decidido. Espremeu o gel em toda a palma da mão e, enquanto tropeçava pelo buraco seco, inseriu um dedo. O corpo, que não fazia sexo há mais de um mês, reagiu com sensibilidade a um único dedo. Os dedos de papai se moveram como se nadassem pelo interior rígido. O pai, que tocou seu interior com cuidado, disse, brincando com o rosto de Naito com a mão esquerda.
— Você deve ter sido um bom menino e não deu a bunda para ninguém, caso contrário, eu realmente teria que matar aquele moleque.
Os olhos do pai brilhavam de loucura, talvez zangado por ele ter tentado fazer sexo com Nicolas. Seu rosto em si era de um pai que parecia uma criatura que foi criada com muito cuidado por Deus, então mesmo quando ele estava ardendo na loucura, ainda permanecia deslumbrante. Era demais para ele ver o rosto do seu pai… Naito fechou os olhos e inclinou a cabeça para o lado. No entanto, quando fechou os olhos, ele sentiu como se o toque de seu pai o estivesse marcando. O calor parecia queimar onde quer que a mão do pai tocasse. O interior onde os dois dedos do pai estavam beliscando, já estava vibrando porque sentia falta do pênis daquele homem.
Seu pai estava realmente zangado e por isso não o acariciava com carinho como antes. Parecia que o buraco estava sendo arrombado mais e mais pelo pênis terrivelmente duro que foi sendo enfiado rapidamente de um jeito totalmente ameaçador. A glande gulosa abriu sua abertura na caverna estreita, cavando impiedosamente seu interior.
— Ah, isso dói… Pare! Pare!
Os olhos de Naito incharam e as lágrimas escorreram. Isso machuca. A dor, que parecia dividir o corpo ao meio, explodiu. Foi uma dor diferente da sua lesão na perna. Parecia que sua alma iria se espatifar em pedaços.
— Isso realmente dói?
Seu pai entrou, pressionando firmemente suas rugas macias com o pênis duro. Seu interior estava estreito e apertado, e como o pai não havia aplicado o gel até o final, doeu a inserção daquele membro rígido. Quando Naito apertou os lábios com força, o pai abriu sua boca com os dedos dele, mas como não obteve a resposta que queria, deu um sorriso obscuro e enfiou com força o pau duro profundamente em seu órgão anal. Nesse momento, Naito abriu a boca soltando um gemido alto ao sentir a sensação de um pênis longo e duro que o penetrou até o fundo. Papai não perdeu nenhum som que sai automaticamente da boca de Naito.
O pai sorriu suavemente e segurou a cintura de Naito com força.
— Diga-me mais uma vez.
O pênis do pai rompeu por dentro e saiu. Naito deixou escapar um leve gemido com uma sensação excitante.
— Huh! Ahhh…!
Nesse ponto, o pensamento de Naito de que a pessoa que deseja seu corpo era seu pai, deixou sua mente borrada. Ele havia dito que não podia admitir isso e que não podia viver com o seu pai, mas seus lábios diziam coisas estranhas.
— Ah bom…! Huh, mais… Ugh! Ahhh!
O pai agarrou sua panturrilha e pressionou-a para baixo. O tornozelo machucado estava rígido e latejando, mas agora todos os seus nervos estavam concentrados no pênis que entrava e saia. Sentiu seu pai subir na cama e empurrar os quadris ainda mais fundo. A mão de papai tocou sua bochecha, acariciando-a e lhe dando uma leve batidinha para que ele abrisse os olhos. Enquanto olhava para situação de Naito com cuidado, seus olhos eram quentes como o sol da primavera.
Naito tentou fechar os olhos porque era difícil suportar aquela sensação de disparidade, mas seu pai sorria tão lindamente com os olhos que ele não podia evitar olhá-lo.
— Não seria ruim continuar vivendo assim.
Enquanto murmurava palavras estranhas, o pai moveu as costas com seriedade. Deliberadamente, ele acertou em cheio o ponto G de Naito. Naito não resistiu a alegria de puro êxtase que sentiu naquele momento.
Queria mais, e mais forte. Ele moveu as mãos, gemendo alto e sacudindo a cabeça com o embalo do ato.
Ele nem tinha notado que seu pai havia desamarrado suas mãos. Quando recuperou um pouco de consciência, estava abraçando as costas do pai. Nem sentia mais aquela dor aguda no tornozelo machucado. Apenas tinha a sensação de que sua cabeça e seu corpo se derretiam com o prazer explodindo de baixo dele. Naito soluçou ansiosamente enquanto agarrava a camisa luxuosa de seu pai.
— Oh, pa-pai…! Sim, sim…!
O pai olhava para Naito como se ele fosse muito adorável, e o filho podia ver seu próprio reflexo naqueles olhos brilhantes. A mão de seu pai acariciou o rosto de Naito, e os seus lábios continuaram a fazer uma lavagem cerebral nele. — Eu te amo, Naito. ♡
Naito balançou a cabeça quando ouviu isso. O pai cortou seu gemido quando sobrepôs os lábios na boca que apenas gemia baixinho. A língua do pai o invadiu com força como se fosse roubar todos os seus gemidos. Quando pênis que latejava continuamente tocou o lugar que o Naito tanto almejava, seu corpo desabou estremecendo no ápice do prazer. Como se não pudesse suportar, segurou firmemente a camisa luxuosa de seu pai.
O pai, que viu as costas da mão de Naito, sorriu e cutucou ainda mais aquela zona erógena segurando firme a cintura dele. Então uma pequena exclamação explodiu na boca de Naito.
— Haaa, mais, mais forte!… Rápido. Faça mais forte.
— Você tem que pedir ‘por favor’.
Naito abriu os olhos carregados de lágrimas pelo pedido de seu pai, fazendo com elas caíssem sobre os lençóis. A razão, que havia desaparecido no momento em que a zona erógena foi estimulada, voltou momentaneamente, apenas porque o pai se afastou para trás, deixando Naito em extrema agonia, pois seu corpo ansiava pela libertação do prazer. Naito agarrou seu pai pelo ombro e mal falou com uma voz desconectada.
— Mais forte… Huh, por favor, faça com força. Uhh…
O sorriso do seu pai ficou doce como um menino apaixonado. Naito fechou os olhos diante do rosto brilhante de seu pai, ele queria se livrar de tudo que o prendia.
— Bom garoto.
As mãos brancas de Naito, que segurava seu ombro, caíram sobre o lençol, que ele esmagou e agarrou com força.
Isso estava longe de acabar. Seu pai estava muito determinado.
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Continua…
Ler Uma noite só para dois. Yaoi Mangá Online
Os irmãos mais novos, Naito e Alto, que perderam a mãe, deixam suas famílias há muito tempo e partem para a capital em busca de seu único parente, seu pai. Lá, seu pai Elsie, que mora em uma mansão, cumprimenta os dois com olhos lânguidos, mas ameaçadores. Elsie mostra uma resposta morna a Alto, que se parece com ele, mas também mostra um interesse sutil por Naito, que se parece com sua mãe. Ele permite que duas pessoas vivam em sua mansão.
E é aí que começa a noite secreta dos dois….
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Elsie Benjamin Jedan: 38 anos. Bonito, charmoso, carismático, tem jeito para conseguir o que quer. Mas por trás dessa fachada de homem do mundo se esconde um monstro; calculista, estuprador, sem moral, obsessivo e perigoso.
Quando seus 2 filhos vão morar com ele, ele desenvolve uma obsessão incomum por seu filho Naito.
Sob 3 condições, ele aceita que eles vivam em sua mansão, mas na realidade essas são desculpas para ter Naito sob seu rígido controle. Quando Naito o desobedece, ele perde a paciência da pior maneira possível…..
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A novel inteira é incestuosa, contém estupro e todo tipo de abuso. Gatilho a cada capítulo. Então quem não se sente bem com esse tipo de temática, recomendo que NÃO LEIA ESSA NOVEL. Pois não vou ficar colocando avisos de gatilho a cada capítulo, já estou avisando aqui, então se você for lê-la, esteja consciente que lhe avisei desde a sinopse até aqui. A história inteira é ficção, nada é real.
✓Beijos e boa leitura~
Nome alternativo: A Night Just For Two