Ler The First Commandment (Novel) – Capítulo 3.1 Online


Modo Claro


↫─ Capítulo 3.1

— Não morda o lábio.

Tudo o que ele lamentava era não poder estender a mão.

Assim mesmo, Alexei pressionou ambos os pulsos de Valeri e moveu seu corpo ligeiramente para cima. Deslocando os quadris, Alexei curvou a parte superior do corpo. A silhueta de seus músculos era visível através de sua camisa encharcada de suor.

— Você sabe que odeio quando você se machuca.

— Pare com essa, porra de, besteira… Só… pare com, isso, eu disse.

Com a interrupção da estimulação abaixo dele, Valeri parecia recuperar os sentidos por um momento e conseguiu forçar as palavras para fora. Sua sinceridade era palpável nas sílabas que eram cortadas bruscamente entre seus dentes. Uma sensação de inquietude se instalou. *E se ele nunca mais me vir, a partir de amanhã?* O pensamento o deixou ansioso.

Alexei, enquanto mantinha contato visual com Valeri, alinhou seu orifício já molhado com a ponta do pênis de Valeri. Como estava ereto como uma estaca, a cabeça de seu pênis tocou o orifício com apenas um leve movimento de seus quadris. Valeri se debateu.

— Você é realmente louco, seu lunático…!

Sem tirar os olhos do gritante Valeri, ele se moveu. *Haa*, uma respiração tensa escapou finamente sem que ele percebesse. Entreabrindo os lábios o suficiente para revelar seus caninos, ele começou a se abaixar com força. Lentamente, lentamente, um pênis grande começou a empurrar para dentro de um orifício que nunca havia recebido nada em sua vida.

— …Hah, ah…

Embora o orifício estivesse completamente besuntado de feromônios, não entrou de uma vez. Alexei finalmente entendeu por que os Ômegas que haviam sido fodidos por ele pareciam sentir alguma dor no início. Engolir um pênis grande pra caralho não era exatamente uma experiência celestial, mesmo para um Ômega. Pelo menos, não no começo.

— Puxe para fora, eu disse puxe para fora, puxe…!

Lágrimas finalmente brotaram nos olhos de Valeri. Seus olhos profundamente avermelhados estavam manchados de choque, ostentando uma expressão que parecia totalmente incapaz de compreender Alexei. No entanto, seu pênis, longe de ficar mole, ficou ainda mais duro. Como se isso o estivesse enlouquecendo, os olhos verdes de Valeri ficaram completamente úmidos. Lágrimas começaram a escorrer dos olhos manchados de choque de Valeri. A sensação de atormentar uma criança trouxe uma onda final de culpa.

*Eu estava errado, Lerusha.*

Ele repetia internamente. Dizer o pedido de desculpas em voz alta não seria nada além de uma negação de suas próprias ações, então guardou para si. Assim como naquele dia em que espancou Lerusha até a beira da morte com as próprias mãos, ele engoliu seu desespero.

— Você queria isso.

Em vez disso, ele apenas proferiu uma desculpa covarde.

Valeri, como se reunisse seu último resto de força, conseguiu se sacudir violentamente de Alexei, que segurava seus pulsos. Como Valeri, que estava por baixo, se moveu tão abruptamente, o pênis que estava sendo inserido afundou até o fim com um baque repentino. Pode não ter sido intencional, mas a ponta do pênis, que preencheu seu orifício traseiro em um instante, esmagou sua próstata. Foi então que um gemido escapou.

— Heuk…!

Uma voz aguda fluiu, misturada com seu barítono grave. No momento em que um som que ele nunca havia imaginado emitir escapou, o orifício se contraiu fortemente ao redor do pênis. Os olhos avermelhados de Valeri vacilaram, encarando Alexei. Enquanto Valeri, visivelmente surpreso, interrompia os movimentos por um instante, Alexei pressionou seus ombros, prendendo-o e diminuindo a distância entre seus corpos.

— Fique, quieto… haa, uh, Leru, sha.

Respirar era difícil. Seu estômago revirava e sua cabeça girava. O prazer que atingiu sua espinha, deixando-a dormente, era tão estranho que Alexei se viu tremendo involuntariamente. Suas coxas tremiam.

— Já… foi feito.

Mas não era uma sensação desagradável. Para ser preciso, era excitante. Era diferente de muitas maneiras do prazer que sentia quando estava apenas fodendo. Na verdade, era melhor. Parecia estranho.

Valeri, que vinha encarando com olhos arregalados o rosto desalinhado de Alexei, parecia voltar a si com aquelas palavras. Tardiamente, tentou empurrar Alexei para longe, mas este não tinha intenção de deixar. Pressionando os ombros de Valeri com força, Alexei começou a se mover por conta própria. Afinal, ficar por cima e rotacionar os quadris era algo que ele havia feito incontáveis vezes. Embora o método fosse diferente.

— Haa…

Um fôlego que ele vinha segurando escapou por conta própria. Conforme se movia para cima e para baixo enquanto pressionava os ombros, o som úmido e chapinhante de fluido podia ser ouvido. O orifício, que nunca havia recebido um pênis antes, repetidamente se contorcia e se contraía como se o estivesse fazendo há muito tempo. Cada vez que o pênis enorme raspava seu caminho para fora do orifício, algo começava a se acumular. Seu baixo-ventre se contraiu. Sua mente ficou em branco.

— Pare, pare, pare…!

A voz de Valeri ficava cada vez mais rouca. Era incrível que ele tivesse se contido tanto, logo durante um Rut. Desta vez, um tipo diferente de calor começou a nublar seus olhos cada vez mais turvos. Ele repetidamente travava o maxilar, depois entreabria os lábios. Podia sentir sua respiração ficando mais pesada.

— Ha, haah, huu, keuk…

Um som nasal escapou. Esfregando seu peito liso e encharcado de suor contra o de Valeri, Alexei arfava. Quanto mais rápido ele girava os quadris, mais forte a sensação que preenchia seu interior se tornava. Quando seu pênis, depois de arar até o fim das paredes internas quentes e molhadas, se puxava para fora, a forma como raspava a próstata por dentro era gostosa pra caralho.

Gostoso, gostoso, gos…

— …!

No exato momento em que ele estava pensando isso, seu pênis foi enterrado para dentro com uma força inesperada. Com os olhos se arregalando, Alexei olhou para baixo, para Valeri. Olhos verdes insanos estavam encarando Alexei. As pupilas, que pareciam semelhantes às de alguém enfurecido, refletiam diretamente o rosto desalinhado de Alexei.

— Fazer esse tipo de, coisa, é… gostoso?

Com essas palavras, Valeri empurrou os quadris para cima com força. A boca de Alexei se abriu por conta própria enquanto um som abafado lhe escapava. Era uma força tão bruta que fez seu crânio zumbir. Sua mente ficou completamente branca. Sua próstata foi esmagada com uma força inacreditável, fazendo sua traseira parecer dormente. Parecia que suas entranhas iam cair para fora.

— Como você queria, eu vou, te dar, isso.

Não parecia que ele estava em seu juízo perfeito. Os olhos que diziam isso estavam meio vidrados. Não havia como ele fazer isso de bom grado. Para ser honesto, já era impressionante que um Alfa no Rut tivesse se segurado por tanto tempo. Estivesse em seu juízo perfeito ou não, Valeri cumpriu sua palavra. A partir daquele ponto, seus movimentos começaram a mudar. O som de uma estocada dura ecoou alto. A força, batendo como uma estaca sendo cravada, empurrou seu pênis até o fim das paredes internas.

— Heu… ah!

Sua boca se abriu por conta própria. Sua cabeça zumbia com um murmúrio abafado. Alexei tentava aguentar colocando toda a sua força nas mãos que pressionavam os ombros de Valeri. Com a parte superior do corpo mal fixada contra a de Valeri, o corpo inferior de Alexei solavancava cada vez que Valeri estocava para cima. Sua parte inferior do corpo era sacudida para cima e para baixo pela força das estocadas. Estava ficando cada vez mais difícil permanecer consciente.

— Ah, heu, ugh… ah!

O pênis, que vinha batendo sem nenhuma técnica, começou a mudar de ângulo. Apenas ser fodido até o talo já era suficiente para enlouquecê-lo, mas, fosse por ser inteligente e aprender rápido, Valeri agora começava a curvar ligeiramente o pênis na direção da próstata e então, *thud, thud*, martelava para cima. O líquido começou a espirrar e respingar. O fluido que vazava do orifício manchava de forma vistosa sua virilha e nádegas.

— Heu, ah…! Leru, euung, sha, keuk…!

Sem nem saber pelo que estava implorando, Alexei chamou seu nome. Coisas como culpa e repulsa foram varridas pelo pênis que revolvia suas entranhas com uma força a que ninguém se equiparava. Tudo o que restava era o instinto. Ser martelado ao ponto de suas entranhas parecerem dormentes e doloridas era verdadeiramente, inacreditavelmente…

Excitante.

— Aí, ah, haak, ah…!

Um apelo impróprio escapou. O irracional Valeri agora soltava apenas respirações descompassadas em vez de palavras enquanto estocava para cima dentro de Alexei. Depois de mais algumas estocadas, os movimentos de Valeri começaram a se acelerar. Era o prelúdio do clímax. O pensamento de que ele havia aguentado por muito tempo para alguém sem experiência cruzou sua mente de relance, e naquele instante.

— …!

Na ponta do pênis enterrado bem fundo, algo começou a jorrar.

Ao contrário do lubrificante que havia vazado das paredes internas, o sêmen era mais espesso e mais quente. O gozo de um Alfa que se segurara por tanto tempo era abundante. O sêmen borbulhou para fora e se espalhou por todo o seu interior. No momento em que sentiu isso, um calafrio subiu por sua espinha. Ele havia recebido o sêmen de seu irmão dentro de si. O prazer trazido por tal culpa e depravação estimulou Alexei.

Os irmãos gozaram ao mesmo tempo.

Apertando impiedosamente ao redor do pênis de Valeri enquanto este jorrava sêmen, Alexei soltou um *heuk* e encolheu o corpo. Esfregando a testa encharcada de suor contra o ombro dele, ele arfava. *Ah, aah*, com um gemido, seu próprio pênis, que ficou ereto em algum momento, jorrou seu fluido. Era muito diferente da ejaculação de um Alfa. Não era do jeito que sempre fez..

↫─☫ Continua….

ᯓ★ Nenhuma das situações apresentadas neste capítulo referem-se/ se baseiam em fatos reais.

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✦ Tradução, revisão e Raws: Lᥙ꧑ᥲ Hᥲrtzᥣᥱr

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SINOPSE
— Eu te disse que podia fazer qualquer coisa por você.
Alexei, notoriamente conhecido como o cão de Igor na cidade onde Igor reina, é obcecado por seu irmão Valery, um bailarino, mas o trata com frieza. Ao saber que Valery estava saindo com Lian Vinter, um parente do policial Kalisz Vinter, que estava na cola de Igor, Alexei não pôde mais ficar de braços cruzados. Era evidente que Igor mataria Valery. Alexei implorou para Valery terminar com Lian, mas Valery, que há muito desprezava Alexei, ignorou suas palavras…
Nome alternativo: 1 The First Commandment

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