Ler Sweet Sugar Candyman (Novel) – Capítulo 31 Online


Modo Claro

↫─Capítulo 31

Meu rosto corou em um tom carmesim com o tapinha leve dele. Saheon hyung, o responsável por iniciar tudo aquilo, nem sequer mudou de cor. Perguntei-me se eu não estava exagerando, mas com ele por cima de mim, sem camisa, era impossível não pensar besteira.
​— …Hyung…
​Sem saber o que fazer, chamei por ele, arrastando a palavra, mas isso não trazia nenhuma solução. Saheon hyung respondeu com sua voz gentil de sempre:
​— Por que chamou?
​— …Eu… Ahn…
​Duas interpretações para aquela ordem me vieram à mente no instante em que ouvi suas palavras, e nenhuma delas era particularmente inocente: ou ele queria um beijo de língua de verdade, ou algo muito mais intenso estava para vir.
​Tentei engolir em seco, mas reprimi o impulso, temendo que o movimento da minha garganta denunciasse meu nervosismo. Fingindo olhar para outro lado, tentei conter meu próprio desejo da forma mais discreta possível enquanto calculava qual daquelas duas coisas Saheon hyung realmente queria fazer.
​O hyung, com o peso do corpo pressionando o meu, cutucou minha bochecha como se me incentivasse a tomar uma atitude. Vendo seu sorriso brincalhão, não pude evitar fazer uma careta de choro. O sorriso travesso dele se alargou. Incapaz de resistir àquela provocação, finalmente fechei os olhos com força e entreabri os lábios, me preparando para o beijo.
​Ouvi Saheon hyung rir baixinho. Parecia que ele tinha segundas intenções e preferia a segunda opção, não apenas o beijo. Era um pouco constrangedor, mas de certa forma parecia melhor deixar que ele assumisse o controle do que eu mesmo ter que tomar a iniciativa.
​Ainda assim, a vergonha não sumiu. Foi o hyung, tapando meu nariz para que eu não conseguisse respirar, quem me forçou a abrir os olhos.
​— O Cheongmyeong está tentando dormir?
​— …Não… Ei…
​A provocação brincalhona deixou minha voz anasalada. Olhei de soslaio para ele. Ele me encarava com um sorriso encantador, digno de um modelo de comercial, antes de falar:
​— Se você dormir aqui… — Saheon hyung desceu a mão travessa e apertou meu peito. Assustado com a sensação dele apertando a minha pele fina, dei um salto e arregalei os olhos. — …não vou aliviar para você.
​Suas palavras eram leves, mas seus olhos transmitiam total seriedade. Seu olhar perigosamente oscilante fez meu pomo de Adão subir e descer visivelmente.
​O hyung abaixou um pouco a cabeça e me beijou. Ainda tonto com a sensação persistente do beijo, fechei os olhos cautelosamente enquanto outra onda de prazer avassalador me dominava. Meu coração batia tão rápido que senti que meu peito ia explodir. A sensação de sua língua, mais sensível e investigando ainda mais fundo do que antes, arrancou de mim um gemido involuntário.
​— Hng, Mm…
​Aquele som anasalado, que eu nunca pensei que faria, era constrangedor, mas Saheon hyung engoliu até os meus gemidos. Depois de me beijar profundamente até que meus lábios ficassem inchados, ele se afastou de leve e cobriu a linha do meu maxilar com beijos. A sensação subindo pela minha mandíbula era estranha. Os beijos trilharam até o lobo da minha orelha, pousando suavemente na pele sensível. Era uma sensação peculiar, um formigamento intenso. Sugando o lobo da minha orelha como se quisesse me devorar, o hyung sussurrou, acariciando meu corpo trêmulo. Por estar bem ao lado do meu ouvido, suas palavras pareceram ainda mais estimulantes:
​— Deixa eu te ouvir.
​A temperatura ardente de suas palavras me fez olhar para ele com ressentimento. Mas tudo o que eu conseguia ver era sua orelha. Ele havia colado os lábios no meu ouvido. Um som úmido ecoou alto. Minhas orelhas, bochechas, rosto, meu corpo inteiro queimava. Aquela situação desconhecida era um estímulo avassalador.
​Mas quando seus lábios desceram pelo meu pescoço, instalando-se perto da minha clavícula, eu já estava perdido demais em um estímulo ainda maior para lembrar o que ele havia dito. A maneira como ele lambia o osso saliente e depois sugava a curva logo abaixo me fez encolher os dedos dos pés. Mordi o lábio, tentando abafar os sons que me escapavam, mas meus olhos encontraram os dele. Rapidamente fechei a boca. Saheon hyung ergueu uma sobrancelha. Conhecendo-o há tanto tempo, eu sabia que aquela expressão significava que ele me provocaria persistentemente até conseguir a reação que queria.
​— …Ah! Ah, uh, hyung, o que, ah!
​O alvo de Saheon hyung era o meu peito. O mamilo rígido, fosse pelo frio ou pela excitação, foi engolido por sua boca quente e úmida. A tontura momentânea decorrente do prazer intenso me fez gritar, e cobri a boca rapidamente. Segurando meu outro peito com a mão, Saheon hyung chupava meu mamilo deliberadamente, fazendo estalos úmidos. O prazer que emanava daquela área sensível, como se todos os meus nervos estivessem concentrados ali, me dava vontade de fugir.
​Era insuportável, tanto visual quanto sensorialmente. Apertei os olhos com força, cobrindo a boca com as duas mãos. O líquido pré-ejaculatório vazou do meu pênis ereto, molhando minha cueca.
​O hyung riu baixinho enquanto ainda mamava no meu mamilo, enviando calafrios pela minha espinha. Com um som de estalo, ele soltou o mamilo e, beliscando a ponta com os dedos, afastou minhas mãos da minha boca. Minhas mãos caíram moles.
​— Ah…! Uh, por favor… Hyung…
​— Por favor, faça mais?
​Rindo baixo, ele interpretou minhas palavras como bem quis e, antes que eu pudesse protestar, começou a explorar o meu outro mamilo. Meu quadril deu um solavanco. O mundo girou enquanto ele passava a língua pela ponta endurecida, sugando e mordiscando como uma criança. Era um prazer que eu nunca havia experimentado antes. Lágrimas brotaram nos meus olhos pelo calor que naturalmente se acumulou ali. O formigamento da excitação tornava impossível falar direito, então balancei a cabeça, mas o hyung ignorou meu protesto facilmente.
​Tive que morder o lábio, balançar a cabeça e franzir a testa repetidas vezes enquanto o prazer implacável me perseguia. Sons incontroláveis escapavam dos meus lábios:
​— Ah, pá-, pá-, mm, para! Pá-, hng, para!
​Envolvi a cabeça do hyung com minhas mãos trêmulas. Acabei abraçando-o, interromper aquela excitação insuportável era mais urgente. Tremendo, arfei em busca de ar. Saheon hyung, que se deixou segurar obedientemente, explodiu em riso. Usando apenas a força dos braços, ele ergueu um pouco os ombros para olhar para mim. Meu peito, onde ele estivera, estava vermelho e manchado. Quando seus lábios finalmente se afastaram, consegui recuperar o fôlego.
​Saheon hyung me deu um selinho e, com movimentos um pouco mais lentos, pegou minha mão e beijou as costas dela. Ofegante, observei suas ações com os olhos entreabertos. Vendo seus lábios trilharem passando pelo meu peito de novo, descendo pelas minhas costelas, pelo meu abdômen, pelo meu umbigo e em direção ao osso do meu quadril, chamei por ele às pressas:
​— Hyung, Hyung-ah…
​Sua mão grande tocou minha calça. Meu membro, já ereto há muito tempo, clamava para ser libertado do aperto da cueca.
​— Shh, bom menino.
​Saheon hyung me acalmou com uma voz baixa e me beijou. Com a boca ocupada, eu não conseguia me fazer ouvir, não importava o que dissesse. Apertei os olhos diante da sensação de sua mão quente penetrando na minha cueca. Minhas pernas tremeram. Saheon hyung, cuja mão ávida estava prestes a envolver meu membro, hesitou. Sua mão grande e quente parou perto da minha virilha. O prazer, mais intenso do que nunca, me fez gemer sem fôlego. O hyung afastou os lábios silenciosamente e olhou para mim. Abri os olhos com cautela. Através da minha visão embaçada e cheia de lágrimas, o hyung parecia um pouco surpreso.
​— …Cheongmyeong-ah, você…
​Olhei para ele com os olhos nublados, ofegando. Rindo baixinho, como se achasse a situação um tanto absurda, ele sussurrou:
​— Por que você não tem nenhum pelo aqui?
​Com um leve suspiro, mordi o lábio. Nunca me senti tão envergonhado. O hyung, que estava colado a mim, puxou facilmente minha calça e minha cueca para baixo com uma das mãos. Arrepios surgiram na minha pele quando ela foi exposta ao ar frio, mas que de alguma forma parecia quente. Com um toque mais descarado do que antes, o hyung segurou meu pênis, e com os olhos o estudou. Lágrimas brotaram nos meus olhos de pura vergonha.
​— E-Eu não… não sei… Não diga coisas como…
​— Você se depilou? Ou simplesmente não cresce? Quando fomos ao banho público juntos antes… Você era jovem na época.
​A mão de Saheon hyung acariciou a parte interna da minha coxa, que estava úmida. Minha pele superaquecida e sensível percebeu até mesmo aquilo como um estímulo significativo. Levei a mão à boca, mas lembrando-me das palavras de Saheon hyung me dizendo para não prender meus sons, contentei-me em morder o próprio dedo.
​— Você está tentando me fazer morrer de vergonha, hyung?
​Saheon hyung riu e segurou gentilmente minha pelve. Os ossos capturados em sua mão grande formigaram. Olhei para ele com os olhos lacrimejando. Eu queria tapar meus ouvidos diante das palavras vulgares vindas daquele que antes era um hyung tão gentil.
​— Vinte anos, e só estou descobrindo isso agora. Que o meu vizinho de porta é um pêssego lisinho.
​Diante de suas palavras cruas e sem refinamento, como a linguagem de uma fera, ofeguei, e as lágrimas finalmente rolaram. Era constrangedor que até mesmo aquela vergonha parecesse outra forma de prazer. A mão gentil do hyung enxugou minhas lágrimas. Ele deu um tapinha na minha coxa, que cabia facilmente em sua palma grande. Beijou meus olhos como se quisesse me acalmar, cobrindo-os com selinhos suaves. Saheon hyung, claramente divertido com a situação, não conseguia esconder o sorriso mesmo dizendo: “Não chore”.
​Beijando minha testa depois de afastar meu cabelo, o hyung esticou o braço em direção à mesa de cabeceira. Ele abriu a segunda gaveta e tateou o interior; sua mão era tão prática que encontrou o que parecia ser um frasco de lubrificante sem nem precisar olhar. Enquanto abria a tampa com uma das mãos, ele afastou os dedos que antes enxugavam minhas lágrimas e, notando que minhas pernas estavam encolhidas, puxou-as de leve para que ambos os meus joelhos ficassem dobrados e elevados.
​Com as pernas abertas, expondo minhas partes mais vulneráveis, virei meu olhar em direção à parede de tanta vergonha. Foi então que o som nítido do tecido da calça deslizando e roçando contra a pele chegou aos meus ouvidos, indicando que ele estava se despindo. A atmosfera, percebida através daquele som, era ainda mais estimulante.
​Olhando de relance, vi o pau ereto do hyung e meus olhos se arregalaram. Se eu não estivesse conscientemente segurando minha boca, ela teria caído aberta. Eu já havia adivinhado o tamanho pelo contorno sutil através da cueca antes, mas vendo pessoalmente, me perguntei como ele conseguia mantê-lo escondido. Seu tamanho quase como o de uma arma me fez olhar com medo, e me arrastei em direção à cabeceira como se tentasse escapar.
​— Ah!
​Mas o hyung agarrou meu tornozelo, impedindo minha fuga. Meu corpo começou a tremer com um tipo diferente de medo enquanto ele se aproximava, sua parte inferior praticamente tocando a minha como se estivesse prestes a me penetrar.
​— …Ah, não…
​Saheon hyung apenas riu sem responder. Ele parecia alguém acostumado com esse tipo de coisa. Apertando o frasco de lubrificante, ele trouxe o líquido claro, porém viscoso, em minha direção. Estava frio, mas não insuportavelmente, talvez por causa do calor do hyung. Minha parte inferior ficou instantaneamente escorregadia. Tremendo, olhei para Saheon hyung. Apoiando uma das minhas pernas sobre o seu ombro, seus dedos traçaram meu períneo.
​— Relaxe.
​— …Hng, mm, hyung, hyung-ah…
​O hyung virou um pouco a cabeça e beijou minha panturrilha. Isso não ajudou em nada a relaxar meu corpo tenso. O medo me dominou. Parecia que ele pretendia inserir aquela arma, e sem dúvida doeria. Não era apenas a dor; eu tinha medo de que pudesse me rasgar. Ofegante, agarrei os lençóis.
​— E-E-Eu sou… é minha primeira vez…
​— Também é minha primeira vez. …Com um homem.
​Como eu havia soltado o que quer que viesse à mente para superar meu medo, a resposta murmurada dele não foi processada pelo meu cérebro. Seus dedos longos, cobertos pelo líquido escorregadio, empurraram lentamente a minha entrada.
Respirando de forma irregular por causa de um medo primitivo, apertei os olhos com força. A sensação de seus dedos me abrindo e empurrando para dentro era vívida. Quando minha mão tremeu, o hyung beijou minha panturrilha novamente. Mesmo apenas um dedo parecia incrivelmente invasivo. Seu dedo, agora lá dentro, pressionou contra as minhas paredes internas. Embora seu toque fosse gentil, a sensação estranha em um lugar que nunca havia sido tocado era aterrorizante. A ansiedade que senti foi tão avassaladora que pareceu que toda a excitação anterior tinha sido uma mentira.
​— Eu… M-M-Medo…
​— Está com medo?
​Meu hyung sorriu ternamente, segurando a parte de trás dos meus joelhos e abrindo minhas pernas um pouco mais. Seu membro ereto pressionou contra a base da minha virilha. Tremi, engolindo as lágrimas que ameaçavam cair. Ele apoiou o peso do corpo sobre o meu, posicionado como se estivesse prestes a empurrar para dentro.
​Nossos peitos, respirando com força pela tensão, se tocaram. Ele beijou gentilmente meus lábios e falou suavemente. Se não estivéssemos ambos nus na cama, se os dedos dele não estivessem dentro de mim, seu tom de voz poderia parecer o de quem estava apenas jogando conversa fora sobre o clima:
​— Então… vamos conversar sobre o que aconteceu hoje? O que você fez na faculdade?
​— Faculdade… uh…
​Ele perguntou como quem questiona sobre o clima agradável, mas eu conseguia sentir o peso por trás de suas palavras. A lembrança de arrumar minha mala, arrastá-la até o ponto de ônibus e embarcar parecia um passado distante.
​— …Fui para a aula… huh!
​Seus dedos, que estavam massageando minhas paredes internas, roçaram em um ponto sensível lá no fundo. Um choque de prazer disparou por mim como um raio, e instintivamente gritei, agarrando-me ao pescoço dele. Seus lábios tocaram a pele perto da minha clavícula. Rindo baixinho, ele beijou o osso saliente e continuou falando:
​— Depois da aula? O que você fez? Foi direto para a casa do seu colega de classe? Qual era o nome dele mesmo, Hyun-oh ou Hyun-goo?
​— Hyun, Hyun-oh… Yah! Ah!
​Ele continuou provocando aquele ponto sensível com as pontas dos dedos. Eu queria que ele parasse, mas a sensação estranha já não era o principal problema. Mordi o lábio com força, sufocando os gemidos que me escapavam. Ele cantarolou pensativamente, então murmurou em um tom descontente:
​— Não vamos falar de Hyun-tanto-faz. Está me deixando de mau humor.
​— Hyun, Hyun-oh… uh!
​— Eu disse para parar.
​Ele pressionou com força aquele ponto sensível, quase como se estivesse emburrado. Dei um solavanco com o quadril, contorcendo o corpo. Aquele prazer desconhecido fez meus olhos lacrimejarem. Um lubrificante quente e escorregadio agora cobria minhas partes inferiores. Senti-me envergonhado, como se fosse o meu próprio fluido de excitação, o que não era possível.
​Cada vez que Saheon movia os dedos, havia um som úmido e obsceno de sucção. O desconforto ainda estava lá, mas as sensações explosivas, como fogos de artifício estourando diante dos meus olhos, eram avassaladoras. Cravei as unhas nos ombros dele, precisando me segurar em algo para suportar o prazer.
​— Ah! Ah… Ah! Huh! Uh!
​— Então por que você não atendeu minhas ligações?
​— Ah! Ah… Ah!
​Outro dedo deslizou para dentro de mim. Seus dedos longos e grossos me preencheram completamente. Tremi com uma estranha sensação de preenchimento.
​— Meu… huh, celular quebrou. Ah! Huh!
​— Quebrou? Como?
​Agora havia três dedos dentro de mim. Senti minha entrada completamente esticada, e um medo de que eu nunca mais seria o mesmo me dominou. Lágrimas brotaram. Eu não sabia dizer se eram de medo, de prazer ou de ambos.
​— Ah… Huh… Uh, caiu, huh… Ah! hyung, hyung, uh…
​— Você o deixou cair e quebrou? Levou a uma assistência técnica?
​Ele perguntou com uma voz preocupada, mas continuou pressionando a ponta do seu pau contra a minha entrada. Eu conseguia sentir claramente a cabeça espessa separando minhas paredes internas. As palavras que ele dizia eram cotidianas, mas o que ele estava fazendo era tudo, menos isso. Sua voz lânguida, misturada com respirações pesadas, chegou aos meus ouvidos:
​— Bom menino. Respire. Não consigo colocar para dentro de outra forma.
​— Ah! Huh, ha!
​— Você está bem? Relaxe.
​Ele pressionou seu corpo perto do meu e deu um tapinha na minha coxa, bem onde ela se juntava ao quadril. Era um gesto de conforto. Lágrimas correram pelos cantos dos meus olhos. Saheon parecia não saber o que fazer comigo de tanta pena, expressando preocupação constantemente enquanto continuava a empurrar seu pau para dentro de mim.
​Achei que tinha me acostumado um pouco quando ele inseriu os dedos, mas eu estava errado. Uma dor cortante surgiu em mim. Parecia que eu estava sendo empalado por ele, minhas entranhas sendo empurradas para o lado. A pressão me roubou o próprio ar que eu precisava para respirar. Mesmo quando tentei inspirar, meus pulmões, deslocados de sua posição habitual, pareciam não ter mais espaço para o ar. Dominado por aquele novo nível de dor, só pude chorar e cravar minhas unhas ainda mais fundo nas costas dele.
​— Ah, ah… hyung, uh…
​Eu não queria chorar, mas as lágrimas fluíam livremente. Ele continuou beijando minhas bochechas manchadas de lágrimas. Eu não conseguia ver nada abaixo porque o corpo dele bloqueava minha visão, mas ele continuava empurrando, atingindo meu limite e ainda assim sem parar.
​— Dói, huh, dói…
​— Está quase lá.
​— Huh… Uh, hyung… Dói… Dói… Acho que está… está rasgando…
​Solucei, agarrando-me a ele. Sua mão grande segurou minha bochecha. Ele enxugou minhas lágrimas com o polegar e me deu um beijo rápido. “Ele deve estar tentando me matar.” Uma onda repentina de tristeza me invadiu. Seu beijo quente, que roçava o interior da minha boca, não oferecia conforto. Com meus prantos misturados, ficou difícil respirar através dos lábios selados pelo beijo.
​Ele se afastou quando me contorci e cravei as unhas. Parecia estar esperando que eu me acalmasse, sem empurrar mais fundo nem puxar para fora.
​— Relaxe.
​— Está… huh, está preso… Huh, uh…!
​— Respire. Isso, assim.
​Saheon estendeu sua mão grande e afastou minha franja. Seu toque gentil enviou calafrios pela minha espinha. Apoiei minha bochecha contra a mão dele, buscando instintivamente alguma sensação de estabilidade.
​Minha visão estava embaçada pelas lágrimas. O membro dele, que vinha me preenchendo, recuou um pouco. Bem quando um sentimento de alívio me invadiu, pensando que ele poderia parar, ele estocou ainda mais fundo do que antes. Um som que foi quase um grito escapou dos meus lábios:
​— Ah! Ha! Ah!
​Seus pelos pubicos grossos roçaram meu períneo. Ele começou a se mover em um ritmo lento, quase imperceptível, mas cada movimento parecia colossal para mim. Doía. Mordi o lábio com força, tentando suprimir meus clamores, mas meus esforços foram inúteis. Soluços escapavam intermitentemente.
​— Dói muito?
​Assenti, com o rosto molhado de lágrimas. Eu tinha imaginado que doeria com algo daquele tamanho entrando, mas não tinha antecipado esse nível de agonia. Mas quando pensei nele sentido a mesma dor que eu estava experimentando, achei que era melhor eu ser o único a me machucar. Tendo alcançado esse pensamento, parei de acenar positivamente e balancei a cabeça negativamente. Ele riu baixinho.
​— Bom menino.
​Saheon estocou fundo em mim. Outra onda de dor lancinante me invadiu. Fechei os olhos, suportando a agonia.
​— Uh…!
​— Lindo.
​Eu conseguia sentir claramente ele recuando até a metade. Preparei-me para a dor que viria, cravando as unhas. Com um baque um pouco violento, o osso do quadril dele colidiu contra as minhas nádegas.
​— Ah! Ah! Huh…
​— Tão lindo.
​Ele estocou fundo novamente. Joguei a cabeça para trás, meu corpo tremendo com a força bruta do impacto. Saheon soltou uma respiração baixa. Seu hálito quente tocou meu pescoço. Ele enxugou meus olhos cheios de lágrimas mais uma vez e sussurrou:
​— Quer que eu pare?

 

 

↫─☫ Continua…

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✦ Tradução, revisão e Raws: Natali Ferraz

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Sinopse:
Desde a infância, Cheongmyeong, que tem um histórico de ser rejeitado após se confessar para o vizinho mais velho que mora ao lado, acaba indo morar com ele por causa da faculdade. Porém, desta vez, a atmosfera parece um pouco diferente…
— Bom trabalho. Agora abra as pernas.
Nome alternativo: Sweet Sugar Candyman El Dulce Hombre De Azcar

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