Ler Noite De Caça – Capítulo 212 Online

Modo Claro

Os olhos de Baek Doha deviam estar captando cada movimento do ânus pulsante, cada ruga úmida e brilhante ao redor. A sensação erótica de estar sendo observado fez o interior do meu orifício latejar de forma intensa. Eu só queria que ele colocasse logo. Meu buraco, ávido, abria-se e fechava como um animal faminto.

— Por que até o seu cu é bonito assim?

Em vez de simplesmente entrar, ele ficava falando. Eu já estava com dificuldade de manter as mãos afastando minha minhas nádegas, e não só elas, mas também meu quadril e as pernas tremiam descontroladamente.

— Você… é só colocar.

— Peça para eu enfiar.

Ele sempre queria mais quando eu cedia a alguma coisa. Mesmo estando tão excitado quanto eu, ainda assim me fazia esperar. A mão de Doha tocou meu quadril trêmulo. Com a palma quente e úmida, ele acariciou minha bunda antes de sussurrar novamente:

— Hum? Diga para eu enfiar.

A ponta do seu pau cutucou meu cóccix de modo provocante. Ela roçou de leve, deixando um rastro úmido no ponto de contato. Estremeci, sentindo o ventre se contorcer. Soltei um suspiro pesado e supliquei com uma voz trêmula:

— Coloca… por favor.

Afastei ainda mais a carne, expondo ainda mais meu interior, e murmurei de novo:

— Coloca… rápido… eu… eu vou morrer assim.

Minha voz suplicante quase se transformou em choro. — Porra. — Ouvi um murmúrio baixo atrás de mim. As mãos grandes que acariciavam minhas nádegas agarraram-nas com força e, de uma vez, seu pau perfurou meu ânus. Já estava completamente molhado, e rapidamente ele me preencheu até a base.

— Haah!

Enterrei meu rosto no travesseiro e me contorci. A força foi tão brutal que tive que agarrar o lençol para me segurar. Seu pênis recuou rápido, apenas para voltar a se enterrar fundo. A sensação era de que meu corpo seria partido em dois. O membro grosso e firme, preenchendo cada espaço interno, me provocou arrepios pela espinha.

A cada respiração, meu ânus se contraía e relaxava. Quando eu apertava seu órgão, ele se movia mais rápido, saindo quase por completo, e antes que o buraco se fechasse, ele voltava a me penetrar com força.

Baek Doha parecia um animal fora de controle. Não me dava tempo para respirar, investindo com estocadas fortes e rápidas. Por dentro, eu era golpeado sem descanso, a carne sendo constantemente remexida.

— Ha… haa… ah… haah… ahhh…

Agarrei o lençol, enterrei o rosto no travesseiro e gritei como um animal. Lágrimas e saliva molharam o tecido. Cada vez que ele me empurrava por trás, meu próprio pênis endurecido balançava, batendo no meu abdômen.

Não era só o pilar que me preenchia que eu sentia. As bolas dele, chocando-se contra a minha entrada, também eram claras demais. Eu estava sendo massacrado por dentro, e parecia que meu corpo ia se despedaçar.

— Haah… Do… Doha… Doha… mais devagar… devagar…

— Ha… porra… por sua culpa… haa… eu vou enlouquecer…

Ele murmurava entre respirações pesadas e palavrões abafados:

— Merda… Caralho — repetiu, acelerando ainda mais. Eu já não conseguia pedir nada. Apenas deixava meu corpo ser levado pelo ritmo dele, gemendo de forma entrecortada.

Então, sem diminuir, ele enterrou tudo até o fim, como se quisesse empurrar até as bolas para dentro, e estremeceu. Seu pau inchou assustadoramente dentro de mim antes de jorrar um líquido quente. Ao mesmo tempo, meu próprio membro tremeu, gozando violentamente.

Minha lombar arqueou, e tremores intensos percorreram meu corpo.

— Haaah…

Baek Doha respirou fundo, ainda dentro de mim, antes de puxar o pênis lentamente. Meu corpo desabou na cama, sem forças. Meu ânus latejava, minhas costas doíam, meu corpo estava encharcado – mas o pior era a fraqueza pós-orgasmo. Não conseguia me mover.

— Você é mesmo o melhor… — ele murmurou com a voz baixa.

Enquanto eu ficava imóvel, ele passou a mão entre minhas nádegas. Senti o sêmen escorrendo do buraco ainda aberto.

— Ainda temos tempo para mais uma.

Nem tive energia para responder. Seus dedos grossos reviraram meu interior sem cerimônia. Quando tocaram minha próstata exausta, meu ânus se contraiu, mas meu corpo não reagiu. A temperatura interna permanecia alta, mas meus músculos já haviam desistido. Era meu limite.

— Yoo Seolwoo…

Nem ao ouvir meu nome eu respondi. Incapaz de aguentar mais, fechei os olhos. Assim que fiz isso, o sono me invadiu como uma onda.

Naquele momento, do lado de fora, ouviu-se alguém chamar:

— Presidente!

— Presidente! Está aí, não está? Presidente!

Era a voz do secretário Song, assistente de Baek Doha. Logo em seguida, ele bateu na porta do quarto.

— Presidente, os representantes estrangeiros já chegaram. O senhor precisa comparecer à reunião de hoje.

Apesar de falar no tom mais respeitoso possível, a urgência era evidente na voz dele.

— Tsk.”

Baek Doha estalou a língua e falou para o secretário do lado de fora:

— Fale baixo! O Seolwoo está dormindo!

Mandou fazer silêncio, mas a própria voz dele era ainda mais alta. Song não se deixou intimidar e aumentou o tom também:

— Saia dentro de cinco minutos!

— Merda.

Baek Doha praguejou, ele então pegou um lenço e limpou entre minhas nádegas, puxou a camisola que havia subido até minha cintura para cobrir minhas coxas e, por fim, arrastou o edredom sobre mim.

— Continue dormindo.

Beijou meu ouvido com um smack e desceu da cama. Ouvi o som dele entrando no closet ao lado para trocar de roupa. Logo depois, parecia já ter saído direto para fora, pois a conversa com o secretário voltou a ecoar:

— Por que veio até minha casa?

— Porque o senhor simplesmente fugiu de repente. Nem atendeu o telefone, por favor, pare de fazer isso.

— Eu vim transar com o meu cônjuge. Qual o problema?

‘Baek Doha… esse desgraçado. Como é que alguém consegue dizer algo assim, com tanta cara de pau?’

— O que havia de tão urgente que largou todo o trabalho para vir correndo? Relações conjugais podem esperar até depois do expediente!

— Eu estava com pressa. Muita.

— Não consegue controlar o seu desejo sexual?

— Não consigo.

— O senhor é um animal?

Consegui imaginar perfeitamente a expressão indignada de Song. Coitado, deve sofrer trabalhando para um chefe como Baek Doha.

— Você anda passando dos limites ultimamente, não acha?

— Graças ao senhor, minha coragem só cresce.

Mas, pelo jeito, aquele secretário aguentaria firme; mesmo diante de Baek Doha, retrucava sem titubear. Logo, ouvi os dois saindo e a casa mergulhou novamente no silêncio. A empregada, que estava fora por questões pessoais, só voltaria no fim da tarde.

Eu precisava me trocar e tomar banho antes de Doyun voltar, mas só fiquei deitado, imóvel, sem disposição para nada. Quando estava quase pegando no sono, o celular sobre a mesinha de cabeceira vibrou.

[Depois do expediente, continuamos. Vista a camisola de novo à noite.]

Era uma mensagem de Doha. Aparentemente, ele tinha gostado do “serviço extra”. Mas eu não vestiria aquela porcaria de pano nunca mais. Decidi que, depois de tirar uma soneca, iria rasgar aquela coisa em pedaços e queimar.

[Se procurar no armário, tem mais camisolas novas. E lingerie.]

O segundo aviso de mensagem me fez despertar completamente. Esse pervertido tinha comprado mais dessas coisas? Não dava para ficar deitado. Levantei num salto, arranquei a camisola encharcada de suor e outros líquidos, corri para o banheiro, lavei-me rápido e saí às pressas. No fundo do armário, encontrei caixas empilhadas. Ao abrir, vi camisolas, lingeries e calcinhas de renda completamente transparentes. Desde quando ele tinha comprado tudo aquilo?

— Ele enlouqueceu… completamente.

Murmurando isso, tirei tudo de dentro e enfiei num saco de lixo. Fui direto para o jardim e toquei fogo, porque se deixasse no saco, alguém poderia ver.

— Oh, senhor Seolwoo… o que está queimando aí? — perguntou a empregada, que havia acabado de voltar.

Ainda bem que, quando ela chegou, aquelas malditas roupas íntimas já tinham virado cinzas.

— Só estava me livrando de umas coisas inúteis.

— Deveria ter vendido num bazar beneficente ou dado para alguém… que desperdício.

Roupas e sapatos até dá para doar, mas roupa íntima feminina… para quem eu daria isso? Era certo que acabariam me achando um pervertido também. Apenas sorri de forma constrangida.

*

— Ah, mas que bom ver que está com uma aparência melhor do que eu imaginava. Estava tão preocupada.

— Senhor Seolwoo, agora você já está bem, não está? Mas o que foi toda essa confusão?

Num certo dia, as mães dos amigos de Doyun. E não vieram de mãos vazias – trouxeram vários acompanhamentos caseiros, geleia de limão e outras guloseimas.

As mães vieram acompanhadas das crianças, e a casa, que normalmente era silenciosa, ficou cheia de barulho e risadas. As crianças correram para a sala de brinquedos de Doyun e ficaram ocupadas brincando, enquanto as mães se acomodaram na sala para tomar chá e bater um longo papo.

— Ah, eu comentei sobre você com minha mãe, sabia? Disse que, quando estava grávido, você foi morar em Hongdo. Contei que teve o bebê sem problemas e que estava vivendo bem… ela ficou muito feliz de saber.

A mulher que havia dito antes que a sogra morava em Hongdo foi quem puxou o assunto.

— Sim, os idosos de lá cuidaram muito bem de mim.

Ao dizer isso, acabei lembrando do tempo que passei em Hongdo. Era uma ilha quase como um lugar desabitado, mas os moradores cuidaram tão bem de mim que não passei por nenhuma dificuldade. Recordei-me do mar lindo de  Hongdo, dos gatos que pareciam ser mais numerosos que as pessoas, das caminhadas pela estrada costeira nos dias de bom tempo e dos momentos em que, na hora das refeições, os moradores mais velhos vinham me visitar com comida, sentando-se comigo para rirmos, conversarmos e comermos juntos.

 

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Continua..

 

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— Porque eu? 
Foi uma pergunta que ninguém poderia me responder.
— Dê à luz ao meu filho.
Suas ordens eram absolutas.
— Meu corpo não pode ter filhos. Eu vou morrer.
— Você só saberá depois que tentar. Vou derramar tudo de mim em você, até que tenha um filho meu.
Mas decidi não dar ouvidos às suas ordens e fugi dele… Com o filho dele na minha barriga. 
A longa noite de caça começa.
Nome alternativo: Hunting Night

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